Se Fosse Só Sentir Saudade

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A gente só perde o que não temos ou o que não é nosso. Por isso, fico muito feliz quando me dizem que está diminuindo o número de participantes na Igreja. Feliz porque isto é um claro sinal de que a Igreja está sendo renovada e peneirada. A Igreja nunca perde fiéis, mas sim, participantes, pois quem é fiel é fiel e ponto.

Inserida por samirfranca83

Quem cuida somente de si e descuida dos outros termina morrendo só, mas quem cuida de si e não descuida dos outros vive sempre acompanhado.

Inserida por samirfranca83

Vã é a vida que só alimenta o corpo e esquece da alma.

Inserida por samirfranca83

Só a Deus pertence a vitória sobre aquilo que só Ele pode permitir.

Inserida por samirfranca83

As portas só permanecem fechadas para aqueles que não sabem abri-las!

Inserida por samirfranca83

O homem só viverá em paz, quando viver a verdade para o qual foi criado.

Inserida por samirfranca83

Sempre há pessoas em nossas vidas que só querem que corramos atrás delas mas não fazem nada para merecer. Se quer que alguém corra atrás e se esforce por você, faça alguma coisa para merecer, faça valer a pena. Não tenha medo ou vergonha de lutar por algo ou alguém que você ama. Não é feio lutar pelo que está em nosso coração, é feio lutar contra ele quando ainda há alguma chance de dar certo!

Inserida por samirfranca83

Talvez você só tenha que tentar de novo!

Inserida por samirfranca83

Pare de ser ingênuo tal qual criança e aprenda logo de uma vez que no mundo você só vale o que têm, mesmo que não tenha condições de ter!

Inserida por samirfranca83

⁠O julgamento é um processo que dói mais que a própria condenação. Às vezes o réu é só mais uma vítima de um sistema contaminado pela desconfiança e a pressa para se achar um culpado.

Inserida por Aquila

⁠Já fui aventureiro, nunca guerrilheiro, cabra da peste. Hoje sou mais passivo, aprendi que vida só tenho uma. O tempo me ensinou a desconfiar de tudo um pouco, pois se o gato que tem sete vidas evita subir em tantos telhados, então porque eu que só tenho uma, estaria disposto a seguir estrada cheios de espinhos na possibilidade de perder a única que me resta? Já fui aventureiro, nunca guerrilheiro, cabra da peste... Se tiver que entrar em alguma guerra, entrarei porque alguém que amo com certeza deve estar presente nela.

Inserida por Aquila

⁠Eu só quero paz e menos fogo.
Atenciosamente: Lobo-Guará

Inserida por Aquila

⁠Para você!

Descobri o segredo cruel e implacável do tempo. Ele não só inventa desculpas e circunstâncias para nos afastar, mas parece se deliciar com cada segundo de separação. Nunca foi meu aliado, pelo contrário, se revelou meu maior inimigo. Mas, de maneira amarga, me ensinou lições que só ele poderia ensinar. Aprendi a esperar, a sofrer, a buscar e a viver com o tempo – tudo por você.

Se eu dissesse que as lembranças que você me traz são fortalecedoras, seria a maior mentira. A verdade é que cada memória sua me destrói um pouco mais, me enfraquece e me prende em uma dependência sufocante. Saber que os momentos que compartilhamos foram tão únicos, e agora são apenas fragmentos levados pelo tempo, é uma dor que carrego comigo.

Tentei, por tudo, apagar você da minha mente. Pensei que o esquecimento seria a cura. Mas o tempo, esse traidor precipitado, trouxe você de volta. E a cada um dos 525.600 minutos que passei sem você, a sua ausência apenas intensificou o quanto sua presença foi marcante em minha vida. Imaginar você, agora, nos braços de um ser insuportável e cheio de vaidade, sendo torturada pela escolha do passado, rasga minha alma. Mas não se preocupe, porque mesmo na distância, eu ainda estou aí. O que os olhos não veem, o coração sente. E cada partícula do meu ser continua te abraçando no silêncio, te beijando com a suavidade que sempre reservei para você, e fazendo amor com a intensidade que só nossos corpos, quando juntos, podiam criar.

Inserida por Aquila

⁠Nem sempre o que se parte está perdido, às vezes, só espera ser reconstruído. O que parece irreparável pode, na verdade, estar se transformando. A dor de hoje pode ser o alicerce de algo mais forte amanhã.

Inserida por Aquila

⁠Na vida, só temos duas escolhas: viver e seguir adiante. A queda, por vezes, é o preço do aprendizado que nos ensina a evitá-la na próxima vez.

Inserida por Aquila

⁠Descobri o amor quando deixei de amar, a vida quando deixei de viver, e o tempo só se revelou para mim na manhã cinzenta em que o sol não nasceu.

Inserida por Aquila

⁠O Homem Que Até Então Só Tinha Terra Nas Unhas

A partir de agora, será contado uma história de um homem que tinha e guardava em suas memórias os valores da família e a fé em Deus e na Virgem Nossa Senhora. José Fernandes de Queiroz, mais conhecido como “Zé de Lourenço”, de sete meses, inquieto, nasceu sem lamentos no dia 01 de setembro de 1938, sendo mais precisamente em Farias, em uma região onde hoje pertence a cidade de Tenente Ananias, Rio Grande do Norte.
Seu pai Lourenço Moreira de Queiroz, nascido em Farias, era um homem que valorizava o trabalho e buscava sempre honrar seu nome, ao ponto em que a frase que deixava sua marca era “Mais vale um bom nome na praça do que dinheiro na caixa”. Sua Mãe Damiana Fernandes de Queiroz, nascida nos Picos, região de Marcelino Vieira, tinha como uma de suas marcas o amor e o carinho pela família e por seus dez filhos, sendo seis homens e quatro mulheres. Seus pais eram reconhecidos por serem pessoas justas e trabalhadoras.
Zé de Lourenço desde pequeno começou a trabalhar, e como muitos desta Terra e deste lugar, a sua diversão era trabalhar. Contava sempre em suas memórias a disputa divertida que tinha na roça, onde pequeno a enxada era maior que a largura de suas costas, disputava com seus irmãos quem plantava mais rápido e fechava as covas, e, em meio a esses divertimentos, as anedotas faziam parte destes momentos.
Conforme foi crescendo, aprendendo de sua mãe e seu pai o conhecer da fé e dos tempos, rezava muito a Deus, Nossa Senhora e os Santos que tinha como firmamento, pedindo que em seu futuro o seu sonho de ter um pedaço de chão não fosse uma vaga ilusão em meio aos tempos. Como diz a Palavra do Senhor, “Honre seu pai e sua mãe”, e isso Zé de Lourenço guardava em seu coração como uma joia preciosa. Sendo moço e até mesmo como velho, ele honrava seus pais como se eles estivessem de algum modo por perto.
Em 13 de novembro de 1961, aos seus vinte e três anos, casou com Rita Fernandes de Queiroz, aonde teve seis filhos, sendo eles na sequência: Francisco Fernandes Sobrinho (27 de agosto de 1963 e falecido em 18 de julho de 1993), Herodites Fernandes de Queiroz (19 de julho de 1964), Francisco Heroides Fernandes (18 de julho de 1965), Francisca Martir Lassalete Fernandes, (27 de dezembro de 1968), Francisco Marcondes Fernandes (27 de fevereiro de 1972) e Rossival Fernandes de Queiroz (04 de agosto de 1973).
Quando casou, Zé de Lourenço foi morar com sua esposa no terreno de seu sogro no Sítio Timbaúba na cidade de Antônio Martins/RN, ele só tinha terra nas unhas, trabalhava de dia, de noite e de madrugada para dar do seu melhor para sua família. Muitas vezes quando observava que iria faltar algum alimento, pegava sua espingarda e caia para dentro do mato para caçar, e, nunca aceitou vir com as mãos vazias. As vezes em momentos de dificuldade, ou como ele dizia “dificulidade”, ele se ajoelhava e rezava pedindo sabedoria a Deus, pedindo ainda mais que desse a oportunidade de ele ter um chãozinho de terra para plantar e dar o sustento de sua família. Por causa de sua fé, Deus foi lhe honrando.
Como casos peculiares da vida, sua esposa teria a oportunidade de herdar uma terra de seu pai, mas, por seu sogro ser um homem mau, disse que iria deserdar a filha, pois, seu marido deveria fazer suas vontades como se fosse um “capataz”, e, como Zé de Lourenço tinha a convicção de lutar e não se submeter a coisas erradas, isso causava indignação de seu falecido sogro. Mesmo assim, trabalhando arrendado para alguns proprietários de terra, foi possuindo suas pequenas criações e guardando sempre um pouquinho de seus bens para comprar seu primeiro tão sonhado chãozinho de terra.
Depois de quatorze anos lutando com sua esposa, Zé de Lourenço conseguiu possuir seu primeiro pequeno pedacinho de terra no Sítio Favela, donde mesmo com muita dificuldade, comprou esse pedacinho de terra com o objetivo de dar o melhor para sua esposa e seus filhos. Ele valorizava tanto a educação, que mesmo sem ter tido a oportunidade de estudar, criou dentro de sua casa um local para uma professora ensinar seus filhos e as crianças da redondeza a aprender a ler e a fazer as quatro operações da matemática.
Batalhando com mais fé, ele queria ainda prouver um melhor para sua família, e, sem ter sequer um cruzeiro no bolso, em 1979 ele comprou um chão aonde ele viveu a maior parte de sua vida, que foi no Bairro do Camarão na cidade de Serrinha dos Pintos/RN. Conta Zé de Lourenço que quando contou a sua esposa que tinha adquirido um terreno em Serrinha dos Pintos ela disse que: Você é doido Zé, com que você vai pagar esse terreno? Ele disse: Rita, Deus e a Virgem Maria, Nossa Senhora da Conceição e Mártir Francisca irá nos ajudar! Ele teria que pagar o terreno em 1980, com isso, trabalhando com a cabeça (como ele dizia), juntou uns bois e garrotes que tinha, observando a inflação, pagou o terreno. A pessoa que vendeu o terreno ainda quis enganar, mas, mediante a fé de Zé de Lourenço, tudo acabou dando certo.
Sua esposa Rita queria conhecer o terreno, mas, Zé de Lourenço dizia: Rita, você só vai conhecer o terreno quando for para você entrar e morar com os nossos filhos dentro de casa. Assim, em uma tarde chuvosa, chegando já a noitinha, no dia 20 de fevereiro de 1980 entraram em sua casa aonde iriam construir novas memórias e histórias.
Foi na cidade de Serrinha dos Pintos aonde Zé de Lourenço viveu as suas maiores alegrias e tristezas, uma delas foi a morte de seu filho conhecido como “Diogão”. Das alegrias, fez as maiores farinhadas da cidade, viu o casamento de sua única filha, a partida de seus filhos para São Paulo, as conquistas de suas criações e o nascimento de dois de seus netos que viriam a ser seus filhos da velhice, Tamires e Marzinho. Seus netos na sequência de nascimento são Thiago Fernando de Queiroz (11 de abril de 1988), Maria Tamires Fernandes (16 de maio de 1997), Francisco Antonimar Fernandes (20 de dezembro de 1998), Gustavo Miguel de Queiroz (19 de outubro de 2002) e Lais de Oliveira Fernandes (07 de janeiro de 2003).
Zé de Lourenço é conhecido por ser um homem respeitador, um homem que amava muito sua mulher, seus filhos e netos; um homem de muita fé que sempre procurava está nas missas, novenas, Terços dos Homens e em cultos religiosos quando convidado. Outra coisa que ele gostava muito era das “experiências”. Três das experiências que podem ser contadas era quando ele sonhava com abelha italiana e com muito mel, isso significava fartura; quando ele sonhava voando, significava que ele teria batalhas, mas, que ele poderia comprar bichos que iria dar certo; e, outra era os trovões no mês de maio, se fosse somente um trovão, era sinal que o próximo ano o inverno seria desregulado.
Por fim, não podendo parar por aqui, pois, muitas histórias e memórias ainda estarão por vir, principalmente das memórias dos familiares e das pessoas que ouviram os conselhos de Zé de Lourenço enquanto ele estava aqui, principalmente sobre a fé, a esperança, a alegria, a amizade, o respeito e o principal de todos o amor. Esse legado ficará eternamente marcado nas memórias das pessoas que convivia e conviveram com Zé de Lourenço, um homem= que até então só tinha terra nas unhas e acabou construindo um legado, se tornando um Patriarca, o Patriarca José Fernandes de Queiroz de Serrinha dos Pintos/RN.
Serrinha dos Pintos/RN,

22 de fevereiro de 2022.

Inserida por ThiagoFQueiroz1988

O ser humano só age por interesse ou pela necessidade.

Inserida por tnscloss

Que as nossas ações não fique só em palavras

Inserida por tnscloss

Sempre desconfie de um homem com um livro só

Inserida por tnscloss