Se Fosse Só Sentir Saudade
No submundo da polarização, só sobem ao pódio duas imprensas: as que retroalimentam nossos vieses e as que ostentam a própria parcialidade.
Elas sempre foram opinativas e parciais; com o surgimento das redes sociais e a fragmentação do cenário midiático, elas apenas se reinventaram.
Algumas tentam manter a sutileza, confiando na distração — ou na confusão — dos que se perdem na enxurrada simultânea de informações.
Resta-nos perceber que o acesso às notícias nuas e cruas deixou de ser direito universal, para se tornar privilégio dos que investigam.
Se os presídios se tornaram poderosas incubadoras de facções, talvez a prisão domiciliar seja só um jeito torto de afastar criminosos da pós-graduação.
Quando me perguntam se Motocicleta é Sinônimo de Liberdade, só respondo: “Às vezes, até a Liberdade precisa se locomover sobre o paraíso de duas rodas para tomar vento na cara.”
Que os bons ventos de agosto nos tornem sensíveis o bastante, para merecermos as flores, com toda sorte de cores de setembro!
Amém!
Lá se vai Agosto…
Se despedindo com seus ventos discretos, carregando ensinamentos que, por vezes, passam despercebidos.
São esses ventos que nos convidam à introspecção, que nos lembram de cuidar da nossa sensibilidade e atenção ao mundo.
É nesse preparo silencioso que encontramos a capacidade de receber o novo, de perceber os detalhes que realmente importam.
Setembro, com suas flores e cores, não é apenas um mês; é um convite à recompensa daqueles que souberam Escutar, Reaprender e se transformar.
Merecer suas cores e fragrâncias não dependem de pressa ou força, mas de estarmos abertos, atentos e delicados o suficiente para reconhecer a beleza que nos cerca.
Que os ventos de agosto nos moldem com suavidade, que nos tornem atentos aos pequenos gestos e às sutilezas da vida, para que, quando setembro chegar, possamos acolher suas flores, ornados de gratidão e plenitude.
Amém!
Que os bons ventos de agosto nos tornem sensíveis o bastante, para merecermos as flores, com toda sorte de cores de setembro!
Amém!
Não tive nada a ver com o 11 de setembro… apenas carrego comigo a doce certeza de que até em dias sombrios Deus acende luzes.
Não tive nada a ver com o 11 de setembro… Só carrego a Culpa, a Gratidão e a Graça de ter nascido num dia bom, com a doce certeza de que até em dias sombrios Deus acende luzes.
As vezes não é nem falta de interesse,é que arrumar a desordem que deixam em nós,só quem fica sabe.
Medo,
De alçar voo,ou da queda brusca.
O medo está nas duas ações,
A queda só acontece se o voo acontecer,
O voo pode acontecer sem queda.
A escolha é livre.
A gente não precisa,
De uma exposição de afetos.
A gente só quer,
Disposição de quem desejar viver isso.
Só dispare uma flecha,
Se tiver certeza que quer ferir o alvo.
Arranca-la de volta,
Pode causar mais estrago.
Só desejo que você se cure,e quem não ouviu teus soluços,ouça tuas risadas,
Nem todo mundo quer saber das tragédias alheias.
Se partiu com pressa por motivo de sobrevivência,
Não volte para pegar as coisas.
Eram só coisas,
Até quem ficou.
Não me subestime,
Sou capaz de queimar o barco comigo dentro em alto mar,
Só pra ver quantos ratos faltam pular.
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