Se foi o Tempo Chegou o Tempo

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A certeza maior é que tudo tem seu tempo... E que todo tempo tem Deus.

NA LOUCURA DE MEUS SONHOS CONSUMO MINHAS FÔRÇAS AO LONGO DO TEMPO. MUITAS LUTAS TRAVEI E JULGAMENTOS ME FIZERAM , SENTENÇAS TATUARAM MINHA VIDA. MARCAS IRREVERSÍVEIS FICARAM, CONTUDO CONTINUO EM MEUS SONHOS. CONDENADO POR MEUS SONHOS, JAMAIS SONHO EM CONDENAR.
(Rubens Bruch)

Acho que fiquei tempo demais lendo o “Caras como eu”, acabou me dando inspiração demais, ou talvez seja só a minha T.P.M. ultra carente que queira se manifestar.
Mas inspirada no título... Meninas como eu, são assim, complicadas de se decifrar, mas não somos impossíveis, talvez quando a gente chore, ou quando xingamos até a 18ª geração dos nossos namorados, na verdade nós estamos simplesmente querendo um carinho.
Meninas como eu, dormem com dois travesseiros (ou mais), um pra apoiar a cabeça (em alguns casos, esse é o mais alto, pra dar a sensação de “peito de namorado”), e um do lado, pra que quando acordarmos, a cama não seja tão vazia quando ele não estiver por perto. Meninas como eu, gostam de quando eles ficam bravos e nos censuram de todas as formas, mas não conseguimos dormir se essa raiva durar até a hora do “boa noite”.
Meninas como eu, sussurram o nome dele bem baixinho ao acordar, enquanto abraça bem forte a primeira coisa macia e aconchegante que surge pela frente (aí a funcionalidade do segundo travesseiro ou daquele ursinho de pelúcia).
Sonhamos com o gosto do beijo dele, com o toque suave de suas mãos, com aquele cafuné que faz qualquer mulher dormir feito um anjo em questão de minutos. Pedimos em segredo para que o som da nossa voz seja eternamente uma melodia soando suavemente nos ouvidos deles, pedimos que o brilho dos nossos olhos seja sempre o motivo que os faz sorrir, que o silêncio seja sempre sinônimo de paz e de aconchego, que a ternura e a harmonia nunca nos abandonem.
Meninas como eu, têm a sorte de encontrar tudo aquilo que sempre sonhou, onde menos esperava e quando menos esperava, porque o choque é arrebatador, é absurdamente envolvente e arranca qualquer possibilidade de voltar atrás.
Meninas como eu, têm o seu coração tomado por um ser especial que chega como quem não quer nada, e vem roubando a atenção, vai dominando os pensamentos e todos os desejos. Meninas como eu, dizem para si mesmas “eu odeio ele”, mas quando ele liga, o coração tenta sair pela boca, a doçura da sua voz envolve a alma e você se dá conta de que ele é tudo o que você quer para todos os dias de sua vida, e é ele quem vai ocupar o espaço ao lado do seu, na sua cama, por todas as manhãs que estarão por vir.

CORAÇÃO VAZIO


Existiu um tempo em que desafiei Deus
Dizendo a ele que frente aos olhos meus
O amor não existia.

Sim, cometi uma heresia!

Gritei que eram apenas impressões pré-estabelecidas
Idealizações da mente, rompantes dementes!
Que os livros infantis mentiam veementemente

Relatando sempre um príncipe encantado
E que meu pobre coração abandonado
Sangrava em dor, em pranto sofredor

Querendo deixar de amar, de idealizar.
Eu não queria mais ouvir as vozes que teimavam
O dia todo, ininterruptamente a ditar

Rimas, quadrinhas, poemas apaixonados
Que não direcionavam minha vida a nenhum lado.
Hoje, depois de compreender o que uma

Verdadeira relação entre duas pessoas deve conter
Chego a triste conclusão para uma poetisa
Que escreve sobre o amor e respira paixão

Que este meu tão massacrado coração
Está solitário, porém, forte.
Que o amor realmente existe

Mas depende de uma boa dose de sorte
De escolhas, da senda correta,
De uma pessoa que saiba amar

E que nesta união, seja completa.
Agora devo confessar, que tal qual as arvores no outono
Este coração que sabe amar com intensidade,

Está na verdade destituído de afeição, porém
Mesmo vazio, possui a tranqüilidade
Que só a maturidade, detém!

Dizem que o tempo cura tudo mas desde que conheci voce ele congelou.
Muitas pessoas dizem que o amor e o sentimento mais lindo que existe mais no meu caso ele esta me corroendo por dentro minha alma chora e grita de tanto sentir dor eu nunca senti isso e a minha primeira vez preferia nunca ter te conhecido amor .
A cada dia que se passa sinto meu eu morrendo de pouco a pouco sinto que se meus sonhos nao forem realizados nesse momento nunca mais serao realizados sinto que nao tenho muito tempo de vida estou sofrendo por dentro e tento disfarça com risos e alegria para nao chorar. A cada dia a noite e uma angustia de pensar que o tempo esta se passando e estou envelhecendo e perdendo milha vida tentando ser uma pessoa diferente isso so vem me estragando so tenho tres camilhos a percorrer para que este tormento mude.
Ser uma pessoa fria .
Ser igual a todos com seus jeitos podres .
terceiro MORRER.

AMOR RADIANTE

Encantei-me com seu sorriso e seu olhar
Deslizei no tempo feito o vento em sua trajetória
Buscando por caminho presente na memória
Além da imaginação para o seu amor provar.

Encantado fiquei, minha imaginação se perdeu
Loucuras senti, em meu coração o destino selado
Permanecendo em mim o seu amor e o gravado
Na eternidade de um sonho que me envolveu.

Em cada olhar, uma busca permanente
Em cada sorriso, um atrativo presente
Feito o dia e a noite em minha vida.

Seu olhar é como o sol e sua cor
Contagia-me com seu raio fixador
Tornando você minha esfera preferida.

⁠Se invisto meu tempo julgando o outro e preocupado com as ações alheias, eu esqueço de focar no que preciso fazer para evoluir como SER.

. Uma coisa podemos ter certeza.. Nada adianta querer apressar as coisas, tudo vem ao seu tempo. O destino se encarregara de colocar você no lugar certo, na hora certa, no momento certo, diante da situação ou da pessoa certa! Basta acreditar que: Nada acontece por acaso! O que é nosso esta guardado! Simplifique sua vida. Acredite no amor, e nas verdadeiras amizades, porque nem tudo é por acaso; e muitas vezes vale a pena.

O tempo vaga pela minha cabeça, a solidão é a vontade de estar contigo, a nostalgia das aves pairando sobre o crepúsculo do céu, um último suspiro, uma última carícia, um último adeus.

Da-se tempo para que o pensar, pensa e procederá menos mau.

Era uma vez uma história de encantar,
Onde o tempo parado dá lugar a amor eterno,
Onde a simples brisa do teu soprar,
Me dá vida para a vida enfrentar.

Era uma vez uma história apaixonada,
Onde sonhos de aroma por cheirar,
Dão lugar a fadinhas da terra do nada,
E tudo acaba por uma ilusão se tornar.

Era uma vez uma pequena história,
Onde tudo que antes no tempo parado estava,
O fim acabou por encontar,
Vagueando por essas imensas estradas,
Que eu nunca irei alcançar.

Era uma vez uma história como tantas outras mais.
Onde amor repleto de sonhos por viver,
Dão lugar a saudades de pesadelos que tristemente acabo por recordar,
Mas que teimosamente insisto em não esquecer,
Como se o simples gesto de amar,
Dependesse desses papeis que o tempo veio deixar.
Era uma vez uma história que me estou a esquecer.
Onde tudo era algo que já me esforço por lembrar,
Onde amor, desprezo acabou por restar,
E uma linda história por escrever ficar.

Era uma vez uma história ... ou não?
Lembras-te?
Eu esqueci pois então...

Não perca seu tempo com quem você acha que se importa. Se importe com quem realmente é importante para você.

A PRINCESA SOFIA



Num tempo muito distante viveu, num reino de paz e harmonia, uma linda princesa que se chamava Sofia. Ela estava com doze anos. Era obediente, estudiosa, e muito caridosa. O rei e a rainha sentiam muito orgulho da filha: não desse orgulho que diz: “ta vendo? Minha filha é a maior, a melhor!” – Não crianças! Era um orgulho de pais que vêem seus ensinamentos dando frutos saudáveis e fortes.

Um dia a princesinha entrou na sala do trono, onde seu pai trabalhava com os ministros, pedindo:

- Papai, posso trabalhar na escola da aldeia, para ajudar as freiras?

- Filha, você não tem idade para trabalhar. Quando tiver será assistente de sua mãe na Assistência Social para os aldeões. – respondeu o rei.

- Não é bem um trabalho, papai! Eu quero contar histórias para as criancinhas de até cinco anos. Sabe aquelas histórias que você e a mamãe me contavam? Então! É isso que eu quero fazer, assim eu vou aprendendo a lidar com crianças porque eu quero ser professora. – falou com convicção a princesa Sofia.

O rei disse que ia pensar e que depois daria uma resposta. À noite, quando estava deitado ao lado da rainha, o rei lhe contou o desejo da princesa. A rainha ficou encantada e pediu ao marido que apoiasse a filha nesse intento. No dia seguinte, durante o café da manhã, o rei comunicou à princesa que estava dado o consentimento para ela trabalhar com as freiras na escola da aldeia. Foi passado o decreto real e princesa se apresentou à freira, diretora da escola, que a levou a presença dos alunos dizendo que daquele dia em diante a princesinha contaria histórias para eles durante o recreio.

As crianças adoraram. Imagine uma princesa contando história numa escola de aldeões. Era demais. E chegou o dia. Sofia ganhou uma sala onde ela espalhou almofadas pelo chão, formando um semicírculo e no centro colocou um banquinho para ela sentar. As crianças foram chegando, meio tímidas, e sentando cada uma numa almofada. Depois de todo mundo acomodado, ela se apresentou e pediu que ninguém a chamasse de princesa. Ela era somente Sofia. As crianças bateram palmas e, em pouco tempo, estavam tão íntimas parecendo que se conheciam há anos. E Sofia começou:

- Hoje eu vou contar uma história de fada. Peço a atenção de todos. – disse sorrindo a linda princesinha começando.

“Era uma vez um homem rico que andava por uma estrada indo para sua casa quando surgiu a sua frente uma velha, com uma vasilha na mão, pedindo um pouco de vinho para seu filho que estava muito doente. O homem chamou seu empregado dizendo-lhe que enchesse a vasilha até a borda. O empregado assim fez, mas o vinho só alcançou a metade da vasilha. O serviçal ficou apavorado. Ele havia despejado todo o vinho do barril. O seu senhor pensaria que ele estava roubando a outra metade do vinho. Então ele foi falar com o seu patrão, levando o barril como prova:

- Senhor, não sei o que aconteceu, mas o vinho não encheu a vasilha da velha, e como pode ver o barril está vazio. O que devo fazer? – perguntou o servo tremendo.

- Eu prometi àquela senhora que encheria a vasilha, e o farei nem que tenha que esvaziar todos os barris de vinho da minha adega. Vá, vá pegar outro barril. – ordenou o homem.

O empregado voltou com um outro barril de vinho e quando pingou a primeira gota a vasilha se encheu até a borda cumprindo assim a promessa do homem rico. Tempos depois um governante malvado, de um país vizinho, declarou guerra ao país do homem rico. Depois de muita luta o povo conseguiu expulsar o governante malvado, porém o homem rico que lutou contra o invasor, ficou prisioneiro em uma das celas de uma prisão naquele país desconhecido.

Ele estava desiludido. Pensava que ninguém jamais viria buscá-lo. De repente uma claridade invadiu a cela onde o homem estava, e surgiu, bem no meio, a velha da vasilha de vinho. O homem, de tão espantado, não podia falar. A velha rodopiou sendo envolvida por um arco-íris de rara beleza. Quando parou o giro, apareceu uma linda fada, jovem, com cabelos compridos, trazendo em uma das mãos a varinha mágica. A linda fada foi logo dizendo:

- A honradez e o cumprimento das promessas é o que mais admiro nos homens. E como um dia provou que é honrado e não faz promessas da boca para fora, eu ordeno que volte para sua casa, mas não conte a ninguém, nem mesmo à sua esposa o que aconteceu. – disse-lhe a fada girando no ar a varinha mágica.

E o homem chegou a sua casa. A alegria era tanta que a família nem se lembrou de perguntar como ele conseguiu escapar. As fadas não gostam que se revelem os seus segredos. Por isso, todos que são agraciados com seus favores devem ficar de boca fechada. E como forma de agradecimento, devem ajudar o próximo sem esperar pagamento.”

A princesa Sofia terminou a história. As crianças bateram palmas. Até as freiras aplaudiram a princesinha. A diretora da escola confidenciou a uma professora que Sofia seria como uma irmã para aquelas crianças.

- Você viu? O silêncio, a atenção! Viu que exemplo? Foi Deus quem mandou esta linda princesinha! – disse ela sorrindo e agradecendo porque, naquele país, a finalidade da escola era a de formar homens e mulheres de caráter irrepreensível com a ajuda dos pais, mesmo sendo camponeses.

Maria Hilda de J. Alão.

Não diz nada, você não diz nada. Apenas olha para mim, sorri. Quanto tempo dura?

O tempo passa, e quando nos damos conta, tudo ao nosso redor mudou, as pessoas, os lugares, até mesmo os nossos gostos e preferências, mas a essência continua a mesma, porque por mais que as mudanças sejam evidentes, no fundo, ainda há um pouco do nosso antigo-eu, da nosa essência que sempre permanecerá a mesma.

eu sei, eu não sei amar
por isso te peço tempo
e uma noite para me ensinar
todos os segredos e manhas,
as diversas artimanhas
para nesse jogo entrar
vem, me ajuda a aprender
como faço para me render
da forma que te agrada
vem, me doma e afaga
acalma um pouco das garras
da selvagem que eu sou

O tempo é meu melhor amigo, o que é bom ou ruim, só ele faz questão de me dizer.

Primeiro me ame. Depois diga o resto. Se sobrar tempo ou necessidade.

Aprendi com o tempo que degraus são indispensáveis para atingir o topo de uma escada, que tropeços nos levam adiante, mesmo que seja doloroso, e que corações partidos, desepcionados e magoados continuam a pulsar. Foi dificil, mas aprendi que por mais que a madrugada tenha punido teus olhos com lágrimas, um sol sempre surgira ao amanhecer. Aprendi que estrelas podem ser escondidas por nuvens de tempestades, mas que as mesmas são provisorios, e que tudo o que tem explendor, volta a brilhar. Aprendi que as feridas não são curadas com beijos, que por mais que seja doloroso, existe uma trajetoria inteira para ser pecorrida. Então erga a cabeça e continue! E quando necessitar de alguém, estenda a tua mão ao próximo que mais precisa, quando recordar de uma dor e desejar lamentar, lembre-se de todas as pessoas que já deixaram derramaram lágrimas em teu colo. Quando perceber que o seu coração esta apertado, siga em frente. Aprendi que por mais que seja torturador, cada deslize nos trás um aprendizado, aprendi que nessa vida, nada é definitivo, se não, o amor.

Decifra-me.

Eu sou a areia da ampulheta,
O tempo que se vai e não se aproveita,
A água que escorre entre seus dedos,
A vida que definha pelo esquecimento.

Eu sou a areia da ampulheta,
O sonho mal dormido que não teve fim,
O abandonado trocado pelo q é cômodo,
A erva daninha em seu jardim.

Eu sou a areia da ampulheta,
A criança abortada por falta de amor,
O silêncio do inocente perante a dor,
As mentiras ditas na cama ao calor.

Eu sou a areia da ampulheta,
Apenas complicação para sua vida,
Guardado em um canto de uma gaveta,
Deletado como mensagem não lida.

Eu sou a areia da ampulheta,
Metade confuso e complicado,
Metade alegria e tristeza,
O certo para o errado,
O errado para a certeza.

Simplesmente...
Eu sou a areia da ampulheta.
Ou decifra-me!
Ou por favor,
Simplifique e me esqueça.