Se foi o Tempo Chegou o Tempo
“Quando a vida é conduzida com vocação, o tempo deixa de ser agente de erosão e se transforma em critério de verdade. Aquilo que nasce do mero impulso se esvai, contudo, o que brota da vocação resiste, amadurece e se legitima. O tempo, nesse caso, não corrói, apenas revela.”
“Quando a existência se orienta pela vocação, o tempo deixa de ser força de desgaste e passa a ser instância de legitimação.”
"Tudo o que é visível se curva ao tempo. Impérios caem e certezas se dissolvem, revelando a nossa vulnerabilidade. Mas há um ponto fixo sobre o qual a história não tem poder: Deus continua sendo Deus. Confiar nessa permanência é o que nos permite caminhar com passos firmes, mesmo quando o mundo ao redor parece desabar."
No verso ameno a deslizar no tempo, escondem-se espaços de alvorada no céu estrelado que arbóreo faz a lua fluvial de rios inaudíveis que correm para o mar. O deleite se faz na criação e não levo o poema tão a sério, que cego se escreve nas linhas inquietas de minha mão a esculpir seu rosto na multidão. Elísios se fazem seus olhos se tons etéreos pintam o fulgor do espírito que caminha estradas incipientes que densas se fazem no verão tropical do país, no momento fugaz de pintar sua íris no lânguido estar de dedos em crise, que magnânimos se fazem no melífluo estar de cores a apascentar a face desmedida de minha vida oblíqua, que tanto se faz em despedidas e não deixa passar o ocaso plácido de um recôndido estágio ancestral, que busca no passado mais estrelas para fulgurantes brilho do corpo altivo que porventura será esquecido nas ramagens da terra vermelha. O trono da liberdade gloriosa se faz ainda mais formoso se foi conquistado com grande esforço. Silentes todas as palavras em reverência e o ser taciturno abre os braços e se alegra nas praças telúricas em que colinas encontram o horizonte e se constrói uma ponte entre as vicissitudes em zéfiro refrencante na brisa doce que enumera as dádivas do ser etéreo. Os ouvidos da liberdade se escutam em pássaros numerosos na terra frondosa de exuberantes cachoeiras em que se esquecera o numinoso caminho da paz, em longas ondas que o mar traz. Os olhos do amor vão sérios se não descortinam os mistérios que fazem as mãos entrelaçadas, pois que são distintas as jornadas, e a figura amada anda em outras várzeas de veredos caminhos desencontrados. Mais forte arde a criação que se compartilha em silêncio e fazem crescer edifícios de poemas e suas largas janelas amenas onde dormem as açucenas na sagaz repetição que a poesia aumenta. E lanço flores em seu corpo a consagrar o momento e parto fugidia, pois o encanto se passa como o dia nas cores do arrebol. Eis um bálsamo de alegria e esplendor, pois os corpos não se encontram e mais fartos encontram o amor que resistiu incansável ao tempo da dor, que é já passado. Seguimos encantados e a natureza observa os versos e aprova o deleitoso cámalo cerúleo no conspectro da admiração crisálida em tons de alvorada e amanhece nosso amor após longa madrugada e as almas são estradas de nossa felicidade rara.
Ser criança...
Tempo mágico e único! Aproveite todos estes momentos com a certeza de que é a melhor fase de nossas vidas. Sorria, agradeça, tenha fé e sabedoria, acredite em um futuro próspero.
Não é no nosso tempo, não é no tempo dos outros, tudo acontece somente no tempo de Deus, apenas aperfeiçoamos o caminho.
Quanto mais o tempo passa mais eu tenho certeza de que não adianta de nada ter somente dinheiro, é preciso e muito ter VISÃO!
Eu só peço a Deus que as coisas se consertem o mais depressa possível, pois já não é suportável ver as rugas causadas pelo sol forte, as mãos calejadas de tanto esforço, as veias inchadas de tanto carregar peso, e os filhos que fingem não ver NADA! Oh Deus, que eu possa enfim dar um pouco de descanso para minha MÃE. Tanto que ela já suportou por NÓS e ainda SUPORTA...
O tempo é um aristocrata ofendido.
Uma vez que se vai, não volta nem para buscar o chapéu. Edgard Abbehusen
A gente vive como se tivesse tempo de sobra. E o tempo… anda de fininho, pregando peça na gente. Poucas coisas nos humanizam tanto quanto o luto. É um choque seco, direto. Um corte na ilusão de que tudo pode esperar, de que dá pra deixar pra amanhã. Porque, quando a perda chega, de repente, o amanhã que a gente guardava com tanto cuidado… não existe mais.
A gente passa a vida fazendo planos como se o calendário fosse o nosso aliado, como se o relógio estivesse do nosso lado. E o luto escancara isso sem delicadeza nenhuma. Perder alguém muda o jeito como a gente enxerga o tempo. Você percebe que ele não era tão longo quanto parecia. Que aquela conversa podia ter acontecido. Que aquele abraço podia ter sido dado. Que aquele café não precisava ter esfriado.
É como se o relógio risse da nossa pressa. A gente corre para tudo… menos para o amor, menos para o afeto. E aí, quando não dá mais, a gente entende. Entende tarde. Entende na dor.
O luto humaniza porque tira a gente do automático. Ele quebra essa ideia de controle que a gente insiste em ter. Ele lembra que a vida não é um projeto infinito. É uma travessia. Uma viagem.
O tempo não avisa quando vai acabar. Mas sempre mostra, do jeito mais duro, que ele nunca foi garantido. Zero garantias.
Manifestação com Propósito
Durante muito tempo, eu acreditei que manifestar significava conquistar: alcançar metas, obter reconhecimento, acumular resultados visíveis. Mas, ao longo da minha própria jornada, compreendi algo essencial — a verdadeira força da criação não nasce do ego, mas do alinhamento entre quem eu sou, o que desejo e o impacto que gero no mundo.
Manifestar com propósito é ir além do material. Não porque o material seja errado, mas porque ele é insuficiente quando não está conectado a um sentido maior. Carros, cargos e conquistas perdem força quando não dialogam com a missão de vida. O propósito atua como uma bússola interna: ele organiza escolhas, sustenta a persistência e dá coerência às ações mesmo quando os resultados ainda não são visíveis.
Percebi que meus desejos se tornaram mais potentes quando deixaram de ser apenas pessoais. Quando aquilo que eu buscava passou a tocar outras vidas, algo mudou na dinâmica da criação. Existe uma sinergia poderosa quando o desejo individual se une à intenção de contribuir. É como se a energia deixasse de ser dispersa e se tornasse direcionada. Não é magia — é coerência.
Vi isso claramente em histórias ao meu redor. Pessoas que buscavam sucesso, mas só encontraram verdadeira expansão quando alinharam suas habilidades a uma causa. Quando o “quero vencer” se transformou em “quero servir através do que faço”, o crescimento deixou de ser forçado e passou a ser sustentado. O sucesso, nesses casos, tornou-se consequência, não obsessão.
Passei então a mapear meus próprios desejos. Perguntei a mim mesma, com honestidade: como isso que eu quero melhora o mundo ao meu redor? Nem sempre a resposta veio pronta. Às vezes, veio em forma de desconforto. Outras vezes, como silêncio. Mas foi nesse processo que encontrei clareza.
Escrever tornou-se uma ferramenta fundamental. Ao colocar pensamentos no papel, padrões começaram a surgir. Descobri que muitos desejos não eram meus — eram expectativas herdadas, pressões sociais, metas emprestadas. Questioná-los gerou medo. E entendi: o medo não era sinal de erro, mas de crescimento. Sempre que mudei de direção de forma consciente, atravessei um período de instabilidade antes da expansão.
A conexão com meus valores foi o que me ancorou. Amor, empatia, liberdade, verdade — quando minhas escolhas estavam alinhadas com esses princípios, o corpo relaxava, a mente clareava e o caminho se tornava evidente. Vi isso refletido também em projetos e negócios: quando um sonho nasce conectado a valores reais, ele se transforma em abrigo, ponto de encontro, espaço de pertencimento.
Manifestar, para mim, deixou de ser um ato de pedir ao universo e passou a ser um compromisso diário de coerência. Uma escuta constante entre intenção, ação e impacto. Quando valores e aspirações caminham juntos, cria-se uma harmonia interna — uma espécie de melodia silenciosa que sustenta decisões e fortalece a capacidade de gerar mudanças duradouras.
Resumo da lição: a manifestação se torna um verdadeiro milagre quando eu deixo de perguntar “o que eu posso ganhar?” e começo a perguntar “como o meu sonho pode servir ao mundo?”. É nesse ponto que o desejo amadurece, a ação se fortalece e a criação encontra propósito.
Não é feio querer melhorar de vida mas, reclamar o tempo todo do que não tem é uma forma de ser ingrato com aquilo que já tem.
O tempo é silencioso. Devagar. Cruel.
Ele não te pede permissão para ir.
Mas por alguma razão você corre, sabendo que vai perder.
Pensar exige tempo e ócio.
A vida moderna não roubou isso de nós, apenas ocupou nosso tempo com um falso ócio.
Preciso de um tempo pra sentar no banco de um pracinha com uma música triste tocando no fone de ouvido e chorar baixinho. Preciso agendar um tempo para colocar as minhas angústias para fora, se não elas irão me explodir por dentro. Quem sabe nessa segunda... Não, não tenho tempo segunda, talvez no domingo... Tenho compromisso também. Então quando? Quando eu vou poder sentar num cantinho isolado e chorar um pouquinho? Eu sinto tanta falta disso... Eu só queria chorar.
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