Se foi o Tempo Chegou o Tempo

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"Quem pisa no humilde hoje, amanhã vai ter que olhar para cima para ver onde ele chegou com sua honestidade."

"A ofensa é o último recurso de quem não consegue aceitar que a simplicidade chegou onde a arrogância jamais pisará."

Alegria chegou o Natal.
Desejo toda felicidade,
sinta se abraçado neste momento.
Posso estar distante, mais isso não
faz diferença, meus pensamentos e
desejo de felicidade estão presente
perto de você da mesma forma.
Eu desejo à você o Espírito do Natal.
E Boas Festas

"Ele chegou em meio a uma grande tempestade
e mudou o rumo da minha historia, me envolveu em
uma grande paixão, tirou meus pés do chão, e despiu
minha alma".

❝ ..Você chegou tão de repente, e transformou
de um jeito lindo e encantador minha vida,
você despertou em mim desejos ardentes,
de amar como nunca amei na vida. Minha
alma te escolheu, meu corpo clama pelo
teu. Meus olhos brilham para ti. Minha boca
sussurra teu nome. Não posso mais fugir
deste amor... Sou inteiramente tua....❞

Filha, hoje o dia é todo seu, feliz aniversário!

No dia em que você chegou, o mundo se iluminou,
E o meu coração, em um instante transbordou.
Você cresceu diante dos meus olhos, como uma flor a desabrochar,
Mostrando que a maior alegria da vida é simplesmente te amar.
Minha filha maravilhosa, exemplo de doce querer,
Que traz no olhar o carinho e a nobreza de saber obedecer.
Sua caminhada é luz, sua presença é o meu porto,
Em cada abraço seu, encontro paz e conforto.
Hoje o dia é todo seu, mas o presente é meu, eu sei,
Pois na sorte de ser sua mãe, a maior riqueza encontrei.
Você é a joia mais rara, o brilho que nunca se apaga,
A resposta de todas as preces que a minha alma propaga.
Filha, você é especial, mais do que as palavras podem dizer,
O maior presente que Deus me deu e que me faz agradecer.
Que a vida te cerque de flores, de risos e de proteção,
Pois você é o compasso perfeito do meu próprio coração.

Feliz aniversário! Mamis te ama infinito...

Você não chegou até aqui pra desistir agora
Cada cicatriz tua também conta história
Mesmo sem aplauso, mesmo sem ninguém ver
Cê tá vencendo só por ainda não ceder

*“No Inverno, Café e Você”*

O inverno chegou devagar,
vestindo a cidade de silêncio
e as janelas de saudade.

Lá fora, o vento desenhava frio nas ruas, mas aqui dentro
existia você.

O café fumegava entre nossas mãos, como um pequeno sol tentando aquecer o mundo.

E eu observava teus olhos
com a mesma calma
de quem encontra abrigo
num fim de tarde chuvoso.

Você sorria baixo,
enquanto o aroma do café
misturava memória e desejo
no mesmo instante.

Há amores que queimam como incêndio.
O nosso não.

O nosso aquece devagar,
como coberta em noite gelada, como música antiga tocando ao fundo, como dois corações aprendendo a morar no mesmo inverno.

E desde então,
toda vez que o frio retorna,
o café perde um pouco do gosto… se você não está aqui.

Perdi o sono,
Deitei-me na poesia,
O sonho chegou
E o teu sorriso abraçou minha alma.

Dentro dessas linhas

Você chegou como um cometa,
iluminando um céu que eu já achava apagado.
Rasgou a rotina,
fez meu coração repensar seus próprios passos.

Dentro dessas linhas,
eu caminho sem pressa, sem medo,
absorvendo cada instante que você me oferece.

E pela primeira vez,
sem a necessidade de estar armado,
sinto que posso, enfim,
ser amado.

Mostrei meu mundo em tão pouco tempo,
cada esquina, cada pedaço de mim.
E você, sem reservas,
abriu o íntimo que antes era ferida —
e transformou silêncio em confiança.

Até quando nos desencontramos,
o destino fez questão de nos juntar depressa,
como se dissesse que não há fuga
quando duas linhas foram feitas
para correr lado a lado.

Vejo você no amanhã que sempre temi,
como calor nos meus dias nublados,
como ar leve nos dias ensolarados —
onde antes havia peso,
agora existe respiro.

Sabe eu ainda tô tentando entender como você chegou na minha vida tão de repente e me transformou no que sou hoje e desapareceu sem deixar rastro e o pior é que já te procurei em todos os lugares e não te encontrei talvez você seja um anjo enviado por Deus para mim, reconstruir.

⁠No vigésimo nono dia minha jornada começou. Era março de 89 quando o Primogênito chegou. Dediquei-me com abrigo, educação e amor. Hoje colho frutos em forma de orgulho, honra e louvor.

Quando ela já tinha perdido as esperanças ele chegou com a paz de um sorriso largo, com verdade em cada gesto, com o amor brilhando nos olhos e as mãos cheias de flores.

Não é que o relacionamento seja falho
é que você também chegou com história, marcas e verdade.⁠
Marcilene Dumont

O IMPERDOADO.
A infância não chegou como jardim.
Veio semelhante a um corredor austero de vozes severas.
Mãos invisíveis moldaram-lhe os ossos da alma.
Ensinaram-lhe a curvar-se antes mesmo de compreender o peso dos céus.
Disseram-lhe que sentir era fraqueza.
Que o homem digno deveria transformar lágrimas em silêncio.
Que a obediência era mais importante que a verdade interior.
Então ele cresceu.
Cresceu como crescem as árvores atingidas pelo inverno perpétuo.
Fortes por fora.
Mortas em regiões ocultas.
Carregava nos olhos um oceano imóvel.
Os dias passavam semelhantes a procissões de ferro.
O mundo exigia máscaras.
E ele as vestia uma após outra.
O filho exemplar.
O homem disciplinado.
O rosto imóvel diante das tragédias.
A criatura útil diante das engrenagens sociais.
Mas cada renúncia enterrava um fragmento de si.
As cidades iluminavam-se enquanto sua consciência escurecia.
Os salões celebravam triunfos vazios.
Os homens brindavam conquistas sem perceber o abismo que carregavam no peito.
Toda civilização possui seus palácios.
E seus cemitérios invisíveis.
Ninguém ouviu o colapso dentro dele.
Certas dores não produzem gritos.
Produzem desertos.
Durante anos caminhou entre multidões como um espectro filosófico.
Falava pouco.
Observava muito.
Aprendera que o mundo teme aqueles que enxergam excessivamente.
Então certa noite.
Quando os sinos interiores da existência estremeceram sua memória.
Ele viu.
Viu a própria vida semelhante a uma catedral incendiada.
As virtudes impostas.
Os afetos mutilados.
Os sonhos executados lentamente pela disciplina cruel dos homens.
Percebeu que fora domesticado para sobreviver.
Jamais para viver.
E naquele instante o universo tornou-se pesado.
As estrelas pareciam lápides suspensas sobre a humanidade.
O vento possuía gosto de ruína antiga.
Os rostos humanos tornaram-se máscaras fatigadas buscando sentido entre guerras, vaidades e solidões intermináveis.
Então o Imperdoado ergueu-se.
Não como herói glorioso das antigas epopeias.
Mas como sobrevivente metafísico de uma civilização emocionalmente enferma.
Sua revolta não nasceu do ódio.
Nasceu do esgotamento da alma.
Ele compreendeu que muitos homens morrem décadas antes do túmulo.
Que inúmeras existências continuam respirando mesmo depois da destruição interior.
Que existem corpos vivos carregando espíritos exaustos pelas avenidas do mundo.
E chorou.
Não por fraqueza.
Mas porque finalmente encontrou os escombros de si mesmo.
As muralhas emocionais desabaram como impérios antigos.
Toda a dor silenciada regressou semelhante a uma tempestade sepulcral.
As humilhações esquecidas.
Os amores sufocados.
As palavras jamais pronunciadas.
As despedidas jamais compreendidas.
Tudo voltou.
E diante da eternidade indiferente das constelações.
Ele fitou a própria existência e disse silenciosamente.
“Roubaram-me a essência antes que eu pudesse conhecê-la.”
Desde então tornou-se andarilho das sombras interiores.
Não buscava glória.
Não desejava absolvição.
Procurava apenas um fragmento intacto da própria identidade sob os destroços do mundo.
Porque certas almas não desejam vencer.
Desejam apenas não desaparecer completamente dentro daquilo que os homens chamam civilização.
E os céus permaneceram imóveis.
Como sempre permaneceram diante das tragédias humanas.

Carta ao meu amor


Você chegou quando o céu ainda estava escuro dentro de mim.
Chegou no fim de uma tempestade que parecia não ter fim.
Quando eu já não sabia mais se ainda existia luz, então você veio.


Como arco-íris depois do caos. Como sol atravessando as frestas da minha alma, acalmando meu anseio.
Como amanhecer depois de uma noite escura.


Você me devolveu motivos para crer, mesmo parecendo loucura.


Chegou sem prometer eternidade, ou jurar permanência, tampouco a tal felicidade; somente com sua insistência.


Mas, mesmo sem promessas, você ficou onde mais importava: dentro de mim.


Trouxe a paz de um amor seguro, calmo e bonito.
Um amor que não gritava, mas acolhia. Que não prendia, mas cuidava.
Que não exigia, mas permanecia.


Quando eu tive medo, você segurou minhas mãos como quem segura um mundo prestes a desabar.
Quando eu senti dor, você não fugiu. Você ficou. E, ficando, fez meu coração aflorar.


Você me ensinou a olhar para a vida com mais delicadeza. Me mostrou que até os dias difíceis carregam alguma lição, algum sentido, alguma pequena luz escondida no meio da dor.


Eu ainda me lembro da sua mão pegando na minha, meio tímida, mas quente. Da sua voz sussurrando no meu ouvido e cantarolando nossas canções.


Você chegou me mostrando que o mundo podia ser mais bonito do que eu imaginava. Me ensinou o valor da empatia, do respeito, do cuidado e da presença. Tocou minhas feridas sem me machucar. Suavizou minhas cicatrizes sem tentar apagá-las. E acreditou que eu ainda podia amar, mesmo quando eu já não acreditava mais no amor.


Você encontrou meus pedaços espalhados e não teve medo da bagunça. Não tentou me consertar à força. Apenas me amou com tanta calma que, aos poucos, eu fui lembrando quem eu era.


Você é mais do que a palavra amor; você é a certeza do meu amar.

Minha vida estava arrumadinha, aí você chegou e bagunçou tudo. (indefinido)

Agosto chegou.
E ontem eu encerrei um ciclo que prometi pra mim mesma: um ano inteiro de autoconhecimento.


Um ano mergulhando em mim, em silêncio, com dor, com amor, com verdade.
Agora começa outra fase.
Uma fase mais madura, mais firme, mais alinhada com quem eu realmente sou.


Meu inferno astral começa dia 17.
Mas eu não tenho medo dele.
Porque quem viveu o que eu vivi nos últimos meses já enfrentou coisa muito pior.


Não vai ser o inferno. Vai ser a limpeza.
A peneira.
A lapidação.


E se você tá lendo isso, talvez também esteja sentindo que algo precisa mudar aí dentro.
Esse texto é só um lembrete: você pode recomeçar. Você pode ser outra.
Basta decidir.


Meu novo ciclo já começou.
E eu tô pronta.
Sem máscara. Sem jogo. Sem medo.
Só com verdade.


Obrigada por estar aqui.
Vocês fazem parte disso.
Cada story que você viu, cada produto que você comprou, cada silêncio que me sustentou.
Gratidão real.


O ciclo da nova Diane Leite começou.


Autoria: Diane Leite

— Então é isso… chegou a hora de ir.

— É, mas eu não gosto de despedidas.

— Nem eu. Por isso prefiro pensar que é só um “até logo”.

— E se a saudade apertar?

— A gente guarda os momentos bonitos no coração até o caminho trazer a gente de volta um para o outro.

Quando o amor te encontrar
Você não vai perceber que ele chegou
Mas ele vai
Vai se perguntar se você gosta dele
Vai rodar com você na chuva em movimentos circulares de 360°
Vocês vão sorrir
Vão colher uvas juntos no jardim de Alá
Certamente tais uvas serão doces como vocês
O vento vai soprar perguntas e respostas
Verão o erguer das verdes folhas lá fora
Quando no coração estará pulsando a resposta.