Se eu Tivesse Asas
Se tudo o mais perecesse e ele ficasse, eu continuaria, mesmo assim, a existir; e, se tudo o mais ficasse e ele fosse aniquilado, o universo se tornaria para mim uma vastidão desconhecida, a que eu não teria a sensação de pertencer.
(O Morro Dos Ventos Uivantes)
Não me diga o que você acha que eu poderia ser
Eu estou sozinho na vela, eu sou o mestre do meu mar...
Hoje eu roubaria você para mim! Levaria para
uma casinha que construí nos meus sonhos. Ela
pequena, no meio do mato, mas lá tem um lindo
Pôr-do-Sol.
Ficaríamos na varanda, sentados em um
balanço, vendo as horas passar. Me aninharia segura
em seus braços. Tudo ao som de uma sinfonia de pássaros.
Quando a noite chegar e a Lua começar a clarear.
Nos deitaríamos em uma rede colocada entre a goiabeira e laranjeira.
Eu te falaria sobre as estrelas.
Nos Amaríamos ali. Tendo somente a Lua como cúmplice.
Em frente esta casinha tem uma plaqueta escrito:
“Aqui mora o Amor!”
Eu juro, hoje eu roubaria você para Mim.
Beijo-te com Carinho.
Eu fui feito, pelas leis, um criminoso. Não pelo o que eu fiz, mas pelo que eu lutei, pelo que eu pensei, por causa da minha consciência.
- Nós viemos para ver Jace - Clary respondeu - ele está bem?
- Eu não sei - Magnus disse - ele normalmente só fica deitado no chão
sem se mover?
Eu nunca deixei de acreditar no carinho, companheirismo e amor. Eu gritava de forma estrondosa por alguém que me proporcionasse tais alegrias e por motivo do destino fomos apresentados um ao outro. Tu concordas totalmente com o meu modo de pensar, ambos sabemos que o amor não é só um contacto de lábios ou um abraço caloroso, e sim um sentimento que desperta lá no fundo dos nossos corações.
Sei que é muito cedo para falar de amor, mas não posso guardar só para mim um sentimento tão forte como esse que me estás a fazer sentir.
É um doce remédio que alivia as minhas preocupações e me dá forças para fazer da minha vida algo muito especial. O teu toque, o teu cheiro, a tua voz, a tua essência envolve o meu coração de sentimentos de aconchego e segurança que jamais pensei sentir. Esse teu olhar que me enternece e faz ficar muitas vezes sem palavras.
Esse teu aconchego que faz o meu coração juntar-se ao teu e ali namorarem e confessarem sentimentos de amor que jamais nossas bocas conseguiriam traduzir para palavras.
Às vezes na vida perdemos oportunidades magníficas de felicidade, mas esta eu não vou perder, que é a de estar ao teu lado.
Porque te admiro, porque gosto muito de ti, de alma e coração.
Eu não cheguei para ensinar o mundo a ver.
Cheguei para servir.
Empresto meus olhos
não porque vejam melhor,
mas porque aprenderam a parar.
A permanecer.
A respeitar o que é simples
e o que quase passa despercebido.
Há beleza onde ninguém olha.
Há histórias onde ninguém fica.
Há luz mesmo quando o dia parece opaco.
Eu empresto o meu olhar
para que outros possam enxergar
o que meus olhos aprenderam a vislumbrar:
o sagrado do cotidiano,
a dignidade do silêncio,
a esperança que insiste
em morar nos detalhes.
Meu trabalho não é sobre imagens.
É sobre presença.
É sobre revelar sem invadir,
mostrar sem ferir,
acolher sem explicar.
Sirvo quando fotografo.
Sirvo quando observo.
Sirvo quando escolho não passar rápido.
Se você aceitar,
te empresto meus olhos por um instante.
Não para fugir do mundo —
mas para reencontrá-lo
com mais cuidado,
mais verdade,
e um pouco mais de alma.
Eu posso até, e provavelmente vou, olhar para trás. Mas vou continuar seguindo em frente com um sorriso levado no rosto e pura determinação no olhar. Sem medo de trilhar novos caminhos. Sem medo de mudar tudo de vez em quando.
