Se eu Tivesse Asas
Dentro de mim, vive o bem e o mal; o mal sou eu negando a mim mesmo; só eu posso me libertar do mal, me aceitando viver do jeito que eu sou.
Metáfora:
Eu sou a energia (vida) dentro dessa lâmpada (corpo); a lâmpada queima (morre), eu continuo sendo energia (vivo).
O que me faz entender minha mente não é o que eu penso, é o que eu coloco em prática daquilo que pensei, ou seja, tudo aquilo que eu faço, pois o que eu faço é que me dá sabedoria no que eu penso.
A admiração pelo outro é, na verdade, o que eu admiro absorver para mim, para através disso, eu fazer por mim e passar a me admirar.
Meu corpo,
é a morada do meu eu,
a vida aqui dentro,
e nele mora também todas as vidas que eu já vi.
Quando eu penso que o outro vai me julgar pelas minhas escolhas, eu estou, na verdade, me julgando antecipadamente pelas escolhas que eu fizer.
Poucos vão entender esse sentido...
Quando alguém morre, eu não fico triste, eu fico alegre, pois a morte está me mostrando que estou vivo, que eu não morro.
Depois que eu aprendi a amar o mal, quase nada me faz mal;
O mal é aquele bem que eu não aceitava em mim.
