Se eu Tivesse Asas

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Eu não sou discriminada porque eu sou diferente, eu me torno diferente através da discriminação.

“Já estou na estrada faz algum tempo e o vejo passar. Tudo que levo na bagagem sou eu mesma.”
#bysissym
#blogzoom

O homem se adapta e vive!
Há lugares que eu nunca imaginei viver, mas quem vive lá ama.
Tudo é adaptação e suas raízes.
#bysissym

Eu sempre estou bem, bem comigo mesma!

#bysissym

Amizade sincera ultrapassa o tempo e a distância não muda nada!
Eu vivo este privilégio.
#bysissym

Tu me usas e eu permito, sem dizer nada.
Como se eu fosse outra pessoa que não notasse teus passos.
Eu te deixo ir até onde queres.
Dou-te corda.
E no final, tu mesmo te enrolas nela, e cais.

Eu não faço música: componho trilhas que viram parte da sua história.

Eu prefiro a inconstância de uma vida aventureira do que a monotomia da sobrevivência.

Eu Fico Mais Feliz Quando Eu Sinto o Espírito Santo.

Já ouviu falar em ócio criativo? Pois, eu tive hoje, tristeza criativa.


A foto dela eu guardo no coração,
não no papel.
Porque o amor que ela deixou
é maior do que qualquer imagem.
E a rosa que nasceu depois que ela se foi
é a prova de que o amor não parte —
ele floresce.
Uma flor no meio do Obstáculos

Eu já desmoronei em silêncio,
já me levantei cansada e tremendo.
Mas aprendi a ser muralha e flor,
vento e raiz.
Porque dentro de mim mora uma força
que não faz barulho,
mas que me reconstrói todas as vezes.
E sigo — bonita, quebrada, inteira.

Esta é a minha história, uma jornada de descobertas e crescimento.
Ao longo dos anos, eu aprendi que a vida é cheia de desafios e oportunidades, e que é importante nunca desistir de nossos sonhos.


⁠" Uma Flor no meio do Obstáculos

“Hoje eu segurei nas mãos um sonho que começou em silêncio. ‘Gotinhas de Amor’ nasceu para acolher emoções, fortalecer vínculos e transformar rodas de conversa em espaços de escuta. Que essa obra seja instrumento de cuidado.”
Projeto Gotinhas de Amor
Rosana Figueira

“Nem toda criança consegue falar o que sente…
Mas toda criança mostra.
Eu transformei histórias reais em práticas pedagógicas para ajudar educadores a enxergar além do comportamento.
Esse é o projeto Gotinhas de Amor.”

A menina sonhadora



Eu era uma menina sonhadora.


Daquelas que acreditavam
que o amor era capaz de unir tudo.
Por amar demais minha família,
guardei meus próprios sonhos
na última gaveta do coração.


Sendo filha única,
fiz do cuidado minha missão.
Enquanto muitos corriam atrás da própria vida,
eu estendia as mãos
para segurar a dos meus pais.


Mas havia segredos...
Segredos antigos,
guardados pelo tempo e pelo silêncio.
Meus pais se casaram depois de dezoito anos,
e eu...
nem sequer fui convidada.
Conheci aquele dia
pelas fotografias.


Aos vinte e dois anos,
construí minha própria casa de boneca.
Casei, tive uma filha,
e acreditei que ali
morava a felicidade.


Então a vida virou a página.


Meu pai adoeceu.
Minha mãe carregava feridas
que nunca cicatrizaram.
E aquela menina,
agora mulher,
voltou para a casa onde nasceu,
com uma filha pela mão
e um filho crescendo no ventre.


Descobri também
que meu casamento estava desmoronando.


Era dor demais
para um único coração.


Perdi meu pai
quando meu menino tinha apenas um ano.
Depois veio a separação,
as discussões,
as ausências,
e o silêncio de um pai
que deixou de estar presente.


Aos trinta e seis anos,
eu era filha,
era mãe,
era pai,
era abrigo.


Enquanto enfrentava
a Síndrome do Pânico,
levantava todos os dias
como quem veste uma armadura invisível.


Criei dois tesouros:
uma menina
e um menino.


Cuidei da minha mãe,
forte e rígida,
mas também guerreira.
Aprendi que, às vezes,
a força nasce
quando ninguém mais pode nos sustentar.


Vieram críticas.
Poucas mãos estendidas.
Mesmo assim,
eu continuei.


Houve uma chance
de recomeçar no Sul.
Mas o amor pelos filhos
falou mais alto.
E eu fiquei.


Mais tarde,
conheci outro homem.
Sabia que ele não seria
a rocha firme dos meus sonhos.
Mas ambos carregávamos
nossas próprias tempestades.
Talvez não fosse amor perfeito...
Talvez fôssemos apenas
duas pessoas tentando sobreviver.


Os filhos cresceram.
Construíram suas histórias.
E eu...
perdi minha mãe para a COVID.
Perdi muito também
do que havia construído.


Ainda assim,
não perdi tudo.


Porque ninguém consegue arrancar
de uma sonhadora
a capacidade de sonhar.


Hoje,
eu não imploro mais por amor.


Aprendi que a paz
vale mais do que qualquer companhia.


Minha casa ficou silenciosa.
Meu coração,
mais reservado.


Mas existe uma diferença.


Antes,
eu sonhava pelos outros.


Hoje,
eu finalmente começo
a sonhar por mim.


E talvez...
esse seja o sonho
mais bonito de todos.

Antes de você, eu era apenas um mapa esperando por um destino. Você chegou e me trouxe a alegria de quem finalmente encontra o lar.
​Você me completa na alma, e cada dia ao seu lado é um verso lindo que Deus escreveu.
​Seja qual for o tempo que nos espera, saiba: minha promessa é te amar com a mesma alegria de hoje, por toda a nossa eternidade.

Vem, meu anjo. Eu chamo no silêncio que me veste,
Não com a voz, mas com a dor que me consome.
Sou um naufrágio à espera da maré celeste,
E em cada lágrima, sussurro o teu nome.
​O amor que arde em mim não é brasa, é ruína;
Um fogo que devora, mas não aquece.
Se és a salvação, por que a sorte é tão mesquinha
E me oferece o céu apenas quando anoitece?
​Eu te construí no altar da minha insônia,
Um relicário de promessas e prantos,
E agora, sem teu toque, sou só a autonomia
De um coração quebrado em mil recantos.
​Vem, meu anjo, venha me salvar da queda
Que me separa do calor do teu abraço.
Sou o drama vivo, a tela despedida,
Que implora pelo brilho do teu traço.
​Chega de manso e rasga esta mortalha de saudade.
Pois sem o teu olhar, sou apenas sombra fria;
A melancolia veste o manto da verdade:
Viver é te esperar em eterna agonia.

Eu deveria ter pensado bem antes de te deixar ir embora da minha vida.
Essa frase ecoa, fria e cortante, na escuridão da alma.
Atrás de mim, só resta o deserto da saudade infinita,
E o silêncio pesado de uma história agora póstuma e calamitosa.
Se eu soubesse que a ausência era esta dor que me devora,
Este vazio abissal que engole o ar e a esperança,
Teria amarrado o teu passo, implorado para que não fosses embora,
Teria trocado meu orgulho pela tua última e derradeira confiança.
Fui tolo, fui cego! Pensei que o amor era um rio manso
Que esperaria meu regresso, que jamais secaria a fonte.
Mas o rio levou-te, e o que resta é este corpo imenso
Navegando à deriva, sem velas, sem bússola, sem horizonte.
Oh, a ironia cruel do tempo que não volta e que me castiga!
Cada batida do meu peito é um martelo a cravar a verdade:
Eu te deixei ir, e agora a solidão é minha única amiga,
Uma amante fria vestida de eterna e lúgubre saudade.
Volta! Por favor, volta! Não importa que seja em sonho, em vulto, em bruma!
Pois este coração que te ofereço jaz quebrado, inútil, e sem luz.
Eu deveria ter pensado bem... E por não ter pensado, o meu mundo ruiu em suma.
E o meu castigo é viver para sempre à sombra da minha própria, terrível cruz.
Sinto muito pela dor que inspirou seu pedido. É uma emoção muito profunda.

O seu 'eu' do futuro vai te agradecer por não ter desistido hoje.