Se eu Tivesse Asas

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Não te quero mais
Estarei enganando-me ao dizer
Ainda te quero como sempre soube
Eu confesso que
Nada foi sem sentido, mas
Percebo em meu coração que
Você não é nada
Não poderia falar mais que
Mantenho um grande amor
Percebo ao passar do tempo que
Eu apaguei você dos meus sentimentos
E nunca direi a frase
“Eu te amo”
Desculpe-me, mas não posso mentir
O tempo passou.

Obs. respeitável: Embora poema já esteja registrado, vale notar que sua leitura é feita de ordem contrária, ou seja, de baixo para cima.
(A “situação” pode ser entendida de duas maneiras depende do caminho da leitura).

Diz o conhecimento: “Eu não sou a sabedoria, mas sou enviado adiante dela.”.

Se eu viver eu ouso, se eu more eu vivo, mas apenas vivendo eu posso ousar e viver.

Aquele que aprende a viver simplesmente encontrou um caminho para as descobertas. Eu disse simplesmente? Ah, mas é tão difícil.

Eu gostaria de menos força no Brasil e mais em cada cidade brasileira.
Encontrar a mais justa da equação.
Tudo métrica e rima e sempre verdadeira.
Mas a vida é real e de viés.
E vê só que cilada é a liberdade inteira.
Sempre mudamos os políticos;
Mas a politica é sempre a mesma besteira.

Jesus Cristo como Único e Suficiente Salvador?
Ah, nisso eu sou a primeira pessoa do singular do Presente do Indicativo do verbo Ter: afinal, eu tenho.

Eu sei uma gota de um oceano, mas se continuar pingando, eu logo posso ter um lago.

Quero-te por todos os quereres. Tudo o que sei. E nada sei dizer. O que queres que eu te diga, além de que te quero, se o que quero dizer-te é que sempre hei de
querer-te?

Eu contigo
Eu consigo;)

Eu não me intimido com a solidão,
Mas tem que ser a dois.

Um belo dia a felicidade bateu em minha porta e eu te abracei para nunca mais te deixar. Mas alguma coisa errada aconteceu e você partiu sem ao menos me dizer adeus, simplesmente desapareceu e como herança sua ficou a saudade que me prendeu para sempre em uma corrente chamada solidão.

A mente humana
é o complexo
indecifrável,de
um conjunto de
ideias que nem eu
entendo.

Pelo pouco tempo que eu te conheço, você é interessante.

Eu não me importo com as pessoas que fala de mim pelas costas, eu deveria me preocupar se não fosse lembrado por elas, afinal sou querido até pelos os que me odeia.

Você se foi, me abandonou e nem avisou a saudade, que sem você eu morreria... Morreria de saudades, morreria de amor e de tristeza! Você se foi e ficaram as lembranças arquivadas na memória, de quem nunca aprendeu a esquecer um amor que até hoje me faz chorar, com a ausência de quem se foi, sem ao menos se preocupar que a saudade jamais me deixaria!

Eu não sou nada sem Deus.

Se você disser vou ser pobre, Deus te diz: "Eu sou contigo". Se você disser vou ser rico, Deus diz: "Eu te ajudarei".

Querido diário, eu sobrevivi ao dia de hj. Eu devo ter dito "estou bem, obrigada" umas 37 vezes. Nenhuma era verdade, mas ninguém percebeu.

Boa tarde!

Eu e minha amiga, amiga de verdade, conhece minhas saudades, conhece o meu viver, doada por um amigo, um pássaro já tão antigo, trouxe eu de outro viver, cruzei mares, serras e altares, mulheres e tanto prazer, guerras, batalhas vencidas, da morte fui tão amigo, varias vezes abraçados choramos e rimos, são vidas a se enternecer, se hoje ocupo este corpo, amanhã eu terei outro, e a pena a me valer, por isto somos amigos! A pena não trai o amigo, um outro iremos ser...

Pena! Que pena...


Voaste tu por tanto tempo, e tantas noites ao relento, aqui tu veio a pousar, da doação do amigo, um belo pássaro antigo, que não cheguei a avistar! Mas o trago entre os dedos, e quando no meu tinteiro tu entras a se molhar, e dos pingos que respinga aqui as manchas de tintas faz corações se chorar, homens que tanto vagueiam corações partidos ao meio, mulheres a se amar, de tudo já escrevestes, do açoite de uma noite a um dia a brilhar! Falou do menino pobre, da seca que vem do norte, do mendigo a vagar, falou daquela mocinha que numa tarde sozinha, numa estrada pequenina, o poeta a abandonar, pois o poeta não tarda, mas não conhece a enxada, não sabe só trabalhar! Mas por você carpiria, por noites trabalharia se tu voltasses a ficar, moça bela e faceira tantas lindas por inteira saiu do seu rastejar, da natureza tão bela fez tu tantas aquarelas, pantanais a se mostrar! Mas o poeta e as rimas eu acho que são só primas, pois vive por entre amores o poeta a se chorar, sabes bem ó minha pena, que primos nunca podem se casar! E se não fosses por ti, pena leve e ligeira, o poeta que rasteja nos rabiscos a se mostrar, todos conhecem sua alma, e você é a culpada, pois vive a rabiscar, aquela mulher madura, que mesmo sem bela cintura o poeta a vem amar, e molda entre seus versos, a moça linda e bela, que de gordinha, algum besta a foi chamar, você numa tarde fria, falou de um tema tão triste, mas que nos vem a mostrar! Uma doença malvada machucou aquela moça amada, um seio lhe foi roubar, pena ó minha pobre amiga somos parte de uma intriga, não podemos separar, e se a ti me tirarem, farão um ato covarde, numa vala vão me jogar, sei que perdeste tu os voos, das madrugadas os coloridos, a natureza a mostrar, mas por entre meus rabiscos viajas em pensamentos, algumas damas tu já fizeste a chorar, pena bela e ligeira, és como uma roseira, lindas pétalas a esparramar! Já falei de ti amiga, espero que alguém me diga, poeta! Sem sua pena, nada, nada tu serás...

(Zildo de Oliveira Barros) 19/08/14 03h45min

Se Eu fosse, O NARCISO ABSOLUTO, diria que sou O DEUS de MIM MESMO. Mas como NÃO ESTOU À ESMO, deixo a minha INSIGNE - FICÂNCIA, para Outro...!!! Rolemberg.