Se eu Tivesse Asas
Se eu pudesse te escrever...
Diria que ainda o amo, e se não o sabes, lhe faria saber.
Sepudesse te escrever...
Lhe faria conhecedor dos mistérios , desse coração que tão sincero insiste em não te esquecer.
Outra pessoa vai recitar aquilo que eu criei pensando em você, para outra pessoa que não é você, outra pessoa vai fazer coisas que eu queria estar fazendo com você.
Evitando eu o risco, e abraçando o medo como guardião, poderia então estender meus dias nesta existência passageira?
Ou a prudência, por mais justa e, em sua lógica, até sábia, não passará de atraso para a alma, que, sem a travessia da dor, se condena a reencarnar indefinidamente, até que aprenda, enfim, aquilo que a fuga sempre lhe negou?
Falar de silêncio é algo muito importante — e, ao mesmo tempo, difícil.
Toda vez que eu paro pra falar de silêncio, eu vejo o abismo que eu sou.
E toda vez que o vejo, percebo que vou me salvando através dele.
Quantas vezes a gente questiona o outro sem ter empatia pelo que ele vive — e, às vezes, nem é uma escolha.
Faltam três meses pro ano acabar, e eu já começo a sentir saudade.
O silêncio me faz respirar.
Ao mesmo tempo que ele me cansa, ele também me desafia.
Às vezes, ele atravessa a gente — de um jeito que nem dá pra explicar.
Engraçado como, a cada dia que passa, surge uma nova sensação sobre o meu trabalho.
Hoje foi um dia triste, e tive a certeza de que o meu trabalho leva um pouco das minhas tristezas com ele.
Ainda assim, eu agradeço muito.
Vou sentir falta quando acabar.
E toda vez que eu digo isso, penso: que clichê!
Mas, na verdade, quando a gente se despede de um trabalho — de um ciclo, né? — a gente se despede de muita coisa dentro da gente também.
Às vezes, me pergunto: o que as pessoas sentem quando leem meus textos?
O que está chegando delas até mim?
Será que elas sentem essa avalanche de emoções que a gente sente ao escrever?
Ou será que não sentem nada?
Será que a falta é minha?
Ou será que elas só não querem entrar em contato com as coisas que doem?
Mas aí, de repente, a gente recebe o gesto de alguém que poderia julgar quem sofre — e não julga.
A pessoa encosta a mão em você e diz:
“Posso te fazer um elogio? Muito obrigado. Eu me vejo em você.”
E, na verdade, quem agradece sou eu. Porque é a escrita que me faz ficar viva. Enquanto eu tiver oportunidade, eu vou escrever o melhor que eu puder.
O Espelho do Eu
Olho para mim e vejo fragmentos que esqueci,
restos de sonhos, pedaços de coragem que o tempo dispersou.
Mas não há pressa.
Cada cicatriz, cada sombra, me lembra que sobrevivi.
E sobreviver, mesmo em silêncio, já é um ato de força.
Cada momento contigo
traz uma paz que eu nem sei explicar.
Cada mensagem tua
parece um pedaço de luz entrando no meu dia,
me lembrando o quanto é bom ter alguém
que faz tudo parecer mais leve.
Mesmo quando estamos longe,
é como se eu sentisse tua presença por perto.
Teus gestos, tuas palavras,
têm algo que me alcança de um jeito único,
como se o coração entendesse o que os olhos não veem.
E no meio desse silêncio,
é teu nome que sempre ecoa baixinho.
Não sei explicar o que é,
mas é diferente, é certo, é real.
Tem algo em nós que o tempo não apaga,
um sentimento tranquilo, firme,
como se o destino tivesse esperado por esse encontro.
Com o passar dos dias,
vou percebendo o quanto és especial.
Cada riso, cada conversa,
cada pedacinho de tempo ao teu lado
me mostra que o amor pode ser simples,
e ainda assim, imenso.
Por isso, sem precisar prometer nada,
eu já sei — és o amor da minha vida.
Não por acaso, não por sorte,
mas porque meu coração
encontrou descanso no teu.
Eu consigo ver uma luz dentro de si. Não deixe que ninguém apague o seu sorriso. Você merece muito mais, acredite. Deus te ama, Ele sempre está do seu lado... Nunca perca sua fé, continue em pé. Os melhores dias virão.
Eu gosto de ser tratado como o romântico chato
Eu gosto de ser ridículo, absurdo, único e insubstituível
Eu gosto de receber críticas de quem não me conhece
Eu gosto de aventuras inesperadas
Eu amo quem eu sou!
O Amor que não toquei
Eu te amei no silêncio mais profundo,
como quem carrega em si o eco de um milagre.
Tua presença era luz e condena,
era abrigo e abismo — céu e inferno em um só nome.
Não ousei tocar teu corpo.
Temia que o gesto rompesse o encanto,
que a pele profanasse o que era divino,
e que o desejo, impuro e humano,
manchasse o amor que nasceu casto e sem tempo.
Amei-te com as mãos atadas pela reverência,
com o olhar preso ao chão, como quem ora.
Havia em mim uma devoção doente,
um anseio que queimava, mas que não ardia em voz.
Eu sonhava contigo nas horas em que o mundo dormia,
quando até o vento parecia ter piedade de mim.
Falava contigo em pensamento —
em preces, em delírios, em lágrimas que não caíam.
Teu nome era meu sacramento.
Tua ausência, minha penitência.
E eu, exilado do toque, vaguei entre o desejo e o medo,
entre o amor que salva e o amor que destrói.
Hoje, sou o que sobrou do que senti:
um corpo vazio, um altar sem fé.
O tempo passou, mas tua sombra permanece,
sentada ao lado do meu silêncio.
E se há céu ou perdão, não sei —
só sei que, no fundo,
a maior dor não foi perder-te...
foi nunca ter ousado te possuir.
Casar-se é abrir mão do eu em favor do nós, é entender que o amor maduro não exige igualdade de direitos, mas equilíbrio de entregas
Quem busca vantagens no casamento ainda não entendeu o valor da união.
Um dia me perguntaram quais eram os meus planos.
Eu apenas sorri e perguntei de volta: morrer é uma opção?
E se o mundo acabasse hoje, eu seria salva? Gosto de pensar que sim, apesar das minhas transgressões, espero ser perdoada.
O Barco e as Marés
Se eu me sentisse vivo,
minha vida perderia a graça.
Minha mente, perdida,
se encontra vagando por praças.
A vida é bela —
e o contrário disso,
ninguém fala.
Me sinto perdido,
mares e oceanos
já não afogam minhas mágoas.
Mas sigo sorrindo.
Cresci acreditando em contos de fadas —
não o de Notre Dame,
mas o peso nas costas
me mata.
Tropeços nos fazem crescer,
não é isso que falam?
Então daqui uns anos
serei tão grande
que esses problemas
já não me param.
Até lá, vou levando.
São idas e vindas
de coisas tão rasas.
O barco balança...
mas poucas marés
realmente me abalam.
Por Gabriel Alves
Oiê, amor. Eu queria dizer que eu te amo muito, vc é o amor da minha vida, eu não consigo parar de pensar em você, pq eu sou muito apaixonada por vc, amor. Vc é meu chatinho, meu lindo, meu gostoso, meu sfd, meu maravilhoso, meu perfeito, meu mozinho. Vc é tudo pra mim amor, vc é meu homem, vc nunca sai da minha cabeça, vc sabe que eu te amo muito, eu só tenho a agradecer a Deus por ter vc na minha vida, amor. Não importa o q vc é, não importa se vc é feio ou bonito, não importa a sua aparência. Eu sei que eu sou mulher ciumenta, chata, surtada, mas eu te amo, amor. Só não sei se vc ama o meu jeito ciumenta, surtada, com raiva, e estressada.
Obrigada, amor, por ter vc ao meu lado. Quero casar e ter filhos com vc, e ter nossa própria casa, amor. Saiba que, se vc precisar, eu sempre tô aqui, amor. Vc pode contar sempre cmg, vida. Te amo, amor! ❤️
