Se eu Pudesse Viver de Novo a minha Vida
Em dias assim frios e chuvosos
Eu sinto uma saudade enorme da minha infância
Me lembro que em dias assim...
Eu chegava em casa e minha mãe sempre fazia pastel ou bolinhos de chuva
O cheiro da terra molhada me traz saudades da minha mãe, minha casa, meu lar.
Vou ali buscar a minha felicidade, talvez um dia eu volte... Se eu voltar, mudarei toda a minha história, mas, se eu não voltar, espero ter deixado boas lembranças...
ABRINDO O MEU CORAÇÃO...
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Com 10 anos de idade eu era engraxate, carregava minha caixa nas costas e também uma cadeira, aos domingos de manhã, ficava esperando a missa terminar, para assim vários pares de sapato poder engraxar, com batidinhas de escova e sambinha no pano, estava feliz, ganhar várias notinhas, este era o meu plano... Também com essa idade, vendia sorvete e pirulito no campo, em outra ocasião, juntava ferro-velho e também vendia alface, este era o meu trabalho, eu valorizava o meu trampo...
Com 13 anos trabalhei como auxiliar de serralheiro, cortando aço e manuseando solda, era arriscado, mas eu queria ganhar o meu próprio dinheiro...
Com 14 anos acordava às 04h00 da manhã e pegava em uma enxada, assim fui com vários amigos para a colheita de batatas, eu não era tão bom, eram sacos de 60 quilos, mas eu conseguia colher de 10 a 15 sacos, o eito era pequeno, mas eu dava enxadada, quem é fera no assunto, vai achar engraçado e dizer que isso era nada...
Com 15 anos comecei a trabalhar em um posto de gasolina, fazia limpeza interna dos carros e também fazia serviço de frentista, às vezes até lavava algum automóvel, dependia da gorjeta, esse era o meu negócio...
Com 18 anos tirei minha esperada habilitação, um mês depois eu já estava dirigindo um caminhão, viajando por todo Brasil sozinho, vivendo uma e outra emoção, fiz mais de mil viagens e conheci o Norte, Nordeste e Sul de nosso país, com tantas aventuras na estrada, escrevi o que passei, sem me esquecer, contei cada detalhe...
Daí com 34 anos, lancei meu primeiro livro, com essa idade, me tornava oficialmente um escritor, continuei a minha saga, precisava me adaptar, parei o caminhão e voltei a estudar, me aperfeiçoei na área que escolhi, com 41 anos de idade e descobrindo uma e outra novidade, me tornei Professor...
Passando a limpo a minha vida bem rapidinho, percebo que foi muito bom começar a trabalhar ainda menino, assim pude aprender a dar valor ao dinheiro recebido, pois como dizia meu pai, nada me foi dado de "mão beijada", a vida é feita de desafios, de conquistas almejadas, tive momentos incríveis, mas também decepcionantes, nada disso me fez desistir, ao contrário, estou mais empolgado do que antes...
Estou aqui e quero ainda muito mais, pois sou na vida, apenas mais um integrante...
Uma pessoa veio em minha casa e falou:
nossa que bagunça!!
e eu retruquei
precisa ver meu coração...
" A quem interessa minha derrocada?
Como é mesmo meu nome?...
Eu me chamo luta. Eu me chamo paixão...
Sou a voz que amarga o pranto, não canto...Sou a escoria de quem me julga, sou
o tempo de quem me condena. Quanto a pena, que pena não suavizar o doce de quem saboreia o melhor. Que pena o cavaleiro mascarado, com sua espada justiceira, se esconder atrás da capa. Capa do insano poder, que marginaliza a luta de quem sucumbe em paz.De quem amordaçado deseja dias melhores. De quem na prisão da vida ousou atirar-se. De quem não quis simplesmente sonhar...
...
" Prefiro a incerteza da coragem, a covardia da prisão."
Oscar.
“” Eu quero a imperfeição dos mais que perfeitos
A corrigir minha perfeição
Quero a certeza dos duvidosos
A concluir minha insensatez
Hoje eu quero o bom
Acima de qualquer maldade
E a verdade sobrepondo a vaidade
Quero um mundo de irmãos
Que meu querer seja poder...””
Na época eu tinha 9 anos, e como todos os dias chegava na sala de aula e arrumava minha mesinha, eu achava o máximo isso. Eu tinha um pote, desses de banheiro de colocar pasta de dente, que eu colocava meus lápis de cores, todos juntinhos aí... me encantavam.
Um dia de aula como outro qualquer, eu cheguei e comecei a arrumar a minha mesinha, coloquei os lápis no potinho, organizei minhas borrachinhas de todas as cores e meu caderno azul de capa dura com meu nome. Tudo igual, até que eu derrubo o pote com todos os lápis no chão, normal, sempre fui desastrada. Recolhi todos, voltei a sentar e derrubei mais uma vez. Em seguida, umas outras cinco vezes, e na última, quando eu já estava pensando em deixar tudo jogado no chão, minha professora estava me observando e me disse:
- Vamos, apanhe. Deus está testando sua paciência!
Eu a obedeci.
Hoje, 16 anos depois, estou aqui e sigo pensando:
- Será Deus testando minha paciência?
Não sei, mas obedeço.
Eu demorei para entender que minha fé não precisava de moldura. Não era sobre pertencer a um templo específico, repetir palavras decoradas ou provar algo para alguém. Um dia percebi, quase em silêncio, que Deus não estava distante nem escondido atrás de rituais; Ele morava em mim. E quando entendi isso, algo dentro de mim ficou tranquilo, como se finalmente eu tivesse chegado em casa.
Não depender de religião não significa desrespeitar quem encontra Deus nela. Pelo contrário, cada pessoa tem seu caminho, sua ponte, sua forma de conversar com o céu. A minha foi mais silenciosa, mais íntima. Foi no meio das minhas dúvidas, das quedas, das noites em que eu conversava sozinha com o teto, que comecei a sentir uma presença que não precisava de intermediários. Era uma fé simples, quase cotidiana, como respirar.
Eu descobri que Deus aparece quando eu cuido de alguém, quando eu escolho ser justa mesmo sem aplauso, quando eu perdoo, quando eu me levanto depois de um dia difícil. Ele está nos gestos pequenos, nos pensamentos que tentam ser melhores do que ontem. Mora nas decisões que tomo quando ninguém está olhando.
E isso muda tudo. Porque quando a gente acredita que Deus vive dentro da gente, a responsabilidade também muda. Eu passei a olhar mais para dentro, a vigiar minhas próprias atitudes, a tentar ser um lugar bom para Ele habitar. Não perfeito, porque ninguém é, mas verdadeiro.
Hoje eu caminho assim: sem precisar provar fé para ninguém, sem carregar rótulos pesados, mas com uma certeza calma de que não estou vazia por dentro. Há uma luz ali, discreta, constante, que me lembra todos os dias que Deus não está longe. Ele está aqui, comigo, vivendo cada passo da minha história.
Eu havia escrito uma carta, e nela falava para nunca mais me procurarem, porque seguiria a minha vida.
Mas, terminei a carta ás 3 da manhã!! Após alguns minutos que meu pai havia me deixado em paz, pois ele me torturava com um facão e psicologicamente, desde ás 6 da tarde. Porque eu comecei a trabalhar para o estado estagiando na época, graças a uma indicação da mãe de uma colega. E, nesse dia havia recebido meu primeiro pagamento. Ele queria tudo. Mas, eu precisava comprar meu material escolar, não dei. Disse que estava tudo no banco que no outro dia eu sacaria.
Na verdade, eu estava com tudo.
250,00!
Então, terminei a carta...
Minha tia já estava me esperando. Eu fui para a casa dela, passei 3 meses com ela, depois fui morar com a minha avó paterna.
Com ela, passei 2 anos.
Depois, no último mês! Eu tive que sair da casa dela, porque meu tio era um drogado e violento, então saí, porque ele começou a ameaçar meu namorado, hoje, meu marido.
Então, fui pedir abrigo na casa de uma cunhada da minha avó, ela disse "tú pode ficar, mas não quero nem saber de macho aqui na minha porta".
Eu tinha 19 anos, e esse macho que ela falava estava me esperando e ouvia tudo. A gente tinha marcado o casamento, faltava um mês.
Era só disso, que eu precisava.
Mas, ela fechou a porta para mim.
Eu tinha umas amigas que já não estavam tão próximas de mim, mas foi a minha única solução.
Pedir para a mãe delas, para eu ficar lá por 1 mês!! Até casar.
Foi o que aconteceu.
Fiquei 1 mês!!
Trabalhando, feliz, sendo cuidada por aquelas pessoas, e no dia do casamento, me levaram de carro e ainda participaram comigo.
Recebemos 1 almoço surpresa.
Foi o melhor período da minha vida!!
Continua...
"Sonhei com a minha tia que mora fora do Brasil, ela veio ao Brasil e morreu, somente eu, meu marido e meu irmão, a levamos para o cemitério, carregando o caixão dela.
Eu ficava triste e falando que ela não poderia ter morrido, porque foi tão de repente, a minha prima recebeu a notícia, e, eu ficava triste também, por ela ter morrido e eu não ter tido contato com ela, tinha um sentimento de rejeição por ela, por algumas coisas que ela fez a mim, e me arrependi por isso. "
14 de junho de 2024
Sonhos de abril de 2023
Sonhei que a minha ex patroa, estava na minha cidade e eu estava em frente a uma lotérica, sentada e distraída, quando ela passou e me viu e me deu um grande abraço, e eu estava elegante no sonho e ela me elogiava, falando que eu estava muito bonita.
Sonhei com a minha mãe me dando uma toalhinha bordada, com meu nome escrito todo errado, porque ela não sabe escrever e nem ler. A toalhinha era um cardápio do meu negócio e havia bordados bem bonitos, ela me deu e eu fiquei toda feliz.
Sonhei com o ex da minha ex amiga, me ajudando a montar um negócio e eu seria sua sócia, ele me chamou para mostrar onde seria e depois disso, meu marido ficou trabalhando pra ele em um outro local, na área de marketing, depois eu trabalhava em um mercado onde os funcionários de lá, comiam coisas gostosas e começaram a compartilhar comigo também, eu recebi bolo, brigadeiro e outras coisas e o brigadeiro a garota estava comendo e me deu um pedaço, estava uma delícia
Depois eu já estava em outra cena, onde eu estava sozinha esperando meu marido sair do trabalho, porque ele saia às 6 e apareceu dois rapazes com uma aparência de gente ruim, me pedindo um pincel, para fazer um nome na perna, eu só saí correndo e depois disso, lembro que acordei...
11:07 da manhã - 22 de maio de 2024 - Sonhei com falta de comida...
Estava eu, minha mãe e meus dois irmãos, Awkaerck e Alcadones. Minha mãe segurava eles de um lado e outro e eu estava guiando eles! Pois, ainda eram bebês de mais ou menos, uns 2 ou 3 aninhos e eles estavam pulando e muito felizes, enquanto segurava nas mãos da minha mãe.
Fomos todos á um lugar, onde capinamos um lote e todo o pagamento foi somente, algumas frutas, que seriam descartadas no lixo, saindo desse lote. A gente recolheu e eu levei conosco, em um saco quadrado, não tão grande, pois dava mais ou menos, o tamanho de 2 mãos e ele também estava quase seco, só dava pra ver depois como se tivesse dois pequenos molhos de cheiro verde dentro deles.
No caminho, minha mãe ia atrás, eu ia seguindo e conversando com ela.
Olhava meus irmãos e sentia falta de outro.
Pois, lá éramos 3 e nós somos 4.
Eu olhava e tentava lembrar, se não faltava mais um de nós.
Então, lembrei que nossa primeira irmã morreu e achei bem estranho, não conseguir lembrar do meu terceiro irmão dentro do sonho. Não comentei com a minha mãe, só segui! Eu via no caminho, pés de quiabos gigantes, na frente de uma escola ou uma casa enorme, que ficava meio escondido. Pensei em pegar alguns, mas sabia que primeiro tinha que pedir, até porque parecia que estavam ali para ornamentação. Eram quiabos gigantes, de uma espécie que eu nunca tinha visto. Mas, eram quiabos, pois eu conhecia bem! Uma mulher estava passando e eu perguntei para ela, de quem era aqueles quiabos, se eu podia pegar alguns, ela não deu muita atenção, mas respondeu que se eu fosse no mercado que estava na rua escondida lá atrás, eles me dariam algumas frutas e legumes, pois sempre davam pra ela. Eu olhei e vi que os quiabos pertenciam á aquele lugar enorme, e não era uma escola, nem uma casa grande, era um mercado, que eu nunca tinha visto, que ficava escondido em uma ruazinha. Eu observei somente, enquanto via a mulher virando as costas e achando ela um pouco mal educada, enquanto estava muito suada, o suor descia pelo meu pescoço e eu não soltava o saquinho que eu carregava, virei para a minha mãe e disse, que a gente não iria não, eles não dariam nada pra nós, só íamos passar vergonha. Então, seguimos e de repente como se eu, estivesse distraída, acabei guiando a minha mãe, até um lugar, parei na frente e observei, muitas frutas de diferentea regiões ali no chão, na minha frente, mas, muitas mesmo. Achei que era um pomar ou um lugar que vendia elas, então enchi os olhos, mas não me alegrei, pois sabia que não as podia comprar! Elas eram lindas e brilhantes, frutas cheias de vida, estavam todas no chão, prontas para serem comidas, o chão era de cimento, um lugar gigante e com frutas que dariam para muitos meses, para muitas pessoas comerem. Eu olhava e sentia o desejo de pegar e levar para casa, até eu perguntar á mulher que estava lá, o que era aquilo, que lugar era aquele. Porque ela me observava, tipo perguntando, o que eu estava fazendo ali. Ela então, respondeu que era a casa do governador! Eu, surpresa falei, governador? Ela disse, sim, a casa do governador. Eu simplesmente fiquei pensativa, só podia ser, eles têm tudo, enquanto nós, não temos nada, mas mesmo sem saber quem era ele, vi um homem saindo lá da lateral desse lugar, onde era a sua casa, e perguntei pra ela, se era ele, ela disse que sim. Não perguntei o nome, eu não o conhecia, então deixei ele se aproximar, enquanto ele me olhava seriamente e com ar de desprezo, a minha mãe estava na porta observando, com meus dois irmãozinhos. Ele era um velho magrelo, alto, cabelo liso, vestia uma camisa cinza e uma calça jeans desbotada, mas eram boas roupas. Não observei os sapatos, eu só conseguia olhar nos olhos dele e ver desprezo por nós! Mesmo assim, suada e com o suor descendo pelo pescoço todo sujo de lama, porque antes a gente estava capinando um lote, e estava de volta para casa, e no caminho tendo essas aventuras e encontros, eu pensei em pedir para ele somente uns 20,00 mas ele era rico demais, então, resolvi pedir 200,00 para comprar uma cesta básica. Ele me olhou, desviando o olhar e meio desnorteado, dizendo que não tinha dinheiro. Que havia dado para alguém antes. Eu continuava persuadindo e contando de onde estávamos vindo e ele não quis ouvir, de repente, o lugar estava cheio de pessoas que eu conhecia, desde assistentes sociais e um homem que gostava de ajudar os pobres aqui na cidade, o Raimundo Absalão, ele já morreu. Ele apareceu no sonho e disse para anotarem meu endereço, que ele iria comprar a cesta básica e mandaria levar até lá. Eles não quiseram saber, as assistentes sociais, fingiram que estava anotando o endereço, mas na verdade só anotaram meu primeiro nome, e nenhum deles olhava para mim. Eu, me senti desprezada ali e ninguém estava nem aí, para a minha falta de comida em casa ou preocupados com a fome dos meus irmãos bebês. Eu continuei insistindo e dizendo que morava perto da casa do coelho, o vereador, eles diziam, tá, tá... Afirmando que sabiam, mas pouco se importavam. Eu fiquei envergonhada, diante das pessoas que ali eu conhecia, agora, elas sabiam da minha situação e iriam espalhar que estou passando fome, sendo que não resolveram nada. Nada fizeram por mim, eu saí muito triste e preocupada, então passou para outro sonho...
[19/3 15:06] Alinny de Mello: Eu estou preparada para tudo.
Cheguei no auge da minha maturidade.
[19/3 15:06] Alinny de Mello: Não sei de todas as coisas
[19/3 15:06] Alinny de Mello: Nunca saberei
[19/3 15:06] Alinny de Mello: Mas, se for para tomar decisões, eu já sei como fazer.
Ele ainda tem inocência.
Eu só perdi a minha inocência e comecei a ver o mundo como ele é, aos 28 anos!!
[19/3/2026 13:26] Alinny de Mello: Desde então, nunca mais fui a mesma
04:22 04/08/2025 Acabei de ver a minha mãe sozinha em um caixão...
Acabei de acordar, eu acordei após em um milésimo de segundos chegar em um velório onde não havia ninguém além de mim e um outro homem responsável pelo velório, acredito eu. Eu cheguei próximo ao caixão e vi a minha mãe, ela tinha algodão no nariz e na sua boca havia esparadrapos, seus olhos estavam cerrados. Ela vestia um vestido vermelho marsala, que ela tinha. Ela estava serena. Não havia flores, nem um paninho cobrindo ela, dentro do caixão.
Enquanto eu me aproximava do caixão bem devagar e com olhar observador, um homem me olhava, enquanto levantava a cabeça dela do caixão após retirar o algodão do nariz dela e o esparadrapo da boca dela e me mostrava o rosto dela.
Eu apenas falei: "ainda bem que você colocou algodão e esparadrapo na boca dela, é bom que não vaza líquido." Ele me olhava seriamente, era como se ele quisesse que eu gravasse bem o rosto dela morta, ele segurava com carinho. Eu apenas olhei e não senti nenhum tipo de sentimento, além de entender que ela havia morrido em plena solidão, porque o velório estava emanando um vazio existencial absurdo. Nem mesmo chorei. Mas, no velório, não havia ninguém mais além de mim, além daquele senhor de pele escura e cabelo duro e grisalho.
Estou aqui bem confusa. Será que ela está morta? Não tenho mais notícias dela, faz algum tempo... Será que ela morreu agora mesmo, por isso vi em sonho? Será que ela já morreu em outro dia e agora que vi? Não sei. Só sei que as escolhas dela, levou ela para distante de mim e dos meus irmãos. Se tiver realmente acontecido, que ela finalmente possa descansar em paz. Agora, sinto um enorme pesar. Não é algo fácil de lidar. Ela foi embora sem se despedir de mim, literalmente, mas se tiver acontecido dela ter ido para outra dimensão. Pelo menos consegui ver o seu rosto sereno pela última vez.
Edit: Ela está vivíssima 15 de março de 2026
Acordei após sonhar com um forte abraço e um lindo sorriso, vindo em minha direção e eu me senti tão amada, tão feliz e fui beijada, com todo o fervor.
Sim. Foi um sonho e a pessoa que me abraçou, me deu sorrisos, me beijou e ficou ali...
7 de abril de 2023 14:27
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