Se eu Pudesse Viver de Novo a minha Vida
A ciência é grosseira, a vida é sutil, e é para corrigir essa distância que a literatura nos importa.
A vida era muito dura. Não chegávamos a passar fome ou frio ou nenhuma dessas coisas. Mas era dura porque era sem cor, sem ritmo e também sem forma. Os dias passavam, passavam e passavam, alcançavam as semanas, dobravam as quinzenas, atingiam os meses, acumulavam-se em anos, amontoavam-se em décadas — e nada acontecia. Eu tinha a impressão de viver dentro de uma enorme e vazia bola de gás, em constante rotação.
Salvando o mundo
Você não pode acolher todas as pessoas em teus braços. Não pode desejar salvar o mundo sozinho. E também não pode ater-se em tentar salvar uma pessoa todas às vezes que ela quiser colocar a mão no fogo.
Algumas pessoas só aprendem quando se queimam, e neste momento aprendem a desviarem-se do fogo sozinhas, sem ser necessário que te preocupes com elas.
Claro, que é muito bom ajudar as pessoas, mas nos incêndios que assolam nosso mundo, nossas vidas, deixar que cada um faça a sua parte implica em deixar que cada um cuide de si, também.
Alguém precisa ser capaz de levantar para permitir que você possa estender a mão a outro, e à medida que as pessoas vão levantando, você deixa de ter uma preocupação para ganhar um aliado.
Se ...
Se eu pudesse parar a minha vida
e dar eternidade a um só momento,
se eu não tivesse o meu destino preso
ao destino das coisas nos espaços...
Se eu pudesse destruir todas as leis
e dentro do Universo que se move
parar o meu mundo:
havia de escolher esse segundo
em que Você estivesse nos meus braços!
Edward: “Se você pudesse ter qualquer coisa no mundo, qualquer coisa, o que seria?”
Bella: “Você.”
Edward: “Algo que você ainda não tenha.”
Acabou pensando nele como jamais imaginara que se pudesse pensar em alguém, pressentindo-o onde não estava, desejando-o onde não podia estar, acordando de súbito com a sensação física de que ele a contemplava na escuridão enquanto ela dormia, de maneira que na tarde em que sentiu seus passos resolutos no tapete de folhas amarelas da pracinha custou a crer que não fosse outro embuste da sua fantasia.
Não consigo dormir.
Tenho uma mulher atravessada entre minhas pálpebras.
Se pudesse, diria a ela que fosse embora;
mas tenho uma mulher atravessada na garganta.
Se o conhecimento estivesse ao alcance da mão e pudesse ser encontrado sem qualquer dificuldade, seria certamente negligenciado. Tudo que é nobre é tão difícil quanto raro.
Se pudesse escolher, teria ficado calada, mas lhe escapou: “Meu coração está ferido de amar errado. De amar demais, de querer demais, de viver demais. Amar, querer e viver tanto que tudo o mais em volta parece pouco. Seu amor, comparado ao meu, é pouco. Muito pouco. Mas você não vê. Não vê, não enxerga, não sente. Não sente porque não me faz sentir, não enxerga porque não quer. A mulher louca que sempre fui por você, e que mesmo tão cheia de defeitos sempre foi sua. Sempre fui só sua. Sempre quis ser só sua. Sempre te quis só meu. E você, cego de orgulho bobo, surdo de estupidez, nunca notou. Nunca notou que mulheres como eu não são fáceis de se ter; são como flores difíceis de cultivar. Flores que você precisa sempre cuidar, mas que homens que gostam de praticidade não conseguem. Homens que gostam das coisas simples. Eu não sou simples, nunca fui. Mas sempre quis ser sua. Você, meu homem, é que não soube cuidar. E nessa de cuidar, vou cuidar de mim. De mim, do meu coração e dessa minha mania de amar demais, de querer demais, de esperar demais. Dessa minha mania tão boba de amar errado. Seja feliz.
Você...
Se a saudade pudesse falar;
esta diria teu nome...
Se as lembranças pudessem serem
reviviadas;
seriam os momentos meus contigo...
Se o meu sorriso fosse apenas para
alguém;
Seria para você...
Se o meu olhar tivesse apenas uma direção;
seria para o teu rosto...
Se o meu coração eu pudesse entregar
em uma caixinha;
Entregaria na porta do seu coração...
Se o seu calor dependesse do meu;
Ousaria colocar o meu corpo junto ao teu...
Se o meu amor fosse apenas para uma pessoa...
Eu não poderia da-lo a ti...
Pois a ti já pertence!
SE AMANHÃ
Se amanhã o sol não voltasse a brilhar
e as praias não pudesse mais se banhar
A noite talvez não chegasse à tardezinha
E assim meu dia terminaria
Talvez o brilho daquela lua
Eu não pudesse mais enxergar
Não adianta mais para o céu
Porque as estrelas não vão mais brilhar
Sem sol e nem lua
A vida perdeu o sentido
O homem virou velho
Por sempre ter mentido
A cidade escureceu
E para as crianças tanto faz
Mas os jovens não aceitam o que estão vendo
Estar num mundo que não se tem mais paz.
Tivemos tudo que era perfeito
Mas o homem terminou com o mundo mais cedo
E assim a minha vida começou a terminar
Não tinha mais paz, amor ou respeito
E comecei a cultivar as sementes novamente
Aprendendo que amar é o sentimento verdadeiro
O homem esqueceu de tudo isso
Por causa de algo chamado dinheiro
Quem sabe amanhã o sol nasça novamente
Com o brilho forte de um astro rei
Talvez amanhã eu acorde
Do lado de quem eu quero bem
Dói, mas jamais deixarei mostrar essa dor que você jamais conhecerá
Se ao menos você pudesse ver o quão solitário, frio e insensível me tornei
A pergunta crucial para nossa geração — e para todas as demais — é esta: se você pudesse ter o paraíso, sem doenças e com todos os amigos que já teve na terra, e todas as comidas das quais gosta, e todas as atividades de lazer que aprecia, e todas as belezas naturais que contemplou, e todos os prazeres físicos que experimentou, e nenhum conflito humano ou desastre natural, se satisfaria com tudo isso, caso Cristo não estivesse nesse paraíso?
Antes que pudesse me assustar e, depois do susto, hesitar entre ir ou não ir, querer ou não querer — eu já estava lá dentro. E estar dentro daquilo era bom. Não me entenda mal — não aconteceu qualquer intimidade dessas que você certamente imagina. Na verdade, não aconteceu quase nada.
(pequenas epifanias)
Se pudesse ser uma parte de ti, elegeria ser tuas lágrimas.
Porque tuas lágrimas são concebidas em teu coração, nascem
Em teus olhos, vivem em tua cara, e morrem em teus lábios.
* Ah, se você pudesse sentir
Ontem não consegui dormir
Sem ouvir a tua voz cansada
* Você devia estar aqui pra ver
Aqui não pára de chover
Desde que você voltou pra casa
* Se o meu lar for onde houver tua respiração
Vou morar na tua voz, ao menos, até o final dessa canção
No teu coração
* Ah, será que você vai lembrar?
Onde é que você vai guardar o esboço dessa história?
* Ou vai fazer fogueira pra queimar
E ver que não dá pra fechar
A biblioteca da memória
* Você já me conheceu o bastante pra saber
Se eu sou ou não bom o bastante pra você
* Quando acordar, quando a música acabar...
* ... eu posso te ouvir
E eu sinto como se nós não estivéssemos a sós.
Você está aqui, e eu sei que posso estar em qualquer lugar
* Ás vezes eu sinto que eu sou o ar.
Se a amor pudesse
Se o amor pudesse de repente compreender
Toda loucura que um amor pode conter
Se ele pudesse, num momento de razão
Saber ao menos quanto dói uma paixão
Quem sabe o amor, ao descobrir a dor de amar
Partisse embora para nunca mais voltar
Mas me parece que uma prece ia nascer
Na voz daqueles que o amor mais fez sofrer
A lhe dizer que vale mais morrer de dor
Do que viver num paraíso sem amor
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