Se eu Pudesse Viver de Novo a minha Vida

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O maior espetáculo do pobre da atualidade é comer.

Amor

Comer sem fome, amar sem desejo,
é tudo a mesma coisa.

Carlos Drummond de Andrade
O avesso das coisas: aforismos. Rio de Janeiro: Record, 1990.

“A perspectiva é a luz que ilumina o sonhador de sucesso.”

Ser humilde não é outra coisa senão aceitar a realidade.

DIA DE ANOS

Com que então caiu na asneira
De fazer na quinta-feira
Vinte e seis anos! Que tolo!
Ainda se os desfizesse...
Mas fazê-los não parece
De quem tem muito miolo!

Não sei quem foi que me disse
Que fez a mesma tolice
Aqui o ano passado...
Agora o que vem, aposto,
Como lhe tomou o gosto,
Que faz o mesmo? Coitado!

Não faça tal: porque os anos
Que nos trazem? Desenganos
Que fazem a gente velho:
Faça outra coisa: que em suma
Não fazer coisa nenhuma,
Também lhe não aconselho.

Mas anos, não caia nessa!
Olhe que a gente começa
Às vezes por brincadeira,
Mas depois que se habitua,
Já não tem vontade sua,
E fá-los queira ou não queira!

Fui criado no mato e aprendi a gostar das coisinhas do chão.

⁠Enquanto houver otários dispostos a obedecer haverá malandros querendo mandar.

Ao mestre cabe falar e ensinar, ao discípulo calar e ouvir.

Discretos, silenciosos, chegaram os dias lindos…

"Agora vou transformar o milagre em rotina, o incrível será visto todos os dias."

Só os covardes e os preguiçosos não sabem suportar o mal nem recuperar o bem. Limitam-se a desejá-lo e a energia de sua pretensão lhes é tirada por sua própria covardia

"A mais extrema burrice é a sensação de inteligência: a incapacidade de suspeitar que o interlocutor talvez saiba algo que você não sabe."

O critério infalível para identificar um idiota é que ele fala da espécie humana com ares de superior desprezo olímpico.

Que todos os dias quando você acordar receba dos céus a bênção de ter sempre por perto as pessoas que te amam!

quebrado demais para completar alguém.

“Me mataram da pior forma possível!
Me mataram e depois me deixaram aqui respirando.”

As afeições desordenadas.

Todas as vezes que o homem deseja alguma coisa desondenadamente, tornas-se logo inquieto.
O soberbo e o avarento nunca sossegam; entrentanto, o pobre e o humilde de espírito vivem em muita paz.
O homem que não é perfeitamente mortificado, facilmente é tentado e vencido, até em coisas pequenas e insignificantes.
O fraco de espírito é ainda um pouco carnal e inclinado às coisas sensíveis, dificilmente pode se desapegar de todo dos desejos terrenos.
E quando deles se priva, ordinariamente se entristece; e com facilidade se irrita se alguém o contradiz.
Se, porém, alcança o que deseja, sente logo o remorso da consciência, porque obedeceu à sua paixão, que nada vale para alcançar a paz que almejava.
Em resistir, pois, às paixões, se acha a verdadeira paz do coração, e não em segui-las.
Não há, portanto, paz no coração do homem carnal, nem do homem entregue às coisas exteriores, mas somente no daquele que é fervoroso e espiritual.

Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos, cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim, compartilhando daquele prazer.

A dança tem de vir do coração e o meu coração está partido.

Na escala do cosmos só o fantástico tem condição de ser verdadeiro.