Se eu Pudesse Viver de Novo a minha Vida
Um dia manchei-me de amarelo
em um girassol
e restou-me pólen em minha boca
daí que minha palavra é germinal.
A maioria das pessoas costuma fazer piada com a cara das outras. Prefiro tirar sarro da minha própria. Isso é ser um pouco menos desagradavel.
O meu desejo ferve
Minha alma se repele
Minha boca saliva o gosto teu
Minha mente lembra o rosto seu
Ò alma que tanto quero
Desejo-te eternamente
Que em minha cama se deite
Que em meus braços se rende
E que se torne decadente
Esse desejo ardente
Que tenho de te consumir
Meu coração e minha alma estão tão machucados e tão amargurados,meu mundo ta em declínio ...
Ai meu DEUS dai-me força, dai-me estrutura para suportar os ventos mais fortes, as desilusões mais amargas, as palavras mais ríspidas e os sentimentos mais falsos. Que todas essas lágrimas que descem pelo o meu rosto, possam se tornar sorrisos em um novo amanhã. Eu não quero olhar pro céu e pedir, eu quero olhar pro mesmo e agradecer. Por favor, não deixe a escuridão se apossar do meu ser e a descrença da minha alma. Dai-me esperança, fazei-me acreditar que tudo não passa de uma fase ruim e que tudo em um futuro próximo será tirado como um aprendizado. Guia-me por esses caminhos tão sinuosos e cheios de perigo. Conduza-me até a vitória e não me deixe no chão quando eu cair, levanta-me. Ensina-me palavras de bondade e respeito. Faça que sempre haja paciência e tolerância na minha existência. Não permita que a inveja e o mau-olhado se aposse do meu ser. Meu Deus, conceda-me o seu amor, o seu abraço, o seu respeito, a sua dignidade e o seu merecimento. Amém.
Deuses do lodo ou da lama!
Abaixo minha cabeça, cubro com as mão
o meu rosto, e choro;
É um pranto silencioso, onde ás lágrimas
não escorrem, vago entre meditações cruciantes.
Penso que somos bons ou parecemos bons,
Enquanto não nos assaltam a tentação a,
impiedade em nossa viagem pelos caminhos da vida.
Somos Deuses do lodo ou da lama não importa!
Somos Deuses mas, tanto sofrimento me arrojara a tantas plagas.
Meu olhar vivaz cansados de errar de sofrer sofrer,
me perco no fundo do oceano de minhas recordações, dos meus martírios Vejo uma alma alanceada por duras amargurosas, provações.
Débitos tormentoso em meu destino
Como uma fera mortalmente ferida. Minha cabeça tomba para o lado vergavando-me,
as pernas arrasto-me até a minha cama e lá...
minha cabeça pendera para o lado para nunca mais ergue-la.
Bom Dia
Minha Alma esta tranqüila e em Paz.
Deus me sustenta e me segura pela
mão, Ele disse que tem algo maravilhoso
para você no dia de hoje. Acredite... Ele
esta no controle.
CUBO DE GELO
Dia após dia, durante anos, aquela foi minha rotina. E até hoje me pergunto: como é possível?
Levantar ir ao trabalho. Bem, eu acordo cedo, eu gosto. Seis em ponto estou pronto. Café tomado, estômago vazio. De fato prefiro mesmo tomar café no trabalho, mas pela manhã, em casa, vai bem. Pois bem, dia após dia os ônibus cheios, pessoas, carros, espelhos. Tudo tão calmo e ao mesmo tempo é desespero. Movimento com o passar dos postes diante do meu pensar distante e desinteressante, observado de canto a canto, de sereno a delirante. Uma senhora que olha e disfarça. Olho para o relógio, perto de chegar, mais um sinaleiro. Olho para trás, procuro me posicionar, posição de saída. As portas se abrem, desço. Saio por primeiro. Passo após passo pela calçada em preto e branco, os prédios, as praças, os pombos. Ah, um dia frio faz mesmo observar. Os passos parecem desacelerar, enquanto o relógio derrete o tempo. Ora, só preciso chegar! Pois tenho tempo! Estou a voltar, novamente vejo as cenas, o ônibus, os postes, a senhora que me olha com desejo, quero dizer: disfarça! Eu vejo. Como é possível? Novamente paro, penso! As pessoas em câmera lenta, e eu: desespero? Ah, esse eu neste cubo de gelo, que segredo deste olhar a delirar... Só um olhar a delirar. Será mesmo? Passam-me uma a uma – as pessoas, sim, as pessoas – e eu a perguntar: e o meu tempo? Devagar! Devo chegar, distancio-me. Dias frios fazem mesmo observar. Rio, porque em vez de ir adiante, estou indo para trás. Como é possível? Novamente, tenso, penso: dia frio faz mesmo observar. Suores na testa e como suo neste cubo de gelo. Ah, que segredo, apenas meu olhar a delirar. Nem pergunto. Mas será mesmo? Os ternos, as saias, o vento. Estala os dedos a velha senhora naquele bar. Como eu posso escutar? A brasa a queimar no cigarro do mendigo. As luvas sujas, os trajes, um pão mordido, pego sobre luvas sem dedos, e no braço uma coberta a arrastar. Novamente lembro! Preciso chegar! Eu tenho tempo, devo me lembrar! O sono vem me incomodar. Minha inquietude posta em cheque, posição: sentido! Resolvo parar! Como é possível? Sigo o caminho e isso pode ser muito... Ah, deixa pra lá. Observo idéias em linha reticente, tudo devagar de dentro de um cubo de gelo. Meu tempo! É mesmo, um dia frio faz mesmo observar.
A minha visão tem sido sempre o de ser uma luz positiva. Uma simples vitória está sendo capaz de me inspirar.
Estranho,
Disseram para pensar menos no mundo
E que minha visão de tudo
É distorcida
Disseram, vai cuidar de sua vida
Deixe de bobeira, perder tempo com sonhar
Porque estes sonhos de mudar o mundo não valem nada
E a tendência é mesmo deixar para lá!
Mas quando eu crescer devo me tornar um destes poetas
Destes que falam o tempo todo de amor
E andam pelas ruas descalços
E despidos de todo e qualquer pudor...
Que não sejamos um casal de uma historia, mais eternos escritores...Tu és a minha alacridade, minha diva, é o sinônimo da palavra amor.
Minha imagem do paraíso? Taí, nunca parei para pensar. Qualquer coisa colorida, cheia de nuvenzinhas, anjinhos, a gente pulando de uma nuvem pra outra. Um negócio assim, tipo Hollywood.
Aprendi a confiar no que realmente penso e sempre pensei essa é minha maior verdade.Quando sigo os princípios que estão dentro de mim e não deixo me influênciar pelo que os outros pensam.
Só te esquecerei
Quando o véu da morte cobrir meus olhos,
E de minha sepultura nascerá um cravo branco
Escrito em letras de sangue ...
Ainda TE AMO !
Vivo aprisionada a 7 chaves, a 7 pecados capitais, desculpe minha indelicadeza mas devo acrescentar você ao 8º.
Coração palhaço busca um palco em busca de um único aplauso.
Minha tristeza se fundi com minha felicidade.
E diferente de Clarise eu não estou cansado.
E semelhante a Machado não quero ser simplesmente um mulato.
Me perco na busca de uma noite perfeita num dia de sol.
Me falta o vento e me sobra o que você chamaria de lagrimas.
Lagrimas derrubadas por canções escutadas.
Lagrimas por palavras nunca antes ditas e por muitos vividas.
Que culpa tenho eu se um dia eu não soube amar?
Que culpa tenho eu se um dia lagrimas fiz brotar?
Magoei um coração outrora meu, destruí um sonho que nunca foi meu.
Minha sentença foi declarada sem eu ter direito a defesa.
Condenado a ser feliz junto com a solidão que me faz perder a razão.
E igual qualquer condenado tenho em minha cela uma janela, e por essa janela consigo ver a estrela mais bela que me faz falta em noite de tempestade e me da motivos para desejar novamente amar e nunca mais errar por que descobri o que realmente é amar....
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