Se eu Pudesse Viver de Novo a minha Vida

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Sonhe —
mesmo que tudo em volta diga não,
mesmo que a vida tenha fechado portas
e deixado só o eco da solidão.
Sonhe…
como quem segura a última chama
numa noite sem estrelas,
como quem insiste em ver manhã
mesmo cercado de trevas.
Se for a última coisa, então que seja:
o último ato de coragem,
o último grito da alma
recusando a própria paisagem.
Helaine machado

A vida não pede licença —
ela chega, ensina, marca,
às vezes com mãos suaves,
às vezes com golpes que rasgam a alma.
Cada dor carrega um segredo,
cada queda sussurra uma verdade,
mas só entende quem aceita
que aprender também dói.
Há lições que queimam por dentro,
que a gente tenta negar, fugir, esconder…
mas quando, enfim, as abraçamos,
elas deixam de ser feridas
e se tornam armas silenciosas.
Helaine machado machado

A vida pendurada por um fio invisível,
um sopro — e tudo desaba.
Na chamada “cidade maravilhosa”,
o cartão-postal não mostra o sangue na calçada.
Aqui, o belo convive com o medo,
e o amanhã… ninguém promete nada.


Helaine machado

Chega
Chega.
Já extrapolou.
Foram segundos…
mas custaram uma vida.
Uma mulher não perde só o tempo —
perde pedaços de si
cada vez que é calada, ferida, ignorada.
Uma hora passa,
mas o que foi tirado
não volta no relógio.
Há silêncios que gritam,
há dores que ninguém vê,
e há histórias interrompidas
antes mesmo de florescer.
Chega de normalizar o que machuca,
chega de aceitar o que diminui.
Porque quando uma mulher perde,
o mundo inteiro perde com ela.
Helaine machado

Tão Cedo
Helaine Machado
Tão cedo a vida me tocou
com mãos frias,
sem cuidado, sem aviso…
como quem não se importa
se a alma ainda é pequena demais
pra suportar o peso do mundo.
Tão cedo eu chorei
lágrimas que nem sabiam cair,
presas na garganta,
engasgadas no silêncio
de quem ainda nem aprendeu a pedir ajuda.
Ainda era flor…
e já me arrancaram pétalas,
uma a uma,
sem pressa de curar,
sem medo de ferir.
Tão cedo eu senti
o abandono dentro de abraços vazios,
palavras que doíam mais
do que qualquer silêncio,
olhares que atravessavam
como se eu não estivesse ali.
Cresci antes de existir por inteiro,
aprendi a me calar
quando tudo em mim gritava,
a sorrir
quando por dentro eu desmoronava.
Tão cedo perdi partes de mim
que nunca mais encontrei…
inocência, leveza,
um pedaço de esperança
que ficou pelo caminho.
E há noites…
em que ainda volto lá,
naquele lugar escuro
onde tudo começou a doer.
Onde o tempo não cura,
só ensina a esconder.
Porque foi cedo demais…
cedo demais pra entender,
cedo demais pra sentir,
cedo demais pra sofrer
tudo aquilo que ninguém deveria viver.
E mesmo assim… eu sobrevivi.
Mas nunca mais fui a mesma.
Helaine Machado

Carrego em mim a essência da vida,
força que nasce sem se explicar,
no cromossomo X, a poesia escondida
de quem aprende cedo a amar.
Helaine Machado

Chega
Chega de esperar o momento certo
como se a vida pedisse licença para acontecer.
Chega de adiar quem eu sou
por medo do que vão pensar.
Chega de colecionar silêncios bonitos
e engolir verdades necessárias,
de sorrir por educação
enquanto a alma pede ruptura.
Hoje não tem disfarce, nem pausa, nem meio termo.
Ou eu me escolho por inteiro,
ou continuo me perdendo aos poucos.
E perder a mim mesma…
isso já não cabe mais.
Helaine Machado

Tempo Moleque
Um menino atrevido, impiedoso, jamais nos espera.
Seu tic-tac corta a vida como lâmina afiada,
um compasso que não retorna,
arrasta dia e noite sem pedir licença,
e ri de nossa impotência.
Brinca de nos surpreender,
adora novidades;
por instantes parece parar —
mas é uma armadilha,
uma ilusão que nos faz acreditar que dominamos.
Segundos e minutos escorrem como areia entre os dedos;
tentamos congelá-lo em uma fotografia,
mas ele escapa, zombando,
e nada jamais será o mesmo.
Passa, passa, e nos deixa vazios,
restando apenas lembranças que ardem.
Esse moleque cruel pinta e borda nossas vidas,
sem medir consequências, sem pedir perdão.
Nada detém o seu riso impiedoso:
o tempo moleque, tirano invisível,
faz de nós simples humanos
seu brinquedo favorito.
Helaine Machado

A vida guarda o segredo do recomeço, na semente do amanhã.

"A vida tem que ser sempre assim: a gente nunca perde, ou acerta ou então aprende...!"






Otávio Abadio Bernardes






Itumbiara, 24 de setembro de 2025.

"Na vida, o importante é encontrar o caminho do amor... da paz... e do sucesso!..."






Otávio ABernardes






Itumbiara, 3 de outubro de 2025.

"A vida me ensinou muita coisa, só não me ensinou a não gostar de você!"






Otávio ABernardes








Itumbiara, 24 de janeiro de 2026.

"O mais belo em nossa vida é errar, a fim de acertar!"

"... Até parece que, onde não existe romantismo, a vida não tem sentido!"

"Infelizmente, os descaminhos da vida são construídos por nós mesmos!"








Otávio Abadio Bernardes






Itumbiara, 28 de fevereiro de 2026.

"A vida me ensinou muita coisa, inclusive a perdoar as pessoas...!"




Otávio ABernardes








Itumbiara, 5 de fevereiro de 2026.

​"Se o peito tivesse o dom da análise, ele pararia de bater no exato momento em que a vida perdesse o sentido, por pura conclusão lógica, sem esperar pelo tempo."

"Se você for um estranho para si mesmo, passará a vida mendigando o reconhecimento de rostos que mal sabem o seu nome. Aprenda a se reconhecer no escuro."

​"A importância de alguém na nossa vida não se mede pelo espaço que ela ocupa em nossos pensamentos, mas pelo tempo que ela dedica em nossas urgências."

⁠​"A vida é um tear onde o fio que damos tece o mundo, e o fio que recebemos borda a nossa alma."