Se eu Pudesse Pegar todos seus Problemas
Eu desejo a todos os meus irmãos aquilo que desejo a mim mesmo que é simplesmente o que todos desejam para os seus semelhantes.
Esse texto é sobre ter perdido você
Todos os dias me pego pensando
Se haveria algo a mais que eu pudesse ter feito
Se havia algum momento desse ano todo
Em que desse pra ter tido mais compaixão
Eu podia ter chorado mais
Ter deixado você ver a tristeza derramar
A tentativa sem fim de ser melhor pra você
A vontade de que o tempo parasse
Pra eu viver pra sempre com você
Farelo na cama
Toalha molhada
Uma mordida
Um uniforme por lavar
Vinho barato
Um óculos sujo
Uma meia sem par
Três pacotes de biscoito (um pra mim e dois pra você)
Uma mochila velha
Uma barba por fazer
Um filme na tv
E uma cueca apertada
Pra combinar com o aperto do meu coração
Esse texto é sobre ter perdido você.
Minha mãe era má, eu sou má e espero ter ensinados a todos como ser má.
Mas mesmo sendo má, quero saibam que os amo de verdade( filhos e netos).
Avaneide Siqueira Silva
Se eu for me libertar a grade é ilusão, se eu for me libertar, liberdade é missão pra mim e todos vocês.
Parece que eu me perdi no tempo... ou ele apenas parou, vivendo os mesmo momentos todos os dias, sendo alguém do qual eu não escolhi, implorando socorro pelos olhos, Cansei já, E você?
-Você vê o que eu vejo?
-O que?
-Um Deus tão grande.... Que de todos os lugares para morar, escolheu o meu coração ❤
Sim! Eu quero, eu posso eu vou!
Só a morte é quem vai-me cessar
Faço o correto todos os dias
Quem sonha alto não pode parar
Sempre aprendendo com erros
Jamais me deixo abalar
Tenho muito a aprender
Estou ciente que ainda vou errar
Meus erros são meus aliados
Eis o segredo para se superar
Hoje enxergo assim
Tenho a certeza que Deus olha por mim
Ele jamais me abandonará
Crônica de um domingo de praia.
Era certo, todos os domingos eu acordava as sete da manhã e chamava o meu amigo João de Dadinho para… Acordar!!! “Já vou”, dizia ele, “Já vou” e repetia isso quantas vezes fosse necessário até as 8 horas. Morávamos juntos, dividíamos uma kitnet em campinas de Pirajá. Neste intervalo - enquanto João se espreguiçava na cama – eu preparava a água oxigenada e o amoníaco. Todos - na nossa idade – diga-se de passagem, levavam esse “elixir” para a praia. Queríamos ficar com os pêlos loiros; só não me perguntem para quê? Acho que era moda. (os loiros pegavam mais mulheres e as loiras faziam mais sucesso) Quem tinha grana, não precisava se preocupar com isso, comprava pronto nas farmácias. Não era o nosso caso. Meu e de João é claro: dois duros. (Não importava) nosso desejo era chegar logo a praia de Piatã, onde encontrávamos os nossos conterrâneos de Feira de Santana, e alí, naquela bela farofa de frango e arroz, nos empanturrávamos até ficarmos “boiados”, como dizia a galera “das antigas”: boiados de prazer. E arrisco dizer, que a farofa, era de fato, o nosso prato principal. O nosso motivo maior. A força que nos impelia a estar alí todos os domingos. FAROFA! Ao sair, coloquei a água oxigenada e o amoníaco em um vasilhame de xampu, e partir com João para tomar o transporte no Largo de Campinas. Pegamos um Pirajá x Itapoã da ITT. Fui o primeiro a entrar. Sentei em um elevado, ao lado da cadeira do cobrador, e de lá fiquei observando João, que não conseguiu assento. João, ao contrário, foi pendurado na porta do buzu até a região de Jaqueira do Carneiro. O ônibus estava socado. E naquele dia parecia estar pior do que estávamos acostumados…De repente João olhou de maneira estranha para mim, fez sinal com os olhos de assustado e disparou: — Théo a água oxigenada! — Está ai na sua mochila, avisei sussurrando. — Eu sei mais está muito quente, ponderou. - É normal, concluir. E tomei a mochila no colo. Foi então, que percebi, a gravidade da situação. Tínhamos que tomar uma decisão rápida! e como dois criminosos estabanados, tiramos o saco com o vasilhame, e colocamos embaixo da cadeira do cobrador. Levantei do pequeno elevado e “me piquei” para o meio do buzu. “Tinha uma bomba loira comigo! e eu não queria, de maneira alguma, ficar com aquilo na mão!”. Uma senhora senta justamente no lugar onde estava. Pensei: “coitada, sabe de nada inocente”... e gentilmente pega as mochilas de duas garotas colocando-as despretensiosamente sobre o colo… A esta altura já estávamos na San Martins…De repente, ao passarmos em frente a garagem da São Luís - uma pequena explosão aconteceu embaixo da cadeira do cobrador. Uma explosão suficientemente forte para causar um transtorno dos diabos no coletivo. “A bomba loira!” pensei. Disfarçadamente olhei para o fundo do buzu e vi várias pessoas com espumas espalhadas por todo corpo. Não contei conversa! Pisquei para João, dei sinal com os olhos e partimos a mil entre solavancos e empurrões: “PeraíMotô! Esse ponto é meu!!!Gritávamos. E lá do fundo, para nosso azar o “terrorismo loiro”, era denunciado aos borbotões pelos passageiros: “Foi da bolsa dessa senhora”, gritou uma. “NÃO...as bolsas são dessas duas aqui!” disse outra, apontando o dedo para as jovens a sua frente. ”Como eu vou chegar ao trabalho agora desse jeito, parecendo uma maluca”, consternava-se outra. E enquanto isso, enquanto a espuma se espalhava sobre todos nós, eu e João, entoávamos um cem número de “Com licença! É aqui motô! E Pára essa zorra que eu quero descer!”. Moral da história: as vezes é melhor não sair loiro do quê queimado E finalmente chegamos a praia de piatã.
Domingo 23 de Novembro de 1986
Já não consigo mais viver
com todos esses sentimentos que nutro por você
eu só queria poder te esquecer...
e correr para qualquer lugar sem você...
só quero um novo inicio
no qual você não seja meu maior vício
Sou Céu
Eu estou aqui todos os dias
E porquê não está me olhando ?
Deve ser por causa dessas nuvens te atrapalhando
Já Já sópro um vento que já vão se adiantando
Agora sim, o vento já limpou
Ué ? Porquê você entrou ?
Claro, a noite chegou
E você já vai adormecer
Vou desenrolar com a Lua brilhar e crescer pra você vim ver
Te impnotisar te deixar acordada até o Sol nascer
Assim você observa eles e eu observo você
Espere...tem meia dúzia dançando e está começando a chover
Alí tem uns prédios com fumaça e eu não consigo ver
Parem de fazer isso ou eu vou morrer
Será que não conseguen entender?
É, vocês realmente são imundos
Em bilhões de anos isso não acontece nos outros mundos
Em vocês realmente não dá pra confiar
Eu cuido de vocês e de seus filhos e vocês querem me matar ?
E acabam cometendo suicídio
Minha vontade mesmo era voltar para o Início ou até no tempo dos índios
Ou melhor, quando não existia ninguém
Eu e as plantasnos dávamos super bem
Elas são o meu primeiro Amor
Sei o nome do menor capim á mais bela flor
Eu as regava e elas me davam ar de onde for
Elas sim me dão atenção
Você não !
Olha para alguém que não pode olhar e acaba pegando insolação
E a outra? que só vem para passar as noidatas
As vezes vem pela metade, toda amarrotada
Ela faz isso há anos, com todos e ninguem se liga em nada
Entender como você os ama não tem explicação
Já reparou que quando eles estão juntos, causam escuridão?
Mas isso entre vocês gera admiração
E um dia quando o maior,mais belo e mais quente realizar seu sonho de todos explodir
Eu finalmente NÃO estarei mais aqui !
Quando eu olho nos teus olhos
vejo todos os motivos... será?
Como eles mesmos chamam de motivos...vivamos...
"Todos sempre me disseram "Cresça e apareça"
E eu olhava para todos com olhos desconfiança
E o que dizer, quando se supera todas as expectativas?"
Você se achava esperto mais não sabe o que eu sei
Você se achava forte, dores maiores já suportei
Você ainda se acha dono do mundo
E eu apenas parte de um todo."
Todos os dias tento não ser, o que não quero ser,todos os dias tento ser a mudança que eu quero ver no mundo.
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