Se eu Pudesse Pegar todos seus Problemas
Tudo o que sabia era que estava nos braços do homem que amava, desejando que ele pudesse mantê-la em seus braços daquela maneira para sempre.
Não, não me arrependo dos erros cometidos na vida. Mas, se pudesse voltar atrás, erraria de outro jeito!
Frágil e louca sei que sou,
negaria, se pudesse,
mas meu ser de amor padece,
cada dia o quero mais.
Entregando-me ao acaso
dessa tua companhia
me arrisco noite e dia,
te entregando a minha paz.
Se o homem pudesse evitar o seu próprio nascimento, não se sentiria tentado depois de nascido, a buscar a sua própria morte.
Ela brincava com os dedos perdida em algum pensamento desimportante. Não que se pudesse entrar em sua mente e se saber o que se entranhava por ali. Nem que se fosse possível avaliar a exatidão de suas prioridades, a ponto de se calcular o que lhe importava ou não. Ela tinha um jeito meio prisioneiro de sentir: se ria, não ria. Não chorava, se chorava. Não que houvesse algum meio de se saber se guardava no peito tempestade ou pouca brisa. Mas, enquanto o vento fazia o seu curso, enquanto as mulheres com olhar cansado encurvavam o corpo de frio, e os passantes pisavam a calçada molhada... algo dela, e estritamente dela, ficava no ar. Eu apanhava com as mãos frias, disfarçando. Com um esforço quase místico. Ela doía por dentro. E eu sabia com exatidão, talvez por me doer também. Vivíamos no mesmo mundo, eu e ela, respirando a fumaça indiscreta da solidão. Sentei à sua frente inquieto. E não pelo frio ou o cinza do céu. Nem pelos cachorros solitários da praça. Sentei à sua frente. Ninguém nos compreendia. Ninguém, entre pernas e olhares apressados.
Ela tinha o olhar ensimesmado. Olhava talvez para dentro de si. Fazendo talvez as perguntas que eu fazia. Não que se pudesse investigar as possibilidades do seu mundo, nem que eu ousasse averiguar com precisão os seus anseios. Eu lhe era um desconhecido. Ela me era uma estranha. E não havia entre nós qualquer comunicação que pudesse revelar o espírito. Mas eu sabia. Eu sabia muito sobre ela. Aquela estranha. Talvez a conhecesse de alguma outra vida. Quem saberá? Depois de algum tempo ela levantou e se foi, levando parte de mim. E eu fiquei com o frio e a chuva, respirando a fumaça indiscreta da solidão.
Michelle Portugal
A vida acontece com você, por você!
Não podemos viver em tudo, e tudo não é para nós.
Se pudesse estar em todos os lugares, então não seria a minha vida, mas do todo.
Se você pudesse ver meu coração, entenderia a imensidão do meu amor — um sentimento que cresce silencioso, mas firme, como luz que nunca se apaga dentro de mim.
És misteriosa,
És ardilosa.
Fizeste-me sofrer,
Imaginei o mal que pudesse te acontecer.
Tentei te entender,
Mas você não se fez conhecer.
É difícil acreditar em ti,
Quando vejo que ocultas a si.
Nhe’ẽ da Terra
Nhanderuvuçu, em sua antiga sabedoria,
destruiu para que a vida pudesse nascer de novo.
Os povos originários sempre souberam:
uma árvore não é madeira,
é nhe’ẽ em pé,
palavra que respira no corpo da terra.
Mas os que se dizem donos
não ouvem o nhe’ẽ da terra.
Criam para destruir,
desmatam a mata e, sem perceber,
matam também o espírito.
Ñande Ru não está longe,
está no canto do colibri,
na língua que ainda canta
e mantém viva a memória da terra.
Os teko porã vieram primeiro,
não como donos,
mas como lembrança viva
de que a terra fala
muito antes de termos ouvido.
Mas os que se chamam proprietários
apropriam-se sem escutar.
Secam o rio que dá de beber,
matam o rio que pede existir
na sua sede de seguir.
Quem não escuta o nhe’ẽ da mata
caminha com corpo,
mas o espírito se perdeu no vento.
Sabem, no fundo da noite,
que destruir a mata
é silenciar o idioma do mundo.
E quando derrubarem até a última palavra,
não morrerá um corpo apenas,
mas um modo inteiro de ser na vida.
E se essa visão se apagar de vez,
o que restar do mundo
será somente casca.
Como se sabe ter sido feliz? Olhando para trás e descobrindo que, se pudesse voltar, faria pequenos ajustes aqui e ali, mas nenhuma mudança de rumos ou com momentos a apagar. Antes um mundo de razões para jamais esquecer.
Se todo ser humano pudesse alcançar o entendimento da máxima do Mestre Jesus nesse dizer, "A CADA UM SEGUNDO AS SUAS PRÓPRIAS OBRAS", não haveria necessidade alguma de ninguém vingar-se.
"Ainda que Cristo não pudesse nos salvar, sua história permaneceria única. Pois o registro de sua vida e ministério fez o mundo inteiro acreditar no amor."
Se você pudesse definir a vida em uma palavra, qual seria essa? Confusão, Alegria, ou Firmeza? Se eu tivesse que definir a vida em uma palavra,
eu diria confusão porque ela nunca vem com manual, mistura risos com lágrimas, certezas com dúvidas, e mesmo assim segue em frente. Mas talvez a vida também seja alegria, nos instantes simples que salvam dias difíceis, nos encontros inesperados, nos sorrisos que surgem do nada. E, no fundo, ela exige firmeza, pra continuar quando tudo balança, pra acreditar quando cansa, pra permanecer sendo quem se é
.Realmente a vida não cabe em uma palavra só. Ela é confusão, alegria e firmeza tudo ao mesmo tempo. Hoje, eu entendo que a vida nunca foi sobre ter respostas. Ela sempre foi sobre continuar, mesmo quando o peito aperta e a alma pede pausa. A confusão não é fraqueza… é sinal de que a gente se importa, de que ainda sente, de que ainda está vivo.
A alegria, ah… essa quase nunca faz barulho. Ela se esconde nos detalhes que a pressa insiste em roubar, como um pôr do sol visto em silêncio, uma risada que escapa no meio do caos, um “fica mais um pouco” dito sem palavras. Um “eu te amo” São esses instantes pequenos que, quando a solidão chega, viram abrigo na memória. E a firmeza… essa é construída na dor. É aprender a sorrir mesmo com os olhos cansados. É continuar amando depois de ter sido machucado. É acordar todos os dias e escolher seguir, mesmo quando o coração está pesado demais para carregar. Ser firme não é não cair é não se perder de si mesmo enquanto cai. Não endureça o coração. O mundo já é duro demais. Permita-se sentir, mesmo que doa. Diga “eu te amo” enquanto há tempo. Abrace mais. Escute com atenção. Viva menos preocupado em ser forte e mais disposto a ser verdadeiro.
A vida passa rápido… rápido demais. E no fim, não são os dias fáceis que ficam, mas aqueles em que, apesar de tudo, você não desistiu de ser quem é. Cuide da sua essência. Ela é a única coisa que o tempo não consegue levar.
"" Seria interessante se nossa memória pudesse voltar e apagar lembranças que não fazem bem e nem levam a lugar algum...
Se pudesse voltar no tempo, para aquele dia fatídico em que cometi o maior erro da minha vida, o erro que me arrancou você para sempre, para o instante em que te fiz chorar e provoquei a maior dor que alguém poderia suportar; o dia em que assassinei um sonho, e não qualquer sonho, mas um tecido de amor e esperança, pulsando sentimentos que eu não soube proteger.
Hoje, tudo o que desejo, todos os dias, é reescrever aquela cena, desfazer cada palavra dita, cada gesto impensado, cada silêncio cruel. Queria poder te ter novamente, te apertar nos braços até o mundo sumir e sussurrar, com a voz quebrada, o quanto ainda te amo. Mas o passado é uma muralha intransponível, e me resta aprender a sobreviver a ele, mesmo sabendo que esse arrependimento e essa dor caminharão comigo para sempre.
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