Se eu Fosse se Namorado
Se eu fosse um passarinho,
Com duas asas para voar,
Eu ia sair do meu ninho,
E voar no seu caminho,
Batendo asas sem cansar,
Até um dia te encontrar,
Bicar seu lindo rostinho,
Fazendo carinho sem parar.
Querer
Eu só queria que o mundo fosse mais abundante, não dá a prosperidade material, pois isso é inegável, mas sim de uma leveza de uma clareza, uma lucidez que o fizesse mais sublime, que cada sonho de magnanimidade fossem empreedidos...
O meu seria a profundidade das palavras onde a alma de cada um, sobrepor-se as questões inerentes a subterfúgios.
Leveza não constrangimento suavidade não sofrimento... Onde enfim, não seria mais o querer...Particularizadamente viver...
Eu dizia que ficaria feliz se você fosse feliz, mesmo que fosse com outra pessoa… mas a verdade é que isso seria hipocrisia. Porque meu coração só sabe querer que essa felicidade seja ao meu lado.
Amo esse sorriso, amo esse cabelo, se eu fosse descrever, um reflexo perfeito, se meu coração fosse um espelho, seria a sua imagem que apareceria, todas as vezes que eu falasse a palavra paixão
Dan Cliver
Eu jamais compraria um sorriso, mas não ligaria em gastar o que fosse preciso, só para ver quem eu amo, sorrindo...
Se eu fosse um poeta, a minha musa inspiradora se chamaria melancolia! Ela esteve por trás de todas as reflexões que fiz em minha vida e de 90% dos pensamentos que compartilhei com o mundo!
Se eu fosse falar a verdade
Talvez você se comovesse.
Perdi meu pai aos onze anos — e com ele, o lar.
A casa deixou de ser abrigo, tornou-se lembrança.
O conforto e a segurança que uma infância promete
se desmancharam na poeira do tempo.
A vida se desenrolou como um fio invisível
que eu apenas seguia, sem saber aonde levava.
Mas não escrevo para comover ninguém.
Sou um homem realizado no pouco que premeditei:
ser poeta — não por escolha, mas por destino.
Desde menino, tive uma clarividência silenciosa
sobre o que viria a ser.
Uma voz interior me dizia
que havia um mandato das alturas:
cantar, mesmo que o canto fosse triste;
dar forma ao invisível;
soprar o fio de Ariadne
que me conduziria pelo labirinto da vida.
Entre fragmentos e quedas,
fui forjado por dores que não escolhi.
E nelas, descobri a necessidade inevitável
de escrever — sempre com lágrimas,
sempre com o sangue secreto da alma.
Não havia mapa, só o instinto e a necessidade.
E foi nas escolhas, muitas vezes cegas,
que aprendi a me reconhecer.
Hoje compreendo que minha existência,
apesar de comum, sempre esteve repleta de sentido:
era o ensaio do homem que eu me tornaria —
um ser moldado pela perda,
mas iluminado pela busca.
Eu queria, com a delicadeza das madrugadas, tecer versos de celebração, um poema que fosse festa, um presente de palavras... Suave como vento em junho.
Queria vestir tua existência de flores escritas e acender no papel o brilho de um afeto imenso.
Mas já não posso.
O tempo, sempre tão hábil em roubar excessos, me ensinou a guardar o amor na gaveta do que passou.
Hoje, o que resta é a claridade sóbria da amizade, essa chama mais tranquila que não queima, apenas aquece e não pede mais rimas apaixonadas, apenas o silêncio respeitoso de quem sabe que há distâncias que se tornam permanentes e há corações que desaprendem a sonhar.
E assim, renuncio à poesia que te coroaria, não por falta de beleza em ti, mas porque em mim o amor já se dissolveu, virou memória sem vértice,
rio que correu e agora é mar distante.
Ainda assim, desejo, mesmo sem versos, que tua vida seja música e teus dias floresçam sem precisar do meu poema.
Pois amar e soltar, às vezes, é a maior poesia que consigo escrever.
"Deus, eu também Te amo"
Se eu fosse Yuri Gagarin,
ao romper os céus e ver a Terra suspensa no nada,
não teria hasteado apenas a bandeira do meu país.
Eu teria aberto um pergaminho eterno
com letras de fogo a declarar:
Deus, eu também Te amo.
Se eu fosse Isaac Newton,
ao calcular a força que prende as maçãs ao solo,
teria confessado que a força do Teu amor
me atrai muito mais que a gravidade.
Nenhuma lei dos homens ou da natureza
supera a Tua graça que me eleva ao céu.
E eu diria: Deus, eu também Te amo.
Se eu fosse Albert Einstein,
ao escrever que tempo e espaço se dobram,
teria proclamado que o Teu amor
é a única constante imutável no universo.
Luz maior que qualquer relatividade.
E eu diria: Deus, eu também Te amo.
Se eu fosse Martin Luther King,
antes de sonhar com mesas de igualdade,
teria lembrado o sonho eterno do Cordeiro:
um banquete real onde todas as nações,
sem cor, sem divisão,
se sentam diante do Rei.
E minha última frase seria:
Deus, eu também Te amo.
Se eu fosse William Shakespeare,
antes de dar voz a Romeu e Julieta,
teria escrito que o maior drama de amor
foi o Teu sangue derramado
que não terminou em tragédia,
mas em ressurreição.
E eu diria: Deus, eu também Te amo.
Se eu fosse Homero,
cantando epopeias de heróis e guerras,
teria narrado a Tua vitória na cruz,
o herói que venceu a morte sem espada,
o canto eterno da graça.
E eu diria: Deus, eu também Te amo.
Se eu fosse Leonardo da Vinci,
ao pintar a Mona Lisa,
teria parado diante do rosto humano
para confessar:
nenhuma beleza criada se compara
à luz do Teu semblante.
E eu diria: Deus, eu também Te amo.
Se eu fosse Thomas Edison,
ao inventar a lâmpada,
teria lembrado que a verdadeira lâmpada
já brilhava antes de toda criação.
A Tua palavra: “Eu sou a Luz do mundo”.
E eu diria: Deus, eu também Te amo.
Se eu fosse Agostinho de Hipona,
ao confessar minhas inquietações,
diria que o coração do homem
permanece inquieto
até descansar no Teu amor.
E eu repetiria: Deus, eu também Te amo.
Antes de Darwin falar da evolução,
o Alfa e o Ômega já tinha escrito a vida
no pó da Terra e no sopro divino.
Antes de Galileu olhar os astros,
Tu já tinhas contado as estrelas pelo nome.
Antes de Confúcio ensinar virtudes,
a Tua sabedoria já habitava os séculos.
Antes de Buda falar do desapego,
Tu já tinhas revelado
que quem perde a vida por amor, a encontrará.
Antes de Rumi cantar sobre o vinho do espírito,
o Teu amor já transbordava em cálices eternos.
E por isso eu digo, diante de tudo:
Deus, eu também Te amo.
Tu és meu Criador, meu Salvador,
meu Consolador.
Foste antes de tudo, serás depois de tudo.
E a única resposta que me resta,
entre ciência e fé,
entre história e eternidade,
é esta:
Deus, eu também Te amo.
Criado por Dhones Raurison, um verdadeiro adorador.
Se amar fosse um erro, eu estaria a errar, pois quando te encontrei era impossível não se apaixonar
Teve um tempo que achava que o amor não era pra mim, sempre vivia na solidão, achando que sempre seria assim
Mas aí, sem previsão, vc chegou e no meio dos meus monstros vc me encontrou
E naquele exato dia o seu amor
Me salvou
Se eu fosse mosca, aprenderia entre gigantes distraídos que a empatia protege.
©13 jun.1995 | Luís Filipe Ribães Monteiro
Se eu fosse te dar uma dica hoje, trabalhe bem o seu lado emocional, tenha poucos amigos, e verdadeiros amigos.
@GustavoFerrari
Se amar fosse escolha, eu me abisteria dele, apesar de ser um sentimento tão lindo e tão belo, que a muitos trazem prazer em receber, mas aos que amam trazem grandes marcas na alma, é imprecionante não abrem mão de sempre AMAR...
Como eu gosto de olhar pra vc, te abraçar, te tocar... Aproveitar cada segundinho... como se fosse o ultimo...
Eu errei. Errei porque sou humana. Mas, quando errei, as pessoas me trataram como se eu fosse um monstro.
Muitos já me disseram que eu nasci para escrever. As palavras sempre me acompanharam, como se fossem estrelas guiando meus passos. Tenho páginas soltas, pensamentos guardados, histórias que pedem para existir. E ainda assim, não criei coragem de transformá-las em um livro. Talvez porque escrever seja também se expor, talvez porque o silêncio ainda me proteja. Mas quem sabe… um dia essas palavras encontrem asas e voem para o mundo.
Tatianne Ernesto S. Passaes
Temi não te encontrar,
Talvez, se eu não fosse rápido, não veria você chegar.
A ansiedade pra te ver, mesmo que distante,
Me fez correr na noite como um errante.
