Se ela quer Voar a porque tem Asas
Não é falta de amor por nós, e sim por ela mesma
Nem sempre o afastamento de alguém significa que essa pessoa não deseja estar ao nosso lado. Às vezes, somos como oceanos profundos, e a distância não tem a ver com quem somos, mas sim com a coragem necessária para navegar em nossas águas. Mudar profundamente pode ser como atravessar uma tempestade desconhecida, intenso, avassalador e, para alguns, assustador demais.
O medo da mudança, a imaturidade emocional ou até mesmo a incompatibilidade entre quem essa pessoa é e quem precisaria se tornar para sustentar a relação podem criar um impulso de fuga que se veste como rejeição. Mas, na realidade, trata-se de uma batalha travada dentro dela, onde ventos internos sopram na direção oposta ao caminho que leva até nós.
É difícil aceitar que alguém pode partir não por falta de afeto, mas por não possuir ainda as asas para voar ao nosso lado. No entanto, compreender essa dinâmica ajuda a aliviar a dor e a perceber que, em algumas situações, não é sobre nossa luz, mas sobre a sombra que ainda precisa ser enfrentada pelo outro.
Talvez o afastamento não seja um adeus definitivo, mas apenas uma estação antes da primavera. Um período de silêncio necessário, um espaço para que essa pessoa possa se reencontrar antes de, enfim, poder estar inteira ao nosso lado.
O Preço da Liberdade
Ela chegou como o vento que despenteia os cabelos e desarma certezas. Trouxe consigo o perfume do desconhecido e o peso da ausência. No instante em que a liberdade tocou minha pele, compreendi que não era um presente, mas uma travessia.
A liberdade pediu-me tudo, meus medos, meus desejos, minha história. Com mãos delicadas, ela despiu minha identidade, arrancando cada fio de apego que me vestia. No espelho, vi uma estranha, alguém sem nome, sem passado, apenas um sopro vagando entre o céu e a terra.
E no vazio, a verdade sussurrou: somente aquele que se desfaz de si encontra o infinito. A liberdade, tão gratuita, exigia o preço da entrega absoluta. O amor e a saudade, antes refúgios, tornaram-se rastros de um tempo que já não me pertencia.
Mas então, ao perder tudo, ganhei o universo. Tornei-me o pássaro sem gaiola, o mar sem margens, a chama que arde sem se consumir. A liberdade não me deu novas amarras; apenas me ensinou que nunca precisei delas.
E assim, sem nome e sem destino, dancei com o vento e abracei o vazio como quem reencontra o lar.
O gosto de junho
O vento de outono ainda lembrava o som da sua risada. Ela não sabia mais o que sentia ao ver seu nome escrito num papel antigo, era ternura, era tempo, era um tipo raro de saudade que não dói, só abraça. E de tudo o que ficou, o que mais voltava era o sabor daquela comida estranha, feita com mãos que tremiam só de vê-la feliz. Naquele 12 de junho, à sombra da árvore que abrigava dois corações sem morada, ela descobriu que o amor, às vezes, não precisa durar… só precisa ter existido.
Confiança no Invisível
Não compreendo. E, mesmo assim… aceito. A vida não exige explicações. Ela sugere transformações. Tudo vem e vai, como as estações. Como quem ama sem querer prender. Desapego não é frieza. É confiança no fluxo. O fim não é falha. É recomeço.
Não há âncora. Não há margem. Só o rio. E eu, rendida, deixando a sabedoria me guiar, digo “sim” ao que é, mesmo sem entender o porquê.
A impermanência é a mão invisível que desfaz a forma para revelar o espaço. E, nessa dança silenciosa, encontro liberdade. Me rendo ao nada. Tudo chega. Tudo parte. Nada me prende. Nada me falta. Sou o espaço onde tudo passa.
Sou o silêncio do zen, a clareza do budismo, a leveza do Tao e o amor compassivo de Jesus, que me ensina a confiar até no invisível e a me entregar, inteira, ao que não sei, mas sinto.
A intuição não grita, ela sussurra. E quando confiamos no sussurro, algo dentro se ajeita, é o universo em sua reciprocidade nos dando um sutil ‘sim’.
O Olhar da Fé
No silêncio onde o mundo duvida, ela semeia sonhos com mãos nuas, regando esperança na terra fria, de olhos voltados às luas.
Não vê caminhos, apenas sente que algo além já a espera, como se o invisível, paciente, trouxesse luz à primavera.
Seus passos, firmes na névoa espessa, trilham pontes de confiança e calor, porque a fé não precisa da promessa: ela já vive dentro do amor.
E então, um dia, o que era crença se veste em forma, cor e som; o invisível torna-se presença, e o impossível diz: "sim, sou dom."
A Magia da Vida
Ela apostou naquilo que ninguém mais acreditou... Jogou na vida um punhado de prática e uma pitadinha de magia, Em um mundo onde todos vivem de teoria.
Acendeu as velas do velho castiçal, Para encontrar um vestido e um sapatinho de cristal. E, tal como a Cinderela, na vida dela também apareceu uma fada madrinha, Que, girando a sua varinha, trouxe a magia para a sua vida real.
A Paz Interior
A paz existe sim, porém ela não vem de algo ou alguém. Não é o que está no externo que atrapalha o seu bem viver, é o seu interno que precisa ser ajustado para que a luz possa refletir no seu externo. Geograficamente não existe céu e inferno, são apenas condições da consciência humana.
Se você quer sair deste caos do mundo, em que todos vivem em um inferno astral, e viver no paraíso, comece a construção deste estado dentro de você. As questões emocionais não têm a mesma intensidade para todos; não dependem da idade, não são iguais para todos, mas todo ser humano tem conflitos internos. Pessoas ou situações conflitantes que estão ao seu redor são emanações da sua vibração. Você atrai sempre mais do mesmo e não terá outro resultado além do que está tendo.
Quando você se propõe a trabalhar os porquês das dores da alma, todo o externo começa a melhorar. Então, não fique esperando que aconteça um milagre em sua vida para que você fique bem; o conflito só acaba quando você resolve os enigmas que trouxe na sua alma. Entendendo seu processo de alma, você encontra o seu eu interior para que a sua alma floresça e a sua vida aconteça.
Caminho das Almas
A vida inteira te procurei, sem saber onde te encontrar, Perguntei à Lua, ela disse: "os planetas vão te guiar." Foi então que busquei por Plutão, uma viagem de longe alcance, Mercúrio, teu regente, guiará teu coração em um doce enlace.
Nas estrelas, teu caminho vai brilhar, longo e sereno, Somando sete mais sete, teu destino revelado será, ameno. Com paciência e fé, sob a luz dos céus, Descobrirás teu amor verdadeiro, como flores no jardim de véus.
Em meio às turbulências do mundo, ela encontra o silêncio na profundidade de seus olhos. Cada vez que seus olhares se cruzam, é como se suas almas meditassem em uníssono. O que antes era inquietação, agora é uma calmaria serena, onde a presença um do outro é tudo o que precisam. Nos braços dele, ela descobre que o verdadeiro silêncio não é a ausência de som, mas a presença de um amor tão profundo que aquieta a mente e embala o coração. São metades eternas, destinadas a encontrar paz e completude um no outro.
A verdadeira essência da bondade transcende dogmas e crenças impostas. Ela floresce genuinamente no coração, emergindo como uma pura expressão de compaixão, empatia e amor pelo próximo. Quando alguém age de acordo com preceitos religiosos apenas por obediência, suas ações são meros reflexos de um comportamento condicionado, como um animal que responde a comandos em troca de recompensas, sem compreender o verdadeiro valor de seus atos.
Por outro lado, a bondade autêntica é livre de grilhões e expectativas externas. Ela brota de um profundo entendimento e respeito pela humanidade, um desejo intrínseco de fazer o bem, simplesmente porque é o certo. Cultivemos, então, essa bondade que nasce do âmago de nossa alma, uma bondade que não necessita de regras ou recompensas para se manifestar. Que nossas ações sejam guiadas pela pureza das intenções, refletindo a essência mais pura e verdadeira de quem somos.
Ela caminhava pelo campo de flores silvestres, onde o vento dançava suavemente entre as pétalas, cada uma aceitando o movimento com graça. Seus pés descalços tocavam a terra macia, absorvendo a energia da natureza. No horizonte, o sol se deitava preguiçosamente, pintando o céu de cores quentes e vibrantes.
Em seu coração, havia uma serenidade rara, uma compreensão profunda de que a verdadeira felicidade não se encontrava em buscar incessantemente o que não tinha, mas em abraçar o que já estava presente. A cada passo, sentia-se mais leve, mais conectada ao momento. Não havia preocupações sobre o que não veio, apenas gratidão pelo que estava ali, ao alcance de suas mãos e de seu coração.
Ela parou um instante e olhou para o céu, sentindo a brisa fresca em seu rosto. Sorriu, compreendendo que viver uma vida bela e feliz era como aquele campo de flores: aceitar o que vier com o coração aberto, e deixar ir o que não vier, sem mágoa. A beleza da vida estava justamente nessa aceitação, nessa dança harmoniosa com o universo.
E assim, enquanto o dia se transformava em noite, ela se sentia completa. Sabia que a chave para uma existência plena estava em viver cada instante com presença e amor, aceitando com leveza tudo o que o destino trouxesse.
O lenço
Quando for sair leve dois lenços.
O do bolso da calça é para você.
O do paletó é para ela.
Se estiver frio e chovendo
e o carro estiver longe
ponha o seu paletó nela .
Honre ela e seja eterno enquanto durar.
Uma vela
A vida ela é como as chamas de uma vela - se o lugar estiver cheio de trevas apenas uma simples vela pode iluminar o lugar.
A vida ela acontece e também desaparece numa fração de segundos e se a minha vida não tocar outras
vidas - não faz sentido estar neste mundo!
"A minha vida não desrespeita a ninguém... Eu vivo ela tão intensamente que não tenho tempo para tomar conta da vida alheia"
A justiça existe, muito embora ela não chegue na hora em que todos os nossos sentidos clamam por ela.
Erga sua voz contra a injustiça! Não permita que ela ocorra ao seu lado sem que você faça nada. Defenda quem não tem condição e nem voz ativa.
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