Se ela quer Voar a porque tem Asas

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Não sei amar pela metade, não sei viver de mentiras, não sei voar com os pés no chão, não sei viver de meio termo, pra mim não existe, meia verdade, meio amor, meia mentira, só existe verdade, mentira e amor. meio termo pra mim é coisas sem sentidos.

Eu bebo é pra cair, se fosse pra voar tomava Red Bull.

EIS UM FATO: Você não pode voar como uma águia enquanto está cacarejando com galinhas. Diga não a mediocridade: SONHE GRANDE!

Não há nada que me tire o chão sou teimosa e sei voar.

Felizes são os "Loucos" que podem correr, fugir e voar sem sair do lugar =D

Existe uma frase, muito interessante, que diz que “Quem ama deixa o objeto amado livre para voar, se ele voltar, é porque você o merece, se não voltar, é porque você nunca o teve.”. Esta frase é muito bonita, bonita e verdadeira. Porém, também existe uma outra frase, tão verdadeira quanto à primeira, que diz que “Quem ama cuida.”. Mas se as duas frases são verdadeiras, como saber a qual seguir, se elas são de certa forma contraditórias? Isso é simples, basta saber a situação. O amor é como um pássaro, que como tal precisa ser livre para voar.
Mas assim como um pássaro ele também pode se ferir. Se machucar muito. O pior, é que muitas vezes este grande ferimento não vem de uma vez só, mas sim aos poucos, em pequenos ferimentos fragmentados. Muitas vezes ele consegue se levantar e seguir sozinho, consegue voltar para casa, voltar para seu lar. Mas para isso ele precisa que estes pequenos ferimentos sejam tratados, precisa perceber que está tudo bem. Mas muitas vezes ele é esquecido, e estes ferimentos se acumulam, chegando a tal ponto que ele está longe não porque está livre, mas sim porque está tão ferido que já não tem forças para voltar, não sozinho.
E é nessa hora que ele mais chama atenção, pia, pia e sussurra, em busca de ajuda, em busca de cuidado. Mas o engraçado é que muitas vezes esse ‘pios de dor’ são confundidos com ‘pios de liberdade’. E sofrendo, cada vez mais sofrendo, chega a um ponto que o pássaro perde as forças até mesmo pra piar, até mesmo para insistir com a sua vida. Porque ninguém percebe isso? É tão difícil assim?
Em muitos casos, esse é o momento que marca o fim da vida do pássaro, e essa morte veio não por ele ter sido livre, mas sim por ter se ferido inúmeras vezes, e ter tido estes ferimentos ignorados por aquela na qual ele mais confiava, na qual ele mais buscou apoio. Na maioria das vezes isso não é intencional, mas se deve pelo simples fato de ter sido confundido com a liberdade. Mas não, isso não é ser livre. Isso não é ser feliz Isso não é viver.
Ser livre, sim, ser livre é importante, mas mais importante do que ser livre é importante ser cuidado, sentir que você tem alguém para quem voltar. Por mais belo que possa ser, um pássaro é frágil, e muitas vezes pequenas coisas, como uma simples pedrinha, são capazes de causar grandes estragos no mesmo. E então, já parou pra pensar se o seu ‘pássaro’ é livre, feliz, ou se está longe porque está ferido?

O Pequeno Passarinho

O passarinho quereria voar para o Sol brilhante que lhe fascina o olhar;

quereria imitar as Águias, suas irmãs, que vê elevarem-se até ao fogo divino da Santíssima Trindade... Pobre dele! tudo quanto pode fazer é agitar as suas pequenas asas; mas levantar voo, isso não está no seu pequeno poder! Que será dele? Morrerá de desgosto, ao ver-se impotente?... Oh, não! o passarinho nem sequer se vai afligir. Com um audacioso abandono, quer ficar a fixar o seu divino Sol. Nada seria capaz de o assustar, nem o vento nem a chuva; e se nuvens sombrias chegam a esconder o Astro do Amor, o passarinho não muda de lugar, pois sabe que para além das nuvens o seu Sol brilha sempre, e que o seu brilho não se poderia eclipsar nem por um instante sequer.

É verdade que às vezes o coração do passarinho se vê acometido pela tempestade; parece-lhe não acreditar que existe outra coisa, a não ser as nuvens que o envolvem. É então o momento da alegria perfeita para a pobre e débil criaturinha. Que felicidade para ela, permanecer ali, apesar de tudo, e fixar a luz invisível que se esconde à sua fé!!!...

Jesus, até agora compreendo o teu amor para com o passarinho pois ele não se afasta de Ti. Mas eu sei, e Tu também o sabes, muitas vezes a imperfeita criaturinha, ficando embora no seu lugar (isto é, sob os raios do Sol), deixa‑se distrair um pouco da sua única ocupação; apanha um grãozito à direita e à esquerda, corre atrás de um vermezito... Depois, encontrando uma pocita de água, molha as penas ainda mal formadas; quando vê uma flor que lhe agrada o seu espírito entretém-se com essa flor... Enfim! não podendo pairar como as Águias, o pobre passarinho entretém-se ainda com as bagatelas da terra. Não obstante, depois de todas as suas travessuras, em vez de se ir esconder num canto para chorar a sua miséria e morrer de arrependimento, o passarinho volta-se para o seu Bem‑amado Sol, expõe as asitas molhadas aos seus raios benfazejos, geme como a andorinha e, no seu doce cantar, confia, conta em pormenor as suas infidelidades, pensando, no seu temerário abandono, conseguir assim maior influência e atrair mais plenamente o amor d’Aquele que não veio chamar os justos mas os pecadores... Se o Astro Adorado continuar surdo ao chilrear plangente da sua criaturinha, se permanecer velado..., pois bem: a criaturinha continua molhada, aceita ficar transida de frio, e ainda se alegra com esse sofrimento que, aliás, mereceu...

Ó Jesus! como o teu passarinho está contente por ser débil e pequeno. Que seria dele se fosse grande?... Nunca teria a audácia de aparecer na tua presença, de dormitar diante de Ti... Sim, aí está mais uma fraqueza do passarinho: quando quer fixar o Divino Sol, e as nuvens o impedem de ver um único raio, contra sua vontade os seus olhitos fecham-se, a sua cabecinha esconde-se debaixo da asita, e a pobre criaturinha adormece, julgando fixar ainda o seu Astro Querido. Ao acordar, não fica desolado, o seu coraçãozinho fica em paz, e recomeça o seu ofício de amor. Invoca os Anjos e os Santos que se elevam como Águias em direcção ao Fogo devorador, objecto do seu desejo.

E as Águias, compadecendo-se do seu irmãozinho, protegem-no, defendem-no, e põem em fuga os abutres que o queriam devorar. Os abutres, imagem do demónio, o passarinho não os teme, pois não está destinado a ser presa deles, mas da Águia que contempla no centro do Sol do Amor.

Por tanto tempo quanto quiseres, ó meu Bem-amado, o teu passarinho ficará sem forças e sem asas; permanecerá sempre com os olhos fixos em Ti. Quer ser fascinado pelo teu divino olhar, quer tornar‑se a presa do teu Amor... Um dia, assim o espero, Águia adorada, virás buscar o teu passarinho e, subindo com ele para o Fogo do Amor, mergulhá‑lo‑ás eternamente no ardente Abismo desse Amor, ao qual se ofereceu como vítima...

(História de uma Alma, Ms B 5rº-vº)

Eu aprendi a voar quando perdia minhas forças e o chão já me deixava no ar.

Alguns sofrimentos são necessários,
O medo serve para revelar afinal o tamanho da nossa coragem.

Enquanto caímos percebermos que a única saída é abrir as asas e encarar o céu,
confiamos que sob o vento de Deus e com as asas da fé nosso vôo será seguro !

Eu quero voar mas tenho medo de altura
O céu azul me dá tontura
Eu caio mas não chego ao chão
Estou certo, mas perdi a razão

Amar é como voar, como flutuar....
Mas... Quando pousamos nos sentimos pesados e cansados.

Quero voar como uma borboleta que acabou de passar pela sua metamorfose,transformando para melhor.Quero ser uma águia,veloz nas atitudes.Quero voar, ser livre.Sentir a brisa sem se preocupar com a chuva,tempestades,raios.

Ainda irei voar...
ir além dos sonhos...
além dos obstáculos que a vida me impõe...
além do amálgama da tristeza....
além do amor não corrrespondido...
além da dor da morte....
além da solidão...
além do além....
da linha do horizonte...

Elimine as âncoras que não te levam a lugar nenhum e se agarre aos balões que te permitem voar bem alto.

" Se eu pudesse voar, faria dos teus olhos meus infinitos.
Se pudesse mergulhar, mergulharia em tua alma,
em tua essência, mas se plenamente eu pudesse te amar,
te amaria para ser aquele que receberia sorrindo,
o melhor do teu coração...

Péssimo destino teve Ícaro ao voar próximo o sol, seguindo seu sonho e o alcançado para enfim ser queimado e jogado ao chão, me questiono se é um destino cruel ou o débito de sonhar de forma tão extraordinário.

EU AMO VOCÊ

Eu queria ser um pássaro
por entre árvores voar,
pousar diante de você e
dizer o que sinto...

Gostaria que você me visse
nu de preconceitos
despido de medos
totalmente seu...

Você não compreende
não quer enxergar,
reluta em despertar
para a realidade que é sua!

Estou sendo prosaico
quase me envergonho
contudo me exponho
e lhe proponho...

Vamos nos ver, quem sabe?
Juntos estaremos hoje?
Por algum tempo talvez?
Certamente... eu estou com saudades...

A vida é como uma pista de pouso de avião: liga o nada ao nada. E só faz sentido se você voar.

Sinto que preciso correr. Talvez voar. Sinto os dias secos. O sol queima, a vida anda num ritmo mais lento, mais cadenciado. Quero contato, quero luz, água da fonte pra beber. Preciso respirar. Quero ouvir o som da minha própria voz.
Quero que a vida me escute:preciso falar..

Quando cansar de voar, vire o mundo o céu vira mar.

Divagações...

Quem me dera ser águia a voar através do sol, desconhecendo - das próprias asas - os limites... Ou notas musicais - em âncoras transformadas - eternizando fragmentos de um tempo intensamente vivido... Ou, então, mar de águas claras, de ondas valentes, de mistérios profundos a transmutar sentimentos do (a) poeta em poemas versados no ontem, hoje, sempre...