Se ela quer Voar a porque tem Asas
O sábio é sábio porque sempre tem humildade para entender o que não sabe. Vive aprendendo porque sabe que ninguém é sabe tudo.
O mar só tem força porque recua antes de avançar; não tema os dias de maré baixa, eles são o ensaio para a sua maior onda.
Algumas pessoas não perguntam porque são covardes e têm medo da verdade..
Preferem o silêncio porque sabem que a resposta pode destruir a fantasia que sustentam.
Outras não perguntam porque são trouxas e acham que já conhecem a verdade.
Confundem amor com posse e confiança com certeza absoluta.
Tem dores que não passam. E tudo bem.
Porque viver não é correr pra sair da dor
é aprender a caminhar com ela sem se perder de si.
Eu já quis respostas. Já tentei controlar o caos.
Hoje, escolho só viver.
Com presença.
Com coragem.
Com mais gratidão do que reclamação.
Não tô esperando um “depois que tudo isso passar”.
Tô vivendo o agora, porque é nele que a transformação acontece.
Mesmo quando ela não faz barulho.
Mesmo quando ela ainda dói.
-andressamedlem
Porque temos pagar para entrar numa igreja...? A fe tem preço.
Terrenos vendidos no ceus edificações para ricos, antes de morrer passe seus bens para igrejas....
Dei seu dizimo passe as ofertas.
Passe pix ou cartão também aceitamos o QR code.
Ou marque nossa conta.. 666 número da besta aceitamos ate seus dividendos e predatórios...
Qual valor da salvação, se Deus está em todos lugares.
Diz que vende feijão santo o sal dos milagres aonde esta a fe...
Precisamos de voce a um caminho maior venha para fogueira santa passe seu carro para igreja.
Na vida, a gente não tem certeza de nada, só da partida, que ainda é incerta, porque não sabemos o dia, nem a hora.
Jesus falou isso, e todo mundo acha que se trata da volta dele, quando na verdade a metáfora se trata da morte.
Tem uma coisa curiosa sobre a gente que ninguém conta no manual da vida, até porque esse manual nunca foi entregue. A gente sonha coisas que parecem roteiro de novela das nove, cheio de drama, olhar atravessado e silêncio pesado. Acorda meio confusa, meio irritada, às vezes até com vontade de tirar satisfação de algo que, tecnicamente, nem aconteceu. E aí vem a frase racional, quase como uma tentativa de se proteger do próprio coração: sonho não é prova de nada. E não é mesmo. Se fosse, a gente já teria perdido o juízo há muito tempo.
Mas também existe essa outra verdade, mais quieta, mais sutil, que chega sem fazer alarde: sentimento não nasce do nada também. Ele não brota como mato em terreno abandonado. Tem raiz. Tem história. Tem pequenos detalhes acumulados que a gente vai fingindo que não vê, vai empurrando para debaixo do tapete emocional, como quem acredita que ignorar é o mesmo que resolver. Não é.
Às vezes, o sonho é só um exagero da mente, um teatro meio bagunçado do que a gente viu, ouviu ou temeu durante o dia. Mas o sentimento… esse é mais honesto. Ele pode até se confundir, pode até exagerar, mas dificilmente é totalmente inventado. Ele costuma ser um sussurro do que já estava ali, pedindo atenção, pedindo nome, pedindo coragem.
E eu fico pensando que o problema não está no sonho em si. Está no que a gente faz depois de acordar. Tem gente que ignora tudo, como se nada tivesse acontecido. Tem gente que se afoga naquilo, como se fosse uma verdade absoluta. Mas talvez o caminho mais difícil, e mais verdadeiro, seja olhar para dentro com uma certa sinceridade desconfortável. Aquela que não acusa ninguém primeiro, mas também não se abandona.
Porque sentir não é crime. Mas também não é sentença.
É só um convite. Um convite para investigar o que dentro da gente está pedindo mais cuidado, mais atenção, mais verdade. Às vezes não tem nada a ver com o outro. Às vezes tem tudo a ver com inseguranças antigas, com medos que a gente achou que já tinha superado, mas que só estavam quietinhos, esperando uma brecha.
No fim das contas, sonho pode até ser ilusão. Mas o que a gente sente… isso é real o suficiente para merecer ser ouvido, nem que seja em silêncio, numa conversa sincera consigo mesma, dessas que a gente evita, mas sabe que precisa ter.
E se você já se pegou pensando assim, talvez não seja sobre desconfiar do mundo. Talvez seja sobre entender melhor o seu próprio coração.
Agora me conta uma coisa… já aconteceu de você acordar com um sentimento que parecia mais real do que o próprio dia?
E quando terminar de refletir, clica no link da descrição do meu perfil e vem conhecer meus e-books. Eu escrevo como quem conversa, e talvez você se encontre em alguma dessas palavras.
Não tem escapatória, minha gente, e eu falo isso rindo com um leve desespero elegante, porque no fundo eu sei que é verdade daquelas que não pedem licença pra entrar. A gente pode até caprichar no nome, escolher uma fonte bonita pra lápide, deixar datas organizadinhas como quem monta um feed harmônico, mas em algum ponto da eternidade… pronto, virou história apagada, arquivo morto do universo, figurante do esquecimento. E eu acho isso de um humor ácido quase genial, porque passamos a vida inteira tentando ser memoráveis, enquanto o tempo, debochado, está só esperando a nossa vez de virar poeira premium.
Eu imagino a cena como se fosse uma grande fila invisível, todo mundo muito ocupado vivendo, pagando boleto, se apaixonando errado, acertando por sorte, tirando foto bonita do céu, e lá no fundo, bem no fundo, tem uma plaquinha piscando em neon: “em breve, todos indisponíveis”. E a gente segue. Segue como se não soubesse. Ou pior, como se tivesse todo o tempo do mundo pra começar a viver de verdade depois.
E é aí que mora a ironia mais deliciosa e cruel. A gente adia o riso, economiza abraço, engole vontade, guarda palavras como se fossem peças raras de museu, sendo que no fim… ninguém leva nada. Nem o orgulho, nem o medo, nem aquela discussão que parecia tão importante às três da tarde de uma terça-feira qualquer. Tudo fica. Tudo perde o sentido. Tudo vira silêncio.
Eu, sinceramente, acho cômico. Trágico, sim, mas com uma pitada de comédia existencial que me faz rir sozinha às vezes, tipo quem entendeu a piada antes dos outros. Porque no final das contas, somos isso mesmo: poeira com consciência, tentando dar significado ao intervalo entre o nascer e o desaparecer.
E aí vem aquele conselho que todo mundo já ouviu, mas que quase ninguém leva a sério de verdade: viver o agora. Parece frase pronta de caneca, mas quando a gente para pra encarar sem filtro, dá até um friozinho bom na barriga. Porque o agora é a única coisa que não mente. O agora não promete, não enrola, não cria expectativa. Ele simplesmente acontece. Cru, intenso, imperfeito… e absurdamente precioso.
O futuro? Ah, esse é um mistério com data garantida e roteiro desconhecido. A única certeza é que ele chega. Mas como chega… ninguém faz ideia. E talvez seja exatamente isso que deveria fazer a gente viver com mais coragem, mais verdade, mais presença. Porque esperar o momento perfeito é quase uma piada interna do universo. Ele não vem.
Então eu decidi, entre um pensamento profundo e outro completamente inútil, que vou viver como quem sabe que é passageira, mas não insignificante. Vou rir mais alto, amar mais sem cálculo, sentir mais sem pedir permissão. Porque se no fim eu vou ser esquecida mesmo… que pelo menos eu tenha sido intensamente lembrada por mim enquanto estive aqui.
Tem portas que eu fechei, não porque nunca mais vou abri-las, mas porque quem me feriu, nunca mais deixarei entrar.
Gálatas 5.6-13: Porque em Jesus Cristo nem o arminianismo nem o calvinismo tem valor algum; mas sim a fé que opera pelo amor. Na liberdade vocês estavam bem; quem vos pré-determinou, para que não obedeçais à verdade? Um pouco de filosofia e logica grega leveda toda a massa. Confio de vós, no Senhor, que nunca pregou nem arminianismo e nem calvinismo, mas apenas o evangelho do Reino, que vocês não busquem outra coisa; mas aquele que vos inquieta, seja ele arminiano ou calvinista, sofrerá a condenação. Eu, porém, irmãos, se prego o pré-determinismo (Ab absurdo), que Deus determinou uns para a perdição e outros para salvação por que sou, pois, perseguido? Logo o escândalo da cruz está aniquilado, que Cristo morreu por todos os homens é uma mentira (João 3.16; Atos 10.34; 1ª Timóteo 2.1-4; 2ª Coríntios 5.15; 2ª Pedro 3.9). Eu quereria que fossem cortados aqueles que vos andam inquietando com essas doutrinas estranhas. Porque vós, irmãos, fostes chamados para o livre arbítrio. Não useis então o livre arbítrio para ficar refutando os calvinistas, mas andai em comunhão uns aos outros pelo amor. Na liberdade dAquele que nos criou livres,
Tem muita gente quebrando a cara na vida, porque estão tentando a sorte ao invés de deixar Deus agir.
Sortudo mesmo é aquele que espera com paciência no senhor.
Não consigo entender porquê o indivíduo trabalha doze horas por dia sem folga e tem ossos para comer.
E esta feliz por isso.
Come carne de burro e é feliz.
Acha que políticos devem comer do bom do melhor pois a riqueza é para ser desfrutada por ricos apenas.
A alienação intelectual é uma pena parte do domínio mental.
E o baixo intelectual com excesso de ignorância.
Por aonde estamos e caminhamos as escolas não tem o ensino da filosofia e sociologia assim domínio mental se torna fácil e manipulável.
A felicidade e dor a pragmática é simplicidade uma das consequências de pular num abismo político aonde ate o Caos absoluto tem uma beleza e glamour. Na onde o veneno é doce.
O veneno em pequenas doses é um calmante da ao corpo o paradoxo do alívio.
Tem púlpito que Deus vai calar, e boca que Ele vai abrir — porque o som do arrependimento é mais poderoso que o som do microfone.
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