Se ela quer Voar a porque tem Asas
A mulher é um elo dourado do tempo que está preso entre o céu e a terra. Como um anjo sem asas oscila entre o sagrado e o profano.
No corpo
Crio asas pesadas
Voam precipício abaixo
A cada segundo
A distância diminui
Até que não há onde descer
Deito-me e descanso
Duas coisas fazem as pessoas voarem: Asas e Livros...
Dê qualquer um das duas a uma pessoa... só não se espante se depois ela quiser voar longe de você, em ares que ainda não voou.
"Liberta-te de tuas próprias grades, para que o mundo ouça o som de tuas asas a explorar o horizonte."
O bater das suas asas me derrubou.
Caído, só implorava seu retorno.
Ao subir, uma pena se desprendeu,
pena que ligada a mim ficou.
Nunca mais senti pena, desde que senti a pena.
Fui ao topo da montanha mais elevada,
e alcei voo com asas de beija flor,
senti a alma congelada
junto ao orvalho da noite em torpor
Tal qual borboleta, voei dias e noites,
delirando de jardim em jardim,
senti perfumes, espinhos, açoites
tudo isso e mais, à procura de mim
Assim mais forte, sempre em quimera,
fui remédio de minha própria dor,
fui tempo, fui verbo e espera,
tudo em nome do amor !
Minhas asas
Vou escrevendo...
Descrevendo o que minha alma pede...
Determino...
A inspiração contínua...
Tem horas...
Não sei se vou finalizar...
Vou assim...
Dedilhando...
Borrando...
Restaurando...
Rasurando...
Poema curto...
Ou longo...
Imponente...
Impotente...
Uns podem até me chamar de demente...
Não uso martelo...
Nem marcador amarelo...
Imaginando...
Vou apenas voando...
Sem rumo...
Sem destino...
Fico as vezes á pensar até que sou um menino...
De pouquinho em pouquinho...
Vou brincando e sorrindo...
Elevo meus pensamentos...
Ando no além...
Viajo com minhas asas....
E nem sei se volto de trem...
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que voa.
"Aos pássaros que voam pelos céus da esperança, usando a força de suas asas para alcançar as montanhas de conquistas e realizações, levando na leveza de suas penas, a suavidade para percorrer com sensibilidade os expressivos caminhos de uma poesia”
Dedicatória aos Pássaros do livro Fragmentos Poéticos de um Conviver do autor Markenciano.
Eu voei para não voltar
Dividi-me em pensamentos
Para não ter de pensar
Queimarei as minhas asas para não ter de voar
Dando asas a imaginação,
me rendo a renovação.
Supero qualquer condição,
aceito minha individualidade.
Sinto a paz e seus efeitos.
Reconheço meus defeitos
e a constante volatilidade.
Moldando minhas atitudes,
exerço a plenitude.
Quebro os meus entraves!
Asas da poesia.
Apliquei alguns enfeites em meu versos...
Dando a eles...
Um direito de ir sem volta...
Voando junto com eles....
E fui aplicando em cada um...
Uma sensibilidade de sentir...
Aguçados olhares...
Cada um com uma magia em captar imagens....
O verso que se soltou e vôou...
Coloquei nas asas dele inspirações poéticas...
Na eufórica dor de cada asa...
Uma lacuna na alma se abria...
Os versos que tinham ficados...
De repente...
Voltaram...
E assim...
Mais um poema...
Aqui se formou....
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
Asas de Condor.
Coração de Beija-flor
Pela vida...
Um sonho sonhado...
Ou um sonho premeditado...
Não me lembro...
Movido por uma loucura insana...
O Pássaro ferido se curou....
Vôou...
Adentro de uma gaiola....
E as portas ele arrebentou...
Quebrou e pisou nas grades...
E Levantou...
Com Asas de Condor...
Com um Coração de Beija-flor....
E com Alma de lavrador...
Plantei algumas sementes...
E agora sou Caçador....
Um desejo louco....
Apenas de voar...
De Atravessar o universo...
Nesse mundo de poesias e versos....
No meu primeiro vôo...
Achei que eu iria cair....
Pairei sobre os céus...
Rasgando todos os véus....
Voar livre...
Apenas voar....
Alto....
Muito alto....
Então...
Abraços pra ti solo bonito....
Mais que enlouquecido...
La vou eu....
Sonhando e voando....
Se aqui sou um problema...
Então aqui eu sou o Tema....
Paraquedas....?
Pra quê....?
Se o infinito é o limite....
Espírito único...
Grito louco e agudo...
Mais que absoluto...
Ecoa junto as estrelas...
Se isso é loucura....
Assumo...
Na dança da poesia....
A natureza se faz Realeza....
É nela que sinto...
O ar que respiro....
Se sou Águia...
Então sou de Rapina....
Vejo o luar....
Brilhar com tom de cinzas....
Devoro a solidão....
Sou fruto da terra....
Sou filho do Homem....
Que um dia prometeu....
E é o único que faz....
Na era de hoje....
O antigo me fascina....
Tecnologias...
Passo na peneira...
E dou uma sacudida...
E escolho...
Uma ou duas....
Quieto voando....
Me isolo do mundo.....
Nesse solo sagrado....
Eu quebro os espinhos
Sou o peixe do mar...
E nele...
Mergulho até o profundo.....
Ainda menino....
Astuto e não corro perigo....
Fonte de água viva...
Bebo dela todo dia....
Entender tudo isso...
Nem me atrevo...
Porque não consigo....
Apenas deixo as minhas asas...
Me levar....
Onde eu preciso....
Me descubrir..
Jamais eu saberei quem eu sou....
Estou ainda voando....
Se posso voar....
Dizendo que isso é poesia...
Então finalizo....
Flutuando pelos ares...
Onde nem eu mesmo sei...
Pra onde vou....
Autor:José Ricardo
Alma Paranaense
Viajei pelo infinito...
Com minha asas reforçadas....
Em vôo frenético...
Subi no espaço....
Bem acima das nuvens....
Perto das estrelas....
E fui pairando no Ar....
Com minhas inspirações....
Voltei no tempo....
Buscando o passado....
Dos anos dourados..
Senti algo tão profundo....
Levado pelo vento....
E com meus pensamentos...
Pisando em minha terra....
Naquele solo sagrado.....
Grande Estado do Paraná.....
Lá de cima...
A saudade bateu...
O sangue ferveu....
Atingindo e ferindo....
O centro de meu peito...
Foi forte demais...
Da saudade que doeu...
Do amor pela minha terra...
Um carinho do tamanho do céu...
Me trazendo de Volta....
Uma eterna recordação.....
Nessa viajem...
Vaguei longe...
Fui entre vales e serras...
Rios e montanhas,
Grandes fazendas...
Lagoas e cachoeiras.....
Nessa memória...
Algo me amarga...
E ao mesmo tempo me adoça...
De lembrança boas...
Que até hoje me acompanha...
O velho barulho....
Dos touros berrando...
Lá na gruta...
Ouvia seu rugindo...
O galo despertando....
E os passáros cantando....
O barracão....
E o terreirão....
A tuia de milho....
E nós...
Abrindo de porteiras....
O apito...
Era a garganta....
Bastava gritar....
Para o gado juntar....
A fumaça do fogão de lenha...
Toucinhos e linguiça no varal....
Uma pitadinha de sal....
Conservando no tempo....
Da minha casa...
Que imagem bonita...
O gado na estrada...
Levantando poeira....
Passa o tempo..
Mas isso...
Nada pode apagar...
O que ficou...
Apenas saudades....
Dessa mocidade....
Que um dia eu vivi....
Tento não lembrar....
Os olhos marejam...
Ficando brilhantes....
Das lagrimas que descem....
Ah familia Melo...
Essa alma sulista..
Zelo eu por ela....
E cada vez mais...
Me apego no travesseiro....
E volto a viver....
Essas ricas lembranças...
Talvez de outro modo....
Vivo em outro lugar....
Mas nada tem igual...
Dos tempos que se foram....
E não voltam mais...
Cheiro de mata...
Terra molhada....
Comida feita a lenha...
Até hoje...
Posso até sentir...
O seu paladar.....
Essa alma Paranaense....
Soltas risos e chora...
Mas essa terra...
Nunca esquece.....
Um dia....
Quem sabe eu...
Posso regressar....
E nesse chão....
Ainda vou chorar...
Com minhas lágrimas...
Aquele solo regar...
Aqui...
No âmago de minha alma....
Os cantos dos pássaros...
Gorjeia sem parar...
Todod dia...
Eu Acordo com o som...
Do cantar....
Dos lindos sabiás....
Autor :José Ricardo
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