Se ela quer Voar a porque tem Asas
A humanidade e a ciência tem evoluído de forma significativa.Logo,experimentos em camundongos provoram que duas fêmeas podem se reproduzir com o mesmo material genético.Foi descoberto o espermatozoide feminino e óvulo masculino possibilitando,em futuro próximo,a reprodução de casais estéreis e homoafetivos. A bioética poderia aprovar o experimento em seres humanos caso ocorra uma alta queda da taxa de natalidade ou uma guerra mundial colocando risco a uma possível extinção da espécie humana.Algo extraordinário como a benção de casais homoafetivos foi aprovado nas igrejas católicas do mundo inteiro ajudando a diminuir o preconceito com os casais homossexuais.
A sabedoria popular diz que a mulher que tem mais livros que sapatos é a mulher ideal para se constituir família.Mas,hoje com tantos streamings na TV e tantos ebooks e audiobooks podemos dizer que a mulher que é culta e que gosta de livros,ebooks,audiobooks e de assistir séries e filmes na TV também é virtuosa e continua tendo poucos sapatos.Logo,é a melhor companheira.
As Supergirls são mulheres que também têm problemas pessoais, mas que são resilientes o suficiente para transformar as adversidades em grandes vitórias.
Quem tem maturidade, responsabilidade, constância nas decisões e não muda o curso universitário que escolheu, tem maiores chances de continuar os estudos através de um mestrado e um possível doutorado ou pós doutorado, podendo exercer com excelência a docência no ensino superior.
As pessoas que têm paciência podem alcançar grandes vitórias, pois possuem altos graus de sabedoria e resiliência.
NÃO HÁ ARCO-IRIS NO MEU PORÃO.
Capítulo II
— O Amor que Ninguém Vê.
“Há dores que têm nome de silêncio. Há amores que desfalecem no escuro.” Camille Monfort.
Ela ainda estava lá.
Não no tempo, nem na fotografia que amareleceu sobre o piano que já não toca mas em mim.
Nas dobras encharcadas da memória, onde até hoje a musselina da tua ausência dança, viva, como um véu de névoa sobre a ferida que não cicatrizou.
Teu nome, Camille, é agora um sussurro que me rasga por dentro —
e não há mais quem o ouça,
senão os fantasmas que deixaste quando partiste.
Nunca soube se foste amor ou febre.
Talvez um delírio.
Ou o último lampejo de beleza antes do colapso.
Tua presença era feita de sombra líquida, de olhos que atravessavam as paredes do mundo e diziam coisas que minha razão jamais soube traduzir.
Na tua boca morava um lamento antigo, como quem tivesse amado demais noutra vida e voltasse para cobrar os restos.
E eu —
tão sóbrio, tão lógico, tão homem —
me vi desfeito no avesso da razão.
Como se tua aparição tivesse escancarado em mim uma porta que dava não para o céu, mas para o porão da minha própria alma.
E lá, entre espelhos rachados e cartas nunca enviadas, te reconheci:
não como um anjo —
mas como a mulher espectro que me revelou tudo o que eu escondia de mim.
Foi amor.
Mas desses que ninguém vê.
Porque amar-te era uma doença sem nome,
um ritual sem altar,
uma febre que só ardia quando a cidade dormia.
Não, Camille, tu não foste feita para os olhos do dia.
Tu eras para ser lembrança,
para ser poema escrito com sangue no diário de quem nunca será lido.
E por isso permaneces viva —
não na realidade que nos negou,
mas nos reconditos mais obscuros de mim, onde ainda habita o menino que chorou quando você não veio.
O que mais dói não é o amor que acaba.
É o amor que ninguém viu ou sentiu nascer.
A Lei Natural que Une os Dois Mundos.
Ao afirmar que “as manifestações espíritas nada têm de maravilhoso e sobrenatural”, Kardec estabelece uma ruptura com a antiga visão mágica e religiosa dos fenômenos mediúnicos. Ele nos convida a compreender que a comunicação entre encarnados e desencarnados é regida por leis naturais, tão exatas quanto as que governam a gravitação universal.
O Espiritismo, portanto, não cria os fenômenos, mas os explica. Assim como a eletricidade sempre existiu antes de ser conhecida, as manifestações espirituais também se deram em todos os tempos — apenas eram interpretadas de forma equivocada, como milagres ou prodígios divinos.
---O Caráter Científico da Doutrina.
Kardec afirma:
“O Espiritismo é a ciência que nos faz conhecer essa lei, como a mecânica nos ensina as do movimento, a óptica as da luz.”
Nessa analogia, ele situa o Espiritismo entre as ciências naturais, pois seu objeto de estudo é uma lei universal que regula as relações entre os dois planos da vida.
A experimentação metódica observação, comparação e dedução foi o caminho pelo qual Kardec comprovou a realidade dos Espíritos e a comunicabilidade da alma após a morte do corpo.
Assim, o Espiritismo é uma ciência de observação e uma filosofia de consequências morais, porque, ao demonstrar a sobrevivência do Espírito, renova toda a concepção humana sobre a vida, a morte e a responsabilidade moral.
A Comunicação com o Mundo Invisível.
A comunicação entre o mundo visível e o invisível é, pois, um intercâmbio natural e constante. Os Espíritos não se encontram afastados de nós por abismos insondáveis; vivem em dimensões vibratórias próximas, participam de nossa vida, influenciam-nos e são influenciados por nossos pensamentos e sentimentos.
Kardec amplia essa compreensão em O Livro dos Médiuns, ao definir a mediunidade como uma faculdade orgânica, inerente ao ser humano, e não privilégio de alguns. Essa faculdade é o instrumento biológico da comunicação espiritual, funcionando segundo leis do fluido vital e do perispírito temas que a ciência contemporânea começa, lentamente, a tangenciar sob a ótica da consciência e da energia sutil.
Conclusão Reflexiva.
O que outrora se via como milagre, hoje se entende como expressão das leis divinas em ação.
Com o Espiritismo, o “sobrenatural” desaparece, e em seu lugar surge o natural desconhecido.
Assim, conhecer o mundo espiritual é conhecer uma dimensão legítima da própria natureza, revelando que a vida continua, que a alma pensa, sente, age e se comunica.
“O Espiritismo é a chave que nos abre o santuário das coisas invisíveis.”
— Allan Kardec, O que é o Espiritismo, 2ª Conversa, tradução de José Herculano Pires.
Na suavidade de gestos,
Expressa sua simplicidade,
Sua Liberdade não tem preço,
Ter o espírito liberto é raridade.
De um Coração Intenso,
O seu Amor transforma-se
tornando-se mais leve,
liberto, sem peso,
Tem apreço
por uma vida de leveza
como a de um vôo tranquilo
nas asas de uma linda borboleta.
Cada flor tem os seus espinhos
e sua própria essência,
mostrando que um árduo caminho
pode ter uma agradável recompensa.
Pessoas que têm amor próprio
valorizam nossas qualidades,
apesar de nossos defeitos,
As que não se amam,
Enfatizam ou inventam os nossos erros,
Ignorando nossas prudentes habilidades
E todas fazem jus a nossa notoriedade
por nos fazerem lembrar
o bem de por si ter amor
e o dano por não si amar.
A Lua tem suas fases,
A Rosa seus espinhos,
Mas são Belas e Amáveis
Apesar das Adversidades
nos Caminhos.
O tempo está passando
E Não tem paciência pra esperar
Que você perceba que ninguém
vai viver sua vida,
Nem Sentí-laem seu lugar,
No futuro, lamentar será inútil,
Pra o passado não poderá voltar,
Para tentar evitar este impasse
Deve ser astuto no presente
antes que seja tarde.
Você tem um lindo sorriso,
Um abrigo mais oportuno
Em tempos de conflitos
Que faz sentir-me seguro,
Espero que sejasempre recíproco.
Valorize o amor
Inspire a simplicidade
Tempo tem valor
Ótimos, alguns detalhes
Recomece se preciso for
Ignore a futilidade.
Ame com fervor e viva de verdade.
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