Saudades de Quem Mora longe
Cada vez mais a igreja está se distanciando da verdade e seus membros vivendo uma vida hipócrita, com vestes manchadas de pecados, entrando no templo e saindo dele vazios.
Livre-se dos velhos amores e das saudades de antigos relacionamentos, pois no leito conjugal não pode haver
lembranças ou comparações, ocupando o mesmo espaço.
Podem substituir a saudade do cônjuge por orações, telefonemas e depois com presentes e declarações afetuosas.
Torne a sua caminhada inspirada por alegria e bons pensamentos e logo a distância lhe será curta, favorável
e recompensada.
Distancia tua alma da vingança e dos maus pensamentos,
pois a tempo encontrarás paz e segurança para andares
tranquilo e desimpedido.
Deus deu a capacidade da força física aos homens para caminharem grandes distâncias, porém muitos deles não conseguem caminhar para uma igreja próxima para ouvir a Palavra de Deus.
No campo das emoções Satanás tem desequilibrado a muitos na ausência de fé e na estabilidade emocional.
Quanto mais o homem se distanciar do espírito, mais problemas e dificuldades terá o seu corpo e mais perturbações terá a sua alma.
Perdão é encontrar-se com o próximo bem distante, no mesmo lugar em que você está presente, para abraçá-lo como um irmão saudoso e querido.
A distância do marido entre a casa e o barzinho é a mesma distância que separa o seu coração da esposa, para bebemorar os piores sentimentos entre amigos.
A ausência de propósitos na vida de qualquer obreiro faz o seu dia, a sua semana, o seu mês e o seu ano inteiro permanecer vazio, sem esperança e sem foco.
Quão distantes estão dos seus pais os filhos da rebeldia, obstinação e da hipocrisia, porque seguem valores deturpados da boa moral e do bom senso.
Ninguém faz nada sozinho, ainda que esteja isolado na ilha mais distante da civilização, porque nele há uma força propulsora para o bem ou para o mal.
Hoje eu acordei com saudade do "trem".
Mesmo a estação sendo bela, algo em mim clama por notícias do passageiro.
Será que está bem? Será que as paisagens que agora contempla são tão belas quanto as que um dia dividimos?
Me deu vontade de sentir de novo o abraço, o cheiro, de mergulhar no universo dos seus olhos.
Mas eu choro.
E dói.
Dá vontade de pegar o telefone, de buscar a voz que acalmava, mas não posso.
Na nossa última conversa, algo em mim se quebrou.
Houve um “ponto final” – literal e escrito (ponto final).
Ainda assim, eu não consigo guardar ódio.
Não consigo apagar o brilho do trem que passou por mim, mesmo que tenha partido. Foi lindo.
Foi uma viagem que me ensinou tanto sobre mim, sobre o amor, sobre a vida.
Como eu queria sentir aquele abraço mais uma vez, o carinho que parecia eterno.
Mas o medo me trava.
O medo de me aproximar e ser deixado novamente, despedaçado em pedaços tão pequenos que mal conseguirei recolher.
O medo de expor o que sinto e encontrar do outro lado um silêncio que fere mais do que mil palavras.
O que aconteceu entre nós é grande demais, complicado demais.
Parece que não temos volta.
Parece que esse trem nunca mais parará na estação onde eu estou, mesmo que eu fique esperando, mesmo que eu deseje tanto que o som dos trilhos ecoe novamente.
Eu sinto saudade.
Uma saudade que parece querer explodir meu peito.
Eu sinto sua falta.
Se um dia você ler isso, saiba:
Eu agradeço.
Agradeço por tudo o que fez por mim, por cada instante, por cada ensinamento.
Agradeço até por ter resistido tanto antes de desistir de nós.
E, apesar de tudo, eu não quero dizer adeus.
Eu digo: até breve.
Sempre tive você em meu coração, pois é muito especial.
Mas houve kilometros de distância que nos separou.
Abri mão do nosso amor, mas nunca abrirei mão de você, meu anjo lindo.
Não ouso sonhar como antes,
Não ouso sonhar.
Do passado a vista do futuro era linda pois,
Distante, mil estrelas no destino eu poderia bordar.
Já assim, na metade de mim,
Sendo mais fim do que estrada
Distante do Tudo e perto a Nada
Eu não ouso sonhar.
A verdade calça-me apertada
Estreito minha vista pois
Doer-me-ia ver a vida larga
E como antes, imaginar...
Vil seria sonhar agora
Sem tempo para me ludibriar
Do passado, minha visão enganosa
Não soava mentirosa, com o tempo a me afagar
Agora; sem tempo e com amor
Temo e tremo a me moderar.
Quem ama nunca é livre - domesticamo-nos
E quem não ama,
Condenado ao vazio, está.
Liberdade não existe em um corpo
Ocupado por uma alma a latejar.
Amanhã serei nada
Ó doce estrada
Como eu te sinto
Como eu te vivo
E já sinto saudades
Ó cheiro do passado e do destino
Acordo às noites
Com medo da morte e do não existir
Ó corpo que sente
E que ama
Que fala far-me-á existir
Tudo é pó, tudo é pó
Me resta esperar no Amor
Tudo é pó, tudo é pó
Só não o sonho que nos criou
Ó minha alma, como te sinto
Te desejo
Beijaria teus lábios com meu corpo,
Tu fora de mim, como vento
Ó tempo, o que serão de meus olhos?
O que tornar-se-á minha carne?
Para onde irá meu Eu...
Não quero fechar meus olhos
Para todo sempre
Eu preciso ver as estrelas de outro lugar
Céu, exista para sempre
Conosco sendo dois
De tua parte, quero ser apenas corpo corrente
Mas que eu possa amar, que eu possa criar
É minha a Tua vaidade
Pois me criaste, e eu criei a Ti
Para nós reparamos e nos adorarmos
Para além de qualquer tempo
Infinitas almas não o Amam um centésimo de como amo e conheço a Ti...
Não feche meus olhos para todos os mundos
Não cesse meu faro
Quero cheirar para sempre em Teus mundos
O perfume de Teu frescor
Acordo com medo da morte;
Miro-me no espelho
Meus olhos são os mesmos
Desde que criaste a mim...
Pele, minha pele... Como amo existir
Dói me viver, doce sofrimento nutrindo minha alma de prazer
Como é bom chorar te esperando
Dormir contigo sonhando
Acordar, e nas canções te sentir...
Amo sofrer temendo partir e não honrar-te
Em meus desígnios
Amo adorar-te em cada gesto
Vivo para alegrar-te
Enquanto me sorri...
De nada posso comprovar-te
Mas constato-o em meu sentir
Meu Pai, quero creditar-te
Quero creditar-te fora de mim
Poções de água, cheias de mágica
Que não se podem ver
Nada alcança-te
E Tu, em tudo estás
Te amo em cada ser
O temo em cada despedida
Doar-me-á nossa despedida
Para muito, muito, longe daqui
Onde não há sonhos
Nem corações como músicas a pulsar
Bombeando nosso sangue vermelho
Como Tua paixão a nos animar...
Tende piedade dos meus medos
Abraça meu mau
Proteja-me de mim e de meus sedentos instintos.
Tudo quero dar;
Tudo eu quero ter...
Tende compaixão da minha dor ao perder
Todos os dias para mim mesma...
Por sem razão eu arder
E adorar a loucura de me queimar
E repousar em Teus braços
Pois sei que sempre irá me perdoar
Me desculpe por abusar de Ti em meus sonhos e ideais de bençãos
Perder por confiar
Obrigada
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