Saudades de Prima
Simplemente saudade de um abraço e um beijo que me completa
Um perfume que me embala e uma mão que me aperta!
Por trás de cada saudade um adeus mal dado. Por trás de cada sorriso um monte de obstáculos. Por trás do amor o coração partido diversas vezes. Por trás de cada alegria, centenas de tristezas.
Sonho pelo retorno daqueles que perdemos. Sonho pelo fim da distância. Sonho em anestesiar saudades. Sonho em não precisar mais acordar.
"Saudade de você é igual aquelas bobagens que eu ainda tenho no quarto, que nunca mais vou usar, e que não tenho onde guardar... mas guardo."
Quando me vem as lembranças , sinto tanta saudade e um pesar que chega a doer, dá um nó na garganta.... e sou obrigada a engolir a seco.....
ERAM NOSSOS AMIGOS
Um dia a maioria de nós iremos nos esquecer.
Sentiremos saudades de todo carinho ofertado,
da atenção dispensada, dos sonhos que tivemos,
de tantos risos e momentos que compartilhamos.
Saudades até dos momentos divididos, da reciprocidade
dos ínicios, das vésperas de finais de semana,
dos finais de ano comemorados, enfim...do companheirismo vivido.
Sempre pensei que todas amizades continuassem para sempre.
Hoje não tenho mais tanta certeza disso.
Em breve cada um vai pra seu lado, segue a sua vida,
talvez, poderemos nos encontrar por um mero acaso.
Um papo ao telefone, um e-mail e as velhas lembranças...
Aí os dias vão passar, meses, anos,
até este contato tornar-se cada vez mais raro.
Vamos nos perder no tempo e esquecer os nomes.
Um dia nossos filhos verão aquelas fotos e mensagens
e perguntarão: "Quem são essas pessoas?"
Diremos que eram nossos amigos e isso vai doer tanto!
São essas amizades acontecidas, que vingaram em meu jardim
e o floriram num desabrochar de petalas ornamentais,
pra depois se tornarem casual, como um buquê!
Por isso é preciso cultivar toda amizade dia a dia,
para que essa efemeridade nunca tenha sentido!
Estou aqui pra confirmar isso...
Espero que estejas de acordo!
Me deu vontade de cantar, sacudir, me levantar e uma saudade de gritar: "EU SOU LIVRE".
A esperança não morreu, um novo dia amanheceu e a liberdade... olha eu sei ainda existe.
Hoje eu nao quero saber se o Papa morreu ou se o mundo ainda esta em crise.
Hoje eu não tenho nenhuma pressa, então nada me stressa, então nem vem de ideia triste.
Tenho saudades
Saudades de minha infância sapeca, onde ninguém me aguentava;
Saudades do tempo da escolinha, que minha mãe ia me buscar e eu queria ficar mais;
Do tempo em que os adultos faziam trabalhos longe de mim, mas que eu sempre acabava descobrindo e queria fazer junto;
Saudades de minhas travessuras, aquelas inesquecíveis que quando lembro me mato de rir;
Saudades dos finais de semana que passava no sítio, na casa da vovó, das pessoas que cuidavam de mim para eu não aprontar, mas não adiantava.
Das tantas vezes que eu e minha prima brincávamos, brigávamos e aprontávamos muito.
Saudades do tempo que tudo era brincadeira;
Saudades do tempo em que com um pedaço de madeira tentava alcançar o céu;
Daquele tempo em que eu não precisava preocupar-me com nada;
Do tempo em que eu só aprontava na escola, que as professoras chamavam minha mãe na escola, do tempo em que elas não podiam me ver que se desesperavam;
Do tempo em que antes de dormir rezava pro “Anjinho da Guarda” me cuidar, do tempo em que eu tinha medo dos mortos e do escuro;
Saudades do tempo que minha mãe me proibia de assistir “Chaves”, que eu adorava assistir o “Pica-Pau”, melhor desenho que já existiu;
Saudades do tempo que eu queria ser médico, jornalista, advogado, padre...;
Saudades do tempo em que eu não precisava trabalhar e mesmo assim queria e que odiava ter que acordar cedo para ir pra aula;
Saudades do tempo em que as professoras corriam atrás de mim;
Do tempo em que tudo era fantasia;
Do tempo que me escondia para não me acharem;
Saudades do tempo que eu quebrava os canos d’água na casa da vovó;
Saudades...;
Saudades do tempo em que era feliz e não sabia;
Do tempo em que ser “Grande” é que era ser feliz;
Saudade do tempo em que tirava as rédeas do cavalo pra ele beber água e ele fugia de mim;
Saudade dos sábados que passava na casa da minha avó e meu avô me chamava pra almoçar, ou então quando saia de caminhão com o vovô e só incomodava ele;
Do tempo que ligava os carros sem saber dirigir;
Saudades do tempo que eu pensava que a vida era um sonho onde eu tinha dormido e não conseguia acordar;
Saudades do tempo em que eu adorava tocar violão;
Do tempo que desmanchava o rádio pra arrumar ele, mesmo quando não estava estragado, mas depois sim que estragava;
Hoje olho pra trás e vejo que era feliz e não sabia, não sabia aproveitar a fase melhor da vida, e se pudesse voltar atrás, nossa, com certeza teria aprontado muito mais do que eu aprontei, teria aproveitado melhor cada momento;
Hoje sei que o tempo não volta e que basta agora é viver cada momento da melhor forma possível;
Hoje as pessoas olham pra mim e nem imaginam o quanto eu fui uma criança rebelde;
Quando olham pra mim, vêem uma pessoa forte, sempre sorridente e incapaz de magoar alguém;
Vêem uma pessoa cheia de sonhos, que não sabe se poderá realizar todos, mas que fará o possível para realizá-los.
Fui feliz, sou feliz e se ajudei apenas uma pessoa a ser feliz, valeu a pena ter vivido.
Faço minhas as palavras de um dos maiores poetas de nossos tempo, Mário Quintana: “Quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão... que o amor existe, que vale a pena se doar às amizades a às pessoas, que a vida é bela sim, e que eu sempre dei o melhor de mim... e que valeu a pena”.
Acho que em alguns dias a gente acorda meio louca. Não tem outra explicação. Dá uma saudade de coisas que já passaram, de coisas que nem vivemos direito, do que nem sabemos ao certo. E uma vontade de trocar de nome, de corpo, de cabelo, de profissão, de país, de vida.
Saudade é o que fica quando você vai.
Incertos momentos demos tão certo.
Se você não consegue virar a página, troque o livro. Existem tantas histórias interessantes esperando para serem lidas, esperando para serem lindas.
Ah, se a gente morasse de saudade!
Quando eu morro de saudade, reencarno em você. — com Dunalva Moreira da Mota e Laís Cullen.
E quando eu espero você
parece que eu expiro você
e que você me inspira também
até a garganta dar um nós
e a gente sufocar em paz.
Esqueça as fronteiras, amar nunca foi um país.
Não era amor porque não tinha pranto e era tanto porque não era amor.
E amor é realmente tudo de que a gente precisa para tornar qualquer momento inesquecível."
Fim: quando a nossa única perspectiva passa a ser esse ponto de fuga.
a lua espera o sol na sala de star.
Um dia você sentirá saudade do meu jeito simples de ser
Um dia você, simplesmente sentirá saudade
E é aí, que as coisas mais simples da vida terão seu sublime valor
Se você se for
Se você se for de quem vou sentir saudade?
Quem vai rir das minhas piadas sem graça?
Quem vai me roubar um sorriso quando eu etiver brava?
Quem vai me abraçar me pedindo pra não chorar?
Quem vai me chamar de linda quando eu acordar descabelada?
Quem vai assistir filme comigo?
Quem vai passear de mãos dadas comigo?
Quem vai me contar sobre seu dia???
Quem vai me ligar ou mandar uma sms e fazer meu ♥ disparar?
Quem vai estar ao meu lado quando eu sentir dor??
Com quem vou dividir minhas tristezas e multiplicar minhas alegrias?
Com quem vou ficar em casa num domingo de chuva?
Com quem vou sair pra comer cachorro quente ou pizza?
Quem vai me dizer EU TE AMO!?
Pra quem vou dizer olhando no fundo dos olhos EU TE AMO!?
Fomos amigos
Antes sorrisos, segredos e confiança,
Hoje, saudade,
Tristezas, lembranças.
O que o tempo nos fez, amigo?
Tirou-nos o brilho de um sonho imortal,
De uma amizade forte e fraternal,
Que jurávamos que nunca adormeceria.
O que o tempo nos fez, amigo.
Fomos ouvintes, confessos e secretos,
como cofres lacrados por dentro,
Servimos de apoio, conselheiros por natureza.
Hoje nem um alô, nem um aceno, nenhuma certeza.
O que o tempo nos fez amigo?
Tirou-nos toda beleza,
O brilho da amizade mais certeira.
E por quê? É o que pergunto, amigo.
Sou o mesmo,
Mesmo que em outro endereço,
Mesmo que com outro sorriso,
Sou o mesmo,
Aquele que sempre lhe quis bem,
Nas horas boas e de aflitos,
Em seus abraços, em seus conflitos;...
O que o tempo nos fez, amigo?
A gente nunca devia contar nada a ninguém. Mal acaba de contar, a gente começa a sentir saudade de todo mundo.
Nos braços da saudade
Acordei no meio da noite, sentindo um silêncio que pesava mais do que a escuridão.
Não era medo – ou talvez fosse, mas de um jeito diferente.
Um medo que não pede socorro, só escuta o eco do que já foi.
Fechei os olhos e vi você.
Seu abraço morava em mim, mesmo sem estar ali.
O tempo, teimoso, levou sua presença, mas não soube apagar o que ficou.
Porque amor de verdade não some, só muda de forma.
Vira cheiro no vento, calor no peito, voz na lembrança.
E mesmo quando a saudade aperta, há um consolo invisível
Que me embala como você fazia.
O passado não volta, mas sussurra.
E toda vez que a noite me encontra, eu escuto.
Fecho os olhos, respiro fundo
E me deixo levar por aquilo que nunca me deixou.
Para ela, que foi meu lar antes mesmo que eu entendesse o que era ter um.
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