Saudade Presenca do Ausente
O amor verdadeiro não cobra presença, entende ausência.
Não exige explicação, oferece oração.
Quando aprendemos a acolher, em vez de julgar, o coração encontra descanso.
“A memória falha, mas a presença — física, emocional ou espiritual — permanece inabalável.” – Os`Cálmi
Rosa paciente e encantadora
que respeita cada fase,
até que, finalmente, floresce
com uma presença que marca
com sua uma beleza imponente.
Lua, senhora da noite
de marcante presença
por tua beleza de grande porte,
do céu, és uma grande riqueza.
Olhar sereno,
presença marcante,
sentimento sincero,
que anima o semblante
de quem estiver por perto
ou mesmo distante.
Queria estar contigo,
desfrutar da tua presença,
enquanto não for possível,
sonhar é o que me resta.
Noite bastante acolhedora, a minha mente poética em constante atividade, trazendo a tua presença para os meus pensamentos, deixando esta ocasião ainda mais enriquecida pelo poder do teu charme, que aguça a minha imaginação intensa, numa expressiva criatividade
Um sorriso verdadeiro, cheio de vida, que ilumina como as estrelas, detalhes atraentes, primorosos, uma desenvoltura atrevida, emocionante e uma certa doçura, olhos que refletem a tua grande intensidade e uma dose sensata de loucura, essência da poeticidade
Imagino que até o teu perfume é provocante, passando as mãos pelas tuas curvas e que muito suave é a tua pele, mas é evidente que concordamos que somente a superficialidade não é o bastante e sim apenas uma parte de uma interação sincera e muito fascinante.
Tu és incrível,
uma mulher de muitas camadas,
uma beleza irresistível,
uma presença resplandecente
bastante necessária,
alguém que aprendeu
a amar-se intensamente,
sendo assim,
conhecer-te é uma dádiva.
Ela é como um fogo ardente e insaciável,
sua presença é bastante notória,
um vulcão que nunca adormece,
seus sentimentos são acalorados,
não demora pra ficar a flor da pele,
pois é grande a sua sensibilidade,
sua boca é sedenta por beijos intensos
e demorados,
sua intensidade não se mede,
é uma mulher de lindos detalhes
e muito atraente com a vivacidade
dos seus olhos, seus belos cabelos cacheados, sua delicada face,
cada parte do seu corpo,
então, quer viver de verdade
uma forte e sincera emoção,
quanto a isso, não aceita contrariedade
pra não sentir que sua vida está sendo em vão.
Cada dia vencido é a certeza da nossa força
e da presença de Deus entre nós.
Ele nos dar o alicerce, cabe a nós
a vontade de ficar de pé.
A paz de Deus não é ausência de dor,
mas a presença divina no meio dela,
um amor que guarda, cura e renova,
fazendo nossa alma florescer outra vez.
Que você sinta a presença constante do Consolador em sua vida, iluminando suas decisões e abençoando cada obra das suas mãos. Que a graça e a paz de Deus estejam contigo em toda jornada.
"Que a ausência se faça presença, abundância, riso e felicidade ...porque afinal tudo depende do sonho. Quem sonha tem um dia a mais no horizonte - e no horizonte que for sonhado sucedem-se os dias todos cheios de azáfamas de prazer ...porque viver sempre foi uma aventura umas vezes prazerosa outras não. Tudo depende como se sonha. Tudo depende do sonhador!"
Vicent…
Em um vilarejo distante, vivia um homem chamado Vicent, cuja presença era notada por todos ao seu redor. Vicent, dotado de uma aura magnética, era frequentemente admirado por sua beleza e eloquência. No entanto, por trás de seu sorriso encantador, residia uma inquietação profunda e persistente. Desde jovem, Vicent fora moldado por circunstâncias que o levaram a construir uma muralha invisível entre ele e os outros, uma fortaleza que o protegia de um mundo que ele percebia como hostil.
Vicent carregava consigo o peso de uma infância marcada por expectativas desmedidas. Seus pais, sempre em busca de perfeição, jamais reconheciam suas conquistas. Assim, ele cresceu acreditando que o amor era um prêmio a ser conquistado, nunca uma dádiva a ser recebida. Com o tempo, essa crença se transformou em uma necessidade insaciável de validação externa, levando-o a buscar incessantemente o olhar admirado dos outros.
Em sua jornada, Vicent desenvolveu o hábito de adornar a realidade com mentiras sutis, moldando a verdade para se ajustar ao que ele desejava que os outros vissem. Essa distorção era, para ele, uma forma de sobrevivência, uma maneira de construir uma imagem que o protegesse da vergonha que sentia ao encarar suas próprias falhas. Quando confrontado, reagia com uma defesa feroz, erguendo barreiras de agressividade para afastar qualquer ameaça à sua frágil autoestima.
Nos relacionamentos, Vicent se via preso em um ciclo de encontros superficiais, onde o toque físico substituía a conexão emocional. Estranhos se tornavam espelhos para refletir sua grandeza imaginada, mas, no silêncio que seguia tais encontros, ele se sentia mais vazio do que nunca. A admiração dos outros era um bálsamo temporário, logo substituído por uma sensação esmagadora de solidão.
Vicent raramente percebia o impacto de suas ações nos outros. Sua necessidade de ser o centro das atenções o tornava insensível ao sofrimento alheio, e a empatia era um conceito distante. Ele se envolvia em demonstrações de falsa modéstia, proclamando humildade enquanto secretamente ansiava por aplausos. Para aqueles ao seu redor, a convivência com Vicent era um desafio constante, uma batalha para preservar suas próprias identidades diante de sua presença avassaladora.
Aqueles que tentavam se aproximar de Vicent frequentemente se viam esgotados, suas mentes ofuscadas pela manipulação sutil e pelo constante jogo de poder. O risco de se perder nesse turbilhão emocional era real, e muitos precisavam de apoio para recuperar suas forças e reconquistar seu espaço. Para escapar dessa teia, era necessário reconhecer os próprios limites e buscar ajuda, encontrando segurança em mãos amigas e guiando-se por conselhos sábios.
Vicent, em sua solidão autoimposta, também ansiava por mudança, ainda que não o percebesse plenamente. Seu caminho era tortuoso, mas não sem esperança. A jornada para a consciência e transformação era longa e árdua, exigindo coragem para olhar além do espelho e enfrentar a verdade de quem realmente era. No fundo, Vicent desejava romper as correntes que ele mesmo construíra, buscando, talvez ainda sem saber, o alívio de um abraço genuíno e sincero.
A presença de Deus
É tão singular na minha vida
Que as vezes ele me presenteia
Com flores, num cantinho qualquer...
Sem eu as plantar, acho que quer me ver feliz...
Orgulho e Amor não combinam!
A vida fica vazia sem a presença da pessoa amada!
Pedir desculpas para a pessoa que você ama é crucial para reparar conflitos, demonstrar humildade e fortalecer o relacionamento. Longe de ser um sinal de fraqueza, o ato ajuda a evitar o acúmulo de ressentimentos, promove uma responsabilidade emocional e cria um ambiente de confiança, além de permitir o aprendizado e o crescimento pessoal ao corrigir as falhas.
Um pedido sincero ajuda a curar feridas emocionais, é fundamental para um relacionamento colaborativo e saudável e contribui para a liberação de sentimentos negativos como raiva e rancor, promovendo bem-estar e equilíbrio mental a curto e longo prazo.
Machucou a quem ama? Procure essa pessoa agora e dê uma nova chance para o amor!
by César Cezar
Psicoterapeuta Cognitivo Comportamental
Psicanalista Clínico
Master Emotional Trainer
Minha vida transborda de gratidão, pois em cada momento, sinto a presença de Deus, guiando-me e abençoando-me.
"Ah! Honey...
Tua presença me faz tão bem,
mesmo distante,
eu consigo lhe tocar,
lhe sentir...
Sentir teu coração bater,
junto ao meu.
Sinto os seus carinhos
e sinto o doce
sabor dos
seus beijos,
beijos quentes,
ardentes,
que me tiram
o ar...
Sinto-me
flutuar...
Ah! Honey,
que delícia é
lhe abraçar,
sentir o seu
corpo junto ao meu,
coração palpita,
o sangue ferve,
e numa
explosão
de nossos
desejos,
estamos
um dentro
do outro,
nesse momento
sublime,nada
importa,agora
nos tornamos
apenas
Um..."
Algumas esperas são condenações, miragens que jamais se tornam presença, e que ao menor suspiro de esperança evaporam-se no ar, como se a própria vida zombasse da sede que nos consome. São promessas feitas de névoa, cintilando ao longe apenas para manter acesa a chama do desejo, mas que, ao serem tocadas, desfazem-se em cinzas de silêncio, deixando-nos a contemplar o vazio com as mãos estendidas ao nada.
