Saudade Presenca do Ausente

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— Às vezes — falou Robert — você escolhe com quem quer ficar quando ainda é muito jovem, aí você muda, mas a pessoa não muda com você.

Devemos lutar por nossos sonhos e seguir sempre nosso ideal, sem fazer mal a ninguém, amando a todos. O que é errado sempre será errado mesmo que todos façam, mas o que é certo sempre será certo mesmo que ninguém o faça.

Uma vez um certo alguém chegou em mim e me perguntou quais os tipos de pessoas que me encantam, e eu respondi; “Aquelas que não desistem de mim.

Quem viaja na aula, não viaja nas férias.

Viva a vida como se fosse o último dia da sua vida. Aproveite o presente, o passado passou, o futuro é o destino que pertence a DEUS!

Ter amigos é muito importante, valorize a família ela nunca te abandonará.

E a culpa? A culpa é da vida que tem inicio, meio e fim. A nossa culpa está apenas em amar tanto e sentir tanto perder alguém.

É engraçado seguir caminhos opostos e chegar ao exacto lugar que você estava evitando o tempo todo.

Tudo bem que hajam espinhos. Mas deixe as rosas fora disso!

Há muito mais gente morta caminhando sobre a terra do que enterrada embaixo da mesma. E o mais trágico está no fato de não o perceberem!

Ta ficando tudo escuro.
Frio, e triste.

"Mais magro", sussurra o velho cigano de nariz carcomido
para William Halleck quando ele e sua esposa Heidi saem
do tribunal. Apenas estas duas únicas palavras, carregadas
pela doçura enjoativa do hálito dele.
"Mais magro". E antes que Halleck possa recuar, o velho
cigano estica o braço e acaricia-lhe a face com um dedo
retorcido. Os lábios dele entreabrem-se como uma ferida,
exibindo alguns cacos de dentes que despontam das gengivas
como lápides quebradas. Cacos de dentes enegrecidos e
esverdeados. A língua do velho se esgueira por entre eles e
então desponta, para lamber os amargos lábios sorridentes.
"Mais magro "

Quando sou tentado a reclamar dos meus tropeços, acabo silenciado pela certeza de que cair é bem pior!

⁠"Jesus, como se fosse chefe, fala em linguagem direta aos escoteiros de como devem viver para serem felizes."

Seu cheiro ficou comigo

Após este breve adeus
E ter-te nos braços meus
Ficou a inocência de seu odor
Misturados com seu calor
Nos labirintos do lençol
Enlaçados com a turbação
Do pensamento sem noção
Gravados no sentimento
Inebriando o contentamento
Com resíduos de nossa paixão
Que naufragaram na minha emoção
É pura essência de hortelã
Que bem cedo, ainda pela manhã
Exala por todos os meus poros
Em eternos cânticos sonoros
Dissolvendo minh'alma em ti
Acordando o meu coração
Marejado de saudosa comoção
Da necessidade de você ter partido
Mas, seu cheiro ficou comigo

© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
28/02/2019
Rio de Janeiro, RJ

eleitos
no silêncio, predestinação, na solidão
desígnios dos sentimentos estreitos
o mistério do coração
feitos, leitos, imperfeitos...

eu não te aguardava mais
estava sentado no barranco do cerrado
calado, as entranhas prostradas no cais
do fado, e cá nossos olhares acordado
suspirando os mesmos sensos reias
que já a muito sepultado...
e agora fatais.

© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
14 de outubro de 2019
Cerrado goiano

bioma

me encanta o reino do cerrado
onde cresce o diverso na diversidade

o pôr do sol que é encantado
num pique esconde na luminosidade
(no horizonte)

e nesta magia viva de vivacidade
és dourado, é ponte, é fonte, é cerrado

© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Cerrado goiano

em novembro

vai precisar de festejo
é mês das quarenta velas
assoprar num só bafejo
sem ter parcelas...
são ainda com um tal ensejo
de serem bagatelas

afinal, os primeiros quarenta
e viver se pode, ao dobrar
somado com mais uns “enta”
a vida começa (a)pesar...

coragem e água benta!

© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
outubro de 2019
para o Márcio Francisco

ego

o poeta, um falsificador
destrincha a escrita
e ele que chora de dor

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado - outubro, 2019 - Cerrado goiano

lombeira

passa lento a lentidão
devagar que dá canseira
o vento sopra mansidão
no cerrado dá lobeira

pasmaceira de vidão...

© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Cerrado goiano