Saudade do meu Homem

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⁠Embora o mundo possa precisar de movimentos como a "CONSCIÊNCIA NEGRA" para promover reflexões, a igreja do Senhor é chamada a viver pela "CONSCIÊNCIA CRISTÃ", que rompe todas as diferenças, pois, em Cristo, somos um só povo, independentemente da cor da pele!

⁠Ao abrir a Bíblia, é fundamental deixar de lado preconceitos, ideologias e opiniões próprias. Se você examina as Escrituras com a mente já influenciada por suas crenças e interpretações pessoais, corre o risco de projetar no texto essas ideias, em vez de compreender a mensagem verdadeira e transformadora que Deus revela!

⁠Para muitos crédulos, Deus é a projeção de seus ideais mais elevados, enquanto para muitos incrédulos, ele é a decepção de grandes expectativas frustradas. Contudo, Deus transcende qualquer idealização humana.

Muitos cristãos pensam que, ao aceitar a Cristo, não precisam mais de libertação. Mas, muitas vezes, ainda precisam ser libertos da ira, da inveja, da fofoca, da desonestidade, da curiosidade pela vida alheia, da preguiça, do falar demais, da mentira, da insensibilidade e de tantas outras coisas que são ignoradas e atrapalham uma vida plena com Jesus. A verdadeira eficácia da vida cristã está na constante evolução — sempre crescendo, sempre melhorando.

Não há solução nem saída. O que há é o caminho e caminhamos nele. Podemos escolher como caminhar, mas geralmente caminhamos como nos mandam, como nos induzem, nos condicionam, nos fazem crer que é melhor. Mentiras interesseiras nos conduzem. E quando nos revoltamos, levamos os condicionamentos à frente em falsas lutas por mudanças. Não há luta, há serviço. Lutar é uma ancestralidade a ser superada no caminho, mas é mantida, estimulada, atiçada ao máximo pela educação, pela cultura, pela publicidade, pela mídia avassaladora. A mentalidade implantada é a da competição, do conflito, do confronto. Fácil pro controle do sistema social. O que essas parasitas podres de ricas temem é a instrução, a informação, a solidariedade, a autonomia, a tomada de consciência e a união dos povos.

Mulher não gosta de dinheiro, quem gosta de dinheiro é homem. Mulher gosta do que pode comprar com o dinheiro. Homem gosta da facilidade com que aparece quem possa gastá-lo. Quem capitalizou a mulherada foi o prazer masculino. Não culpe as interesseiras, afinal, elas não existiriam sem os trouxas.

“... Ninguém se indigne contra os homens ao ver sua dureza, sua ingratidão, sua injustiça, sua arrogância e o esquecimento dos outros; são feitos assim, é sua natureza, é não poder suportar que a pedra caia ou que o fogo suba...!”

Inserida por profeborto

Esse homem não é do tipo que foge. É um homem de honra.

Inserida por pensador

Quer mesmo arriscar tudo por um homem?

Inserida por pensador

ECLIPSE (soneto)

Sei de uma saudade, tapera escura
Onde meu coração anda penitente
Memória de uma dor, que perdura
No peito, cheio de suspiro pendente

Ó paixão, só me quer na sepultura
Da solidão, amarrado em corrente
Da agonia, me privando da ternura
De ter-te... me tiranizando a mente

Por que? Bates a porta do querer
Quer me ver sofrer e em prantos
E de sentimento rude e sem valor

Arranca de mim este vazio a prover
Versos toscos e tão sem encantos...
Tal qual a quem... desluziu o amor!

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
19 de março de 2020 - Cerrado goiano
Olavobilaquiando

ANDOU (soneto)

Meu sentimento evaporei na saudade
Da essência do amor, que me arrastava
Ah! como quis um dia, como sonhava
Agora, cada qual no tropel de liberdade

Insana, as paixões devoram à vontade
Que a mente sã... se faz de tão brava
Em uma existência, ali, cruel e escrava
Do desejo, tão em busca de felicidade

Agrados, querer meu e meus danos!
Essa paixão, que no haver não coube
Fez poetar aos versos os desenganos

Antes que a solidão o sossego roube
O tempo, pra não se perder nos anos
Andou! o que permanecer não soube.

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
17/fevereiro/2020 - Cerrado goiano
Olavobilaquiando

Inserida por LucianoSpagnol

⁠TUA AUSÊNCIA (soneto)

Sofro, ao recordar-te, com minha saudade
Da tua ausência. Meu poetar se transporta
Minha alma se vê numa penúria que corta
E meu sossego, nervoso, cheio de vontade

É verdade, toda essa minha infelicidade
Que percorre está poesia, aqui tão torta
Escorrendo por motivo que não importa
Largando os versos, árduos, na ansiedade

Aí, que confuso clamor que transtorna
Das orgias das trovas de outrora fausto
E agora, penosas e tão malfeito se torna

Ofensiva sensação, funesto holocausto
Que na solidão figura, e na dor amorna
A vazia inspiração e, o silêncio exausto

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
21/06/2020, 09’43” - Triângulo Mineiro
Olavobilaquiando

Inserida por LucianoSpagnol

⁠“prego”

Talvez que um dia no verso meu chorado
sob a luz da saudade, num versar falando
tu ouças nas rimas o meu ser apaixonado
em um grito de padecimento te saudando
Está lágrima que fez o papel ficar borrado
não se atenha. É meu prosar lacrimejando
quando vaza do coração pra ser escutado
e que na dor da solidão vai transbordando

Não é simples sofrer, ou, que nada valeu
é aperto no peito e, que ainda não passou
e cá no soneto, um suspirar cruciante meu
O grito, se ouviste, por favor, é sentimento
que vai corroendo a súplica, assim, te dou
um canto: com choro, gemido e sofrimento.

© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
28 junho 2024, 15’04” – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

⁠Registro

Toda está saudade comovida
Meu relógio toca, hora a hora
É dura dor, badalada e doída
Toando solidão, ao ir embora
Como é vazia toda despedida
Incontida aflição, então, chora
Aperta a alma, se faz sentida
Soando numa privação sonora

O ponteiro marca cada sensação
E, seus minutos, tão singulares
Pulsam na cadência do coração
Ah! toada em toada, os olhares
De segundo a segundo, ilusão
Não mais há tempo de voltares!

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
20 agosto, 2023, 13’18” – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

⁠PRISÃO (soneto)

Ó meu verso, meu falto verso que choras
As lágrimas tão sentidas de uma saudade
Na qual as estrofes que amargam as horas
E, deixam o suspirar cheio de profanidade
Não quero sentido que o desejo imploras
O suave amparo de uma cáustica vaidade
Quero o perfume suave das ternas auroras
De outrora: o beijo, o olhar... e a vontade

Ó prisão, ah infortúnio, ah cântico pobre
Que tira o tom do coração poético e nobre
Inspirando as lembranças só com rancor
Ó solidão, junta ao enredo nostálgica cena
Sussurrando versos com sensação pequena
Onde um tempo grassou o manifesto amor!

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
22 junho, 2025, 14’49” – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

⁠DOR DE AMOR

Ao pesar, o poema meu, pela solta saudade
do vosso encontro, onde o querer palpita
por vosso olhar extasiante, beleza infinita
triste afeto distante, de uma vil crueldade

É que, ai de mim! Aperto que no mal brade
me arde, sai exaltado, vai louco, em grita
sentidos vagos em sensações tão eremita
haurindo em mim a sorte duma felicidade

Eu choro, e choro... e sofro, tanto, tanto
no entanto cada gemido de dor é pranto
e cada pranto um gemido em canto e dor

O suspiro dado é desilusão e não apenas
o penar amargurado, são fados e penas
de um poeta em sua sofrência de amor!

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
02 de maio, 2021, 05’44” – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

⁠SAUDADE AJOELHADA

Cá, sob este chão de superfície rude
de pouca chuva, seco, natal morada
meu eu, jaz pra sempre em plenitude
a causa da minha narrativa poetada
Fora-se-me nostálgico a cada parada
e, vãos, os sonhos da terna juventude
aqui, pelas calçadas, firme e devotada
lembranças, de um tempo de virtude

Repousa, cá, em paz sob este sertão
emoções, as recordações, do genuíno
sentimento... suspirados do coração!
E, cada sensação sentida, sussurrada
da alma, mescla com o dobre do sino
da Matriz, pondo a saudade ajoelhada...

© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
03 abril, 2021, 13’58” – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

Ô, saudade do meu Nordeste! Cuscuzinho com ovo bem quentinho, a manteiga chega derrete. Aqui a gente só come o pão que o diabo amassou. Amassou, cuspiu e jogou no asfalto.

O Cangaceiro do Futuro (série)
1ª temporada, episódio 1.
Inserida por pensador

⁠SONETO AVOCANDO

Na mão da agonia, na dor desdita
Uma saudade, afinal, meu coração
Frustrado, no engano duma ilusão
Senti e amarga na tristura descrita
Como a dó, ferida, que do dano grita
Aumentando ainda mais a vastidão
Do verso sem decisão, sem a paixão
E, o sentimento desbotado e eremita

Como sofrente, em lôbrega jornada
O soneto, em uma poética prostrada
Sussurrando solidão insistentemente
Acossa, estorva, se vê desnorteado
Jorrando cada suspiro encarcerado
Avocando pelo momento pendente.

© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
10 agosto 2024, 07’57” – cerrado goiano

Inserida por LucianoSpagnol

⁠INQUIETA SAUDADE

Afogo o meu amargor em um nada
O peito em recordação é cortante lei
É fato este sentimento que não sei
Que invade a alma com uma espada
Parte alguma é o vão do meu sentir
Sussurros bradam da emoção rude
Onde deixo o agudo chorar amiúde
E choro sem que possa, assim, sorrir

E, então, o poema quem, comigo
Soluça no vazio da noite, lastimoso
Danoso o ter numa vil quantidade
Teimoso, delicada sensação persigo
Maldigo e renego este limo viscoso
Tão amargo, duma inquieta saudade!

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
25 outubro, 2022, 21’19” – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol