Saudade Desconhecido
Olhe para o Pai celestial através dos olhos da fé e aprenda a aceitar aqueles que são diferentes de você.
Continuo gostando das mesmas coisas, amando as mesmas pessoas, sentimentos bons em mim nunca morrem.
Os relatos sobre a adversidade criadora são incontáveis. Precisamos de vários livros, além dos que já foram escritos, para dar conta deles. Gostaria de capturar essas histórias como capturamos as borboletas, mas sem matá-las, nem machucá-las. Deixá-las voltear em minha imaginação contemplando como vão pousando sutilmente na borda de uma folha, na pétala de uma rosa vermelha, na grama com orvalho ou no tronco enrugado de uma árvore envelhecida. As histórias desse tipo são para mim como borboletas que vem e vão, parando por alguns instantes em qualquer acontecimento com as cores brilhantes das emoções. Não se sabe nem quando nem em que direção se movem. São guiadas pelo vento da liberdade no espaço aberto da natureza. Assim imagino todas essas histórias como borboletas e, ao fundo, arco-íris depois da chuva. Elas me trazem nostalgia, sim, mas também ternura, admiração, desejo de emulação e força para vencer. Digo a mim mesmo: como a vida é bela quando a vivemos com a esperança de crescer e dar um pouco de nós aos outros.
Dialética
Eu- Não escolhi meu sofrimento, mar, nem o desamparo que me assombra, nem o desamor que me sufoca, nem a solidão que me põe à prova, não escolhi, mar, nada disso que, sem explicação, me condena.
Mar- Estou comovido com suas palavras, amigo, mas tudo isso que você está dizendo não seria parte de um todo que não compreende, não seria apenas a prova de que você é livre, senhor do seu destino, de que você pode transformar a baixa autoestima que o abate em um triunfo da consciência?
....
Eu- Você é racional e frio, tempestuoso mar! Duvido que entenda a dor de quem chegou ao fundo e se debate no limite da sua existência, de quem sente que a sua infância é fonte de uma tristeza enraizada.
Mar- Onde a larva encontra a morte vemos borboletas aveludadas, quando o corpo estiver pela metade, tente vê-lo metade cheio.
Transforme seu penhasco sombrio em uma praia agradável e verá que o tanto o aflige não é nada mais que uma etapa do processo, um recuar para pegar impulso, um trampolim para sonhar mais alto.
Talvez o verdadeiro sentido da vida,seja,simplesmente viver. Mas....qual o sentido de viver? Sentir? Sentir amor,raiva,alegria,medo,tristeza,sentir coisas faz nós nos sentirmos vivos,sim,sentir faz parte,e mesmo que por um momento da sua vida,pareça que você não sinta nada,no fundo você sabe que sente.
Para mim o sentido de viver é sentir e o sentido de sentir é viver...
Se viver significa morrer no final da vida,vamos viver! Viver intensamente cada momento vivido,aproveitar cada sorriso,cada passo,cada abraço que nós damos. SIM! Eu quero viver,quero sorrir,e aproveitar,então por um momento vamos apreciar a vida.
Se permita viver,sorria sempre que puder,porque a cada passo,a cada movimento,a cada sorriso dado,um deles pode ser o ultimo...
Pensamento....a cada milésimo de segundo você se encontra na mente de cada um.
Sim,cada um pensa algo,mas o que pensar dos meu próprios pensamentos?
Amor...o amor não é perfeito? Sim,ele é,porém,pode machucar,mas todo machucado um dia cicatriza,então se permita amar,não tenha medo da vida.
Viva o hoje,como se não houvesse amanhã.
A história é feita por pessoas que contrariaram o Senso Comum pra promover mudanças a partir de novas perspectivas da verdade, às quais a maioria não enxergava e, por isso, consideraram inadequadas.
Eu não sei o que é isso...
Mas as vezes isso me faz chorar...
Me faz virar um lixo completamente na lama...
Fico sem levantar da cama...
Sem fazer praticamente nada por causa disso...
Me pergunto se vou continuar...
Só para no final chorar...
...ah lembrei oque é isso...
É minha depressão... me matando aos poucos...sendo que...ja morri por dentro.
