Sangue
“O nitrogênio em nosso DNA, o cálcio em nossos dentes, o ferro em nosso sangue, o carbono em nossas tortas de maçã... Foram feitos no interior de estrelas em colapso, agora mortas há muito tempo. Nós somos poeira das estrelas”(Carl Sagan)
Creio que este trecho de Carl Sagan tem algo de sagrado em sua mensagem implícita, pois nos lembra que não somos uma realidade apartada e distinta do Universo, mas sim que somos o próprio Universo, e guardamos em nós toda a grandeza universal e o brilho de lucidez que é inerente a essa grandeza, ainda que a maioria de nós prefira recolher- se à segurança e insignificância do “humano”, chafurdando no erro e no engano. Explico-me: se mais da metade de nossos corpos é composta por água, e sendo a formula da agua H2O, dois átomos de hidrogênio e um de oxigênio, significa que a maior parte de nosso corpo é formada por hidrogênio, a mesma substância que compõe o Sol e as demais estrelas. De certa forma, somos todos pequenos sóis, somos todos feitos de matéria solar, somos todos luz. Extrapolando esse entendimento, somos feitos das mesmas substâncias que compõe as estrelas, os planetas, os cometas e os asteroides, cada um de nós é uma pequena porção de Universo estruturada em carne, ossos e sangue, ao longo de milhões de anos de evolução; na nossa finitude carnal, somos todos herdeiros efêmeros do Infinito e da Eternidade; somos todos acordes momentâneos da sinfonia universal, sem começo e sem final. Apenas esse simples raciocínio é suficiente para que todo humano considere a si mesmo como um eleito único, responsável e intendente de uma parte da criação infinita onde residem, momentaneamente, nossa consciência e individualidade; cada um de nós recebeu governança sobre uma fração minúscula do Universo para exercer sobre essa fração os dons da Criação, para dar continuidade ao movimento universal que impele fluxos de energia e matéria em contínuos processos de combinação, diversidade e unidade. Em nossos universos pessoais, somos responsáveis pelos movimentos de nossos sentimentos, pensamentos e emoções sobre os outros e sobre nós mesmos. Observando a dinâmica universal, percebemos que há ordem, movimento e equilíbrio no movimento dos astros, que se organizam em uma sincronia perfeita de orbitas, rotações e trajetórias, mas poucas vezes se vê essa dinâmica se reproduzindo nos universos individuais que somos todos nós que, quase sempre, são preenchidos com dúvida, suspeitas e incertezas sobre nós mesmos e sobre os outros. Preferimos quase sempre nos definir como “humanos”, que seriam seres contraditórios por natureza, com corações e mentes feitos de amor e de sombras, crentes que somos os escolhidos para reinar sobre o planeta, consumindo-o até o limite da Natureza e guerreando uns contra os outros por ideologias, crenças e filosofias de vida que deveriam nos elevar acima da condição de homens-fera. Longe de exercer os dons da criação, muitos “humanos” sofrem com medo, ganância, egoísmo e vaidade, desenvolvendo apetites antinaturais para amenizar a dor existencial em que estão imersos, pouco importando se para isso irão privar o próximo de sua dignidade, autoestima, moradia ou alimento. Os assim intitulados “humanos” seriam criaturas infelizes, destinados a serem vítimas dessa natureza contraditória, calcinados em um holocausto nuclear, não sem antes massas famintas e enfermiças disputarem as últimas migalhas de pão e as últimas gotas de água sobre um planeta nu, dilapidado e moribundo. Chegado é o tempo em que o “humano”, assim definido, deve ser substituído pelo “universal” pois, a partir do momento em que cada homem se reconhecer como uma fração do universo infinito e eterno, não sentirá medo, pois saberá que ele mesmo é um ciclo sem começo e sem final; não sentirá ganância, pois saberá que nunca haverá ausência ou excesso do seu sustento; não sentirá egoísmo, pois reconhecerá no próximo a continuidade de seu universo pessoal e do Grande Todo; e não sentirá vaidade, pois será parte de toda a imponência e perfeição universais, tendo o brilho da criação em cada gesto e palavra. Que possamos na medida de nosso limitado entendimento apreender essa lição e, no tempo de nossa evolução, reconhecer que todos somos luz, e que essa luz ilumine cada canto obscuro do “humano”, extinguindo todos os nossos tédios, ódios, angústias e culpas.
PINGOS DE SANGUE
Às vezes me deixo magoar
Por pessoas insignificantes
Pessoas que juram amor
De maneira apedrejante
As perguntas sobre meu avesso
Parecem óbvias aos meus olhos
E não conheço uma resposta
Que satisfaça meus anseios
Mas sou poeta, sou poeta!
Posso me transformar no que quiser
Por ser poeta sou profundo
Sou pobre, sou rico, sou imundo
Mutações são necessárias
Quando há insignificâncias
Que perturbam a mente
Talvez o que me incomoda
Esteja na importância dada aos fatos
E há uma força incrível
Que me mantém de cabeça erguida
Mesmo pingando sangue.
Eu sofri de bom grado. Eu dei o meu suor, sangue e pele sem reclamar porque eu acreditava ser um soldado de Deus. Não acredito mais. Eu sou o que faço na escuridão e sangro só por mim mesmo.
A vida é uma rosa que por mais bonita que seja vai doer vermelha cor do sangue que nos faz amar e tbm sofrer, a rosa vermelha simboliza o amor mas esquecem se que tbm pode ser a dor, sim a dor puder agarrar e nos aleijar poder beijar mas nos matar rosas são perfeitas mas a perfeição tem a dor e nós por vezes não temos noção. Dói no coração mas seguir em frente é uma decisão…
Fogosidade poderosa que desabrocha do teu coração continuamente, se misturando com o teu sangue, assim, consegue fluir por todo o teu corpo como as correntezas de um rio de águas quentes, à noite, ficam mais fortes ao de esquentarem a tua pele, intensificando as tuas emoções, deixando os teus sentimentos ardentes, os teus traços ainda mais sedutores, tua formosura mais evidente, instigante ternura, fogo imponente que resplandece na escuridão, mulher atraente, autêntica, logo, és uma rica inspiração.
Fomos comprados por um preço excelente, pois ninguém antes tinha dado o seu sangue e entregue a sua vida para resgatar um escravo rebelde.
I Pedro 1: 18-19
Nasci daquele ventre que hoje me aprisiona,
Sou teu sangue e não propriedade,
Isso não é amor, é controle,
Sou ser humano,
Não marionete,
Eu te falo sobre os segredos do Universo,
Te falo, sobre tudo que aprendi e desaprendi,
Através de dor, culpa, medo, erros,
Esses que mesmo cega enxergo de alma,
Mas, tu não vê os seus,
Se acomoda ao dizer que assim viveu,
50 anos,
Mas, ainda não aprendeu que a vida é sobre evolução,
Sem calma luto contra meus instintos,
Terapia, pra curar o karma,
O sofrimento faz parte,
A fé que você me impõe,
Entope meu estômago e garganta,
O Jesus que conheço não é mercadoria barata para que tu me empurre.
Grata sou,
Mas, só o exterior não me basta,
Hoje sou filha, em outras vidas, talvez fui sua mãe,
O respeito deve imperar,
O tempo é segredo,
Assim como a vida,
Por isso não mato nem os insetos,
Mas, você não está preparada para essa conversa né...
Mãe.
Um engasgo,
Assim como o pai,
Que não me procura,
Não me vê e não quer atrapalhar,
Visto que a ausência já é atrapalho.
Por isso, hoje esse desabafo,
De pai e mãe, porque segundo eles,
Ninguém mais me ama,
Tornaram o próprio amor genitor,
De acidente...
Mas, não deixam de ser genitores...
Em ódio entre si,
E me reverberam dizendo que ninguém me ama como vocês...
Mas, vocês mesmo não se amam.
O sangue não é mais mais espesso que a água.
Hoje em dia os estranhos nos ajudam mais do que os nossos familiares.
Os familiares só aceitam você quando você tem sucesso.
BOLSAS DE SANGUE
Demétrio Sena - Magé
Tá vendo as bolsas de sangue?
Elas estão todas repletas
do sangue de professores,
artistas, donas de casa,
pedreiros, faxineiros, atletas...
Aquelas bolsas, não sei
se cabe no teu instinto,
são de sangue puro sangue,
de homem, feminista e gay,
indígena e preto retinto...
As bolsas tão desejadas
quase na hora do adeus,
têm sangue de muçulmanos;
de gente de toda fé...
católicos, "crentes", ateus,
Judeus, budistas, maçons;
Rosa Cruz e candomblé...
Naquelas bolsas, meu caro;
tem sangue do semelhante
pronto a lançar a sorte...
Nas agonias do leito,
renuncias ao preconceito
ou dizes bem-vindo à morte?
... ... ...
#respeiteautorias É lei
"Algumas pessoas agem como parasitas, sugando não apenas o sangue, mas também a energia vital dos outros."
Amor e guerra
Marte rubro, por lutas fervoroso
Tanto sangue por ele derramado
Em Batalhas tão forte e belicoso
Não pensou que seria derrotado
Venus áurea, de corpo gracioso
Tantos homens e deuses tendo amado
Teve seu coração belo e formoso
Pelo Senhor da guerra apaixonado
Como podem tais deuses se juntarem?
Venus amar quem causa tanta guerra?
E marte abandonar grande rancor?
Não podem paixão e guerra se apartarem
Pois não há força maior nesta Terra
Que leve a disputa senão o amor
Quase sempre quando religiosos se encontram para a defesa do mais necessitado, o sangue do cordeiro há muito tempo já tem sido derramado
O micróbio é humilde, o vírus que se infiltra, o pó, o pão, o glóbulo de sangue, o esperma, o interminável futuro na sementinha, o vingativo chão, a água ínfima: o átomo é humilde; humilde é Deus.
O folego da vida sua como um fluxo, e a correnteza do sangue escoa como um rio, quando você presta atenção nas pequenas coisas, você consegue ver beleza em tudo.
AS SUAS ESTRELAS
Mas como é estranho sentir que são suas as Estrelas Senti-las dentro , no sangue, na pele......
Pedaços de céu que você leva dentro do coração....
sem saber o que deve fazer... sem entender quanto deve dar... apenas sentir este Amor.....
Você as ama antes mesmo de vê-las....
Ama-as ainda mais depois,.... assim que nascem.... Estrelas do céu adotadas pelos homens.....
que vêm do céu como Estrelas...... e na terra são abraçadas.....
vivem depois para sempre no seu Coração..... “ Os nossos filhos”..... Paixão.... Grande Amor......
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