Sair de Casa
Vamos então fazer uma pequena comparação: Quando vemos uma luz, por exemplo, que temos em casa, elétrica. Devemos pensar que em algum lugar há um gerador para que ela esteja ali, mas não nos importamos com isso, certo? Assim também a vida, em algum lugar há um gerador, mas, na maioria das vezes não nos importamos com isso, em ambas as partes, desfrutamos daquilo que estar a nossa frente(tanto com a luz como a vida), e então temos nos esquecido de que hoje estamos aqui, vivos, e é Deus quem nos proporciona isso, mesmo não sendo merecedores de estar aqui.
Parte do texto tirada do livro "bem vindo, Espírito Santo."
Vamos imaginar a seguinte cena:
Você sai de casa, nada de bolsa, nenhuma bagagem, não leva nem mesmo seus documentos, suas roupas sem bolso, sem nada, apenas roupa do corpo...cartão de crédito, carta de motorista, identidade,celular, nada.
Você sai e não poderá voltar para pegar nenhuma mala...
Leva consigo apenas a bagagem de sua essência, do que você é!
É dessa forma que partiremos para o mundo espiritual, sem nada, apenas com nossa essência, com o eco do que semeamos aqui.
O que estamos semeando, o que estamos plantando?
E se hoje saíssemos sem nenhuma bagagem física, somente nossa essência... o que estaríamos levando?
Já pensou nisso?
É nisso que eu tenho pensando ultimamente.
Joelma Siqueira
Esses idiotas da tecnologia se julgam mais livres porque trabalham pelo WhatsApp em casa no domingo.
Construir um castelo requer a mesma força e poder que uma casa simples.
Mas construir um reino que é ETERNO , exige muita fé...
Fugir de casa era próprio da Idade Média; os jovens atuais, conscientes, buscam a liberdade por meio da independência financeira, através dos estudos e do trabalho.
Tô aqui no meio dessa nhaca olhando para a sacada e para o resto dessa casa que parece que desaprendeu a ser lar. Se você visse, ia querer me esganar. Aquelas plantas que você cuidava com um zelo danado... bom, o que a minha secura não matou, os gatos deram um jeito de terminar o serviço. Virou um cenário de guerra: os vasos cheios de gravetos esturricados e os cinco, numa espécie de motim de fome ou de tédio, mastigaram até o que já tava morto. Tem terra espalhada pelo piso, um rastro de desolação que os bichos fizeram questão de esfregar na minha cara.
E o sofá, Carla? Aquele que a gente escolheu junto agora é um trapo. Os gatos fizeram dele um alvo, rasgaram o estofado até a espuma aparecer, como se estivessem tentando encontrar você ali dentro. Eu olho para o estrago e não tenho força nem para dar um esporro. Sou esse nó cego que fica assistindo o mundo desmoronar da poltrona, com a roupa coberta de pelo aquela camada cinza que não sai nem com escova e que me faz parecer tão bicho quanto eles.
DeBrunoParaCarla
Te amar é como decorar o caminho de casa no escuro, eu tropeço nos meus medos, mas os meus pés já sabem exatamente onde você mora.
DeBrunoParaCarla
Dizem que os olhos são a janela da alma, mas os seus são o meu único conceito de casa. É neles que eu li, sem pressa, todas as entrelinhas daquilo que a sua boca nunca teve coragem de dizer. Olhar para você é como ver o mar pela primeira vez, uma imensidão que me assusta, mas que me convida a mergulhar sem fôlego.
DeBrunoParaCarla
Olhe para mim
vamos tentar novamente
temos muito ainda que viver
nossa casa, nossos cachorros, nossa cama
lembra-se de quantas vezes brincamos de ser gente grande
lembra-se das promessas que fizemos
tudo por acreditar que o que sentimos é amor
então por favor fique
não vá
eu não consigo viver sem você...
Um jeito ausente tão presente no olhar
Você chegou sem barulho, mas fez casa no silêncio.
Tem um jeito ausente tão presente no olhar... Corpo que foge pro mundo, olhos que ficam aqui, me achando em cada pausa.
Teu olhar não mente.
Diz "fica" quando você se cala. Diz "eu tô aqui" mesmo quando jura que foi embora.
E é nesse paradoxo que eu moro.
No amor que não faz alarde, mas permanece. Que me olha distraído e me encontra inteira.
No fundo, teu olhar é tua forma mais sincera de ficar.
E eu escolho morar nele.
Sem você me sinto fraco e minha casa cai derre-pente, pois eu sei que o amor que sinto por você é mais que imperecível;
Você continuará intacta em meus pensamentos, no meu coração e na minha cabeça confusa;
Com você enxergo melhor, pois o meu horizonte com os seus olhos se faz mais belo;
Com você minha vida tem mais razão com a cura das cicatrizes em meu coração;
Sei que sou imprevisível e acredito que mesmo você sendo intocável meu amor é totalmente imperecível;
No escuro da noite uma borboleta buscava o caminho de casa. E no silêncio das trevas um lobo estava ali a vigia-la.
A borboleta com a sua beleza passava a brilhar
E o lobo faminto
Pensava em devorar...
Então, o lobo pronto para atacar
Foi intimidado pela borboleta a perguntar:
_ Posso lhe perguntar com a minha sinceridade?
_ E o lobo respondeu:
_ Sim.
Você irá se satisfazer comigo? De verdade?
_ O lobo respondeu:
_ Claro que não!
Então, por que me ameaças? Nesta escuridão?
_ O lobo respondeu sorrindo...
_ não quero me satisfazer, somente caço as minhas presas é o meu jeito de viver!
Moral da história...
Muita dàs vezes as pessoas não se benefiarão em lhe atacar
É só pelo prazer de ter ver triste ou na satisfação de te derrotar;
Limpar a própria casa, cozinhar
e realizar os afazeres cotidianos,
é uma terapia, além de colaborar
com a família, proporciona maior
capacitação e independência.
Mulher gosta ainda que a assuma. Que tenha orgulho de ter ela ao seu lado. Que a casa dela seja sua e a sua seja a dela. Cumplicidade, amizade, carinho, respeito e consideração são ingredientes infalíveis para manter uma ótima relação. Aí o sexo é o bônus memorável!
Casa de taipa.
Feita de barro, mãos e memória.
Erguida entre o vento e a esperança, sustentada mais por coragem do que por paredes.
Nela, cada rachadura conta uma história, cada canto guarda um silêncio antigo, cada porta conhece quem chegou cansado e quem partiu sonhando.
Casa simples aos olhos de muitos, mas imensa para quem entende que riqueza também mora no afeto.
Porque há lares de concreto que nunca aquecem…
e casas de taipa que abraçam como colo de mãe.
Destino incerto
Uma casa perdida na floresta escondida pela sombra das grandes árvores,
a chaminé acesa dando a posição do nada no meio sereno da solidão,
entre as belezas e as dúvidas do silêncio o charme do barulho do pequeno rio e dos pássaros chamavam a atenção,
escurece lá fora, a lenha queima, o cheiro de chá forte é percebido e comentado pô os animais uivantes,
o frio da selva noturna chega acompanhado da saudade e pedem para se sentar,
mesmo sem plateia as lembranças de um passado próximo começam a dar um show,
olhar parado no tempo, lágrimas secadas pelos ventos, surra bem dada pelos sentimentos, a necessidade e a dor dançando juntas ao relento,
fogueira baixa, chaminé acesa, porta fechada, uma decisão é tomada,
ao amanhecer, mochila nas costas, muitas incertezas, porém muita coragem para caminhar na estrada sem destino.
