Saber
As únicas certezas de que tenho
São as dúvidas da sabedoria...
Unicamente de não saber
As verdades da própria confusão!
Na verdadeira amizade não há diferenças
Nem muito menos indiferenças que fala ao coração;
A amizade é feita de compreensão
Dando asas para voar
Céu a fora e correr
Livre pelo chão...
Ainda sim as dúvidas é companheira
Dos receios que atormenta
O coração e a confiança;
Vivo em uma corrente que busca o desapego do que não me convém
Não quero saber do óbvio, pois do óbvio que atraí os males;
Hoje ao despertar pendei: Olharei para traz... Não para lamentar o que perdi
Mas para saber que se Deus não tirasse do meu caminho quem não merecesse
Está do meu lado, a minha vitória não seria tão entusiasmante;
Portanto as minhas lágrimas de magoas... Alegrias são lembradas
Como momentos de superação em meu caminho;
Os amores em exagero, amizades falsas e as verdadeiras...
Me deram experiência para que eu chegasse até aqui e não desistir;
Contudo se nada tivesse acontecido em minha vida nada teria sentido
Como está sendo e da forma que está acontecendo;
Mas não mais me importarei com o desdenho alheio, pois sei que sou um vitorioso...
E mereço sempre o melhor em minha vida, deixando de ser pretensioso e sendo positivo;
Nunca quis ser sábio... Apenas observo a vida
Julgam-me por não saber de nada
Para que em um tanto eu desconfie;
Preciso me encontrar com ou sem o silêncio de saber me acalentar
Caminhando sem palavras ou sem ter o que falar...
Interpretar o próprio coração para saber aonde chegar;
Te desejar em silencio não é um ato de covardia
E sim um problema de saber a hora de jogar com as palavras
Tanto que lhe faça acreditar na minha sinceridade
De viver em ti com o melhor de dando-lhe outra vida;
E que para isso aconteça à coragem de descobri a intimidade
Um do outro é primordial em viver um intenso amor
Viver uma loucura de desejos e realizações;
A imaginação de beijar a tua boca... Acariciar o teu corpo
Excitando a sua loucura de mulher insaciável
Morder os teus lábios e ouvir as tuas besteiras;
Se abra para que eu te faça mulher realizada
E goze a vida para que a mesma regozije
E te faça sentir rainha;
Sinto-me mal pelos acontecimentos
E gostaria de sumir por um infinito
Sem saber a hora do perdão
Não sou o que sempre sonhei;
Mas tenho o medo de quando apanhei
Apanhei da vida! Sem socos ou pontapés
Somente lições da vida que vieram com dificuldades;
Sou agora o que me enxergam e não o que imaginam
Pois respondo pelo que sou, quero e falo e não pelo que acham;
Para saber viver em um mundo corrupto é preciso ter olhos para enxergar, ouvidos para escutar, mas sem boca para se comentar;
Não perca a capacidade sensata de saber a própria direção;
Existência pela experiência de refletir o acúmulo intelectual;
E nas inquietações que certificamos as necessidades incontidas;
Quero me encontrar no silêncio, mas me perco novamente sem saber onde estou;
Meu desequilíbrio é o barulho dos meus pensamentos, a inspiração do coração direcionado pelo sentimento;
