Ruth Rocha Amor
Eu não tenho como classificar qual é o mais lindo dos instrumentos. Contudo, desde muito cedo sempre tive ao meu lado um violão.
Minha expectativa de vida é entre 05 a 10 anos. Mas, de minha parte tá liberado a celeridade disso aí. Rsrsrs
Um dia decidi reuni somente pessoas meigas, bondosas, amigas, dóceis, generosas, de boa índole amáveis e fiéis para uma festa.
Por que será que ninguém apareceu?
É inquestionável que se o mundo gastasse menos com aquilo que é supérfluo e com ostentações que são mera vaidade humana. Não haveria fome no planeta! Simples assim...
Na minha fraca e questionável opinião, da mesma forma que quanto mais se mexe em excremento, mais se propaga sua fetidez. Assim também acontece com o racismo!
Os filmes, novelas, seriados nada resolvem. Apenas geram maior mal estar e incita o ódio.
Vamos trabalhar de fato, para por fim ao racismo de forma inteligente, eficiente e eficaz!
Sentar-se para tomar um café com um sábio e não desligar o celular, mostra o quanto você desperdiça grandes oportunidades em sua vida.
Melhor livro de Auto-ajuda é a Bíblia, o autor estará ao seu lado para tirar dúvidas. E o maior Coach, chama-se Jesus Christus!
Já ensinou, treinou e fez vencer milhares de milhões de pessoas em todo mundo.
A estrada da Serra dos Órgãos, na altura da cidade de Guapimirim, só é mesmo bonita de manhã, de tarde, de noite e de madrugada.
Nasci e me criei em um lugarejo chamado Andorinhas. Lugar rico por sua simplicidade de povo pacato e humilde. Cercado de belezas naturais como montanhas e rios, Andorinhas foi uma de minhas paixões.
Infelizmente aquele lugar acabou! O lugar ainda existe, mais a Andorinhas que tive o prazer de lá viver foi cruelmente deformada pela invasão de rudez forasteiros, que a sua essência lhes roubou.
Saudade de ti Linda Andorinhas!!!
Acho muito reprovável quem cola em uma prova. Bem! Eu colei e dei cola várias vezes, mais sempre em momentos que eram de vida ou morte rsrsrs.
Ajudar ao próximo não é favor; é dever de todos! Bem como exercer o altruísmo e fazer o bem não é peso, mas uma honra. Na verdade um ato de grandeza!
Você se desespera, pensa que o que está passando nunca irá parar. Quando ainda não sabe que o sofrimento é temporário. E aí, a vida te traz o que tanto queria. Alguém, algo. Te faz feliz. E é sempre assim. Alegria após tempestade.
Solidão
Não me venhas com vinhetas
Não a te, me vais ver abraçar-te
Não te mereço,
Não te consumo me consomes.
Não é um vão és solidão
Não sabes tu, de te, mais do que vós de me
A finalidade ultima da solidão, é existir para o filosofo, para o sábio que pensa e lê, todos a temem e permanecem em temê-la, menos ele, o super homem habituado a encontrar dentro de si o mundo, e a sua solidão.
Fica-se às vezes
Fica-se tanto tempo
Fica-se em solidão
Fica-se sem solidão
Fica-se e se deixa
Deixa-se de ser sozinho
Deixa-se de ser ausência
Deixa-se por companhia
Tem-se uma amiga solidão
Deixa-se e se torna companhia.
Fica-se às vezes
Deixa-se de ser sozinho
Fica-se tanto tempo
Deixa-se de ser ausência
Fica-se em solidão
Deixa-se por companhia
Fica-se sem solidão
Tem-se uma amiga solidão
Fica-se e se deixa
Deixa-se e se torna companhia.
Lá fora a chuva cai
Fria, em uma manhã anti sonora
Em uma cidade que descansa
Do ronronar de feras terríveis
Cruéis sem coração, quente ou frio.
Ou melhor, coração têm.
Mas não sentem um só único sentimento
Bom ou mal interferindo, se ferindo.
Retroalimentando a ganância do capital
Ainda me lembro de como eram as manhãs
Manhas lindas de sol, desnudando tudo.
Ao alvorecer em todas as nuanças
Como um desenrolar de uma pintura
Que dos mais pasteis dos tons possui; Agora não!
Vem uma fera sem coração
Como um míssil maquinal maquiavélico
Composto de fluidos e metal.
De cores berrantes, como antes havia os matizes.
Mais perfeitos de todo tipo, borboleta, Flutuantes calmas anti- sonoras
Agora só o estrondo da fera desembestada
Em um poste elétrico tirando uma vida
Com o caos sonoro já não mais se dividia as vísceras
De quem era o mestre daquela pobre fera
Sangue e carne se retorcem em metal
O capitalismo retroalimentando
Ferindo interferindo quente ou frio, Coração, cruéis.
Ferindo interferindo quente ou frio, Coração, cruéis.
O capitalismo retroalimentando
Sangue e carne se retorcem em metal
De quem era o mestre daquela pobre fera
Com o caos sonoro já não mais se dividia as vísceras
Em um poste elétrico tirando uma vida
Agora só o estrondo da fera desembestada
Mais perfeitos de todo tipo, borboleta, Flutuantes calmas anti- sonoras
De cores berrantes, como antes havia os matizes.
Composto de fluidos e metal.
Como um míssil maquinal maquiavélico
Vem uma fera sem coração
Que dos mais pasteis dos tons possui; Agora não!
Como um desenrolar de uma pintura
Ao alvorecer em todas as nuanças
Manhas lindas de sol, desnudando tudo.
Ainda me lembro de como eram as manhãs
Retroalimentando a ganância do capital
Bom ou mal interferindo, se ferindo.
Mas não sentem um só único sentimento
Ou melhor, coração tem.
Cruéis sem coração, quente ou frio.
Do ronronar de feras terríveis
Em uma cidade que descansa
Fria, em uma manhã anti-sonora
Lá fora a chuva cai
