Ruth Rocha Amor
Renascimento – Rafael rocha
24/03/2012
“O medo já não me domina, a angústia já não me controla
Os dias do pesadelo voltaram para a simples fantasia do medo
E quando eu abro os olhos eu vejo as ruínas do passado serem recolhidas pelas esperanças do futuro, tudo parece ir embora com o vento, até mesmo as lágrimas se foram
Eu passeio por um abismo escuro e fechado, sabendo que a luz está acima de mim
As esperanças de achar meu rumo, se chocam com os antigos medos da omissão
Vitorioso tenho saído das lutas que travo com meus medos e omissões
Eu imaginava um céu estrelado todas as noites que você estivesse comigo
Porém, doce fora o destino ao me surpreender com o novo brilho do sol da minha vida
Eu já consigo levantar de minha cama sabendo que existe um novo dia lá fora
O enorme muro que separava minha felicidade da minha realidade fora derrubado pela
minha força interior, cuja nunca havia deixado morrer, que todas as manhãs me visitava
Eu olho para o rosto de cada medo e digo apenas que agora já não vivo, hoje eu vivo sabendo
estar vivo, sabendo ser feliz, sabendo fugir do perigoso medo da omissão
As atitudes que antes me prendiam no meu próprio desespero, hoje correm soltas pelo jardim
As flores estão desabrochando, o sol está brilhando, e antes o caminho que percorria rastejando, hoje percorro andando, segurando minha esperança de um novo amanhecer
Como é bom, estar vivendo novamente, estar sonhando como antes
A felicidade superou qualquer medo que viera a ter, ela bateu a minha porta, eu apenas
abri a porta, bastou achar a chave, que estava perdida na minha omissão
A coragem caminha junto com o olhar brilhante da lua, e juntos formamos um céu estrelado
A dispersão de palavras é uma certeza, que antes eu escondia nos meus medos
A todos que fazem meus dias valerem cada segundo, e cada manhã valer uma vida ...
eu apenas desejo o brilho das estrelas e o sorriso da lua que ... hoje sorriu para mim.”
O poeta confuso – Rafael Rocha
Entre bilhões, estava um
Era este, um poeta confuso, como de costume
Era perdido em tudo que pensava
Mas, criara suas filosofias e convicções ainda cedo
Descrevia em sábias palavras
O que desejava que fosse verdade
E a realidade que tinha em sua mente
Enquanto algo sentia, havia paz e confusão
Seu coração era como bússola que oscila as direções
Como águia livre para voar, e se perder nos céus
Não sabia escrever segundo regras enquanto sentia
Era este, forte e frágil, sábio e ingênuo
De tudo conhecia um pouco e do pouco tudo sabia
E como os outros bilhões, nele havia sentimentos
Inexplicáveis, insistentes e duradouros
Era fortemente abraçado a quem o amava
E a tudo que admirava este lhe cortava o olhar
Contudo, era também superficial e de alta vaidade
Se acostumara a cuidar de teu corpo
Mas esperava milagres curarem seu interior
A cada dia, ele aprendia e isto escrevia com ternura
E por vezes quase sem querer, errava.
Este poeta ainda buscara quem o ame eternamente
E busca na eternidade um amor que dure toda sua vida
Percebes a confusão em suas buscas?
Este poeta tinha dentro de ti cacos deste mundo
E fortes influências de teu próprio universo
Este pequeno poeta fora crescendo devagar
Tendo o corpo envelhecido e a mente ainda sábia
Este poeta escrevera seus versos com seu coração
Em cada palavra traçada, havia a essência de sua alma
Será este poeta tão comum como este mundo
Ou bom demais para a normalidade errônea deste?
Que haja, por Deus, mais destes poetas na terra
Para que, as vidas sigam a beleza dos sentimentos
E não a escória do ódio e preconceito
Este é meu pedido
Será este também o seu?
Diário Fantasma – Rafael Rocha
09/11/2012
Vejo em lentos passos
A tristeza passar por mim
Desejando boas sortes
Escutando meus lamentos
Sendo minha única companhia
O silêncio é inquietante
Nos meus ouvidos gritam
A dor e a agonia
De nunca aceitar quem sou
A tristeza segura minha mão
E se aprofunda em minh’alma
E vai pra onde eu vou
Meu orgulho se foi com a esperança
E a realidade triste é tudo que sou.
Por onde anda as suas cartas?
As últimas lembranças
E registros dos meus sentimentos
Não sinto mais o frio
Pois não há alma em meu corpo
E ao meu lado se ausenta
A mínima sombra de um amigo.
Eu acordo todos os dias
Afogado na mesma rotina
Passando as noites em claro
Lembrando vagamente
A experiência de ser abandonado.
E á quem clamarei socorro
Se toda noite pra você é comum
E aqui em meu mundo fechado
Não há espaço para nada que me faça sorrir
Pois pra ti fora fácil queimar
Nossas lembranças e histórias
Tão lindas de se contar
Pra ti fora fácil me apagar.
Cumpriste bem tua missão
Apagando de ti minha vida
E destruindo meu coração
Sinto que ainda somos um só
Se me negas, não posso me aceitar
E assim a vida segue
Segue, devagar...
Sangue por paz - Rafael Rocha
10/11/2012
Os chamados sábios pintam seus quadros
Com o sangue da fé desumana
Acreditam no céu para todos
Perdão pelos pecados alheios
E bençãos pelas mortes que causei
Milhões seguindo uma forte
Tão forte para cegar á todos.
Alguns creem em suas próprias convicções
E assim são condecorados homens sem valores
Pateticamente se estende a mão da crença
E o céu permanece chuvoso e cinza
No dia mais lindo e sagrado
Onde o dragão é o anjo
E só há futuro pelo passado.
Na casa dos astros há belezas e magias
Onde dançam anjos e demônios
Sob o mesmo solo se estende
As guerras santas e seus Deuses
Até quando haverá sangue por paz?
Eu não acredito, nem mesmo em seu líder
Sou condecorado com a marca da estupidez
Mas ainda sou corajoso.
Isso basta.
Mundo dos sonhos – Rafael Rocha
11/11/2012
Somos tão modernos
Jovens e espertos
Habitamos a terra dos sonhos
Mas vivemos em um pesadelo
Sabemos demais
E nada precisamos provar
Mas precisamos de paz.
Nosso espiríto é cansado
De tanto lutar e correr atrás
Somente para vê-la indo embora
Meus olhos se fecham
Esperando dormir
Mas do mundo dos sonhos
Todos querem fugir.
Não, nós não podemos mais correr
Nossas pernas estão feridas
E em minha alma há
A marca cicatrizada do arrependimento
Marcas dos meus atos
Enterradas nos meus pensamentos.
Estamos no tempo das bombas
Na era das máquinas
O homem tudo domina
Mas não domina á si mesmo
Não há monstros no armário
O real monstro está
Dentro de todos nós
Quem irá te dominar
Ou você terá de acordar?
Talvez um dia
Eu acorde e ainda sonhando
Espere você me abraçar
Mas somente irei ver
As janelas se fecharem
E pra longe de mim
O vento levar você.
Linhas tortas – Rafael Rocha
11/11/2012
Amo traçar linhas sem sentido
Escrevendo todas as palavras
Para quem está comigo
Ou quem se ausenta
E me deixa sozinho
Em linhas tortas e estranhas
Se estreita o brilho da sinceridade
Onde cada autor demonstra com amor
O que lhe é bom e o que julga verdade.
Á lua e á todos que dominam a amargura
Guardam palavras de atenção
Para que guardem sua vida
E procurem sempre pela razão.
Escrevam para se libertarem
Todos os injustiçados abandonados
E todos os que dominam sua alma
Á todo o mundo cantam hinos de esperança
Lá no fim do horizonte todos morrem
Ao redor de uma inocente criança.
A mão do poeta se estende
Sobre tudo que é lindo
Suas doces palavras santas
Acalmam os senhores de guerra
E fazem ninar as estrelas
Com amor ao que escreve
Com luz ao que se perde.
Poesia e guerras nucleares
Horizontes escuros e o amanhecer
Na vida tudo se cruza loucamente
Cabe aos que escrevem manter
A paz e a sanidade e a saúde da mente
E saber se perder com calma
Em tudo que se sente.
Doce sinfonia e canção de amor
Linda poesia e a composição da dor
Poesia em linhas tortas
Perfeita em linhas do pensamento
Somente eu entendo
E assim, me sinto em paz.
Os renegados em renascimento – Rafael Rocha
11/11/2012
Encontro á meia-noite partes da minha alma
Devastada pelos atos de minhas mãos
Se deita em ondas leves meu arrependimento
Em meus sentimentos se ausenta o amor
Não há espaço para sinceridade
Onde há o lamento pela verdade.
Me revejo dia e noite em um espelho invísivel
Posso estar cego ou somente incrédulo ao que vejo
Devo criar e seguir convicções reais da minha natureza
Junto á elas devo cair ao avistar de perto a tristeza
Ver de longe minha amada se despedir
E com lágrimas de sangue á lhe fugir.
No mesmo céu dançam os anjos caídos
Arrependidos e voltando á seu pai celestial
Conquistei meu equilíbrio desequilibrando a verdade
Sangrando sob um fardo santo
Com os braços em punho forte armado
Tendo a sombra do mal á minha esquerda
E a auréola dos anjos perdidos do outro lado
Ah, quantos homens nascem pela morte
Quantos anos mais de guerra os aguardam
Seus senhores respeitados pela sorte
Ainda que queiram meu sangue vivo
Darei á verdade mais um lamento
Perder a alma e a vida com honra
Aterrado pelo próprio pensamento.
Um homem renasce cada manhã
Quando a chuva cai o céu os renega
E voltando á sua casa e fria terra
Todos os dias há de chover
As lágrimas de sangue de minha amada
Que não se aprontou para morrer.
Estrelas – Rafael Rocha
13/11/2012
Tudo que se inicia como estrela da tarde
Reluz e brilha como ouro, e faz-se bem inigualável
E algumas estrelas se escurecem á noite
Tamanha escuridão á sua volta lhe cega
Já não podemos avistar no céu a beleza
De tudo que um dia julgamos lindo e perfeito.
Com o tempo os relógios se atrasam
E as horas trazem notícias antigas
Tudo nasce novamente e devagar
Se vão as gaivotas e voltam os abutres
Já cultivei rosas esperando sentir seu aroma
Mas já as pisotiei para que o espinho não cubra suas pétalas
Já me machuquei com um abraço forte
Estive tanto tempo á deriva sem contar com a sorte.
Toda estrela linda e cadente nasce devagar
E todas as tardes há de ter homens quase cegos
Para verem e admirarem sua perfeição ao brilhar
Quem dera á esses homens o dom de saber
Que estrelas estão longe daqui
E que nunca as poderão possuir
Pois ao tentar abraçá-las elas hão de fugir
Eu abracei amores como estrelas
Esperando abraçá-las e ver ternura
Em verdade eu confesso o amor á tortura
Amei demais o que nunca pude ter
Cultivei bens que nunca pude ver crescer
E agora me deparo observando estrelas
Vendo o mundo girar e o horizonte amanhecer
Tão sozinho e confuso de tanto acreditar
Não posso ver mais nenhuma estrela
Sem antes de ti me lembrar.
Descobrindo - Rafael Rocha - 15/11/2012
Eu tava me perguntando, porque a adolescência, é a fase em que mais questionamos e criamos perguntas e questões sobre nós mesmos e sobre o que nos rodeia.
Na fase dos 12 anos, estamos descobrindo os sentimentos, e qualquer coisa que nos faça sentir bem, parece ser amor.
Na fase dos 14 anos, estamos descobrindo conceitos pessoais e convicções que levaremos pelo resto da vida, mas qualquer coisa que vá contra nossos princípios parece ser um crime contra a nossa própria lei.
Na fase dos 15 anos, estamos descobrindo que pensamentos e certezas do passado parecem coisa de criança, e estamos finalmente amadurecendo, descobrindo a verdade por trás dos sentimentos, porém, qualquer decepção a mais, parece nos derrubar mais fortemente dessa vez.
Na fase dos 16 e 17 anos, estamos criando a certeza, que amamos realmente alguém, e nessa fase, criamos convicções que se encaixem aos nossos princípios, criando assim uma cadeia de amadurecimento, onde cada prova, parece fortalecer o que pensamos, porém, qualquer tristeza parece trair nossas convicções.
Á partir dos 20 anos, o ser humano parece desenvolver suas últimas lições pessoais, e onde o amadurecimento é mais rápido e nos enquadra melhor á nossas vontades.
Resumo: Todo ser humano, passa por vários processos de amadurecimento, criando certezas e convicções, porém, mesmo no auge desse amadurecimento, ainda existem riscos de sermos traídos por nossas próprias certezas, vontades e motivações.
Ou seja, em qualquer idade, podemos nos decepcionar, e em qualquer idade podemos amadurecer mais e aprender mais com qualquer erro ou decepção.
Não se engane, a adolescência é um período de descobertas, onde você irá se decepcionar, mas se aprender mais do que chorar, irá se tornar cada vez mais preparado para a vida.
A partida e o retorno – Rafael Rocha
17/11/2012
Sempre fui difícil de entender
Sempre precisei de atenção
Mas todo homem sendo forte ou não
Sempre há de necessitar perdão
E mesmo sendo tão complicado assim
Sei que há alguém como eu
Tão perfeita pra mim
Como são rosas para o romance
Ou mares para viajantes
E amores tão distantes
E o que é suplicar por amor
Se não suplica também por dor?
A tenho comigo como tenho teu Deus
E agora como vejo tudo reluzir
Não a deixarei de meus braços sair
Mas peça-me um tempo para pensar
E a ti darei o mundo para explorar.
Tendes certeza de meu amor por ti
Assim lhe darei o que precisar
Para estar comigo e feliz
Mesmo que me farte de lágrimas
Vê-la sorrindo sinceramente
Compensa meu sacrifício
De tentar seguir em frente.
Palavras que enchem os lábios
São tão doces e amargas
É somente a atenção
Que posso lhe oferecer
Estou incrédulo em acreditar
Que é pecado isso não lhe dar.
Mas se sentes dor estando assim
Pra que lhe prender se lhe desejo bem?
Vá em paz, vá com cuidado
Não restará ninguém ao teu lado
Mas ainda assim se reclamares
É tido teu maior pecado
Tido, e novamente perdoado.
Ao fim do teu caminho
Estarei á te esperar com rosas
E palavras ainda amargas
Porém, sinceras e verdadeiras
Abraçando-me iremos voltar
Sei que estás cansada
Mas ainda assim levante
Para então me abraçar.
Todos têm de se perdoar
Afinal, somos incessantes em errar
E vê-la partindo devagar
Dando costas á tua vida e lentamente a chorar
Sempre me perguntei onde eu poderia lhe procurar
Mas quero lhe ver sonhar
Deitada em paz em seu lar
Enquanto descansa estarei á te admirar
Espero não te acordar.
E por fim, lhe dou minha humildade
Tendo em mim a única verdade
Que grandes homens que amam
Promovem sempre grandes mudanças
O amor requer perfeição
E para isso há de haver perdão.
Espero não lhe ver partir novamente
Porém, se precisares ir
Estarei novamente á te esperar
Com rosas e com palavras de amor sinceras
No fim de teu caminho
Sempre estarei lá e contigo
Pois lhe amo, e lhe quero bem
Amo como amo viver
Amo viver como amo você.
E de tua partida até teu retorno
Lhe amarei novamente
Uma vez mais e de novo...
Enlouquecendo com saúde – Rafael Rocha
19/11/2012
Amo como tudo sorri de volta para mim
Sorri como criança que corre livre
Alguns homens me acusam de loucura.
Por dias estranhos não entendo o que sinto
Mas para eles eu apenas sorrio.
E para aqueles que não me compreendem
Não prestarei contas á meros mortais como eu
Sou tão falho quanto os que me julgam.
Será que não percebem
Que enquanto se ocupam para me acusar
Poderiam estar junto á suas famílias e sorrir?!
Há algum tempo acordo feliz
E quando me deito descanso em paz
Em saber que quando amanhecer
Lá estará meu amor novamente
Estando ao meu lado e a sorrir
Não me importa essa gente falante
Estar todos os dias com meu amor
É e sempre será o mais importante.
A poesia – Rafael Rocha
25/11/2012
Nascemos talentosos
E por pura justiça devemos morrer reconhecidos
Temos ouro e prata, porém não somos ricos
Somos livros, filosofias e conhecimento
Somos nosso próprio orgulho e amor.
Eu sei quem sou e pra onde vou
Mas leio uma página ou outra para ter certeza
Devemos transmitir conhecimentos ou nos calar?
Nosso tempo de viver é curto, então o façamos bem
Que se faça então os livros e as escrituras de cada homem.
Amo traçar linhas com letras em meu idioma
Assim como pai que abraça seu filho
Estendo meu amor em escrever
Passando para todos ao meu lado
O que minha visão me permite ver.
E se os demais homens derem continuidade a perfeição da poesia,
Teremos um mundo melhor, algum dia. "
Em uma rocha, à um lobo uivando para a lua. Toda sua vida agora está pulsando, com coração batendo este é o seu guia, e que diz o seu caminho.
Sentindo a brisa do vento... com uma visão panorâmica, sob o luar impressionante que ele presencia, uiva novamente em harmonia com a natureza, este é o seu orgulho de lobo.
É a nossa fé em Deus que nos mantém firme como uma rocha e que as vezes já meio apagado, acende o pavio que ilumina em nós como uma grande tocha, a chama da esperança . Eu não desisto .
Nossa química
Ela atraída por rocha em erosão
Ele metal em acorde e som
Os elementos que se fundiram
Formaram outra química que os uniram
Quem diria
O dark das madrugadas
Tirando sono da praiana das águas claras.
Reaja, edifícios são feitos "ferindo" a terra, penetrando a rocha, quando erguidos as marcas não chamam atenção e o que vemos é um monumento que embeleza a paisagem
Os muros da vida
Andando no deserto, montanhas, tento sair de perto, no meu quintal uma rocha medonha, nas alas sociais as paredes maiorais, no meu Brasil vive os muros de Berlim, a muralha chinesa, as paredes de Jericó, eu pergunto, até quando vou ter que tocar trombetas, enquanto vejo no teatro os jovens passeando de lambreta, são tantos obstáculos, neste vivo espetáculo que a elite dispõe, também é a cultura popular que propõe, eu me encho de ansiedade, uma depressão por anseio de liberdade, em que meu povo possa gritar, uma identidade vibradora e vigorosa, mas é guerra que vejo em mim, pois diante da minha turva visão neste sereno Brasil deparo com os muros da vida viril.
Giovane Silva Santos
Nossa rocha e nosso refúgio
Em Deus está minha salvação e minha glória; a rocha da minha força e meu refúgio estão em Deus. - Salmo 62: 7
Há um século, um transatlântico afundou na costa sudoeste da Inglaterra, levando muitas pessoas para baixo. Um menino de 16 anos de idade, que foi jogado ao longo da costa acidentada, sobreviveu agarrado a uma rocha a noite toda. Quando ele foi finalmente resgatado, ele foi perguntado: “Você não se abalou quando se agarrou a noite toda àquela pedra?” O menino respondeu: “Sim, claro. Mas a rocha nunca sacudiu uma vez.
Os antigos israelitas aprenderam com suas experiências no deserto que as rochas eram mais do que massas de pedra. Uma rocha poderia servir de abrigo contra uma tempestade repentina. Poderia fornecer uma sombra fresca do calor opressivo. Era uma fortaleza e um lugar de segurança dos inimigos (Sl 61: 2-3; 62: 1-2; Isaías 32: 2).
É por isso que significou muito quando Davi chamou o Senhor de “minha rocha e minha salvação” (Sl 62: 6) e “minha força e meu refúgio” (v.7). David sabia em primeira mão o quão importante uma rocha poderia ser em tempos de dificuldade.
Assim como os hebreus encontraram a rocha de sua salvação no Senhor que os tirou do Egito, encontramos nossa rocha de salvação naquele que, por meio de seu Filho, nos libertou da escravidão do pecado. Quando tempestades de problemas ameaçam nos dominar, podemos nos apegar a Ele com fé, gratos por nossa Rocha ser nosso refúgio inabalável.
Ó segura para a Rocha que é mais alta que eu
Minha alma em seus conflitos e tristezas voaria;
Tão pecaminosa, tão cansada - Tua, Tua eu serei:
Tu abençoa a "Rocha das Eras", estou me escondendo em Ti. -Cushing
Você pode tremer na Rocha das Eras, mas a Rocha nunca treme debaixo de você.
Vernon Grounds
