Ruth Rocha Amor
Ser menos. Ter muito menos. Aparentar ser quase nada. Acreditar mais.Sonhar mais.
Fazer mais.Duvidar menos. Compartilhar e perdoar mais e mais.Muito mais.E mergulhar em amor em cada um à frente, sempre e sempre.Afinal só pelo coração apaixonado que caminha se de braços dados, com a verdadeira alma da gente.Não morno mas quente. Muito quente.
Felizes são muito poucos de nós que a vida dadivosa nos dá o sagrado direito e oportunidade de repassarmos atos e fatos de nossa vida passada, à limpo.Não que vivamos entre maus projetos, rabiscos, contas mau feitas, rasuras e rascunhos mas nem sempre temos o devido tempo ou foco para reconsiderarmos todas às rotas precipitadas, as palavras desordenadas, os julgamentos sem por quês ou reflexões e as pessoas inocentes que vamos deixando magoadas e tristes inocentes pelos caminhos.Parece me como o se ouvíssemos o canto frio das noites de lua quarto minguante pelas praias com a brisa seca empurrada ao vento.Muito menos que um canto, entre um gemido e um acalanto assemelha se a um choro abafado monotônico das criancinhas que nunca existiram, como se fossem filhos órfãos nossos, filhos nossos que nunca nasceram mas foram expelidos pra fora sem o devido amor.Como é bom receber de quem se ama, de novo uma antiga lição pois sabemos que a vida, cedo ou tarde nos dará de novo sem o devido amor, carinho, consideração e apreço.Pode vir de qualquer jeito e teremos que aprender de uma forma ou de outra, sem tentativas perenes para aperfeiçoamento e busca de perfeição.
Respeito a vontade e a liberdade inalienável de cada um de se posicionar junto a mim como um estranho mas na verdade em essência todos que participam comigo desta jornada dimensional conhecida como vida, são e os tenho como amigos e alguns um pouco mais como amigos irmãos. Quão bom viver em abundancia a amizade e nunca ter inimigos.
Cada qual veio para está existência nesta dimensão já com um irrefutável compromisso com a vida. A infelicidade ocorre quando cada qual não o percebe ou por quebra de contrato unilateral de destino, quer deixar para o depois.
Branco e preto, certo e errado, bom e mal, verdade e mentira, não cabe em mim só duas escolhas por liberdade, em um mundo de tantas cores e de tantas interpretações. Eu construo e sigo por amor a minha própria coloração.
A beleza da vida é receber com carinho o novo, amar todas novas cores e as novas formas, colorir e reformar mais um pouco nossa forma acomodada de ser e nossa possível monocromática persistência.
Na velocidade e na síntese do universo contemporâneo acredito bem mais em frases e pensamentos do que em livros.
A borboleta é a imagem do espirito que voa em liberdade mas nunca da vulgaridade de viver sem responsabilidade em diversos casulos.
O ser bom, sabe na carne e na alma o que é sofrer pelas injustiças do mundo. Por isto ele generosamente, fica sempre do lado do humilde, do indefeso, do pobre, do fraco, do desamparado, do esquecido e de tudo que é pequeno mas que por vida tem todo o direito de existir e ser feliz.
A cada novo amanhecer Deus nos convida a vida que se segue. O que passou, passou e não pode ser alterado. Perdoe generosamente. Agora cabe a nos escolhermos as cores que vamos colorir nossas novas escolhas.
As cores em nossa vida são magicas não só pelas tonalidades mas acima de tudo pelas suas vibrações.
A palavra diamante vem do grego " adamas ", que significa indomável, pois durante muitos séculos, foi uma gema não lapidável mas descobriram que ele só se dobrava a si mesmo. Seguindo isto, assim devem ser nossos sonhos, indomáveis só permitindo a serem realizados e adaptados por nos mesmo.
Todo ser politico eleito pelo povo brasileiro, deve fazer obras publicas e fomentar politicas publicas de governo para o Brasil. Não cabe mais de nenhuma forma optar pela simpatia com recursos próprios brasileiros, dando apoio ou qualquer auxilio, a qualquer lugar e governo alienígena. O Brasil precisa do Brasil.
Em qualquer ocasião e sob qualquer pretexto, sempre serei um de vocês mas de forma alguma e pela inexistência natural, qualquer um de vocês não conseguirá ser um de nós.
Demagogos revanchistas rancorosos hoje relembram das 687.962 vitimas da Covid-19 no Brasil durante o governo Bolsonaro. Vitimas por fatalidade de uma pandemia nova internacional, onde tudo era experimental. Além do mais muitas mortes ocorreram no planeta inteiro e em alguns lugares infelizmente proporcionalmente bem mais do que aqui. Eleitores do ódio, disfarçados em amor, iniciam a perversa e injusta retaliação.
A maior gloria dos vencedores é sempre respeitar e não retaliar o oponente perdedor. Distante disto não há vencedor e todos os lados, muito perdem.
