Ritmo
"Eu anseio por alguém que ame o som da minha voz, o ritmo do meu coração, e a luz do meu sorriso. Alguém que me queira por quem sou, com todos os meus barulhos e silêncios. Que se apaixone pela minha alma, todos os dias, e me faça sentir viva. Que me veja, me ouça, me sinta, e me ame sem reservas. Alguém que me faça sentir que sou o refúgio perfeito para o seu coração."
Ritmo acelerado no teu
Rostos e instantes
Toques e maresias
Abraços e completude
Extensão dos mares para navegar
No pulsar de cada movimento
Escrevendo teus lábios nos meus
E fazendo a mais bela poesia.
Então faz assim: traz um pincel bem colorido e pinta. Colore um quadro qualquer. Sem ritmo. Sem pressa. Resgata o brilho do olhar. Deixa que transborde tudo de mais lindo que você traz dentro. Sem medo. Sem receio algum. Seja. Flor, se assim quiser. Coração, se por esse caminho escolher. Mas aprende a te surpreender com as pequenas coisas da vida de novo. Com essas que nos deixam grandes. De alma.
Não me venha com meios termos e falsas desculpas. Esse seu ritmo, não dá mais samba. E eu, já cansei, de fingir acreditar.
A vida é feito música !
Ou você se entrega de corpo e alma
dançando no ritmo dos seus passos .
Ou você se perde no seu mundo
e vive em descompasso.
No ritmo acelerado que ando;
A vida não consegue acompanhar; Desfaço-me e refaço inúmeras vezes;
Por fim, acredito ser o único jeito de me enxergar por inteira.
“Expanda seus horizontes com coragem e equilíbrio. Cresça sem pressa, respeitando o ritmo da vida e a força que existe em você.” – Os`Cálmi
A minha existência é um ritmo de guerra em meio à paz. Hoje faço mais um ano de aniversário em pleno Halloween e nascer nesse dia foi um presente único e digno da bruxaria do caos. As trevas me acompanham, pois o meu interior é mais escuro que a própria noite. A escuridão me fortalece e a luz me destaca em meio à natureza perversa que configura os seres vivos.
Diante de tudo e entre lembranças e sonhos, sigo meu próprio ritmo, mesmo com fantasmas do passado, dançando no meu compasso.
A cura acontece quando deixamos o coração guiar nossas ações, respeitando o ritmo da dor de cada um.
—Purificação
No palco efervescente do Carnaval, onde risos se misturam com lágrimas e cores dançam ao ritmo da vida, emerge uma reflexão profunda sobre a dualidade da experiência humana. Neste reino de máscaras e fantasias, onde a alegria transborda e os corações se enchem de esperança, também ecoa o sussurro suave das dores ocultas e das tristezas silenciadas. Por trás dos sorrisos radiantes, há histórias não contadas, cicatrizes invisíveis e sonhos adormecidos. O Carnaval, tão festivo e efêmero, personifica a jornada tumultuosa da existência. É um espelho que reflete nossa capacidade de encontrar beleza na imperfeição, de dançar na chuva das incertezas e de abraçar a dualidade que nos define. Entre confetes e serpentinas, entre batuques e melodias, encontramos um refúgio momentâneo, um instante de suspensão da realidade. É nesse interlúdio fugaz que nos permitimos ser quem quisermos, onde nos perdemos nas danças frenéticas e nos reencontramos nas pausas serenas. O Carnaval é mais do que uma celebração; é uma metáfora da vida. Como as marés que sobem e descem, como as estações que mudam, ele nos lembra que somos feitos de dualidades, de contrastes, de luz e sombra. Nesse turbilhão de emoções e cores, encontramos a essência da humanidade, com suas alegrias efêmeras e suas tristezas persistentes. No final das contas, o Carnaval nos ensina a abraçar todas as facetas da vida, a dançar mesmo quando o chão parece ceder, a sorrir mesmo quando o coração chora. Assim, no palco do Carnaval, entre o caos e a harmonia, descobrimos a verdadeira magia da existência: a capacidade de encontrar beleza na dualidade, de celebrar a vida em toda sua complexidade e de transformar até mesmo as sombras em luz.
Acelera o teu coração, não apenas no compasso da paixão, mas também no ritmo da vida.
Corre para junto de mim, como quem busca abrigo, e também como quem persegue um sonho.
Que cada batida seja um passo, e cada passo seja um destino.
Assim, eu continuo — de encontro à felicidade, seja ela o abraço que me espera ou a estrada que me guia.
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