Rir com os Amigos

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Onde você nasceu, o nome dos seus pais, os amigos que você teve no Ensino Médio e onde posso encontrá-los. Quem são seus irmãos e irmãs e a lista completa dos nomes dos seus primos. Onde você compra roupas, quais os tamanhos, onde faz suas refeições, o que comeu hoje, e destes últimos eu preciso de detalhes. Tudo me interessa, não há nada que pareça entediante, acredite.


Como foi o seu trabalho, quem são os seus colegas, a que horas você entra, a que horas sai. Não é por controle, por favor, não me entenda mal, jamais farei algo com isso. Traga tudo à tona apenas porque é assim que esse engodo começa, agora você apareceu e é tudo tão pra ontem, que não estou entendendo essas informações saindo aos poucos, gotinhas vagarosíssimas, enquanto o que eu queria mesmo era um dossiê impresso, cinco milhões de páginas de você pra eu ler e ficar de barriga estufada desse que é o único assunto, dia e noite e madrugada, a única coisa que é, de fato, urgente.


Se não sobre você, então me fala do tempo, das notícias, dos segredos alheios, de músicas ruins. Qualquer coisa. Pode falar, quero ouvir. Secretamente, entretanto, vou preferir saber de você. Quem foi sua primeira namorada, quantas vezes você já chorou por alguém, você vai chorar por mim? Você acha que, considerando as horas que passamos juntos, projetando isso para um futuro curto ou longo, fazendo os cálculos, será que vamos chorar um pelo outro? Eu sei que vou.


Quero que você me ligue de um telefone fixo dos anos 90 e em três horas de conversa me conte o seu dia com a patética riqueza de detalhes que só interessa aos adolescentes e aos apaixonados e a mais ninguém.


Me mostra teu cesto de roupas sujas, melhor ainda, me deixa ver um Raio-X teu, traz aqui teu hemograma, a tua carteirinha de vacina, também a de trabalho, a tua estante de livros, as camisetas expostas nos cabides descombinados, as unhas dos teus dedos dos pés. Não esquece teus exames de vista, me dá aqui tua retina, quero ver tudo exatamente do teu jeito.


Me conta teus sonhos, ninguém quer saber, mas eu quero. Os reais e os inventados, talvez os inventados eu queira ainda mais. Me revela as tuas mentiras, as que tu me contou ontem, e já me antecipa as de amanhã e as de depois.


Você está ouvindo qual música? Tá onde? Fazendo? Me liga pra dizer. Mas tem que ser agora. Onde você pintou o cabelo? Me mostra a foto desse dia. Me manda uma foto de rosto, eu quero ver teu rosto. Qualquer coisa, qualquer coisa, não rejeitarei nada, ouvirei tudo satisfeita, jamais saciada, e de olhos acesos.


Amanhã, quando acordar, continua, me joga mais pedacinhos de miolo de pão, mais detalhes, novas histórias. Vamos deixar um dia inteiro só para as manias, outro só para a confissão dos pecados. Vamos usar e-mail, WhatsApp, Instagram, Substack e telefone pra nos comunicar, ok?


No dia seguinte, faremos o mesmo. E assim, todos os dias em uma sequência precisa, me ajuda com isso, por favor, só até o momento em que que esse vício se esvai e eu fico curada, finalmente, o dia em que você volta para o nada de onde veio, até o dia em que teu nome vai me causar um tédio letal, graças a deus, o momento em que vou te enxergar insosso e insípido, e, veja só que loucura, ficarei até enojada de todas as vezes em que te comi e te bebi. Mal posso esperar por esse dia.


Agora não parece, não dá pinta nenhuma, mas não tarda e isso aqui arrefece, esse fogo baixa, até virar só o vento e a poeira e nenhuma marca de queimadura no meu corpo vai me ajudar a lembrar do teu nome com qualquer sombra de ânimo.


Se eu falar isso em voz alta agora todo mundo vai dar risada, mas lá na frente o que sobrará de ti é uma indiferença tão violenta quanto essa excitação do começo em que tudo é brilho, só que ao contrário, quando esse dia chegar eu sequer poderei responder pra mim mesma a pergunta: o que caralhos aconteceu aqui?


Mas hoje, hoje não, hoje quero tudo teu, violenta e impiedosamente, sem trégua alguma. Hoje sou puro desespero, farejando tudo que me leva até o teu nome, sonhando que eu te encontre nos mais improváveis corredores de supermercado. Hoje, que coisa pavorosa, só dá você. Quero lá saber de mais nada.

QUE CONSIGAMOS SER E TER GRANDES AMIGOS. SÓ ASSIM ENCONTRAREMOS O CAMINHO CERTO PARA A FELICIDADE.

NN

Como é imensamente bom ter amigos… pessoas que cruzam o nosso caminho e sem perceber, passam a iluminar os nossos dias mais escuros, são eles que nos ajudam a enxergar a beleza da vida quando tudo parece cinza, que nos lembram do nosso valor quando esquecemos e que nos devolvem a esperança quando o cansaço quase nos faz desistir. Amigos muitas vezes se tornam irmãos de alma, escolhidos pelo coração, são abrigo em meio às tempestades, colo nos dias difíceis, riso nas horas leves. São aquelas pessoas com quem podemos desabafar sem medo, chorar sem vergonha e sonhar sem limites, porque sabemos que, aconteça o que acontecer, estarão ali.

"A liberdade é como o ar: só se percebe quando começa a faltar!"

Meus amigos, ouçam bem estas palavras!
A LIBERDADE — esse bem supremo, esse sopro divino que alimenta a alma humana — é, muitas vezes, tratada com descuido, como se fosse eterna, indestrutível, garantida!
Mas saibam: nada é mais frágil do que a liberdade quando o povo se torna indiferente!

Assim como o ar que respiramos, ela é invisível, silenciosa, vital!
Enquanto o oxigênio entra em nossos pulmões sem esforço, esquecemos o privilégio de respirar.
Da mesma forma, enquanto andamos, falamos e pensamos livremente, ignoramos o sacrifício de tantos que deram a vida para que hoje pudéssemos fazê-lo!

Não esperem o sufocamento moral, o cerceamento das ideias, a mordaça disfarçada de ordem — para lembrar do valor do ar que respiramos!
A verdadeira vigilância é o exercício diário da gratidão e da coragem!
É a ação consciente de quem entende que a liberdade não se herda: defende-se!

Portanto, reflita!
O que você tem feito com a liberdade que possui?
Tem usado sua voz com responsabilidade, com honra, com propósito?
Ou apenas respira, alheio, enquanto outros decidem o ar que você vai respirar amanhã?

A liberdade, meus amigos, é o oxigênio da dignidade humana!
E quando faltar — ah, quando faltar! — será tarde demais para reclamar.
Por isso, defenda-a HOJE, com coragem, com verdade, com o coração ardendo de amor pelo que é justo e pelo que é seu!

⁠Um dos pilares para que se obtenha a felicidade, indubitavelmente, é estar ladeado por amigos sinceros e respeitosos.

Dizem que felizes aqueles que o namorado são seus melhores amigos. Eu não tenho namorado, mais tenho namorido... que é meu melhor amigo.

—By Coelhinha

⁠Durante a madrugada, dois amigos vagueiam pelas praças e ruas, clima frio e chuva fraca que molhava lentamente os asfaltos, os detalhes das pequenas gotas tocando o chão ou cruzando a luz amarelada do poste, era admirada e atacada por elogio e comparações a sensações únicas de prazer em estar se sentindo vivo, a cada toque da gota ao chão um pensamento profundo na imensa solidão compartilhada que se vivia durante aquela madrugada. Sim! Durante aquela madrugada sombria que se assemelhava uma experiência fúnebre, era possível se sentir vivo ao toque da chuva.

Justiça não é corrigir amigos com amor e atacar desconhecidos com raiva; é manter coerência no caráter.

“Torno-me rico com milhões de amigos”.

“Se você quer ser um empresário e não tem pai rico e nem amigos milionários, não tem fé e nem sorte, muito menos acredita em milagres, você não é como eu. Eu tenho fé e acredito em milagres.”

⁠Quando bons amigos se reencontram, dias nublados jamais serão sombrios, o sol está nos sorrisos a iluminar sempre que possível flores numa conversa primaveril

Amigos são Presentes sem necessidade de Embrulho… Mas de quem não se dispensa o Laço...
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O Pescador era antes de tudo, um homem de família, embora tivesse poucos amigos além daqueles que estavam sempre com ele no barco, ele não era um solitário como se dizia na Vila, apenas mantinha a relação social um pouco restrita para fugir daquela velha dita de que todo pescador gosta de contar mentiras que ninguém acredita.
Ele também não cuidava muito da aparência que era judiada truculenta, afinal era de estar no rio debaixo do sol que ele mais gostava e os peixes e as águas barrentas do rio que ele navegava nunca se importaram com essas coisas de presença.
Sua mente era assim que funcionava, ora calma ora brava, como as ondas esverdeadas que as ventanias do tempo fomavam. Mas o Pescador ligeiro assim como água a toda situação se amoldava, às vezes perdia a calma mas rapidinho a encontrava escondida atrás da serenidade e nunca se desesperava nem quando o tempo fechava e o leme se quebrava naquelas tardes de fortes chuvas, relâmpagos e trovoadas.
Nenhuma tempestade por mais forte que se apresentava desviar seu curso ele deixava. Pois sabia onde o cardume estava e era para lá que ele navegava, e ainda que o rio estivesse revolto os seus pensamentos eram livres, confiantes e soltos do medo que não afeta de forma alguma quem conhece o rio e o condutor do barco que por ele navega.

Quando o silêncio amadurece a palavra


É importante escolher quem são meus amigos. Falo de amigos de verdade, não de amigos de ocasião. Amigos permanecem, estejamos no pódio ou no chão. Assim como é fundamental saber com quem não devemos sentar à mesa.
Tenho mais de 40 anos, e faz tempo. Para muitos, sou ultrapassada. Antiga. Mas penso que nunca, em toda a minha vida, estive tão pronta.
Nunca soube ouvir tanto quanto agora. Nunca calei tanto como hoje. E não me calo por medo de falar. Calo porque entendi que a fala é um instrumento poderoso e que só deve ser usada quando necessária e útil. O silêncio também é palavra.
E com toda essa idade, que para alguns me faz parecer jurássica, aprendi a escolher com quem me sento à mesa e a compreender que a palavra amigo não se usa para qualquer um.
Nildinha Freitas

⁠Fofoqueiro não faz amigos, faz vítimas!

Sábado à Noite


Hoje eu tô triste.
É sábado à noite, e não tem para onde ir.
Os amigos estão longe, e o silêncio aqui parece ainda maior.
Meu pai e minha mãe já dormiram, e eu fico pensando se devo fazer o mesmo.
Lá fora, o som toca alto, lembrando que o mundo continua, mesmo quando a gente para.
E eu aqui… parado, sem saber o que fazer.
Pensando em você.


—Ivo Mendes Morais

Na velhice, perdemos muito: amigos, força, ilusões… e a paciência para lidar com quem nunca somou nada. Com o tempo, a gente entende que não vale mais desperdiçar energia com pessoas vazias, conversas inúteis e atitudes pequenas. A maturidade não nos deixa mais fingir, nem carregar pesos que não são nossos. Na velhice, não é que ficamos mais duros, é que finalmente aprendemos a enxergar quem realmente faz falta e quem nunca fez.

Os animais são alguns dos melhores amigos que o ser humano pode ter: leais, sinceros e sem maldade.

Não perdemos os amigos… perdemos a ilusão de que todos eram.

Estou cortando laços com amigos e parentes mentirosos.