Rimas curtas de Amor

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O amor verdadeiro é geralmente o mais inconveniente.

(America Singer)

Kiera Cass
A Seleção

Os desafios do amor

Nem sempre nossos dias serão de sorrisos,
Nem sempre haverá declarações de amor,
Eu posso não ser tudo aquilo que você esperava,
Você pode me decepcionar,
Nós poderemos brigar.

Prometo apenas sempre te amar, mesmo quando falar o contrário,
Mesmo quando eu fugir dos teus braços
Prometo te amar por inteiro,
Estando certo ou errado, vou sempre estar ao seu lado.

Nem sempre eu vou ser coerente
Muitas vezes eu vou errar,
Assim como você, principalmente
Quando agirmos antes de pensar.

Prometo tenta apaziguar, e minhas risadas
de nervosismo tentar calar.
Prometo ser só sua por completo,
E espero que você não duvide de minhas palavras:

Eu te amo, não importa se veio antes ou depois,
O que importa é o que eu sinto há tanto tempo
por você.
As palavras podem parecer iguais, porém posso garantir
Que seus significados são diferentes.

Mais do que amor, do que dinheiro, do que fama, dê-me a verdade.

Henry David Thoreau
Walden ou A vida nos bosques (1854).

Um amor proibido
Que de todos escondemos
É só a gente que sente
E por este amor sofremos

Não confie no amor industrial, cheio de padrões e patrões. Cada amor é único, cada amor é um artesanato do coração.

Às vezes perder o equilíbrio por amor faz parte de uma vida equilibrada.

Amor:
quando recíproco se torna lar, quando não correspondido desabriga.

Não chores por uma desilusão amorosa, porque se você se iludiu não foi um amor verdadeiro.

O julgamento é feio - ele fere as pessoas. Ame-as, aceite-as e, talvez, seu amor e respeito possa ajudá-las a mudar muitas de suas fraquezas, muitas de suas falhas - porque o amor lhes dará uma nova energia, um novo significado, uma nova força...

Medo se vence com segurança. Apego se vence com renúncia. Aversão se vence com amor.

O amor pode te dar asas, mas são as amizades que normalmente te seguram quando você está prestes a cair.

Bom dia, meu amor! ❤️❤️❤️❤️ Quero dizer para você que sou feliz. Sou feliz porque tenho a namorada mais encantadora que existe, a namorada mais doce e a mais verdadeira. Viver do seu lado é o paraíso na Terra, é a água fresca no verão quente. Obrigado, meu bem, por ser tão importante e por me fazer sentir a pessoa mais realizada do mundo! Desejo que você tenha o melhor dia de sempre e que esse sorriso nunca desapareça do seu rosto! Amo você até o fim de tudo, meu amor. Bom dia, meu amor! Você é tudo pra mim, amor! Vou te amar sempre, sempre, sempre! ❤❤❤❤

Há quem ligue pra idade, pra raça, religião, mas quem busca perfeição, não busca amor de verdade.

Bráulio Bessa
Poesia com rapadura. Fortaleza: Cene, 2017.

Nota: Trecho do poema Amor ideal.

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Saudade
Saudade é solidão acompanhada,
é quando o amor ainda não foi embora,
mas o amado já...
Saudade é amar um passado que ainda não passou,
é recusar um presente que nos machuca,
é não ver o futuro que nos convida...
Saudade é sentir que existe o que não existe mais...
Saudade é o inferno dos que perderam,
é a dor dos que ficaram para trás,
é o gosto de morte na boca dos que continuam...
Só uma pessoa no mundo deseja sentir saudade:
aquela que nunca amou.
E esse é o maior dos sofrimentos:
não ter por quem sentir saudades,
passar pela vida e não viver.
O maior dos sofrimentos é nunca ter sofrido

Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos. Não percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles.
A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor, eis que permite que o objeto dela se divida em outros afetos, enquanto o amor tem intrínseco o ciúme, que não admite a rivalidade.
E eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos! Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus amigos e o quanto minha vida depende de suas existências…
A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem. Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida.
Mas, porque não os procuro com assiduidade, não posso lhes dizer o quanto gosto deles. Eles não iriam acreditar. Muitos deles estão lendo esta crônica e não sabem que estão incluídos na sagrada relação de meus amigos.
Mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adimiro, adoro, os amo, embora não declare.

Paulo Sant'Ana

Nota: Trecho de texto escrito pelo jornalista brasileiro Paulo Sant'Ana. Algumas fontes também o atribuem, de forma errônea, a Vinicius de Moraes.

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O que fazer das sobras do amor?
O que fazer das lembranças do cheiro, da voz, do toque, dos olhos, das cócegas, dos risos, das viagens, das imagens?
O que fazer das lembranças do abraço, das mãos, do carinho sutil, do carinho voraz, do banho, do café à mesa, dos filmes vistos, criticados, admirados, inacabados?
O que fazer da música escolhida, do beijo prolongado, roubado, do amor no carro, na sala, no quarto?
O que fazer quando o telefone toca e do outro lado não se ouve mais a mesma voz?
O que fazer das mensagens gravadas, das cartas escritas, dos sentimentos impressos, dos presentes guardados?
Mas o que fazer também das ofensas do amor?
O que fazer das lembranças dos gritos, das afrontas, dos olhos marejados, decepcionados, das palavras cortantes, do filme repetido, dos sonhos ruídos, da sensação do desconhecido?
O que fazer com a sensação de culpa, fracasso, impotência, incoerência?
O que fazer dos sentimentos revirados, transformados, do ódio repentino, do amor estilhaçado, quebrado, tantas vezes remendado?
O que fazer da ausência que se sente? Ausência de paz, ausência da ausência, ausência de si mesmo?
O que fazer?
Talvez o tempo se encarregue de apagar as lembranças, de mudar o cenário, de reinventar o passado...Por hoje, não sei o que fazer com tudo isso...

Te esquecer é uma questão de costume. Associei o meu amor á sua voz me pedindo pra não ligar mais. E agora quando sinto vontade de te ver, a vontade de fugir é maior. E quando bate aquela carência de mulherzinha abandonada me olho no espelho e percebo que sou muito gostosinha pra fazer esse papel. E desde aquele dia eu resolvi destruir todas as pontes que me levavam até você. E hoje quando penso na gente, parece tudo tão distante que eu mal consigo lembrar que cor eram os teus olhos, embora ainda lembre da sensação de olhar pra eles. Esquecer é uma questão de aprender a desgostar. E você tem me ensinado a fazer isso do pior jeito possível. Do jeito eficiente. E isso dói ao mesmo tempo que alivia. É como se eu estivesse apanhando tanto que minha alma começa a ficar dormente até não sentir mais nada. É o meu jeito de me curar. Me destruir pra destruir o que tem de seu aqui. Depois eu me refaço só com coisas minhas. Porque no fim, a única coisa que vai apanhar até morrer nessa história é a minha paixão por você. E eu vou sair inteira, mesmo que com alguns pedaços a menos. Pedaços que nunca foram meus mas que carreguei por algum longo tempo. Pedaços seus. Pedaços nossos. Agora, lixo.

Te mando retalhos de amor.

Sabe aquele pote de feijão que você achou que era sorvete? o amor é mais ou menos isso.

Não temos nada além do amor.
Não temos antes, princípio nem fim.
A alma grita e geme dentro de nós:
- Louco, é assim o amor.
Colhe-me, colhe-me, colhe-me!