Rima de Amor

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Mas quando se fala de amor romântico, algo muda de tom.
O amor, nesse sentido, não é apenas afeição ou hábito: é um chamado profundo, uma força que reclama exclusividade de presença, ainda que não de posse.
Não se trata de uma regra moral, mas de uma experiência de inteireza.
Amar, de fato, alguém é estar inteiro na entrega — e não há inteireza duplicada.
Pode-se sentir desejo por muitos, admiração por vários, ternura por incontáveis.
Mas quando o amor romântico floresce, ele exige uma atenção que não se reparte sem perder a própria essência.

“Ter fé não significa aceitar injustiças: a religião ensina amor ao próximo, mas quando o respeito não é mútuo, a distância é um ato de paz, não de rancor.”

"Escolha um homem de coração bom e o trate com ternura, pois a lealdade nasce onde o amor é respeitado.”

“Um amor que traz calma em meio à tempestade, como se o mundo parasse só para eu respirar em você.”

“Um amor companheiro cria raízes profundas em mim, envolve meu coração com ternura e, dia após dia, me ajuda a florescer em tudo o que sou e ainda posso ser.”

“Áries é exigente no amor: não vive de banho-maria. Precisa de calor intenso, sentimento em ebulição e coragem pra queimar junto”

♋ Câncer – Abraço que cura, memória que sente e amor que transborda. 🌊

Amor genuíno não se contenta só em acolher — ele confronta, corrige, restaura e cura o que precisa ser curado.

Felicidade saúde paz amor espada romance lutando com a mistura de uma pessoa maravilhosa que mais deixa marca noso como que mais toca mais deixa marca no coração ❤️❤️❤️❤️❤️❤️

Chuva molha
terra, coração e alma,
e floresce o amor.

Verso 1
Oh, minha xamã, minha xamãe,
Fonte de luz que brilha em meu ser,
Teu amor é o abrigo, a canção,
Que embala a alma, faz renascer.
Teus passos lentos, leves como a brisa,
Cada olhar teu, pura magia,
Teu carinho é a força que avisa,
Que a vida é um ciclo, uma sinfonia.

Refrão
Ela é a rainha do jardim,
Sabedoria que encanta,
Proteção que abraça,
Vida plena que levanta.
Oh, minha xamã, minha xamãe,
Teu amor é meu lar,
Nos braços da alegria,
Eu quero sempre estar.

Verso 2
Teus cuidados acalmam a tempestade,
Teu riso é o sol que vem iluminar,
Em cada gesto, a eternidade,
Tua essência é o que me faz amar.
E quando o mundo parece escuro,
Teus braços são porto, são paz,
Na dança da vida, és o seguro,
Teu amor é a chama que nunca se faz.

Refrão
Ela é a rainha do jardim,
Sabedoria que encanta,
Proteção que abraça,
Vida plena que levanta.
Oh, minha xamã, minha xamãe,
Teu amor é meu lar,
Nos braços da alegria,
Eu quero sempre estar.

Ponte
E quando as flores cantam em coro,
Tu és a voz que ecoa no ar,
Teu legado é um eterno tesouro,
Um farol que nos ensina a amar.

Final
Oh, minha xamã, minha xamãe,
Agradeço por estar aqui,
Teu amor é a força que traz,
A vida plena, a alegria em mim.

" Tudo que for erigido em nome do amor é apenas um eco pálido diante do abismo que ele deixa no peito. Cada gesto, cada palavra, cada tentativa de tocar sua essência, fracassa miseravelmente, como se o próprio sentimento se alimentasse da nossa incapacidade de contê-lo. E tu sentes — com cada fibra, cada suspiro, cada lágrima silenciosa — que nada jamais será suficiente, que todo esforço humano é apenas sombra diante da luz cruel e imensa do que verdadeiramente amas. A dor é aguda, penetrante, e nos deixa nus diante do infinito, impotentes, chamando em vão o que nunca se deixa possuir por completo. "

Quando o Amor Carrega o Crepúsculo da Culpa.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.


“Não há culpa em amar-te, mesmo quando esse amor me devora em mortes sucessivas. E, quando de ti necessito, aceito que venha envolto no presságio funesto que já habitava a primícia do próprio sentir.”

Nesta formulação, o amor surge como sacramento e sentença, um movimento que exime de culpa porque nasce inevitável, anterior à vontade. A “primícia funesta” torna-se o anúncio silencioso de que todo afeto profundo carrega sua sombra desde o primeiro gesto, e que ainda assim escolhemos permanecer.

Que o peso e a luz dessas palavras se tornem um caminho onde a dor e o desejo se reconciliam na busca pela imortalidade.

"A beleza pode encantar os olhos, mas é o amor que concede sentido à existência do que é belo."

Não se desespere pelo dia 14. Lembre-se: o amor de verdade se encontra nos outros 364 dias do ano.

OS CRÍTICOS DE QUEM SÓ DESEJA VIVER E SER AMOR.
Há uma antiga tensão antropológica entre o impulso à autenticidade e a necessidade social de normatização. Sempre que um indivíduo decide viver segundo a ética do amor, sem artifícios de dominação ou jogos de poder, ele torna-se um ponto de ruptura dentro da lógica competitiva que rege muitos ambientes humanos.
A história confirma esse padrão. Quando Jesus de Nazaré proclamou a primazia do amor sobre a lei, conforme registrado nos Evangelhos do Novo Testamento, foi incompreendido pelos legalistas de seu tempo. A mensagem era simples, porém revolucionária. Amar acima de tudo e ao próximo como a si mesmo. Não se tratava de sentimentalismo, mas de uma ética estrutural, capaz de reorganizar a sociedade.
De modo semelhante, Allan Kardec, em "O Evangelho segundo o Espiritismo" de 1864, define a caridade como benevolência para com todos, indulgência para com as imperfeições alheias e perdão das ofensas. Essa tríade moral é profundamente exigente. Não é frágil. Exige maturidade psíquica e domínio das próprias paixões.
O crítico, contudo, muitas vezes reage por mecanismos psicológicos de projeção. Ao deparar-se com alguém que escolhe amar em vez de competir, que prefere a serenidade ao conflito, sente-se confrontado com sua própria inquietação interna. O amor genuíno funciona como espelho moral. Ele desnuda as carências ocultas e as agressividades não resolvidas.
Na psicologia profunda, esse fenômeno pode ser compreendido como resistência do ego às experiências que ameaçam sua estrutura defensiva. O amor autêntico dissolve fronteiras rígidas. Ele não se submete facilmente à lógica da disputa. Por isso incomoda. Ele revela que é possível viver sem a hostilidade como método.
Sob o prisma sociológico, a crítica também decorre do temor ao diferente. Quem vive segundo princípios éticos elevados subverte padrões implícitos de comportamento. Não participa de jogos de manipulação. Não responde à violência com violência. Não se alimenta da maledicência coletiva. Tal postura desestabiliza pactos silenciosos que sustentam ambientes medíocres.
Viver e ser amor não significa ingenuidade. Significa disciplina interior. Significa escolha consciente. Significa recusar-se a reproduzir a brutalidade emocional do mundo.
Os críticos continuarão a existir. Sempre existiram. A história humana é marcada por essa tensão entre luz e sombra. Contudo, a integridade daquele que ama não depende da aprovação externa. Depende da coerência entre consciência e ação.
Quem escolhe o amor como princípio estruturante da existência não está fugindo da realidade. Está reformulando-a desde dentro.
E ao persistir nessa escolha silenciosa, transforma-se no testemunho vivo de que a grandeza moral não grita, apenas permanece.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro

Você pode oferecer amor, cuidado, paz…
mas quem se acostumou com a lama se sujará novamente e chamará o caos de casa.

Amor é Para os Loucos




Amor não é para os sábios.
É para os loucos.


O sábio calcula.
O louco entrega.


Só o louco dá tudo sem garantias.
Só o louco suporta a dor da incerteza
e a fragilidade do sentimento
sem transformar o coração em defesa.


Amar é um salto no vazio
onde a lógica não alcança.


É expor o peito ao risco
sabendo que pode doer.


É aceitar o caos
que nasce junto com a paixão
e, ainda assim, permanecer.


Dois sábios se preservam.
Dois loucos se escolhem.


E no amor,
é melhor dois loucos ardendo juntos
do que dois sábios intactos
e vazios.

"O amor não une dois seres ele revela que eles já eram um só, separados apenas pela ilusão da individualidade."

"A morte vence quase tudo — ela não só pode vencer um algo,
esse... é o amor."