Retribuindo uma Amizade
Esteja atento a uma verdade pétrea, a experiência do outro diz respeito ao outro, a visão dele diz respeito somente a ele.
Todas as escolhas que fazemos ao longo da vida têm consequências, mas, para quem nasce em uma classe social menos favorecida, o preço de um erro costuma ser muito maior. Muitas oportunidades não voltam, e o tempo perdido dificilmente é recuperado. Por isso, mantenha o foco, discipline sua mente e pense nas consequências antes de agir. Caso contrário, você pode acabar escrevendo arrependimentos em páginas que servirão apenas como testemunho de sonhos que ninguém verá se tornar realidade.
O passado é uma história que merece ser lembrada pelas lições, não pelas correntes. O presente é uma dádiva: a oportunidade de recomeçar, crescer e mudar o rumo da própria vida. Eu acredito que você é capaz de alcançar os seus objetivos. Não permita que o medo ou as dificuldades roubem aquilo que nasceu para ser seu. Levante-se quantas vezes forem necessárias, siga em frente com coragem e conquiste o seu lugar ao sol. Grandes vitórias não pertencem aos que nunca caem, mas aos que jamais desistem de caminhar.
A Estrada e a Sabedoria
Corri pela BR-319, onde cada quilômetro revelava uma nova lição. Pelo caminho encontrei rios, fazendas, casas perdidas na imensidão, uma igreja silenciosa e até um acampamento onde crianças aprendiam a sobreviver. Encontrei também um igarapé escondido na mata, onde parei por alguns instantes, mergulhei em suas águas e encontrei forças para continuar.
Vi rostos gentis e encontrei pessoas de intenções duvidosas; conheci a beleza e os perigos que vivem lado a lado na estrada. No fim, percebi que aquela jornada não era apenas sobre ir longe, mas sobre aprender a voltar. A estrada me ensinou que a verdadeira sobrevivência não está apenas no corpo que resiste, mas na sabedoria que nasce de cada encontro, cada queda e cada escolha.
Esperar algo além da dádiva da vida é vaidade. Assim como um filho espera algo do pai, ou uma mãe que cria expectativas em relação à filha. Um filho simplesmente não pode visitar ouse despedir de quem ama ? Mesmo que sua própria família não compartilhe desse amor
A dor de segurar uma caneta é menor do que a dor de segurar uma enxada. Pense nisso quando for aconselhado pelos seus tutores; isso poderá evitar dor e sofrimento desnecessários.
Não se mede uma vida pelas vitórias que ela exibe, mas pelas tempestades que ela atravessa sem perder a delicadeza. Entre o peso dos dias e a luz dos sonhos, escolhi permanecer aprendendo, porque há caminhos que transformam antes mesmo de levar ao destino
Criei uma redoma de ilusões, vesti uma armadura feita de dor e me refugiei em um mundo que nunca existiu. Quando despertei, o tempo havia passado, o espaço já não me reconhecia, e encontrei apenas a solidão. Ainda assim, para além do tempo e do espaço, existe Aquele que governa até as autoridades; diante d'Ele, nenhuma alma perdida está além do alcance da esperança.
Hoje eu parei e olhei bem sério para a calçada, e me veio uma dúvida à mente:
Por que eu estou aqui hoje?
E eu não sei dizer. Não sei o que se passa na minha cabeça. São tantas dúvidas e tantas questões… Está tudo uma confusão.
Não sei de onde começar e nem como vai terminar.
Então, eu parei para tentar organizar tudo. E sabe o que aconteceu?
Nada.
Às vezes, a resposta está na nossa frente e não a vemos. Ou, muitas vezes, nem sabemos a resposta. E podemos dizer que existem momentos em que é melhor não saber.
Mas algo me veio à mente e clareou tudo:
Eu não preciso saber.
Eu não preciso resolver.
Eu não tenho que descobrir.
Eu só preciso seguir firme e forte.
Existem coisas que, por mais que busquemos respostas, não sabemos por que acontecem. Então, simplesmente deixamos acontecer, pois, uma hora ou outra, vou descobrir por que tudo isso ocorreu.
Não espere que você vá resolver tudo. Às vezes, o tempo resolve sem você fazer nada.
Então, olhe para mim e sorria, como eu sorrio.
A vida é bela demais para deixarmos de curti-la.
O lugar dela 🌪️
Talvez o erro tenha sido chamar de espera.
Porque esperar parece uma coisa ativa. Tem relógio, ansiedade, expectativa, alguém olhando para a porta de tempos em tempos.
E não foi exatamente assim.
A verdade é que eu continuei vivendo.
Conheci pessoas. Fui embora de lugares. Voltei para outros. Mudei algumas coisas em mim que eu jurava que nunca mudariam. Aprendi a gostar de dias que antes eu odiava. Aprendi a ficar sozinho sem transformar isso numa tragédia.
A vida continuou acontecendo.
Só que, em algum lugar dela, havia uma cadeira que nunca deixou de estar ocupada.
Mesmo vazia.
Era estranho.
Porque ninguém precisava saber disso. Nem eu gostava muito de admitir.
Mas havia certas coisas que pareciam ter sido feitas para serem divididas com uma pessoa específica.
Uma música que eu pensava: ela entenderia.
Uma notícia que dava vontade de contar.
Um lugar bonito que imediatamente vinha acompanhado de uma ausência.
Até algumas pequenas vitórias tinham esse defeito. Eu conseguia comemorar, mas existia aquele segundo depois da felicidade em que alguma parte de mim procurava alguém.
E era sempre ela.
Não como uma obsessão.
Não como quem passa o dia olhando para trás.
Era mais parecido com uma direção.
Como se, por mais que eu andasse por caminhos diferentes, existisse uma bússola defeituosa apontando para o mesmo lugar.
E talvez seja isso que algumas pessoas fazem.
Elas não ficam necessariamente na nossa rotina.
Ficam no nosso jeito de enxergar as coisas.
Depois delas, certas coisas nunca mais são apenas coisas.
Uma foto tirada por alguém que talvez nem soubesse o que estava fazendo.
Uma mensagem curta demais para explicar uma história inteira.
Um encontro que aconteceu quase por acaso.
Uma reação que dizia mais do que deveria.
Uma pessoa em comum servindo, sem saber, de ponte entre dois mundos que insistiam em continuar se esbarrando.
São detalhes pequenos.
Ridículos, se vistos de fora.
Mas quem conhece a história sabe.
E talvez ela saiba também.
Talvez reconheça algumas dessas pequenas pistas e faça aquela cara de quem entendeu, mas prefere não confirmar.
Porque existe uma intimidade estranha em duas pessoas saberem que certas coisas significam mais do que parecem.
E foi assim que o lugar dela permaneceu.
Não porque eu tenha parado a vida.
Muito pelo contrário.
Eu fui.
Mas nunca coloquei outra pessoa ali.
Não por promessa.
Não por fidelidade a uma história que talvez nem tenha terminado direito.
Foi simplesmente porque algumas posições não são preenchidas.
Você pode colocar alguém ao lado.
Pode conhecer alguém incrível.
Pode viver coisas bonitas.
Pode até gostar de verdade.
Mas existe uma diferença entre gostar de alguém e reconhecer alguém.
E eu reconheci.
Talvez cedo demais.
Talvez tarde demais.
Talvez no único momento em que duas pessoas ainda não tinham maturidade suficiente para entender o tamanho daquilo.
Só que o tempo tem uma mania curiosa de não apagar o que foi verdadeiro.
Ele muda a forma.
Tira as bordas.
Diminui o barulho.
Mas deixa certas coisas intactas.
Por isso, se algum dia ela voltar a aparecer sem grande cena, sem música, sem explicação, talvez até daquele jeito casual que parece não significar nada, eu não acho que precisaria perguntar onde ela esteve.
Eu provavelmente só perceberia que aquele lugar ainda era dela.
Como se ninguém tivesse precisado guardá-lo.
Como se o tempo inteiro ele tivesse sabido.
E talvez essa seja a parte mais bonita e mais injusta de tudo:
eu não estou esperando que ela volte.
Mas se ela voltar,
eu ainda vou saber exatamente onde colocar o meu olhar.
Porque tem gente que a gente escolhe.
E tem gente que, de algum jeito, parece ter sido escolhida antes mesmo da gente entender o que estava acontecendo.
Ela é uma dessas.
Eu nunca esqueci aqueles olhos e como eles sorriam pra mim.
E talvez, no fundo, seja isso que eu nunca consegui explicar:
não era que eu quisesse alguém.
Era que, quando penso em quem deveria estar ali,
eu sempre soube o nome.
“Sou fruto de uma infância em que aprendíamos cedo a enfrentar dificuldades, conviver com frustrações e encontrar nossas próprias soluções. Não significa que aquele modelo de criação fosse o melhor. Significa apenas que muitas das dificuldades que a vida não retirou do meu caminho acabaram me ensinando a percorrê-lo.”
Uma regra moral só alcança verdadeira universalidade quando pode ser aplicada também contra nossos próprios interesses.
cognição humana apreende apenas um por cento da realidade; os noventa e nove restantes são uma arquitetura projetada para impedir que a mente desmorone diante do infinito. No núcleo da metacognição, a cor não é matéria — é o conforto de uma ordem fractal, sintonizada para que a consciência possa experimentar a singularidade da existência sem se dissolver nela.
Uma vez perguntaram: qual é o fim esperado de um relacionamento? Muitos responderam a morte de um dos envolvidos, e eu respondi separação. Depois, eu concluí que não há final feliz em uma união. Talvez haja separações amigáveis, mas a união se foi e será que ela foi realmente necessária? De qualquer forma, no mínimo alguma expectativa foi quebrada. E quanto à morte, talvez a única forma feliz seria caso a pessoa (eu) morresse primeiro, já que a própria morte, em tese, não faz parte da existência, já que é o fim dela. Mas, além de condenar o outro ao sofrimento (o que não seria amor ao outro), acaba caracterizando em algum nível falta de amor-próprio, caso isso seja forçado, já que é um processo inevitável. O início é incerto e o final é trágico, por tanto só há pitadas de esperança no caminho que é emaranhado com problemas, mas é isso que pode fazer valer a pena.
"Carrego sempre uma expressão séria no rosto e raramente deixo transparecer o que sinto. Mantenho um olhar firme e uma postura reservada, mas, por trás dessa fachada, há um mundo de pensamentos. Minha cara fechada é apenas o meu escudo contra o mundo, contra aqueles que me julgam ser a pior espécie humano por conta do meu estilo de vida dentro do Rock, com meus cabelos compridos e minhas roupas pretas.
Contudo, vivo dessa forma e sou uma boa pessoa. Não confunda meu semblante sério com falta de simpatia; é apenas o meu jeito de observar uma sociedade que se deixa levar pelo exterior. Quem vê meu rosto fechado não imagina a calmaria que carrego por dentro e, quando há uma grande tormenta interior, ela se mantém presa dentro de mim para que ninguém ao meu redor seja atingido. Jamais julgue um livro pela capa: antes de tirar suas conclusões, leia a obra atentamente."
John Rabello de Carvalho
@j.rabello.c_888oficial
#jrabellodecarvalho
#oPensador
Davi não fugiu de Absalão apenas por medo.
Fugiu carregando o peso de uma consciência acusadora.
Um pai negligente também colhe consequências.
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