Retribuindo uma Amizade
Eu ofereci uma vida de amor sincero ao seu lado; você escolheu a pornografia e o egoísmo. O tempo vai te mostrar o peso dessa troca.
Amor de verdade é pra quem tem maturidade; quem se alimenta de ilusões não sabe segurar uma história real.
Pessoas feridas e vazias por dentro costumam usar a maldade como escudo para fingir uma força que nunca tiveram.
Eu sinto uma angústia fatalista tão profunda e sombria. Sinto como que borboletas negras em minha barriga. Negras, avisando sobre o futuro luto… sobre a contingência… sobre as consequências de escolhas mal feitas. Mas também, sobre a vida. Suas facetas. Seus ciclos. Sua tragédia. Seu drama. Sua comédia. Sua ação. E seu fim.
[...]
Eu tenho esperança; sabe? Esperança, pelo menos agora com um pouco mais de maturidade, de um futuro. Nem melhor, nem pior, nem igual. E nem diferente. Sim, nonsense, né? Pois é! A vida é assim, às vezes. Eu aprendi que mais mal faz, encher as bagagens de esperança querendo encontrar o equilíbrio — e o pior: achando que vai — do que carregar consigo um pouco de cada tempero, até a desesperança, para… no fim das contas… mandar o equilíbrio e sua antítese às favas!
Ansiedade
Ansiedade,
angústia,
dor no peito,
uma quase certeza de que nada mais tem jeito...
E mais um dia acabou de acabar
e nenhuma alegria
só nostalgia...
Se não controlar,
todas as lágimas do mundo é capaz de chorar...
deixar uma por uma pelo rosto cansado rolar.
Ah! mas é só mais um dia!! Sem alegria.
Sim, sim, amigo meu
mais um dia seu
que deixou de ser seu,
sumiu, evaporou-se no tempo chamado hoje
se escafedeu.
Daqui a pouco o hoje já vai ser ontem
e o que veio com você na bagagem?
Um monte de bobagens?
Frequência cardíaca alterada,
vontade mais de nada,
mãos trêmulas, suadas
e ainda há pela frente uma longa caminhada... - espera-se ;)
A pessoinha mais importante pra você nessa vidinha
que nada tem de certinha é você.
Então, com o seu hoje o que vai fazer?
Dor no peito?
Quem dera fossem só gases
e não mais uma artinha do tipo de Jogos Vorazes....
Hasta mañana, baby...
Era uma vez...
Era uma vez....
ou não era não?
Um coração apaixonado
e outro completamente alienado...
Um coração cativado
e outro completamente desinteressado.
Um coração magoado
e outro completamente blindado.
Um coração partido
e outro batendo... tum-tum... tum-tum...
completamente sem sentido.
Era uma vez...
não, não era não.
Que o meu rastro seja o sorriso de uma criança protegida e o silêncio de um animal que não sofre mais.
Uma sociedade livre não concede ao Estado o direito de transformar crenças particulares em verdades obrigatórias.
ARTE SUBTRAÍDA
Uma obra pode nascer inspirada no pensamento de outra pessoa e, ainda assim, ser legítima. O que não merece o crédito da criação é aquilo que nasce da apropriação de uma ideia alheia, tomada antes que seu verdadeiro idealizador pudesse concretizá-la.
Mais grave ainda é quando o autor da ideia sequer é chamado para participar daquilo que um dia concebeu.
Com o passar do tempo, apagam-se os rastros. Quem desconhece a origem vê apenas a obra pronta e passa a conviver com o subtrator acreditando estar diante do criador.
É assim que, algumas vezes, a história registra quem realizou e se esquece de perguntar quem pensou primeiro.
Há obras que carregam assinatura.
E há obras que, antes da assinatura, carregam uma história.
Conhecê-la pode revelar que aquilo que parece plena criatividade é, desde o princípio, arte subtraída.
O Desejo de uma Última Dança e a Esperança de um Reencontro
No recanto de mais um devaneio poético, inspirado profundamente em uma história de amor, eu o vejo no céu lá no alto, observando atenciosamente a sua amada que ficou; certamente, sempre que ele a observa, pensa:
“Se eu pudesse ter pelo menos mais um momento ao teu lado, dançaríamos uma última dança; estaríamos sorridentes, os nossos corações bateriam sincronizados, nossos olhares brilhariam alegres e o tempo passaria ignorado — um privilégio que não teria nenhum desperdício. Um sonho realizado”
“Infelizmente, isso está fora do meu alcance; o que me resta é continuar te observando, até que possas um dia estar aqui comigo, pois o nosso amor continua vivo e o nosso laço será eterno; ainda desfrutaremos de um profundo regozijo, nossos corpos serão renovados e estaremos novamente reunidos.”
Quando a poesia se junta com o imaginário, o impossível passa a ser realidade, mesmo que seja apenas na minha mente, em tons de saudades, de uma imaginação impaciente, de sentimentos e verdades, todos coexistentes.
Instruir e blindar os âmagos
para acrisolar as influências
externas e transformar uma
por uma em mansuetude,
para não cair nos braços
deste mundo que nos ilude.
Permitir que a saliva seja
a velatura e o sussurrante
nos cubra com o amavio
lenitivo que com o alento
seduza e com rara seda
coloque em quiescência.
Atrair com convencimento
para colher pequis juntos
pequis no quintal dos fundos,
para sedutoramente plantar
os tremores amáveis rotundos
e espasmos mais profundos.
Ciente que Jesus nasceu sob a "Pax Romana" baixo uma ocupação colonial com alto emprego de força militar.
Sem deixar de lado os demais países que estão em conflito armado, e que somam 60 países, elegi citar os países que estão em conflito de alta intensidade e que são eles: Palestina, Líbano, Myanmar, República Democrática do Congo, Sudão, Síria e Ucrânia, para lembrar que Natal é presépio, e que se Jesus escolhesse nascer em 2025 ele nasceria em algum desses países.
O quê estou querendo dizer com isso? Hoje aqui no Brasil e nos demais países da América do Sul, ainda desfrutamos da paz que esses países não tiveram escolha, nos esforcemos para continuar em paz.
Estimo um Feliz Natal à todos e votos de paz mundial!
São Jorge da Capadócia,
sozinho derrotaste o dragão,
Peço do fundo do coração
que de uma vez por todas
ajude a terminar com a ocupação
nos Territórios Palestinos,
para que o povo desfrute da pacificação.
Uma parte de mim
descansa por saber
que leva em si a tradição
entre belas montanhas,
sem perder esperanças.
Nasceu capaz de sair
muito antes da Primavera,
se for preciso fazer guerra
contra qualquer guerra,
e contra qualquer quimera.
Jamais por escolha
e nem por ter nascido
forjado para a guerra,
e sim por amor à terra,
nenhum pouco efêmera.
Com o brilho cortante
da estrela mais brilhante
do rigoroso Inverno
e nascido tão belo,
que ouso chamar
de meu o seu Universo.
Cada bomba que cai em Gaza e no Irã é uma memória dos Arquivos de Epstein que faz questão de lembrar.
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