Retribuindo uma Amizade

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Às vezes, o amor é como uma visita inesperada numa manhã de domingo. Bate à porta sem avisar, justamente quando a casa está desarrumada, quando ainda não tivemos tempo de esconder a poeira, de ajeitar as coisas, de parecermos um pouco mais prontos para receber alguém.


E então vem aquele medo bobo, quase infantil. E se ele me vir assim? E se reparar na minha bagunça? E se entrar e perceber que aqui dentro nem tudo está no lugar?


É nesse instante que tantas pessoas fecham a porta. Não porque não queiram o amor, mas porque têm medo de serem vistas antes de conseguirem se arrumar para ele. E talvez seja justamente aí que percam uma visita rara, dessas que a vida não costuma repetir.


Porque amar também é abrir a porta ao “se”. Ao se não der certo. Ao se eu me ferir. Ao se ele partir. Ao se tudo aquilo que imaginei não acontecer.


Há sempre alguma desordem numa casa habitada. Talvez exista também alguma desordem em nós que amamos. E talvez a coragem não esteja em colocar tudo no lugar antes de abrir a porta, mas em abri-la mesmo assim.


Às vezes, a maior falta de sorte não é o amor ir embora. É termos fechado a porta antes que ele pudesse entrar.

Era uma vez?... Não, foram várias vezes!

Depois que larguei meu cunhado sozinho com os dois bois, eu tinha certeza de que ele iria aprontar alguma comigo. Só não sabia como nem quando.

Num sábado de manhã, eu estava atendendo no balcão da mercearia quando chegou um homem me procurando. Fui até ele achando que queria alguma informação. Não. Não era nada disso. A coisa era mais séria, muito mais séria.

Ele se apresentou como irmão da Margarete.

Bem, a Margarete era uma moça que trabalhava no bar que ficava em frente à mercearia. Era garçonete e atendia os jogadores de sinuca, servindo bebidas e salgados. Meu cunhado costumava jogar lá todas as noites e eu, como sempre, ia junto.

Acho que ele me viu olhando para a Margarete. Coisas de adolescente. Naquela época eu tinha uns quatorze anos e ela devia ter uns vinte. Mas, na cabeça dele, já existia um romance, e ele certamente encontraria um jeito de tirar proveito daquilo.

O sujeito, que dizia ser irmão da Margarete, contou que tinha vindo de outra cidade para resolver um problema muito sério.

— Minha irmã está grávida e disse que você é o pai. Já falei com o Juizado de Menores. Quero resolver esse assunto rápido.

Na sequência, me chamaram ao telefone.

Era do Juizado de Menores.

Eu conhecia a pessoa que estava na linha. Não era o juiz, mas o comissário de menores. Quando atendi, ele começou a me questionar:

— É verdade? O filho é seu mesmo?

Meu Deus!

Larguei o telefone e saí correndo atrás do meu cunhado. Mas ele havia saído.

Fui então procurar minha irmã. Ela estava em casa.

Contei a história e ela nem me deixou terminar. Agarrou-me pelo braço e me arrastou até o bar onde a Margarete trabalhava.

A coitada nem teve tempo de entender o que estava acontecendo.

Minha irmã começou a falar um monte de coisas. Disse que eu era apenas uma criança e que a Margarete já era uma moça feita. Que jamais permitiria aquilo. E ainda falou algumas palavras nada publicáveis.

Depois me puxou de volta para casa.

Pegou uma mala, jogou algumas roupas dentro e decretou:

— Vou te mandar para Santa Mariana.

— Vamos! Se arrume. Só volte depois que as coisas se acalmarem. Melhor ainda: eu mesma vou te buscar.

Ela não me deixava explicar nada.

— Vá se despedir do Ney — disse ela, referindo-se ao meu cunhado. — E não conte nada. Depois eu explico para ele.

Saí procurando o Ney.

Logo o encontrei.

Ele estava com mais quatro pessoas, bebendo e dando risada. Olhavam para mim e riam ainda mais.

Foi então que percebi quem eram os outros.

Um era o sujeito que havia se apresentado como irmão da Margarete.

Outro era o Macaé, o comissário de menores.

O terceiro era irmão do meu cunhado.

E todos estavam se divertindo às minhas custas.

Voltei correndo para casa, contei tudo para minha irmã e lá fomos nós novamente conversar com a Margarete.

Depois de muitas explicações, pedidos de desculpas e alguns constrangimentos, ficamos esperando o verdadeiro responsável por toda aquela confusão.

Minha irmã era bem pequena perto dele, mas naquele dia parecia um gigante.

Deu a maior dura no meu cunhado.

Passado algum tempo, voltamos à rotina.

Eu estava novamente no bar, vendo meu cunhado jogar sinuca.

Só que agora eu observava a Margarete com uns olhares bem mais lânguidos.

E ela, depois de toda aquela história, me retribuía com uns sorrisos muito gostosos...

O oportunismo do Congresso é vergonhoso. Os fascistas, corruptos e corruptores atentam mais uma vez contra os interesses da nação!

Na direita, até a fé é fake!
São uma seita, culto ou rebanho de lobos! Seguem:
Padre Kelmon, Malafaia, Frei Gilson e um falso Messias!
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Os EUA se tornaram uma chacota mundial! Vão tomar o Irã! Vão tomar Cuba! Vão tomar... é no estreito!

Uma vergonha essa traição de MORAES contra o presidente LULA! Jantar com Alcolumbre e apoiar o veto a Messias! Parcialidade?

Existe uma contradição histórica evidente na recepção de antigas heresias pela teologia atual. O arianismo permanece marginalizado, manifestando-se hoje nas Testemunhas de Jeová. Por outro lado, o determinismo maniqueu — também condenado nos primórdios da fé cristã — foi assimilado pelo determinismo teológico calvinista que, paradoxalmente, desfruta do status de ortodoxia.

O bolsonarismo é um vírus? Uma bactéria? Um parasita? É a união de todas essas características. Infectam e parasitam o hospedeiro.⁠

Às pessoas⁠ não sofrem pelo sofrimento em si, mas pela desilusão de viver uma vida sem dores, boa e feliz.

⁠⁠Os meus olhos condenam apenas uma pessoa, eu mesmo. As outras pessoas têm os olhos delas, não precisam dos meus.

Uma vez tentaram exorcizar o falso mito, mas não deu muito certo! Os 3 exorcistas enviados foram: Kelmon, Malafaia e Epstein!

Riqueza sem Cristo é apenas uma ilusão de preenchimento.

Rachadinha e Bananinha queriam tirar uma foto com o Trumposo! Mas o melhor que vão conseguir é uma selfie com o Bozo!

⁠O perdão é uma decisão.

É um processo diário de exercício espiritual, nem sempre fácil, mas que o irá beneficiar bastante, pois quando você decide perdoar alguém, limpando toda a mágoa do seu coração, aos poucos o que lhe fizeram, deixa de ter a enormíssima importância que tivera, e ainda que esteja no meio de um fogo cruzado, creia que sua alma transbordará serenidade e gratidão.

A pedra e o abismo.


Uma vez ouvi um conto, se verdadeiro ou não, não me interessa. Afinal de contas do que me adiantaria me interessar por algo que não impactará a minha existência? Por que dar créditos a questões que logo virarão uma névoa em minha mente? Mas...Mesmo assim, movido por um momento de fraqueza, irei compartilhá-lo.
Em um lugar distante havia um abismo, e a lenda era de que ele não tinha fundo. E por ser algo tão curioso, uma cidade em torno dessa atração nasceu, e não podendo ser diferente ela foi chamada de Abismolândia. Os moradores não exploravam o abismo, e impediam qualquer tentativa de exploração, até porque era interessante manter o mistério e o status do abismo sem fundo, o que era bom para a cidade. Afinal de que adiantaria um abismo com tantos metros de profundidade, pois se isso acontecesse seria somente um abismo qualquer. E é inegável que há lucro na perpetuação da ignorância.
Porém em um belo dia, um jovem morador da Abismolândia resolveu ir até a beira do abismo e lá de cima lançou uma pedra. Nada escutou. Lançou outra, e nada! Realmente o abismo parecia não ter fundo. Ficou admirado e, juntando mais algumas pedras, ligou para alguns amigos, e lá de cima ficaram arremessando as pedras no abismo.
A disposição dos jovens fazendo tal traquinagem acabaram por atrair mais pessoas, e estas começaram a jogar pedras no abismo. Cada pessoa arremessava sua pedra com alguma intenção, e ao agirem dessa forma acabaram por criar várias categorias de arremessadores. Havia aqueles que como em um poço dos desejos, faziam seus pedidos. Havia aqueles que disputavam quem arremessaria a pedra mais longe. Havia aqueles que se sentavam e ficavam filosofando sobre a queda aparentemente infinita da pedra. Afinal, não importava a forma e a motivação pela qual as pedras são arremessadas, e nem o porquê, o que importa é que todos estejam arremessando-as. E assim, pessoas de todos os lugares, se dirigiam até ao curioso abismo para lançar sua pedra (que nesse momento já era vendida pelos melhores pedreiros da região). E com o passar do tempo, o provável aconteceu. Um belo dia ao arremessarem uma pedra no abismo, passado um tempo, ouviu-se um baque surdo. Silêncio! Alguém gritou. Incrédulos atiraram outra pedra, desta vez maior. E o barulho se repetiu após alguns minutos.
O abismo afinal, tinha fundo! A novidade se espalhou pela cidade e o pânico entre os moradores foi automático. A cidade estava arruinada em sua reputação! Cochichavam uns. O abismo tinha fundo, logo, a propagação dessa ideia poderia ocasionar um colapso econômico e social sem precedentes previsíveis. Afinal toda a economia local, dependia da exploração de um abismo sem fundo. Reuniram-se os moradores e estes temendo o pior para aquela localidade tomaram atitudes para proteger a descoberta e decidiram que a partir daquele momento estava proibido atirar pedras ou qualquer outro objeto no abismo, visando protegê-lo (não porque tivesse fundo, mas porque era o mais ecologicamente correto a ser feito). O local foi fechado e isolado em nome da segurança dos transeuntes. Afinal de que adianta uma mentira se essa não pode ser sustentada? De que vale viver uma verdade se ela é destruidora dos sonhos de toda uma sociedade?
Mas tais ações tiveram consequências, e o povo itinerante, proibido de ir até o local do abismo, deixou de frequentar a cidade e os impactos ficaram visíveis.
Os moradores tinham que achar uma solução, e tentativas não faltaram. Vamos descer no abismo e cavá-lo mais, diziam uns. Vamos criar a lenda do monstro do abismo, para trazer curiosos e afastá-los ao mesmo tempo, diziam outros. Enfim as mais esdrúxulas ideias surgiram, mas nenhuma conseguia resolver o problema causado por eles mesmos. (faz parte da natureza humana criar problemas para depois tentar resolvê-los criando outros problemas)
Problemas somados a problemas acabam por gerar situações extremas que exigem decisões extremas. E aconteceu que um morador em tom de brincadeira disse: “Por que não vamos todos morar dentro do abismo? Vamos levar a cidade para dentro do abismo e seremos o povo que habita o abismo”. A ideia estranha ganhou adeptos, e assim aconteceu.
Hoje Abismolândia continua sendo uma atração, não pelo abismo, mas pelo povo que habita no fundo do abismo. (e toma-lhe pedrada)


O conto não se trata do abismo e muito menos da pedra. Pensadores, pensemos.


Massako.🐢

Esses jornalistas da RBS e Globo são uma vergonha! Teriam que se esforçar muito para, quem sabe, um dia, serem jornaleiros!⁠

Já que os bozolóides amam tanto os EUA, desejo que todos consigam uma passagem só de ida para OHIO!
O raio que os parta!

Quando FLÁVIO Bozolóide pediu uma luz, tudo se tornou em trevas! Escuridão, não vi pior! Apagou a lâmpada e queimou o filme!

Esquerdistas vão tomar uma cerveja para rir do Rachadinha! Os Patriotários vão encher a cara de detergente pensando no Lulinha!

Quando a ficção é patrocinada por uma facção, representa um perigo à nação! Acabou a ladainha do Rachadinha!