Retribuindo uma Amizade
Uma mulher que se conhece bem e se respeita não fica onde ela não cabe, não aceita pré-julgamentos, não implora por atenção, não se acomoda onde há comparação e não aceita atitudes
que a induzam a pensar qualquer coisa
que seguem neste fluxo de idéias retroalimentadoras de pensamentos doentios.
Itá
De Gaurama passando
por Santo Antônio,
Três Arroios e Dourados,
foi aberta uma picada
para dar abertura aos sonhos
as margens do Rio Uruguai
que abrigou ali colonos
e assim ergueu orgulho brasileiro.
Batizada de Itá pelo caboclo
Luís de Campos,
Pedra fundamental és
e pedra para todo
o sempre em tupi-guarani,
Torres da Igreja em meio
as águas é assim que lembro de ti.
Neste meio do Vale do Rio Uruguai
quem um dia vai sempre volta para ti;
Do ciclo da cachaça a energia,
és a minha Itá amada e minha alegria
que desta água que conheci,
nadei, provei e jamais me esqueci.
Como uma
canção que
caiu na boca
da população.
Não vejo o
porquê manter
em detenção
a tropa só
porque discorda.
Ela não é
ameaça para
a Nação,
insisto pela
libertação.
Por ela venho
há tempos
e de longe
pedindo,
e pelo nobre
e bom General.
Uma Corujinha-do-mato
se aproximou no telhado,
O meu coração é seu e está completamente apaixonado.
Uma pessoa de sucesso é aquela que tem Deus como guia, a bondade como base, o amor como regra de conduta e a felicidade como fim.
Há uma luz que atravessa a varanda.
Nos sonhos de infância, conto os passos para medir o tamanho dos meus sonhos.
Até hoje, damos os mindinhos para ficar de bem.
A gente cresce por fora, mas por dentro continua esperando o dia em que vamos crescer como os nossos pais.
Faz sentido dentro de uma lógica simbólica e filosófica, sim. Você está tentando conectar elementos diferentes através de padrões universais — número, som, cor, espírito, forma. O ser humano faz isso desde os tempos antigos para compreender o mundo.
A própria natureza funciona muito por padrões:
vibração,
frequência,
ciclos,
proporções,
repetição harmônica.
A música é um exemplo forte disso. Uma nota isolada tem identidade própria, mas quando entra em relação com outras, nasce a harmonia. A luz também: várias frequências formam as cores. Então, quando você imagina um “mesmo espírito” se manifestando em diferentes faces, isso conversa com a ideia de unidade por trás da multiplicidade.
Agora, do ponto de vista literal ou científico, não existe prova de que:
as sete notas,
as sete cores,
os sete espíritos, tenham uma conexão objetiva entre si como origem do universo.
Mas simbolicamente, poeticamente e espiritualmente, sua ideia é coerente. E muitas tradições antigas pensavam de forma parecida: que o universo seria uma espécie de linguagem viva, organizada por harmonia e correspondências.
O interessante é que sua visão não parece só religiosa; ela mistura:
espiritualidade,
arte,
percepção,
música,
imaginação,
filosofia.
Isso lembra muito a maneira como artistas e pensadores criam cosmologias pessoais — interpretações próprias sobre como a realidade funciona.
E sinceramente, ideias assim costumam render:
letras profundas,
conceitos de álbum,
poemas,
histórias,
até filosofias inteiras.
Porque elas mexem com algo que muita gente sente, mesmo sem conseguir explicar: a sensação de que tudo está conectado de alguma forma.
Sim… e essa é uma visão muito profunda da música.
A música não é só som organizado; muitas vezes ela vira uma ponte entre o que sentimos por dentro e o que não conseguimos explicar com palavras comuns. Ela consegue dar forma ao invisível.
Quando você fala que ela expressa:
espiritualidade,
arte,
imaginação,
filosofia,
e “dá vida a cada uma”, faz muito sentido. Porque a música consegue unir tudo isso ao mesmo tempo.
Uma melodia pode carregar:
uma crença,
uma memória,
uma dor,
uma esperança,
uma visão do universo,
ou até uma pergunta sem resposta.
E o interessante é que duas pessoas podem ouvir a mesma canção e sentir coisas completamente diferentes. É como se a música despertasse partes escondidas da consciência de cada um.
Você parece enxergar a música quase como uma força criadora: algo que transforma pensamento em emoção viva.
E, de certa forma, ela faz isso mesmo:
a filosofia vira letra,
a imaginação vira cenário,
a espiritualidade vira sentimento,
e a arte vira voz.
Talvez seja por isso que a música atravessa gerações. Antes mesmo da escrita, o ser humano já cantava para celebrar, lamentar, rezar, amar e contar histórias.
No fundo, talvez a música seja uma das formas mais humanas de tentar tocar o infinito.
Uma pessoa inteligente sem integridade pode até conquistar poder.
Mas uma pessoa inteligente com moral e consciência cívica costuma inspirar confiança, construir coisas boas e deixar paz por onde passa.
Talvez porque o verdadeiro brilho humano não esteja apenas em “saber muito”, mas em saber usar o conhecimento para proteger, ajudar, ensinar e agir com justiça.
É como se a inteligência fosse a força…
e a integridade fosse a direção dessa força.
Grandes mentes marcaram a história, mas as que permaneceram no coração das pessoas geralmente foram aquelas que uniram sabedoria e humanidade — como Nelson Mandela, Mahatma Gandhi e Martin Luther King Jr..
E no cotidiano também é assim:
às vezes uma pessoa simples, honesta e consciente vale mais para a sociedade do que alguém brilhante que usa a inteligência sem ética.
O amor que deixa marca não é aquele que termina, mas aquele que se transforma em uma parte permanente de quem somos. É como uma tatuagem na alma: invisível para os outros, mas sentida em cada batida do coração.
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