Retribuindo uma Amizade

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“Pra hoje, uma alma mais sensível. Leveza para atravessar o caos dos dias. Um sorriso que aquece. Um agradecer sincero e Deus pra abençoar o caminho

[Idioma dos Ingênuos]
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Genialidade é relativa,
Ingenuidade é uma benção,
Jovialidade depreciativa,
Intensidade só quando há intenção.
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Nossa rota é a deriva,
Movida na Tensão,
Temida entre tantos,
Atentos à missão.
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A genialidade do idioma dos ingênuos,
Gerou em mim as gírias temidas pelos gênios.
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Gênios Ingênuos escreveram utopias,
Geralmente separavam obra e teoria,
Quem muito falava pouco ouvia,
Quando adivinhava é porque temia.
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A genialidade do idioma dos ingênuos,
Gerou em mim as gírias temidas pelos gênios.
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Grandes segredos sagrados
Segregados a agregar.
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Livrou-me dos Jargões,
Levou-me a descansar,
Fora do quadrante,
Cultos a ocultar,
Os grandes segredos sagrados
Segregados a agregar.
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A genialidade do idioma dos ingênuos,
Gerou em mim as gírias temidas pelos gênios.
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Grandes segredos sagrados
Segregados a agregar.
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Temam a inocência,
Ela é nossa aliada,
Contra sua arrogância,
Ignorância inveterada.
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O Idioma dos Ingênuos
Temido pelos gênios
É o que irá agregar.

Só há uma forma
de viver neste mundo,
e é discordando dele.

Como pode um Sol se apaixonar,
Por uma Flor nascida para perfumar ?
Ela tem um trunfo, sabe conquistar
E o Sol se entrega sem hesitar.

Entre eu e o céu,
Estava você e eu te escolhi.
Uma dádiva cruel,
Afinal, o que é o Paraíso sem Você ali ?

Filha de uma mãe e vários pais,
Que tinham outros filhos em diversos cais,
A história se fazia, corrida diária,
Aquela sobrevida na zona portuária.

Foi adotada por uma bruxa,
Acorrentada no porão pela madrasta,
Era espancada, levou muita bucha,
Se viu acurralada e deu uma basta.

Garimpou por toda parte,
Imaginando uma beleza colossal.

Sejamos Fabulosos

No indiscutível valor,
De uma composição,
Consiste um fator,
Uma definição:

A dedicação e
A dedicatória.

Obra agasalhada,
Por razões sóbrias,
Justificáveis, palpáveis,
Inexprimíveis e óbvias.

Imagine insanidade obscena,
Uma geração inteira,
Composta por artistas e mecenas,
Otimistas engajados, alienistas,
Filósofos, bailarinos, humoristas,
Repletos de arteira essência.

E se indo muito além,
Em divagações absurdas,
Sugeríssemos um futuro,
Manancial de Sábias Loucuras.

Audacioso e magistral,
Homenageando a vida, Inescrupulosamente,
Dedicado a Poesia.

Concebida por ternura,
Em milagres meticulosos,
Inventada na fartura,
De feitios miraculosos.

Nosso apego pelo afeto,
Apertado junto ao peito,
O assim sendo é simples,
Sejamos Fabulosos.

⁠Uma flauta e nada de
Segurar ar nos pulmões.
Solte forte a inspiração,
Recomece a soprar,

⁠Melodia de Marie,
Assovio da perfeição,
Uma flauta a faz fluir,
Tece em sopros a canção.

⁠Pergaminho Sagrado
de um Protagonista
da Própria Vida

essa é uma
das vantagens,
de viver uma vida livre
de compromissos,

eu nunca me importei
com quem estava observando,
ou o que iam dizer ou pensar.

a única coisa
que me importa,
é a única coisa
que sempre me importou,

ser o protagonista
da minha própria vida.
vivê-la integralmente,
em plenitude.

meu único, exclusivo,
personalizado
e definitivo compromisso
é com ela.

ela me ensinou
que a simplicidade genuína
e honesta, vence qualquer
complexidade.

nunca olhei
a vida passar,
sempre agarrei ela
pela cintura e a trouxe
pra junto de mim.

(Michel F.M. - Trilogia Ensaio sobre a Distração - 05/11/22)

[O Lendário Legado de uma Lenda]


foi o conquistador
dos conquistadores,
com tuas cobiçosas
conquistas.


o imperador dos
imperadores,
em tuas imperiosas
perícias.


construiu o reino
mais caro e luxuoso
de todos os robustos
reinos.


obteve o fim digno
de uma lenda.
e neste exato momento,


os restos mortais
do maldito, apodrecem
num caixote de madeira.


o mais cobiçoso,
imperioso e robusto,
o mais caro e luxuoso,
de todos os caixotes
de madeira.


Michel F.M. - Ensaio sobre a Distração
Bruno Michel Ferraz Margoni
13/12/23

Minha mente é como um universo em expansão:
A partir de uma explosão de ideias
Que se espalham feito cacos de vidro no chão.
E aqui vou eu, em minha solitude
Catando fragmentos e devaneios
De pensamentos criados em vãos
De breves júbilo e vigor
Que me dão um vislumbre de futuro
Que se esvai na auge
Da minha escuridão.

⁠Uma busca frenética,
Incansável.
Asas que batem sem destino
No vazio do espaço.
Em sonhos, lutas acordado.
Trajeto alado
Ao novo amanhecer.
(Rumas a quê?)

"Talvez o limite esteja naquele ponto onde o cuidado com a sobrevivência deixa de ser uma ferramenta e passa a ser o senhor da nossa existência, gerando o aprisionamento"

Vejo o dinheiro como uma consequência, e não como um desejo em si.


Prefiro trabalhar no que eu realmente desejo, no que escolho, no que me faz bem, independentemente de ser considerado "impossível" ou não, e ter o dinheiro como uma consequência disso, do que simplesmente desejar o dinheiro e, como resultado, enfrentar o estresse, o desânimo e o desgaste de trabalhar em algo que não me satisfaz.


Para mim, o verdadeiro valor está em fazer o que amo, e o dinheiro surge como uma consequência natural desse processo. Trabalhar apenas pelo dinheiro pode levar a uma vida de frustração e exaustão, enquanto buscar o que realmente traz satisfação gera um bem-estar contínuo.

O tempo é uma condição como instrumento

⁠⁠O que uma pessoa precisa, pode ser bem diferente de outra, mas aquela deitadinha depois do almoço todas merecem.

“A uma força que sobrepõe ao rio;
Eu não sei a quem a correnteza obedece.
Eu só sei que ela é obediente. ”