Retribuindo uma Amizade
Saber cativar uma pessoa é sinônimo de ter um amigo pra nós ouvir, falar besteiras, rir, brincar, se distrair, desabafar, sentir-se seguro, não importa se for apenas pra chorar ou nós dar conselhos...
Às vezes nossos amigos podem estar ali ao nosso lado sem fazerem absolutamente nada, mas só do fato da presença deles no mesmo lugar que a gente, já nós faz um bem danado
...
A morte é uma Ladra.
Ladra de sonhos, vidas, realizações, desejos e emoções.
Ela é ladra porque nos rouba a paz e nos tira amigos, familiares, sonhos e prazeres.
A morte e sorrateira, ela é fria, ela é sozinha, ela simplesmente não se importa com ninguém, até porque não tem ninguém que faça o mesmo por ela.
Calada e destemida por muitos, sua existência é imprescindível, todos sabem que ela existe, uns até tentam se esconder, fugir e evitá-la. Outros a chama de amiga. Pois é certo que um dia ela te visite, isso ninguém pode evitar, o que ninguém sabe, é se essa visita vem para te ver ou te buscar.
Ela uma ladra porque rouba aquilo que ela nunca pode ter ou tiveram por ela. Ela é triste, solitária, amargurada, e embora leve algumas almas para seu leito eterno, ela ainda é egoísta e sempre tem sede de querer mais e mais, nunca está satisfeita com aquilo que ela vem roubando a séculos.
A morte sempre esteve presente neste mundo desde a sua criação, roubando para junto de si sua primeira vida, o jovem Abel, que foi golpeado pelo seu próprio irmão com uma pedra. Cain foi um fantoche que a própria dona morte usou como seu instrumento de roubo. E desde então ela não para.
Com um corpo rudimentar, vazia, gelada, sem qualquer interesse por nada, ela reprime aqueles que adiam a sua vinda, ela odeia quem salva uma vida ou quem impede de alguém de se matar. A morte não usa relógio, não trabalha com tempo, não escolhe quem ela vai levar. Ela simplesmente aparece do nada e leva um ou uns, sem distinguir cor, raça ou gênero. Ela não liga para isso.
Quem a escolhe como sua companheira, quem chega esse ponto de se render a ela, sem ao menos se dar uma segunda chance continuar com a sua vida, a meu ver é fraco, não tem amor e vive uma vida semelhante à dela, triste depressiva. Quem decide acompanhá-la, não é digno de uma vida, pois isso nem a própria morte não tem.
A morte está em todos os lugares, e de uma forma que ninguém consegue explicar, ela consegue estar em todo o globo ao mesmo tempo.
Dentro de lares com pais, mães e filhos enfurecidos, tomados pelo ódio e sede de vingança. Nos bares, nas ruas, principalmente nas drogas, vícios e jogos. Nas mentes e dentro de um coração vazio. A morte está no velocímetro do seu carro indicando alta velocidade. Numa curva perigosa. Ela está dentro dos hospitais ou numa doença terminal. A morte está em algumas atitudes e escolhas errôneas. Ela pode estar até dentro de você e você nem perceber a presença dela.
Ladrões vivem nas escondidas, disfarçados de bons samaritanos. Vivem no escuro, sem que ninguém os veja. Uns viram até seu amigo, porém, na primeira oportunidade te machucam sem dó e sem piedade. Disso a morte gosta, disso ela tira proveitos e valoriza quem faz seu serviço sujo sem ela pedi. A morte gosta de corações vazios, brigas e desentendimentos.
Porém temos muito o que aprender com a morte, apesar de tudo, ela ensina muita coisa. Basta olhar para o lado bom dos seus delitos.
Delírios, emoções abaladas, tristeza, depressão, mentes fracas, são instrumentos usados em seus roubos.
Seja forte, lute para que ela não te vença. A morte odeia você apenas pelo fato de você está existindo, persistir por aquilo que ela tanta deseja tomar de você.
Não dê palco a ela. Não dê chances de ela te levar para ficar no mesmo plano que ela vive. Não deixe que ela venha te visitar.
Não deixe a morte te roubar.
Texto: A morte é uma ladra
Escrito por Victor Rangel
ESTÁ DIGNA DE UMA DEUSA...
Entretanto, eu prefira você completamente sem roupas deitada sobre meu peito.
Minhas mãos deslizando sobre seu corpo, como se estivesse sentindo as nuvens sobre as palmas das minhas mãos.
Seu doce e suave beijo tocando meus lábios, a sensação é como se eu estivesse no paraíso.
Os cachos dos seus cabelos sobre minha face, são como flores passeando em torno de mim.
Seu gemido, quando estamos fazendo amor, são como harpas tocando a mais bela sinfonia que meus ouvidos adoram escutar.
Suas mãos acariciando meu corpo, é uma maravilha sem fim.
Seu coração batendo forte, consigo ouvir o quanto ele pulsa pelo nosso amor.
Cada detalhe seu, é uma perfeita obra de arte.
Sim, eu a amo...
Sim, eu te desejo mais que tudo nessa vida.
Eu desejo nosso amor.
Eu desejo a gente.
Eu desejo o fruto que sonhamos ter.
Eu desejo nós dois daqui a uns anos cuidando um do outro.
Lembrando de como nós nos conhecemos, e o quão foi difícil nossa caminhada para ficarmos juntos.
Minha paixão por essa arte aumenta a cada dia, é como uma chama acesa. Nem que eu leve a vida inteira, mas eu chegarei lá, não é muito difícil, mas eu quero mais, mais e mais. É como se eu não conseguisse viver sem... Dançar!
Não tem coisa pior do que destruir os sonhos de uma criança, principalmente quando ela sonha com o paraíso.
Não é uma cor de roupa vestida na noite do réveillon que vai trazer coisas boas. As coisas boas virão se você acreditar que elas acontecerão, e não vai ser uma cor de roupa que vai dizer isso.
Natureza
A tarde em sua pagela
A natureza os pássaros
Uma flor tão bela
Cheiro de mato brisa suave
Perfume de jasmim
Completamente me invade
Chegando a noite
Os grilos estridulam
Ao brilho do luar
As lagartas acasulam
Enfim nasce o sol
Os campos brancos com orvalho
Insetos caminham pelo trio
Desenhando seus atalhos
Reencontro
Reencontro nessa vida
O que em outra foi criada
Um amor de corpo e alma
Uma história inacabada
Há razões motivos
Desse amor reencontrar
Que o passado interrompeu
E hoje estamos a nos amar
Um sentimento lindo
Invadiu meu coração
Concretizando finalmente
A nossa eterna união
Momentos bons
Sua voz ao meu ouvido
Transformando em êxtase
Profundamente meus sentidos
Hei de amar
Até a eternidade
Convivendo nessa vida
O que em outra foi saudade
Com a certeza desse amor
Reencontrei a felicidade
A Dança da Felicidade
Na vida, a felicidade se apresenta de diversas formas, como uma dança que nos envolve e nos faz sentir vivos. É como se cada momento de alegria fosse um passo nessa coreografia da existência, onde os sorrisos são os movimentos que embalam nossos dias.
A felicidade pode ser encontrada nas pequenas coisas: no calor do sol acariciando a pele em uma manhã tranquila, no abraço apertado de um amigo querido, ou no sabor do café quente em uma tarde chuvosa. São esses instantes simples que nos lembram que a felicidade está sempre ao nosso redor, esperando para ser notada e apreciada.
Mas a felicidade também pode ser desafiadora. Às vezes, ela se esconde por trás das nuvens escuras da tristeza e da incerteza, exigindo de nós coragem e perseverança para dançar mesmo nos momentos difíceis. É nesses momentos de superação que descobrimos a verdadeira força da nossa alma e a capacidade de encontrar alegria mesmo nas adversidades.
Assim, a felicidade se revela como uma jornada interior, um constante equilíbrio entre os altos e baixos da vida. Cabe a nós aprender a dançar essa dança com leveza no coração e gratidão pela oportunidade de experimentar cada passo desse magnífico espetáculo chamado existência.
Que possamos dançar a dança da felicidade com graciosidade e sabedoria, celebrando cada momento como uma dádiva preciosa que enriquece nossa alma e ilumina nosso caminho.
Eu Anna giulia ou karma sou uma péssima pessoa pois....
Levei um fora, e o mundo parou,
Como um trovão que o céu rasgou,
Palavras ditas sem anestesia,
Cortaram fundo, sem poesia.
Esperava um sim, um talvez, um sinal,
Mas o não veio frio, tão casual,
E eu, ali, sem chão, sem ar,
Sentindo o peso de desamar.
O coração, que era cheio de planos,
Agora se perde em desenganos,
Sonhos desfeitos, caídos no chão,
Num canto escuro da decepção.
Mas a vida segue, mesmo sem compasso,
E a dor, um dia, vira apenas um traço,
De um amor que não foi, mas ensinou,
Que até o não tem seu valor.
Então, sigo em frente, mesmo machucado,
Com o peito remendado e o olhar cansado,
Pois o fora é só parte do caminho,
E há sempre esperança num novo carinho.
Mais um dia começa
Mais uma tarde se vai
E a noite vem
Sinto o vento bater
No meu rosto ao
Abrir a janela
E ouço os cantos dos
passarinhos se recolhendo
Como seria bom
Ter uma nova realidade
Pq de todas que tenho
Ainda falta você
Amo minha solitude
E sei que me amo e
Sou feliz, não sou
Carente
Mas sei que falta
Um pedaço e ele
Pode ser você
Viajando pelo meu corpo
Com os olhos fechados
Sinto a calmaria e uma
explosão de uma euforia
Uma completando a outra.
Não consigo falar qual das duas
Me transporta mais rápido
Para o meu racional
Onde sinto felicidade sem te-lá
Estou a espera de tanta coisa
Tantos sonhos a ser realizados
E tanta coisa pra viver ainda
Que preciso olhar para o tempo
Para perceber que a calma tem que
Controlar a euforia
E assim voltar a realidade
Respirar
Sentir meus pés no chão
E correr atrás das realizações
Estou aqui a procura dos dias melhores , melhores momentos e sentimentos,
Aguardando o universo me contemplar.
Com tudo que me pertence e faz bem
Ao meu corpo,minha mente e ao meu coração
O que nos torna mais
Leve é encontrar
Lugares de amor.
O silêncio é uma resposta, a falta de tempo é uma resposta, agir como se não fizesse questão de estar com você, também é uma resposta…
A vida e as pessoas dão sinais o tempo todo, a gente só se surpreende se estiver olhando na direção errada, esperando pelo que não está vindo..
Qdo a pessoa não vem atrás de você é mais uma resposta.
A poesia limpa a alma e quebra os sentimentos.
Tira a dor e neutraliza sentimentos.
Seja considerada a existência de Deus como uma verdade inquestionável, perceberemos que tal existência é sustentada por um princípio fundamental: “algo sempre existiu”. Esta característica — a eternidade e a necessidade do ser — é, em muitas tradições, atribuída a Deus. Contudo, se adotarmos a posição contrária e negarmos a existência de Deus, a lógica ainda nos leva a uma conclusão similar: a eternidade da existência. Se o universo ou a própria realidade não teve início, ela deve possuir um atributo divino — a eternidade, a autoexistência, a necessidade.
Dessa maneira, tanto na crença teísta quanto na visão ateísta, existe uma aceitação implícita de um princípio eterno, imutável e necessário. Se negamos a noção de Deus, ao mesmo tempo sustentamos uma crença em algo com características que tradicionalmente associamos ao divino: algo que não pode ser criado, que sempre foi, e que, portanto, permanece como o fundamento último de tudo o que é.
Assim, independentemente da perspectiva adotada — teísta ou ateísta — todos, de alguma forma, acreditam em algo que é essencialmente ‘divino’: eterno, necessário, sem começo ou fim. A diferença não está na essência desse ‘algo’, mas no nome que lhe damos e nas características que lhe atribuímos. No fim, a filosofia nos mostra que, ao questionarmos a natureza última da existência, acabamos, inevitavelmente, tocando no campo da divindade, seja de maneira consciente ou não.
Nesse contexto, a ideia do “nada absoluto” — frequentemente invocada como oposta à existência — revela-se logicamente insustentável. Se o nada for definido como um estado onde há zero possibilidades e, ao mesmo tempo, a ausência de qualquer restrição — um espaço onde infinitas coisas poderiam acontecer (ou não) — então ele entra em contradição. Tal concepção se assemelha à operação matemática da divisão por zero: não resulta em uma resposta coerente, mas em um colapso do sistema. Assim, o nada não apenas não pode existir; ele sequer pode ser pensado sem dissolver-se em paradoxo.
Escolher ser amigo de Deus, deve ser uma atitude motivada por amor a Ele. Como se, por gratidão, lhE retribuíssemos o Amor que Ele nos dedicou primeiro. Tal decisão, se encarada assim, certamente terá êxito.
(Fabi Braga, 11/09/2014)
Confessionário
Para conseguir compreender o que significa “ter comunhão com Deus”, iniciei uma verdadeira peregrinação. Já faz algum tempo.
Questionamentos; testes e experimentos; quedas e altas. Incluí tudo isso no percurso. Eu precisava encontrar meu “lugar ao sol” diante da necessidade de preencher padrões segundo Deus.
Pense numa jornada longa! E a sensação esporádica de que cada passo conquistado poderia ser nada além de ilusão??
A mochila trazia pesos extras. Havia ali o impulso de tentar agradar a todo mundo. Ser legalzinha e preencher o estereótipo da galera! Só de religiosidade, tinha uns dez quilos...
Pode até parecer pouco, mais experimente conduzir isso e mais alguns itens durante um tempo considerável.
Buscava “por osmose” ser santa seguindo o exemplo “tão perfeitinho” de outros “santos”. Haha.
Que santos o quê! Todos, todos eles tão pecadores quanto eu. Todos eles possuidores de pontos fracos como eu, mas que se compraziam em ostentar uma espécie de trena com a qual viviam e vivem a medir o pecado alheio.
A infeliz da religiosidade apresentava-se sob a forma de máscara. Uma máscara que se esforçava para dizer que tudo aqui dentro ia indo às mil maravilhas; minimizava minhas falhas e me punha num patamar acima dos demais “pecadores”.
Precisei alterar esse quadro. Pesou tanto que cansei. Hora de esvaziar a sacola.
Nem me dei conta na hora, mas aquele momento já era o meu encontro com Deus.
Resolvi despir-me de tudo o que pesava. Sentei-me diante de um espelho (A Palavra) e fiquei ali, por um bom tempo, buscando saber quem eu era...
Reconheci-me pecadora. Me abri com Deus e lhE confessei meus pecados, com sincero arrependimento.
Percebi que Ele me aceitou mesmo sabendo quem eu sou. Resolvi me aceitar também, assim como Ele.
Parei de me culpar. Parei de me autoflagelar. E parei de culpar os outros também.
Aos poucos, fui arrancando tudo aquilo. Pedi a Deus que arrancasse de mim a peste da religiosidade. Desejei ser crente e não religiosa. Uowww, que alívio!
Senti-me mais, bem mais, leve.
Entendi, finalmente, que para preencher os padrões de Deus, era preciso que eu me dispusesse e esvaziasse a minha bagagem perante Ele.
Em troca e de maneira excelente, Ele me fez entender que a única coisa de que eu deveria me abster era do pecado. Se isto ocorresse, conseguiria agradá-lO.
De quebra, de Sua despensa, enchi minha mochila com Seu Amor e Graça...
Se depender de mim, vou carregar esses “elementos” durante toda a minha jornada...
Que ninguém se ofenda, mas irão quebrar a cara os que pensarem que perderei a minha vida seguindo aquilo que eles formularam como “politicamente correto”.
Se precisar romper com padrões humanos, pouco importantes para mim, de acordo com a Palavra, eu os quebrarei. Me gastarei tentando agradar a Deus!
Não vim a essa terra para ser marionete de quem, como eu, sofre tentações e é imperfeito.
Essa sou eu. Frente e verso. Por dentro e por fora. Uma só. Transparente de verdade. Livre, leve e feliz. Agora tenho paz.
É. É isso o que eu quero para mim. Era tudo o que eu buscava. Finalmente me encontrei. E encontrei a Deus.
(Fabi Braga, 20/09/2014)
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Ser e manter-se transparente nesta vida, a partir da perspectiva divina e perpassando uma percepção clara de si mesmo, traz uma sensação refrescantemente impagável!
(Fabi Braga, 02/10/2014)
É impossível que, uma vez que o Amor de Deus passe a transbordar em ti, não queiras repartí-lo; E olhando em volta, fazê-lo notório.
(Fabi Braga, 04/10/2014)
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