Retomar uma Amizade
Na natureza nada se perde, tudo se transforma. Na poesia tudo o que se perde, conquista uma nova dimensão.
Descobri que, ao cultivar o otimismo, a vida se torna uma jornada mais leve e inspiradora, convidando-me a encontrar beleza em cada desafio e gratidão em cada aprendizado.
"a vida":
A vida é uma jornada, uma estrada sem fim
Com altos e baixos, mas sempre seguindo em frente
A vida é uma dádiva, um presente divino
Que devemos valorizar e aproveitar cada momento
A vida é uma aventura, uma história a ser escrita
Com capítulos de amor, risos, lágrimas e superação
A vida é um mistério, um enigma a ser desvendado
Com surpresas, desafios e lições a serem aprendidas
A vida é uma dança, um movimento constante
De passos incertos, mas sempre buscando o equilíbrio
A vida é uma arte, uma tela em branco a ser pintada
Com cores vibrantes, formas únicas e expressões autênticas
A vida é um tesouro, um baú de preciosidades
Que devemos cuidar, compartilhar e celebrar
A vida é uma viagem, um destino incerto
Que devemos desbravar, explorar e descobrir
A vida é uma luz, uma chama que arde
Que devemos manter acesa, mesmo nos momentos mais difíceis
A vida é um amor, uma paixão incondicional
Que devemos nutrir, cultivar e espalhar para o mundo.
O SONHO é um devaneio, uma utopia que me habita, mas prefiro me entregar ao encanto, pois é nele que encontro a seiva que nutre minha alma e ilumina o caminho, e talvez, quem sabe, o sonho se torne o precursor de um amanhecer mais iluminado e fresco.
[O Lendário Legado de uma Lenda]
foi o conquistador
dos conquistadores,
com tuas cobiçosas
conquistas.
o imperador dos
imperadores,
em tuas imperiosas
perícias.
construiu o reino
mais caro e luxuoso
de todos os robustos
reinos.
obteve o fim digno
de uma lenda.
e neste exato momento,
os restos mortais
do maldito, apodrecem
num caixote de madeira.
o mais cobiçoso,
imperioso e robusto,
o mais caro e luxuoso,
de todos os caixotes
de madeira.
Michel F.M. - Ensaio sobre a Distração
Bruno Michel Ferraz Margoni
13/12/23
A Máquina do Mundo
E como eu palmilhasse vagamente
uma estrada de Minas, pedregosa,
e no fecho da tarde um sino rouco
se misturasse ao som de meus sapatos
que era pausado e seco; e aves pairassem
no céu de chumbo, e suas formas pretas
lentamente se fossem diluindo
na escuridão maior, vinda dos montes
e de meu próprio ser desenganado,
a máquina do mundo se entreabriu
para quem de a romper já se esquivava
e só de o ter pensado se carpia.
Abriu-se majestosa e circunspecta,
sem emitir um som que fosse impuro
nem um clarão maior que o tolerável
pelas pupilas gastas na inspeção
contínua e dolorosa do deserto,
e pela mente exausta de mentar
toda uma realidade que transcende
a própria imagem sua debuxada
no rosto do mistério, nos abismos.
Abriu-se em calma pura, e convidando
quantos sentidos e intuições restavam
a quem de os ter usado os já perdera
e nem desejaria recobrá-los,
se em vão e para sempre repetimos
os mesmos sem roteiro tristes périplos,
convidando-os a todos, em coorte,
a se aplicarem sobre o pasto inédito
da natureza mítica das coisas,
assim me disse, embora voz alguma
ou sopro ou eco ou simples percussão
atestasse que alguém, sobre a montanha,
a outro alguém, noturno e miserável,
em colóquio se estava dirigindo:
"O que procuraste em ti ou fora de
teu ser restrito e nunca se mostrou,
mesmo afetando dar-se ou se rendendo,
e a cada instante mais se retraindo,
olha, repara, ausculta: essa riqueza
sobrante a toda pérola, essa ciência
sublime e formidável, mas hermética,
essa total explicação da vida,
esse nexo primeiro e singular,
que nem concebes mais, pois tão esquivo
se revelou ante a pesquisa ardente
em que te consumiste... vê, contempla,
abre teu peito para agasalhá-lo.”
As mais soberbas pontes e edifícios,
o que nas oficinas se elabora,
o que pensado foi e logo atinge
distância superior ao pensamento,
os recursos da terra dominados,
e as paixões e os impulsos e os tormentos
e tudo que define o ser terrestre
ou se prolonga até nos animais
e chega às plantas para se embeber
no sono rancoroso dos minérios,
dá volta ao mundo e torna a se engolfar,
na estranha ordem geométrica de tudo,
e o absurdo original e seus enigmas,
suas verdades altas mais que todos
monumentos erguidos à verdade:
e a memória dos deuses, e o solene
sentimento de morte, que floresce
no caule da existência mais gloriosa,
tudo se apresentou nesse relance
e me chamou para seu reino augusto,
afinal submetido à vista humana.
Mas, como eu relutasse em responder
a tal apelo assim maravilhoso,
pois a fé se abrandara, e mesmo o anseio,
a esperança mais mínima — esse anelo
de ver desvanecida a treva espessa
que entre os raios do sol inda se filtra;
como defuntas crenças convocadas
presto e fremente não se produzissem
a de novo tingir a neutra face
que vou pelos caminhos demonstrando,
e como se outro ser, não mais aquele
habitante de mim há tantos anos,
passasse a comandar minha vontade
que, já de si volúvel, se cerrava
semelhante a essas flores reticentes
em si mesmas abertas e fechadas;
como se um dom tardio já não fora
apetecível, antes despiciendo,
baixei os olhos, incurioso, lasso,
desdenhando colher a coisa oferta
que se abria gratuita a meu engenho.
A treva mais estrita já pousara
sobre a estrada de Minas, pedregosa,
e a máquina do mundo, repelida,
se foi miudamente recompondo,
enquanto eu, avaliando o que perdera,
seguia vagaroso, de mãos pensas.
(Texto foi extraído do livro “Nova Reunião”, José Olympio Editora – Rio de Janeiro, 1985, pág. 300. Fonte: Projeto Releituras)
Existe uma expressão que eu particularmente não gosto muito que é a seguinte:
Porque tal pessoa só porque fez muita besteira na vida é um Zé Ninguém.
Pois saiba que todos nós já fomos um ninguém em algum momento de nossas vidas. Não importa quem você é, e sim, em quem você pode se tornar!!!
PEQUENO E GRANDE
Será que o valor está no tamanho que vemos? O pequeno pode ser uma semente, mas guarda uma floresta inteira.
O grande pode parecer imenso,
Mas é vazio se não carrega sentimento.
Pequeno é o gesto que muda o dia,
grande é o coração que espalha alegria.
Não importa a medida do que você tem, mas sim o quanto você faz com o que tem.
Seja grande na coragem, e pequeno na arrogância. Porque o poder mais pleno mora dentro dos grandes detalhes.
- Iani Melo >•<
"Todo sermão que não nasce de um sussurro do Espírito Santo no secreto é apenas uma palestra motivacional com verniz cristão."
-Dr. Diogo Sena
Nessa canção,
o meu pranto dói como cachoeira descendo penhascos abaixo...
É uma dor sentida não só na carne...
Dói também os ossos, os pensamentos e até aquela lesão que ja foi curada à décadas, dói.
Dói aqui, dói alí, dói o juízo, os pés e mesmo estando no mais lindo paraíso, eu sinto ele doer.
Dói e, como dói pra valer.
E explicar as dores desses prantos, nem outra melodia explicaria.
São lacunas na alma que as vezes, eu até me espanto.
R.M
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