Retomar uma Amizade
Cultive os laços que realmente importam, pois uma família unida e amorosa é o maior tesouro que podemos deixar como legado. O brilho de uma família que se ama e se apoia é o reflexo do amor de Deus em nossas vidas, e isso é algo que não pode ser comprado ou substituído por qualquer riqueza material.
O verdadeiro amigo é um presente de Deus, uma resposta às nossas necessidades mais profundas. Não busque a amizade apenas para fugir da solidão, mas para compartilhar as alegrias e desafios da vida. Um amigo deve enriquecer sua alma, não apenas preencher um vazio. Cultive relacionamentos que te levem a crescer em amor e sabedoria
Eu nunca duvido da capacidade de uma boa ou de uma má gestão. Ambas têm altíssima probabilidade de ser assertivas.
Não permita que o medo ou a nostalgia te prendam ao que ficou para trás. A vida é uma jornada em frente, e o melhor ainda está por vir. Não olhe para trás, siga em frente com fé e propósito.
A vida é uma jornada de tentativas
e erros, sempre impulsionada pela vontade de progredir.
Acredito que a evolução nasce da ação e que os erros
são lições valiosas no caminho da aprendizagem.
Gairifo Santos
Uma boa tarde a você, caro leitor.
Deixo aqui minha poesia, e mais do que isso, minha essência:
""
No silêncio da guerra, amo baixo o sangue que percorre minhas veias.
No barulho dos campos elíseos, temo alto o que me observa de longe.
Em um floreado mar de perguntas, cheiro doce o aroma de conforto, onde seguro em minha mão direita, o remo, e em minha mão esquerda, uma âncora que me cansa.
Sob as altas águas que chovem, respiro a tempestade do comodismo, onde atravesso esta densa nuvem negra que me carrega.
Eu sou uma pena, seguindo o vento, sou belo, sou vivo."
Os quatro pilares da vida profissional:
1- Responsabilidades.
2- Compromissos.
3- Ser uma pessoa honrada.
4- Fazer por merecer.
A Urna Veio?
Há uma pergunta que se faz sempre que alguém morre. Tão simples, breve, quase automática: “A urna veio?”
À primeira vista, trata-se de uma questão de gestão de tempo: as pessoas precisam livrar-se logo da urna, pois ela pesa na consciência dos que ficam. No fundo, porém, é uma das perguntas mais metafísicas que a linguagem humana já forjou.
Quando alguém morre, algo inusitado sucede: o seu nome passa a ser insuficiente. Aquele que, há horas, era chamado pelo nome próprio — repleto de história, afectos, memórias e conflitos de legitimação — hoje é reduzido a um objeto. Ninguém ousa perguntar por ele ou por ela; pergunta-se pela urna. Pior ainda, pergunta-se se ela veio. O nome cede lugar à coisa.
A morte não sacrifica apenas a vida biológica; ela opera uma transmutação simbólica. O sujeito transforma-se em conteúdo da urna. A pessoa converte-se em recipiente prestes à decomposição. Aquilo que foi presença temida, respeitada, amada ou odiada torna-se restos mortais. A linguagem segue com fidelidade fria esse processo: deixa de nomear identidades de excitação e passa a rotular objetos de repulsa. São poucos os que se aproximam da urna, ainda mais quando ela contém restos mortais em avançado estado de decomposição. Até os perfumes teimam em desempenhar o seu papel com zelo.
Esse desvio de eixo gravitacional não é um acidente aristotélico. É a revelação do quanto nos é difícil lidar com a substância finita. Dizer “a urna veio” é mais consolador e aconchegante do que dizer o nome daquele que já se tornou autenticamente mudo. A urna veio — eis um termo técnico que nos protege do abismo existencial. É uma forma de anestesia simbólica. A sociedade precisa refinar a absurdidade da morte para continuar a funcionar; do contrário, ela se tornaria tão insuportável quanto a pedra de Sísifo.
Mas há algo de profundamente angustiante nisso. Durante toda a vida, lutamos para afirmar quem somos, para deixar marcas, para sermos reconhecidos como seres singulares. No fim, essa singularidade dissolve-se numa designação coletiva. A urna é sempre igual, apesar de conter restos mortais de seres irrepetíveis. A morte, nesse sentido, nivela desigualdades que nem a Declaração Universal dos Direitos Humanos consegue suprimir: ela é radicalmente igualadora.
A pergunta “A urna veio?” diz mais do que se imagina. Ela diz que o corpo (matéria) derrotou o nome (ideia); que a ciência da vida (biologia) venceu a ciência das vivências (biografia); que a história pessoal foi brutalmente encerrada e substituída por um banho colectivo. O ser humano deixa de ser projecto — como diria Heidegger — e passa a ser coisa disponível, transportável, administrável.
No entanto, algo permanece. Mesmo quando dizemos “urna”, sabemos que ali está alguém. Só que é um alguém que já não responde. Há quem responda por ele lá fora. A linguagem tenta coisificá-lo, mas a memória insiste em humanizá-lo. Em surdina, o nome continua a ecoar na mente dos seus. É assim que nasce o luto: no intervalo entre o objeto dito (urna) e a pessoa lembrada (nome).
Por isso a pergunta incomoda tanto, talvez. Porque ela expõe, sem disfarces, o absurdo da condição humana: não é apenas o corpo que apodrece; é também a forma como o mundo nos nomeia quando já não temos possibilidade de responder. E quando o nome se revela insuficiente, resta a urna.
A morte, afinal, não é apenas o fim da vida. Nem é o início da briga pelo espólio.
É o começo do momento em que o humano deixa de ser chamado e passa a ser levado.
Na sala preenchida por uma luz branca ofuscante, eu não sou aquele que esta perdido ; eu sou a razao de não existirem sombras.
Ventura Rodrigues Alves
"Amar é como estar no miolo de um furacão, uma enorme segurança dentro e uma destruição sem limites fora..."
Quando eu era pequena, meu primo pegou uma rolinha machucada e levou pra casa pra cuidar. Ele sabia que eu era apaixonada por animais, e me mostrou assim que chegou em casa.
Nós colocamos ela na gaiola até ela se recuperar.
No dia seguinte ela morreu enforcada tentando sair da gaiola.
Ela se matou tentando se libertar.
Não se prende um pássaro que conhece a liberdade, imagina um povo inteiro.
Sabe a insegurança ?
A insegurança te dá a certeza que você não vai conseguir , te dá uma sensação de inferioridade .
A insegurança diz que você vai errar sempre , então melhor nem tentar , é melhor ficar na sua.
A insegurança te impede de amar porque você não é bom para que alguém te ame também .
A insegurança te deixa com ciumes de um louco .
A insegurança te faz pensar que você nunca será auto suficiente para você e para alguém.
Portanto , não deixe que a insegurança se instale porque ela te suga ,te engole e te mata , acredite em você,e se errar não tenha medo isso tudo fará com que a cada dia você se torne melhor , ademais é com erros que a gente aprende. Acredite você consegue ser e fazer o que quiser .
Você é bom e é ótimo só precisa acreditar.
A distância só tem me mostrado o quanto você é importante na minha vida , e que não vejo uma vida sem você. Os dias viram semanas e as semanas viram meses longe de você mas ainda sim você consegue se fazer presente na minha vida , no meu pensamento e no meu coração. Cada lugar que vou imagino o quanto seria mais perfeito se você estivesse aqui comigo .
Mas através da saudade, existe um sentimento maior que tudo no qual vence todas as barreiras e esse sentimento se chama amor . E é através dele , que é possível ter a certeza que nem a distancia pode mudar um sentimento .
Eu nunca imaginei que passaria tanto tempo longe de você , mas essa distancia só me fez perceber o quanto eu te amo mais e mais e o quanto eu quero ter você pra sempre na minha vida ...
Te amo hoje , amanhã e sempre .
O ruim de ser uma pessoa observadora é que às vezes você acaba entendendo e percebendo coisas que era melhor não saber.
A tecnologia é apenas uma ferramenta, mas é a maneira como a usamos que determina se ela será um benefício ou uma ameaça para a humanidade.
Viver não significa uma meta fixa, diária, mas uma bússola que integra paixões e valores para evoluir!
O tudo começa com o nada, se tudo desse certo na vida, não daria valor a felicidade, sem conhecer uma saudade!
Terrífico, uma vida sem lembranças marcantes e espetaculares, dos risos e lágrimas, das conquistas e superações!
Na ausência de bons motivos de sonhar gera uma sensação de exigência diária, em vez de vivência plena, evidenciando a importância de encontrar um propósito de vida... um significado à existência para o bem-estar!
A sordidez, a hipocrisia e o cinismo de alguns juízes metamorfoseiama justiça em uma escumalha deleteria e insana.
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