Retomar uma Amizade

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⁠Como uma pessoa pode dizer que acredita em Deus, se o que mais usa é uma das maiores artimanha do maligno, a mentira. É preciso estar atento!

⁠Em cada pensamento, há uma grande oportunidade para fazer história!

O sucesso.

Ser-se de sucesso, é sentir-se uma tsunami numa pocinha de água na estrada da vida.
Contido,sem alarde e com a respectiva humildade no bolso.
Para quem for bocejado pelo sucesso,e não importa que sucesso seja,não se deve tornar numa especie de Concorde.
Porque até o Concorde caiu e o Titanic afundou.

A deterioração do sistema político é consequência de uma sociedade debilitada e com problemas estruturais profundos, evidenciando-se o esgotamento funcional e a fragilidade multiforme das políticas públicas sociais.

Se, ao caminhar por uma floresta, você se deparar com a mesma árvore em dois momentos distintos, é provável que tenha se perdido.

A sentinela espiritual permanece infrutífera sem uma evangelização constante; o crescimento da Igreja depende inexoravelmente do labor árduo e da perseverança inabalável na fé.

A completa complexa arte de viver e gerar uma vida,
Desde a finesse do ventre pequeno ferido,
Ao espaço de tempo do primeiro minuto de vida.

Cada dia é uma oportunidade de refletir e crescer, pois os momentos de autojulgamento e aprendizado são os que mais nos transformam e nos aproximam da nossa melhor versão.

Compartilhar o conhecimento é o início de uma nova jornada de aprendizado, pois ao ensinar, também nos permitimos crescer e redescobrir o valor do que sabemos.

A felicidade é um jardim íntimo, cultivado pensamento a pensamento. Cada ideia é uma semente: as positivas florescem em gratidão, as negativas criam ervas daninhas de angústia.

Nós somos os jardineiros de nossa própria mente, escolhendo quais sementes regar. Quando nutrimos esperança e compaixão, colhemos dias ensolarados mesmo sob chuva. A qualidade dos nossos pensamentos determina as cores do nosso amanhecer interior. Cultive flores, não espinhos.

O verdadeiro caráter de uma pessoa se revela na maneira como ela celebra os sucessos alheios e acolhe a gratidão, mostrando a generosidade e a humildade que habitam em seu coração.

A derrota pode ser o início de uma nova trajetória. Olhe a vida com coragem

Na natureza nada se perde, tudo se transforma. Na poesia tudo o que se perde, conquista uma nova dimensão.

Descobri que, ao cultivar o otimismo, a vida se torna uma jornada mais leve e inspiradora, convidando-me a encontrar beleza em cada desafio e gratidão em cada aprendizado.

⁠A parte mais cruel do remorso é perceber que ninguém te deve uma segunda chance.

Ela disse que eu sou uma tentativa da alma humana decodificada em versos.

Há uma enorme diferença entre estar conectado a alguém… e tê-la presente contigo.

O SONHO é um devaneio, uma utopia que me habita, mas prefiro me entregar ao encanto, pois é nele que encontro a seiva que nutre minha alma e ilumina o caminho, e talvez, quem sabe, o sonho se torne o precursor de um amanhecer mais iluminado e fresco.

A Máquina do Mundo

E como eu palmilhasse vagamente
uma estrada de Minas, pedregosa,
e no fecho da tarde um sino rouco

se misturasse ao som de meus sapatos
que era pausado e seco; e aves pairassem
no céu de chumbo, e suas formas pretas

lentamente se fossem diluindo
na escuridão maior, vinda dos montes
e de meu próprio ser desenganado,

a máquina do mundo se entreabriu
para quem de a romper já se esquivava
e só de o ter pensado se carpia.

Abriu-se majestosa e circunspecta,
sem emitir um som que fosse impuro
nem um clarão maior que o tolerável

pelas pupilas gastas na inspeção
contínua e dolorosa do deserto,
e pela mente exausta de mentar

toda uma realidade que transcende
a própria imagem sua debuxada
no rosto do mistério, nos abismos.

Abriu-se em calma pura, e convidando
quantos sentidos e intuições restavam
a quem de os ter usado os já perdera

e nem desejaria recobrá-los,
se em vão e para sempre repetimos
os mesmos sem roteiro tristes périplos,

convidando-os a todos, em coorte,
a se aplicarem sobre o pasto inédito
da natureza mítica das coisas,

assim me disse, embora voz alguma
ou sopro ou eco ou simples percussão
atestasse que alguém, sobre a montanha,

a outro alguém, noturno e miserável,
em colóquio se estava dirigindo:
"O que procuraste em ti ou fora de

teu ser restrito e nunca se mostrou,
mesmo afetando dar-se ou se rendendo,
e a cada instante mais se retraindo,

olha, repara, ausculta: essa riqueza
sobrante a toda pérola, essa ciência
sublime e formidável, mas hermética,

essa total explicação da vida,
esse nexo primeiro e singular,
que nem concebes mais, pois tão esquivo

se revelou ante a pesquisa ardente
em que te consumiste... vê, contempla,
abre teu peito para agasalhá-lo.”

As mais soberbas pontes e edifícios,
o que nas oficinas se elabora,
o que pensado foi e logo atinge

distância superior ao pensamento,
os recursos da terra dominados,
e as paixões e os impulsos e os tormentos

e tudo que define o ser terrestre
ou se prolonga até nos animais
e chega às plantas para se embeber

no sono rancoroso dos minérios,
dá volta ao mundo e torna a se engolfar,
na estranha ordem geométrica de tudo,

e o absurdo original e seus enigmas,
suas verdades altas mais que todos
monumentos erguidos à verdade:

e a memória dos deuses, e o solene
sentimento de morte, que floresce
no caule da existência mais gloriosa,

tudo se apresentou nesse relance
e me chamou para seu reino augusto,
afinal submetido à vista humana.

Mas, como eu relutasse em responder
a tal apelo assim maravilhoso,
pois a fé se abrandara, e mesmo o anseio,

a esperança mais mínima — esse anelo
de ver desvanecida a treva espessa
que entre os raios do sol inda se filtra;

como defuntas crenças convocadas
presto e fremente não se produzissem
a de novo tingir a neutra face

que vou pelos caminhos demonstrando,
e como se outro ser, não mais aquele
habitante de mim há tantos anos,

passasse a comandar minha vontade
que, já de si volúvel, se cerrava
semelhante a essas flores reticentes

em si mesmas abertas e fechadas;
como se um dom tardio já não fora
apetecível, antes despiciendo,

baixei os olhos, incurioso, lasso,
desdenhando colher a coisa oferta
que se abria gratuita a meu engenho.

A treva mais estrita já pousara
sobre a estrada de Minas, pedregosa,
e a máquina do mundo, repelida,

se foi miudamente recompondo,
enquanto eu, avaliando o que perdera,
seguia vagaroso, de mãos pensas.

(Texto foi extraído do livro “Nova Reunião”, José Olympio Editora – Rio de Janeiro, 1985, pág. 300. Fonte: Projeto Releituras)

É uma riqueza poder interpretar a vida por meus próprios olhos.