Retomar uma Amizade
Simplesmente cansei de viver.
A vida não passa mesmo de uma brincadeira de marionetes!
Somos todos bonecos prontos pra ser controlados.
Sem chance de resistência.
Os que tentarem se mudar serão descartados.
Há duas maneiras de ser respeitado, uma é o medo e a outra é a confiança. O medo você impõe, a confiança você conquista.
Prefiro andar pelas ruas desertas literalmente sozinho do que estar em meio a uma multidão e me sentir solitário.
Mantenha o amor em seu coração. Uma vida sem ele é como um jardim sem sol, quando as flores estão mortas.
Cada música carrega uma história, uma mensagem, mil interpretações.
Carrega emoções, desperta recordações e toca os sentidos de cada um de maneira única.
Há, lucidez em uma depressão?
Há, sim — e é uma lucidez que machuca.
Há lucidez em uma depressão porque a gente enxerga tudo com uma nitidez cruel: o peso dos dias, o cansaço na alma, a falta que ninguém vê. É como se o mundo inteiro gritasse e, ainda assim, só você escutasse o silêncio.
A depressão não é falta de clareza; às vezes, é excesso. É perceber demais, sentir demais, carregar demais. E isso não te faz menos capaz — apenas mais humana.
Uma mente acelerada que não para e precisa de pausas, cansada ao extremo e ainda assim ativa, é um corpo em alerta e uma alma gritando por descanso. É o peso de viver no limite, tentando funcionar quando tudo dentro pede para desacelerar. É sobre sobreviver ao próprio turbilhão, enquanto o mundo cobra que você esteja sempre bem.
"Resiliência e Fé: Uma Jornada de Sobrevivência e Esperança"
Flertar com a morte por mais de dois mil dias não é uma experiência que qualquer alma suporte sem cicatrizes profundas. Cada dia vivido, cada fôlego tomado, é uma vitória silenciosa, embora nem sempre celebrada. Em alguns momentos, a morte parece uma amante tentadora, sussurrando promessas de descanso e alívio. Ainda assim, não me deixei seduzir por ela.
Tenho um relacionamento regado pela fé com o Eterno, que, mesmo nos dias mais sombrios, não deixou de me embalar com promessas de dias melhores. Confesso que, em meio a esse caminho tortuoso, minha alma já se sentiu frágil, minha voz trêmula diante das tempestades internas. Mas fraqueza não é sinônimo de desistência.
Por mais que parecesse uma mulher fraca aos olhos de quem não conhece minhas batalhas, sou forte. Fui forte por mais de 48 mil horas. Tenho enfrentado um processo que parece infinito, mas sigo aqui — de pé, mesmo que com os joelhos trêmulos. Porque há algo em mim que se recusa a ceder, algo que insiste em acreditar que o amanhã pode ser melhor.
E assim sigo, um dia de cada vez, carregando cicatrizes que contam histórias, mas com a fé de que, ao final, a luz há de prevalecer sobre todas as sombras.
Memórias
Criar memórias é uma forma de viver plenamente. Cada instante, cada rosto, cada sorriso ou lágrima carrega uma história única que merece ser lembrada. A vida acontece de forma efêmera, e por isso precisamos aprender a direcionar nosso olhar para os detalhes que fazem cada momento valer a pena.
A fotografia tem esse poder mágico: congelar o tempo, capturar sentimentos e preservar emoções que talvez a memória sozinha não consiga reter. Um abraço afetuoso, um pôr do sol vibrante, o brilho nos olhos de quem amamos — todos esses fragmentos de vida se tornam eternos quando registrados.
Mais do que imagens, fotografias são pedaços da nossa história deixados para aqueles que nos amam. São uma maneira de continuar presente, mesmo quando já não estivermos por perto. Cada clique é um convite para recordar, reviver e sentir de novo a essência do momento vivido.
Por isso, valorize cada instante e tenha a coragem de congelá-lo em imagens. No fim, são essas memórias visuais que atravessam gerações e mantêm vivas as histórias que nos conectam. Afinal, o que seria da vida sem as lembranças que nos aquecem o coração?
As memórias que criamos não são apenas para nós, mas principalmente para aqueles que ficam. O tempo, implacável, leva nossos dias, mas deixa marcas que resistem em forma de histórias, fotografias e lembranças. Quando partimos, o que permanece são os fragmentos de quem fomos, guardados com carinho por aqueles que nos amaram.
Criar memórias vai além de simplesmente registrar momentos. É sobre construir um legado emocional. Como gostaríamos de ser lembrados? Pela leveza de um sorriso, pelo brilho nos olhos ao contar uma boa história, pelos gestos de amor e cuidado? Quando deixamos essas marcas em forma de imagens, palavras ou simples momentos vividos intensamente, estamos oferecendo a quem fica uma ponte para nos reencontrar sempre que precisarem.
As fotografias, por exemplo, não são apenas pedaços de papel ou arquivos digitais; elas são cápsulas do tempo. Nelas, nossas expressões, olhares e emoções se eternizam, permitindo que futuras gerações conheçam não apenas como éramos por fora, mas quem éramos por dentro.
Assim, viver criando memórias é um ato de amor. É pensar em como queremos ser lembrados e garantir que aqueles que ficam tenham sempre um pedaço de nós para segurar quando a saudade apertar. Porque, no fim, nossas histórias continuam vivas nas lembranças que deixamos.
O Ônus e o Bônus do Silêncio
O silêncio pode ser uma arte — uma escolha sábia quando as palavras seriam navalhas afiadas. Mas já parou para pensar no turbilhão de pensamentos de quem espera, desesperadamente, ouvir ao menos uma palavra?
Há uma tortura cruel em tentar decifrar o que se esconde nesse vazio. O que se passa no outro lado do silêncio? Talvez seja um ato inteligente calar-se quando tudo o que temos a dizer reflete dor ou ressentimento. Mas será que já pensamos no quanto esse silêncio pode ferir profundamente quem escolhe sufocar suas palavras, engolindo cada sentimento como se fossem cacos de vidro?
Existe toxicidade no silêncio? Sim, quando ele se torna uma prisão que sufoca experiências não verbalizadas e necessidades não atendidas. Quando não dizemos o que nos incomoda, essas emoções se acumulam até explodirem de forma destrutiva.
Silenciar e esperar que o tempo resolva tudo é uma ilusão cômoda. É angustiante esperar que o tempo cure feridas que poderiam ser tratadas com um diálogo consciente e empático. Às vezes, bastaria a vontade de escutar — e ser escutado.
Por outro lado, o silêncio pode ser transformado em arma. O tratamento de silêncio é uma forma cruel de manipulação, abuso e punição. Ele faz com que o outro se sinta inseguro, ansioso, rejeitado, invisível e, muitas vezes, culpado por algo que nem compreende.
É preciso sabedoria para respeitar o silêncio do outro, mas também coragem para verbalizar esse respeito, validando os sentimentos de ambos.
Então, o silêncio é sabedoria ou covardia? Depende. O mérito está em saber quando calar — e quando falar, pode libertar.
O convite da essência
Há algo no meu olhar que é um convite silencioso, uma porta aberta para quem deseja se aprofundar na minha alma. Algo que conecta, que atrai, que decifra. E então, alguns se deixam levar, se ligam à minha essência sem que uma única palavra seja dita, compreendendo quem sou no silêncio. Outros se perdem, talvez não consigam ver o que é tão simples, tão claro, tão direto. Eu sou feita da simplicidade, da transparência, daquelas palavras que são ditas com clareza, e das que não precisam de som, porque se revelam nas atitudes — sempre objetivas, sempre claras.
Quando me encontro perdida nas dúvidas, me recolho. Mergulho dentro de mim, me redescubro, busco entender o que há de mais profundo, o que precisa ser revelado. Não desejo apenas passar pela vida; quero deixar nela minha marca. Quero deixar um pedaço de mim em cada pessoa que cruzar meu caminho, em cada lugar que visitar, em cada olhar que encontrar.
E, ao final, quem se conectar a mim, de alguma forma, saberá que um pedacinho ficou. Em algum canto, um pouco de mim permanecerá, como uma lembrança compartilhada.
Fotografar é Ver Com a Alma
Eu vejo o mundo de uma maneira única, como se houvesse sempre uma nova perspectiva sobre a mesma coisa. Para mim, a fotografia não é apenas capturar uma imagem; é sobre enxergar o que os outros não conseguem ver. Acredito que o olhar de um fotógrafo tem a capacidade de transformar algo simples em algo valioso, essencial, e é isso que tento passar em cada clique.
Minha sensibilidade me permite ver além do óbvio, e é essa percepção que tento compartilhar com o mundo. Quando vejo uma cena, busco encontrar a alma daquele momento, algo que muitas vezes passa despercebido, mas que, para mim, é o que dá significado à imagem. É como se eu estivesse dando voz àquilo que só eu consigo enxergar, tentando transmitir um pouco da minha alma através do meu olhar.
Eu quero que as pessoas, ao olharem minhas fotos, consigam enxergar aquilo que elas mesmas não conseguem ver, que sintam a essência do momento. Acredito que a verdadeira beleza está na percepção, e é isso que tento capturar – uma nova maneira de olhar para o mundo.
Além da Imagem: O Olhar que Transcende
A fotografia não é apenas uma imagem congelada no tempo. Não se trata apenas de uma foto; é a tradução visual de um sentimento, uma história que vai além do que o olho pode ver. É um olhar profundo sobre o mundo, uma forma de revelar aquilo que muitas vezes escapa à percepção cotidiana. Cada fotografia carrega uma parte da minha alma, uma expressão única de como vejo e sinto o mundo ao meu redor.
Registrando-me em papel
Sinto uma necessidade urgente de me descrever, de me tornar transparente, cristalina,
como se, ao colocar minhas palavras no papel, pudesse finalmente me entender.
Há um desejo intenso dentro de mim: que as pessoas se permitam ser assim também —
sem medo de revelar seus sentimentos, suas dúvidas e pensamentos mais íntimos.
A busca pelo autoconhecimento me guia,
uma jornada silenciosa em direção a todo o meu sentir.
Com a caneta na mão e o papel à minha frente,
não tenho receio de me deixar ali, nua em cada palavra.
Cada rabisco se torna uma entrega,
um reflexo da minha consciência,
onde cabem meus medos, dores, amores, desejos e até orações.
Escrever é meu refúgio, minha forma de existir.
No silêncio das palavras, me encontro,
descobrindo, sem pressa, quem sou.
E quando eu partir, que essas palavras sejam mais do que tinta sobre papel.
Que quem as ler possa me sentir,
mergulhar na profundidade de quem fui,
mas com leveza e compreensão.
Porque é aqui, no papel, que me registro —
inteira, consciente e eterna.
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