Retomar uma Amizade
A ideia de que a Igreja será arrebatada antes da tribulação cria uma falsa esperança de escapar do sofrimento, mas a Bíblia ensina que os cristãos enfrentarão tribulações até a volta de Cristo.
O pré-tribulacionismo é uma ideia mais recente, surgida no século XIX com John Nelson Darby, e não fazia parte do ensino dos primeiros cristãos, o que levanta dúvidas sobre sua base histórica em relação à visão tradicional da Igreja sobre a volta de Cristo e a tribulação.
O começo do universo implica uma causa externa e transcendente, uma causa que não pode ser explicada pelas leis do próprio cosmos. Essa causa é o que chamamos de Deus.
A ordem e a complexidade do universo não surgem do acaso; elas refletem a ação de uma inteligência superior, que organizou o cosmos com propósito e precisão.
A verdadeira igreja é uma realidade concreta, não uma ideologia ou um sonho. Ela existe de fato, formada por cristãos que, no seu dia a dia, vivem de maneira fiel ao verdadeiro cristianismo, refletindo a essência da fé em suas atitudes.
O Espírito Santo não é uma mera força impessoal, mas um ser pessoal dotado de atributos divinos—como onipotência, onisciência e onipresença—capaz de interagir pessoalmente com os crentes.
A chance de 48 profecias messiânicas se cumprirem em uma única pessoa é de 1 em 10^48, ou seja, um número tão grande que é quase impossível de imaginar. Isso mostra que o cumprimento dessas profecias não pode ser apenas uma coincidência, mas algo além de nossa compreensão.
Viver um cristianismo genuíno exige esforço diário.
Não é automático, nem fácil.
É uma luta constante contra o pecado, contra o mundo e contra a própria carne.
Mas esse esforço não nasce do orgulho, nem da tentativa de merecer algo de Deus.
Ele é o resultado natural de quem conheceu, entendeu e experimentou o amor e o perdão de Cristo.
Quem foi alcançado pela graça não vive acomodado.
Quem foi perdoado de verdade se levanta para viver uma vida que honra o Salvador.
É por amor a Ele que nos esforçamos.
É pela cruz que todos os dias.
Ao longo das Escrituras, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento, encontramos uma verdade profunda e central ao caráter de Deus: Sua misericórdia não anula Sua justiça, mas frequentemente a suspende em favor do arrependimento, revelando que o amor é a essência da Sua vontade.
A justiça de Deus é real, santa e inegociável. Ele não faz vista grossa ao pecado. No entanto, a mesma Bíblia que revela o Deus justo, também revela um Deus “compassivo e misericordioso, paciente, cheio de amor e fidelidade” (Êxodo 34:6). Isso não é contradição — é equilíbrio perfeito. Deus não se apressa em punir, mas se alegra em perdoar (Miquéias 7:18-19). O perdão de Nínive, por exemplo, não foi porque a cidade era justa, mas porque Deus desejou dar uma oportunidade de arrependimento (Jonas 4:2).
Mesmo no livro de Lamentações, escrito em meio à dor do juízo, o profeta reconhece: “As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos” (Lamentações 3:22-23). O juízo era merecido, mas a misericórdia limitou seus efeitos.
No Novo Testamento, Jesus intensifica essa compreensão. Ao citar Oséias, Ele declara: “Quero misericórdia, e não sacrifício” (Mateus 9:13). Ele não está negando os princípios da Lei, mas mostrando que o coração da Lei sempre foi a misericórdia movida por amor. Por isso, Ele resume todos os mandamentos em dois: amar a Deus e ao próximo (Mateus 22:37-40).
Paulo reforça essa ideia ao afirmar que “a letra mata, mas o Espírito vivifica” (2 Coríntios 3:6). O problema não está na Lei, mas no uso incorreto dela — quando é usada como instrumento de condenação sem levar em conta a graça de Deus. Por isso ele também afirma que “o amor é o cumprimento da Lei” (Romanos 13:10).
Tiago vai além: “A misericórdia triunfa sobre o juízo” (Tiago 2:13). Isso não significa que Deus é injusto, mas que Ele sempre oferece misericórdia antes de aplicar o juízo. O julgamento vem, sim — mas somente depois de muitas oportunidades de arrependimento.
Em Efésios 2:4-5, Paulo deixa claro: “Deus, que é rico em misericórdia, pelo grande amor com que nos amou, deu-nos vida com Cristo, quando ainda estávamos mortos em transgressões”. Ou seja, a misericórdia é a iniciativa de Deus diante da nossa culpa.
Portanto, fica evidente que o Espírito da Lei — ou seja, o amor e a misericórdia — sempre foi mais importante que a simples observância da letra da Lei. A justiça divina não é desprezada, mas temperada pelo amor. A cruz é a maior prova disso: em Cristo, a justiça foi satisfeita para que a misericórdia pudesse nos alcançar.
O Evangelho não é um sistema de legalismo, mas uma mensagem de reconciliação. Deus é justo, mas deseja salvar. Ele é santo, mas Se inclina ao pecador arrependido. Por isso, o cristianismo verdadeiro é marcado não por rigor dogmatico, mas por fidelidade à verdade, temperada com graça, amor e compaixão
Alguns acreditam que se ajoelhar diante de uma imagem ou fazer pedidos a figuras espirituais é apenas uma homenagem, não adoração. No entanto, à luz da Bíblia, adoração não se define apenas pela intenção, mas pelas ações. Textos como Êxodo 20:5 e Mateus 4:10 mostram que reverência espiritual só deve ser prestada a Deus. A oração, o louvor e a confiança espiritual pertencem exclusivamente a Ele. Mesmo que se diga que é apenas veneração, a prática revela o contrário.
Dizer que não está adorando enquanto se ora, se ajoelha ou se confia espiritualmente em algo ou alguém que não é Deus é como afirmar: “Eu não estou dirigindo” — enquanto se está ao volante, com o carro em movimento. Pode-se negar o nome, mas não se pode negar a ação. A verdade é que, aos olhos de Deus, as intenções não anulam a realidade dos atos. A prática fala mais alto. Trata-se, sim, de adoração — e isso não é um detalhe qualquer, mas uma questão central da fidelidade a Deus.
— O preço de uma alma para o diabo, é uma questão de maldade, todavia muitos se oferecem como entretenimento.
Carlos Alberto Blanc
● Antes, o enfrentamento de ambas, morte e vida, não permitem fugas. É uma armadilha que supera as leis humanas, importando-se com a vaidade de levar o envelhecimento num ofício de percepções latentes nos esquecimentos dos túmulos. A importância dos vivos para os que morrem, é o fragmento do silêncio em pó. Sob a terra ou no sopro do fogo, nada foge, pouco é o abandono e intensa saudade. Distantes, o mármore gélido e o abraço, a chama e o vento, as rosas sobre o artifício da união, todo amor uma ambição de perseguir a vida.
Hoje no Brasil, a diversão é uma diversidade alheia tão quanto falar a verdade é crime, e não liberdade de expressão.
Carlos Alberto Blanc
Sob hipótese alguma seja uma testemunha sobre o que você viu e muito menos do que você não viu. Subjetivamente, distante do que me contaram.
Carlos Alberto Blanc
O futuro será parecido com aquele tempo em que para continuar uma simples ligação, você deveria colocar mais ficha - daqui em diante, para continuar qualquer diálogo, faça um “Pix”. Nossa era caminha para o privilégio do silêncio.
Carlos Alberto Blanc
Não importa se um burro tem ou não uma causa, ele sempre será propenso a eleger um presidente que eleve sua carga, desde que melhore a qualidade do feno.
Carlos Alberto Blanc
Quando, por acaso, você pensar nas próximas eleições, tenha em mente após vislumbrar uma nova era de oportunidades, que o inferno ainda tem ideologia.
Carlos Alberto Blanc
A deriva de uma realidade ocasional,
não estamos salvos de um amor para viver a dois.
Somos inesperados por circunstâncias iguais.
Responsáveis pela fragilidade da oportunidade.
Carlos Alberto Blanc
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